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19/07/2013

O bezerro e o boi velho

Tinha um lavrador um boi já idoso, mestre no ofício de puxar carros; deu‐lhe por companheiro um bezerro ainda mal domado e todo fogo. O boi velho viu um insulto em semelhante parceria: "Olha, disse‐lhe o lavrador, não te emparelho com ele na minha estima; junjo‐o comigo, para que com o teu exemplo aprenda, e melhor aproveite, as lições que lhe dará meu aguilhão; entretanto, como é ele robusto, poderás tu próprio deixar‐lhe carregar o maior peso, e de tanto te acharás aliviado."
MORALIDADE. ‐ Cumpre dar aos mancebos boa companhia de homens sisudos e circunspectos; uns e outros com isso aproveitam.

20/11/2011


Os homens carnais contentam-se com o "ato" de adoração; eles não têm desejo de comunhão com Deus.
John W. Everett

16/11/2008

Fábula da Convivência

Durante uma era glacial, muito remota, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições do clima hostil.
Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir, e juntar-se mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente, aqueciam-se enfrentando por mais tempo aquele inverno tenebroso. Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte e afastaram-se feridos, magoados, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus companheiros.

Doíam muito...

Mas, essa não foi a melhor solução: afastados, separados, logo começaram a morrer congelados, os que não morreram voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com precauções, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver, resistindo à longa era glacial.

Sobreviveram...

É fácil trocar palavras, difícil é interpretar os silêncios!
É fácil caminhar lado a lado, difícil é saber como se encontrar!
É fácil beijar o rosto, difícil é chegar ao coração!
É fácil apertar as mãos, difícil é reter o seu calor!
É fácil sentir o amor, difícil é conter sua torrente!

Que possamos nos aproximar uns dos outros com amor e serenidade de tal forma que nossos espinhos não firam as pessoas que mais amamos tanto no trabalho, na escola, na igreja, em casa ou na rua.

“Autor Desconhecido”

Destaque

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