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07/04/2012

Não tinha tempo para Deus


Esta é a história, em oito capítulos, de um homem que nunca achou tempo para Deus:
1.°: Quando criancinha, quiseram ensiná-lo a rezar, mas alguém objetou: 'É muito cedo para pensar em Deus. Não compreende nada ainda."
2.°: Quando virou menino, acharam bom mandá-lo para o catecismo, mas logo veio a resposta: "É muito criança para pensar em Deus."
3.°: Quando era jovem, chegou convite para um encontro de jovens. Ele estava entretido com sua namorada. Outros responderam por ele: "Muito apaixonado para pensar em Deus."
4.°: Quando homem feito e casado, sua esposa pedia que fosse à igreja aos domingos, mas ele respondia: "Estou muito ocupado para pensar em Deus."
5.°: Houve santas missões na sua terra. Quiseram acordá-lo de madrugada a fim de participar de um ato penitencial, mas os amigos responderam: "Deixem-no. Está muito cansado para pensar em Deus."
6°: Uma vez, absorvido pelos negócios, convidaram-no para fazer a participar da páscoa. Ele, porém, respondeu: "Estou muito preocupado, para poder pensar em Deus."
7.°: Quando, já bem idoso, quiseram levar um padre até sua casa para uma visita, os netos objetaram: 'Muito velho para pensar em Deus."
8.°: Quando estava sendo levado para o cemitério, o demônio gargalhou maldosamente no rosto dele: "Muito tarde para pensar em Deus."

05/11/2009

Buscando Milagres

"Quando já ia chegando à descida  do  Monte  das  Oliveiras,
toda a multidão dos discípulos,  regozijando-se,  começou  a
louvar a Deus em alta voz, por todos os milagres  que  tinha
visto" (Lucas 19:37).
 
Perguntaram  a  um  índio  no  Arizona    como    era    seu
relacionamento com  Deus  e,  especialmente,  o  que  sentia
quando orava. A sua resposta foi: "Quando oro, sinto como se
minha vida fosse um pequeno fosso de irrigação sendo  levado
a um rio poderoso. E quando, em oração, eu percebo que estou
bem próximo de Deus, parece que a água daquele  rio  vem  ao
meu encontro e se derrama sobre mim, inundando todo meu ser.
nesse instante, eu sinto bem forte o poder e a  presença  de
Deus.
 
O que temos sentido quando buscamos a presença de Deus? E  o
que temos sentido quando não lembramos de procurá-Lo?  Temos
tido experiências marcantes em nossa vida de oração, podendo
testemunhar que a oração é a alavanca que move  os  milagres
do Senhor  ou  continuamos  incrédulos  e  frios  exatamente
porque não nos movemos em  direção  Àquele  que  pode  fazer
grandes maravilhas?
 
Eu me lembro dos meus tempos de juventude quando  na  escola
aprendia sobre Jeca Tatu. Ele vivia dizendo que a sua  terra
não produzia nada e passava horas deitado em  sua  rede.  Ao
ser perguntado sobre  o  que  plantava,  respondia  que  não
plantava nada. É claro que  a  terra  não  poderia  produzir
coisa alguma!
 
Na vida espiritual acontece coisas semelhantes.  Muitos  não
crêem nos milagres do Senhor e nem nas respostas às orações.
Mas como poderão saber se Jesus atende as  orações  e  opera
milagres se jamais o buscam e nunca separam  um  tempo  para
falar com Ele?
 
Você quer saber se Jesus pode  ajudar-lhe  a  realizar  seus
sonhos e operar os milagres de que necessita? Pare um  pouco
de correr e fale com Ele em oração. Ele está  esperando  por
você.
 
Paulo Barbosa

22/10/2009

Volte, meu Filho!

A criança se rebela contra o pai que o aconselha desde pequeno: "Não faça isso!"
Um rapaz, mal atingira a idade suficiente, fugiu de casa, deixando seus pais em sobressalto. Andou por muitos lugares, perambulou como mendigo e arrependeu-se do mau passo. Achava agora que teria sido melhor ter seguido o conselho dos pais. Era enorme o seu sofrimento: fome, fadiga, armadilhas do mundo cruel. Voltar para casa, sim: era esse o seu desejo,mas como seria recebido?
Certo dia aproximou-se de uma igreja que estava em horário de culto. A congregação cantava um lindo hino do qual ele se lembrava muito bem. Relutou, aproximou-se da porta e o porteiro mostrou-lhe um lugar. Qual não foi, porém, a sua surpresa, ao ver ao lado do púlpito, um retrato seu, tamanho grande, com os dizeres: "Onde quer que estejas, e da forma que estiveres, volta, meu filho, porque teu pai, tua mãe e teus irmãos te aguardam com uma festa".
Tomou logo a decisão. Voltou para casa onde realmente a festa aconteceu. Mas estava intrigado. Perguntou ao pai como coincidira ter entrado naquela igreja onde estava o seu retrato. O pai explicou: Tinha mandado colocar o retrato em todas as igrejas daquela cidade.
"Mas o pai disse aos servos: Trazei depressa o melhor vestido, e vesti-lho, e ponde-lhe um anel na mão, e alparcas nos pés. E trazei o bezerro cevado, e matai-o; e comamos e alegremo-nos, porque este meu filho estava morto, e reviveu; Tinha-se perdido, e foi achado. E começaram a alegrar-se" (Lc 15.22-24).

O Velho John Hartman

O velho pai dirigiu-se ao oficial no lugar onde se travara uma sangrenta batalha. Chamava-se John Hartman. Ele tinha um filho e o moço não voltara da batalha. Possivelmente estava morto. Mas o pai não se satisfez: não concordara com a explicação do oficial. Começou a procurar o filho querido. Anoitecia, e ele continuava procurando. Não enxergava mais senão os vultos, mas persistia na procura. Chamava-o pelo nome, que também era o seu próprio:
- John Hartman... John Hartman..., teu pai te procura...
Continuou gritando, e perdeu a noção do lempo: -John Hartman, meu filho..., teu pai te procura... Ouviu uma voz fraca responder ao apelo.
- Aqui estou, pai.
- Graças a Deus, - disse o velho.
Juntando sua reserva de forças, carregou aquele filho querido nos braços, levando-o para ser socorrido.
"Que homem dentre vós, tendo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa as noventa e nove, e vai após a perdida até que venha a achá-la? E achando-a, a põe sobre seus ombros, gostoso. E, chegando a casa, convoca os amigos e vizinhos, dizendo-lhes: Alegrai-vos comigo, porque já achei a minha ovelha perdida" (Lc 15.4-6).

30/03/2009

Portas Abertas

Foi em Glasgow, na Escócia, que esta história se passou.

Uma adolescente fugiu de casa para viver "sua" liberdade, mas logo caiu na realidade da vida. Sem dinheiro para se manter e sem coragem de voltar para casa, acabou por entrar no mundo da prostituição.

Os anos se passaram, mas, apesar da saudade dos pais, ela nunca mais tentou qualquer contato com eles.

Seus pais sempre a procuraram, em vão, porém, desde a morte do seu pai (que ela nem ficou sabendo), sua mãe intensificou as buscas, deixando um cartaz de "Procura-se" em qualquer lugar onde lhe permitissem.

Neste cartaz a mãe havia colocado sua própria foto, escrito embaixo: "Eu ainda amo você. Volte para casa".

Os meses se passaram sem qualquer notícia, até que um dia, numa fila de sopa para pessoas carentes, a moça viu a foto da sua mãe, que apesar de ter envelhecido bastante, ainda conservava o mesmo olhar que ela guardava em suas lembranças.

Não pode conter a emoção e, naquele dia mesmo, voltou para casa. Era tarde da noite quando chegou. Tímida, ela se aproximou da porta. Ia bater, mas ela se abriu sozinha.

Entrou assustada, apavorada com a idéia de que algum ladrão tivesse invadido a casa e "sabe lá Deus o quê" poderia ter feito.

Correu para o quarto e viu sua mãe dormindo. Acordou-a. Ambas choraram muito. Abraçaram-se. Reconciliaram-se.

Lembrando-se da porta aberta, a moça disse:

- Puxa, mãe, levei um susto tão grande quando cheguei.

- Por que, minha filha?

- É que a porta da frente estava aberta e eu pensei que algum ladrão tivesse invadido a casa. Você precisa tomar mais cuidado, mãe. Não pode mais esquecer a porta aberta.

- Não meu amor, você não está entendendo. Eu não esqueci a porta aberta. Desde o dia em que você foi embora, esta porta nunca mais foi fechada.


E, [o filho pródigo] levantando-se, voltou para seu pai; e, quando ainda estava longe, viu-o seu pai, e se moveu de íntima compaixão e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou.
Lucas 15.20


Do livro "Histórias para Aquecer o Coração das Mães", de Jack Canfield, Mark Victor Hansen, Jennifer Read Hawthorne e Marci Shimoff. Editora Sextante.

12/12/2008

"Se procurar bem, você acaba encontrando não a explicação (duvidosa) da vida, mas a poesia (inexplicável) da vida".
Carlos Drummond de Andrade

Destaque

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