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02/04/2014

A Lagarta e a Borboleta

     Ao ver uma borboleta voando por perto, a lagarta bradou: — Não ando nisto aí nem por um milhão de dólares.
     (Orlando Boyer, IBAD, 1977)
     Esta ilustração serve de exemplo para mudanças que temos presenciado na vida de muitas pessoas. Mudam, como dizem, da água para o vinho. E muitas dessas pessoas odiavam os cristãos evangélicos — os crentes —, mas hoje são exemplos de dedicação, amor e fidelidade ao Senhor.
E serão os dois uma só carne... (Mc 10.8)

29/01/2012


Certo pregador realizava uma série de pregações numa igreja, quando numa das noites de pregação, foi procurado por uma senhora desejosa de saber o motivo porque seus filhos, de 13 e 11 anos de idade, ainda não se haverem convertido. O pregador procurou saber que tipo de cristã era a senhora que lhe falava e, pela conversa, descobriu que se tratava de uma mulher incansável na igreja, muito trabalhadora, ocupando vários cargos de muita importância, porquanto era crente sincera. O pregador, olhando-a, então, disse-lhe: “Minha irmã, seu mau é olhos enxutos”.

20/11/2011


Spurgeon disse:
"Tenho pregado o evangelho de Cristo por muitos anos e jamais conheci alguém que tenha confiado em Cristo e pedido perdão pelos seus pecados e Ele o tenha lançado fora. Nunca me encontrei com um só homem que tivesse sido recusado por Jesus.
Tenho conversado com mulheres às quais Ele restituiu a pureza primitiva; com bêbados a quem Ele livrou dos hábitos vis, e com outros culpados de horríveis pecados que se tornaram puros como criança.
Sempre ouço a mesma história: "Busquei o Senhor e Ele me ouviu; lavou-me no seu sangue e estou mais branco do que a neve".

27/10/2011

A Bíblia Funciona

Um medico cristão estava lendo sua Bíblia assentado num banco da praça, quando um senhor se aproximou e reconhecendo o médico disse: -Não posso crer que o senhor, com sua cultura, consiga ler e acreditar num livro como esse! -Por quê? Perguntou o médico. -Por que nem sabemos quem escreveu este livro. Eu não acredito numa coisa que nem sequer saiba quem escreveu. O medico olhou fixamente para o homem e perguntou-lhe: - O senhor acredita e usa a tabuada? -Sim. uso-a freqüentemente. O senhor sabe quem escreveu a tabuada? -Não, não sei, respondeu o incrédulo. -Como é então que o senhor acredita e usa algo que o senhor nem sequer sabe quem escreveu? Perguntou-lhe o médico. O homem embaraçado teve uma idéia brilhante e respondeu: -É que a tabuada funciona, e tudo mundo sabe disto. -Meu amigo, disse o médico, a Bíblia também funciona muito bem. E eu poderia mostrar centenas de pessoas que tiveram suas vidas modificadas pela Palavra de Deus. Seus ensinos são vida para quem os coloca no coração.

20/11/2010

Deus Deseja Pronta Obediência

Os estrangeiros se Me sujeitaram; ouvindo a Minha voz, Me obedeceram. II Sam. 22:45.

Jenny, uma jovem norueguesa na faixa dos 20 anos de idade, trabalhava como cabeleireira na cidade de Nova Iorque na metade da década de 70. Vivia com um homem casado com outra mulher, num apartamento próximo ao salão de beleza onde trabalhava. No mesmo prédio de apartamentos morava uma moça brasileira, cristã, de nome Maria do Carmo. Maria do Carmo fez amizade com Jenny e começou a partilhar sua fé com ela. Não demorou muito para que Jenny aceitasse a Jesus como Salvador.
Certo dia, Maria do Carmo disse a Jenny que não era correto viver com um homem casado. Até àquele momento, Jenny nunca havia pensado na possibilidade de estar fazendo algo errado, mas quando o Espírito Santo a convenceu de que o que ela estava fazendo era pecaminoso, acabou com o relacionamento imediatamente. A separação foi dolorosa, mas ela estava decidida a servir a Deus de todo o coração, custasse o que custasse.
Não muito tempo depois que ela terminou o seu romance ilícito, conheci Jenny em um retiro de fim-de-semana, para o qual eu havia sido convidado como um dos pregadores. Durante minhas horas de folga, estudei a Bíblia com ela e respondi às suas perguntas. Poucas vezes encontrei uma pessoa tão decidida a abandonar o pecado de imediato como Jenny. Mais tarde, fiquei sabendo que ela retornara para a Noruega e, apesar da oposição dos familiares, se havia tornado obreira bíblica.
Vi Jenny pela última vez na Inglaterra, em 1982. Ela me contou, durante a breve conversa que tivemos, que ela estava com câncer terminal e tinha apenas pouco tempo de vida. Não muito tempo depois disso, fiquei sabendo que ela falecera, fiel ao seu Senhor até o fim.
O Espírito Santo convence do pecado (ver S. João 16:8). Mas poucos agem tão rapidamente como Jenny. A convicção leva ao arrependimento, e o arrependimento significa tristeza pelo pecado. Mas significa mais do que entristecer-se por causa do pecado. Quer dizer também abandoná-lo. Embora muitos sintam tristeza pelo pecado (especialmente quando são apanhados em flagrante), quantos se entristecem o suficente para deixá-lo assim que sentem a convicção?
O Senhor "é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça". II S. Ped. 3:9. Graças por isso! Mas Ele não ficaria mais contente ainda se abandonássemos o pecado logo que o Espírito Santo nos convencesse, em vez de ficarmos abusando de Sua misericórdia?

22/10/2009

Vencido por Jesus

Ao se despedir de sua família para embarcar para os Estados Unidos, onde ia com o fim de enriquecer, Tsuquiama, ante apelos insistentes de sua família, prometeu:
- Sei que vou para um país cristão, mas nunca serei um deles, pois odeio o cristianismo.
Mas quando chegou à América, sozinho, Tsuquiama, triste com o budismo que abraçava desde criança, não pôde conter o ímpeto que teve de ler uma Bíblia que ganhara. As palavras de Jesus faziam um grande apelo ao seu coração, mas ele tinha prometido à sua mãe: - "Nunca serei um cristão. Eu odeio o cristianismo".
Mas teve a felicidade de ler Mateus 10.37: "Aquele que não renunciar pai e mãe não é digno de mim..."
Resolveu renunciar a tudo: pai, mãe, religião. Deixou tudo por amor de Cristo e, em abril de 1908, na igreja, levantou-se para confessar a Cristo como seu Salvador. Depois de 13 anos de ausência, em 1918, voltou ao Japão. Voltou como missionário, e teve a grande alegria de ver a sua família toda - um por um - render-se a Jesus.
"0 profundidade das riquezas, tanto de sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inexcrutáveis os seus caminhos!" (Rm 11.33).

24/08/2009

Amansa João Alves

Conta-se que um cidadão chamado João Alves, num subúrbio carioca, foi contratado para dar uma surra em determinada pessoa:
- Sabe onde você pode encontrá-lo? Vá domingo à noite àquela igreja, que ele costuma freqüentá-la.
João Alves pegou o dinheiro do contrato, muniu-se com um chicote e partiu domingo à noite. Postou-se próximo à igreja e esperou. Do lugar que se encontrava ouviu o início do culto. A congregação começou a cantar um hino: "Manso e suave, Jesus está chamando..."
João Alves gostou da melodia. Prestou atenção à letra: "Amansa João Alves, Jesus está chamando..." Não era possível! Como a congregação estaria sabendo que ele estava ali? como saberia de seus propósitos? No entanto, ouvia perfeitamente:
"Amansa João Alves, Jesus está chamando..." João Alves não pôde resistir ao convite. "Vinde a mim todos os que estais cansados e oprimidos!" (Mt 28.11a).

A Palavra não Volta Vazia

O grande desejo de um recém-convertido era pregar o Evangelho, mas não conseguia vencer a timidez. Julgava com acerto que a primeira vez é sempre difícil. Depois seria fácil.
Com esse pensamento, dispôs-se a fazer uma experiência inédita. Penetrou numa floresta com a Bíblia na mão, leu o texto em Apocalipse 3.20, orou em voz alta e pregou. Não se preocupou com as palavras. Deixou que elas fluíssem naturalmente, conforme é a promessa do Senhor. Quando acabou a pregação fez o apelo. Queria dar em tudo o maior cunho de autenticidade.
- Jesus está oferecendo nesta tarde uma oportunidade a quem queira aceitá-lo. Quem quiser dê um sinal, levantando o seu braço.
Repentinamente surge, de entre as árvores, com os braços levantados, chorando, um criminoso foragido da cadeia local. Estava escondido e ouviu a pregação. Confessou:
- Eu aceito Jesus como meu Salvador. Eu aceito Jesus!
"Porque, assim como desce a chuva e a neve dos céus, e para lá não torna, mas rega a terra, e a faz produzir, e brotar, e dar semente ao semeador, e pão ao que come, assim será a palavra que sair da minha boca: ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei" (Is 55.10,11).

29/12/2008

Deus é o Nosso Consolador

Uma senhora não-crente perdeu a sua filhinha depois de um longo período de enfermidade. Só após muito tempo é que veio a se consolar daquela grande perda. Ela era vizinha de uma família de crentes. Estes também tiveram um sério momento de tristeza: um moço da família, vítima de acidente, veio a falecer. Tudo corria normalmente e a família dele não se desesperou. Mas a não-crente não conseguia saber porque sofrerá tanto com a morte da filhinha, quase enlouquecendo, e, a morte do vizinho, parecia não tê-los afetado.
Veio um período de cultos especiais na igreja. Os crentes levaram-lhe um convite. Aceitou. Foi a um culto e se converteu.
Recebia agora a visita dos crentes. Vivia em perene alegria. Um dia confessou à vizinha:
- Agora sei porque vocês sofreram resignadamente a morte do rapaz...
"O justo até na sua morte tem esperança"; "Bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor" (Pv 14.32; Ap 14.13).

Também Sou Crente

O padre Aníbal Pereira Reis, no interior do Estado de São Paulo, vivia sobressaltado, em profundo estado de angústia, na incerteza de sua salvação. Ele teve um encontro maravilhoso com Jesus através da leitura da Bíblia, e, como homem honesto que é - um bem precioso que herdou de seus antepassados - procurou não trazer problemas para os seus superiores hierárquicos. Afastou-se do catolicismo romano confessando o motivo e batizou-se por imersão.
Depois de convertido, ainda permaneceu alguns anos como padre, pois, segundo suas próprias palavras, queria harmonizar sua nova vida em Cristo com a permanência na Igreja Romana.
No período que antecedeu ao seu afastamento definitivo, muitas coisas interessantes aconteceram:
Uma moça crente casou-se com um rapaz incrédulo. De nada lhe valeram os conselhos dos pais, dos irmãos, dos amigos: Queria casar-se com o rapaz e estava encerrado o assunto.
Os primeiros meses de casados transcorreram sem muita preocupação. Mas foi-se apagando a chama de sua fé, e ela foi excluída da igreja. A seguir o casamento se desmoronou. Pequenas brigas, e finalmente, ela, não suportando os sofrimentos, apelou para o suicídio.
Antes de morrer, no hospital, recebeu a visita do padre-crente. A moça ainda lúcida, disse-lhe:
- "Seu" vigário, não se zangue comigo, mas antes de morrer eu queria falar com um pastor.
- Minha filha, disse o padre, pode falar comigo, porque eu também sou crente. Eu já aceitei Jesus como meu Salvador.
"Ninguém deita remendo de pano novo em vestido velho, porque semelhante remendo rompe o vestido, e faz-se maior a rotura. Nem se deita vinho novo em odres velhos; aliás rompem-se os odres, e entorna-se o vinho, e os odres estragam-se; mas deita-se vinho novo em odres novos, e assim ambos se conservam" (Mt 9.16,17).

É Necessário Provar

Um gabola divertia-se numa praça pública cercada de curiosos. Tinha facilidade de linguagem, fazia questão de ressaltar sua condição de ateu, e, gratuitamente, ofendia os presentes interrogando:
- Quem quer discutir comigo? - pastor, padre, médico, advogado ou um simples crente, suba aqui!
Só um respondeu à insistência do sabichão e se dirigiu a ele. Era um senhor de trajes humildes. Nada nele demonstrava capacidade nem erudição. O orador, bazofiando, ainda tentou humilhá-lo, baseando-se em sua aparência.
O desafiado subiu ao palco, sentou-se e, indiferente às provocações, tirou uma laranja de um embrulho, descascou-a e chupou-a...
O pregador continuou seus desaforos:
- Veio falar comigo, ou fazer um piquenique? Depois de chupar a laranja, perguntou ao desafiante:
- O senhor quer me dizer se a laranja que eu chupei estava doce ou azeda?
- Bem desconfiei que o senhor é meio maluco, respondeu o orador. Foi o senhor que chupou a laranja, como quer que eu saiba se estava doce ou azeda?
Nesta altura dos acontecimentos era grande a expectativa geral. Todo o auditório queria saber como terminaria aquilo.
- Justamente isso é que fala em meu favor. Se quem chupou a laranja foi eu, só eu sei se ela estava doce ou azeda. O senhor não pode falar da experiência da salvação em Cristo se não passou por ela - continuou.
- Antes de me converter eu era um beberrão, mau esposo, mau pai: não valia nada. Um dia experimentei a graça do Evangelho e me tornei outra criatura. Por isso posso falar de ambas as coisas. Eu conheci ambas as coisas. O senhor só conhece o seu lado ateu. Não pode falar sobre Deus.
"Provai, e vede que o Senhor é bom: bem-aventurado o homem que nele confia" (SI 34.8).

14/12/2008

Vale a Pena Insistir

Pregávamos numa manhã de domingo no culto da Escola Dominical, no município de Nova Iguaçu - RJ. Tínhamos como visitante de primeira vez uma jovem de 14 anos, e, no final do culto, ela se dirigiu a mim, com muito desembaraço, dizendo que tinha gostado da reunião e que queria aceitar a Cristo como Salvador; e desejava que sua família toda fosse crente também. Continuou:
- Minha mãe toma conta de uma casa e lá se reúne um grupo de pessoas de um Centro Espírita. Acho que vai ser difícil minha mãe aceitar.
- Podemos ir lá hoje à tarde, fazer uma pregação? -atalhei.
- Não adianta o senhor ir. Ela não vai deixar entrar.
- Podemos experimentar? - tornei a perguntar. Tudo combinado, marcamos um encontro para as quinze horas, e lá chegamos à hora certa.
Batemos palmas. A jovem veio nos atender com recado da mãe:
- Podem entrar, mas não podem demorar muito.
Cumprimentamos aquela senhora de fisionomia cansada, sentada em uma cadeira, imobilizada pela doença.
Começamos a pregação com a leitura de Marcos 2.3: "...trouxeram-lhe um paralítico carregado por quatro pessoas..." Em seguida o irmão Raimundo cantou um belo hino com aquela voz bonita que Deus lhe deu. A pobre paralítica não resistiu ao impulso do Espírito Santo de Deus, e chorando lágrimas quentes de arrependimento de seus pecados, fez alegremente a sua decisão ao lado de Jesus. Glória a Deus!
"Conjuro-te pois diante de Deus, e do Senhor Jesus Cristo... que pregues a palavra, instes, a tempo e fora de tempo..." (2 Tm 4.1,2).

Lá Vai um Bobo

Certo pastor contava a história de sua conversão. Ele era um jovem bebedor de cachaça, em uma cidade do interior de Minas. Um dia estava sentado num botequim com um colega de copo. Era domingo pela manhã. Num momento passou um homem trajando paletó e gravata, com a sua Bíblia debaixo do braço. Um seu amigo comentou:
- Lá vai um bobo!...
O alcoólatra meditou por um minuto e respondeu:
- Bobos somos nós que estamos aqui gastando nosso tempo e dinheiro para arruinar a nossa saúde, sem proveito. Esse homem, ao contrário, é um sábio. Ele está indo à igreja, a fim de aprender muitas coisas interessantes para a vida.
Imediatamente levantou-se e foi a uma igreja. Voltou para o culto à noite e aceitou a Cristo como Senhor e Salvador. Com pouco tempo batizou-se, e foi chamado para o ministério. Hoje é um atuante e conceituado pastor.
"E que fruto tínheis então das coisas de que agora uos envergonhais? Porque o fim delas é a morte. Mas agora, libertados do pecado, e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna. Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor" (Rm 6.21-23).

03/12/2008

Recusou o Perdão

Um moço cometeu um grande crime e foi condenado à morte, pelo que revoltou-se contra tudo e contra todos. Não recebia as visitas, não queria falar com ninguém, nem mesmo com a sua própria mãe.
Por outro lado, sua mãe não se cansava de lutar para conseguir a comutação da pena. Falou com todas as autoridades e finalmente foi ao governador. A pena foi comutada.
Aquela pobre mulher saiu radiante de alegria. Foi levar a notícia ao filho condenado. Exultava pelo caminho. Agora ela tinha a solução para o grave perigo que ameaçava o rapaz.
Mas que decepção!... Nem para receber aquela boa notícia que ele ignorava, quis receber a pobre mulher. Assim, morreu, sem saber que o governador o perdoara.
"Lançai de vós todas as vossas transgressões com que transgredistes, e criai em vós um coração novo e um espírito novo; pois por que razão morreríeis, ó casa de Israel? Porque não tomo prazer na morte do que morre, diz o Senhor Jeová; convertei-vos, pois, e vivei!" (Ez 18.31,32).

Preferiu a Balada

Certo cidadão do interior ouviu uma pregação e aceitou a Jesus como seu Salvador. Levou as boas-novas para casa, porém os filhos e a mulher não quiseram aceitar.
- Não vou deixar meus bailes e a minha vida por causa do seu Cristo, disse a mulher.
O tempo foi passando. Aos domingos, de manhã, o crente ia para a Escola Dominical; a mulher e os filhos ficavam descansando, recuperando as forças perdidas nos bailes.
Num sábado, havia uma festa na igreja. O marido foi para lá e a mulher e os filhos foram para o baile. Quando o crente voltou, estudou a sua lição e foi dormir. Acordou bem de madrugada com os gritos desesperados da mulher.
É que o filho caçula tinha se desentendido com um homem e durante a discussão fora assassinado.
"Não vos enganeis: de Deus não se zomba, pois aquilo que o homem semear, isto também ceifará" (Gl 6.7).

Converteu-se por Errar o Endereço

O pastor de uma Igreja Evangélica, ex-padre, contava como tinha acontecido a sua conversão a Jesus:
Quando padre, na cidade de São Paulo, fora chamado para "encomendar" um corpo de pessoa católica em determinada rua da cidade. Subindo a rua, na primeira casa que viu um ajuntamento de pessoas, sem prestar atenção ao número do prédio, foi entrando. Começou a se preparar para fazer o seu trabalho. No entanto, tudo ali era diferente. Ninguém estava chorando, cantavam hinos de louvor a Deus, enquanto prestavam a última homenagem ao morto. Alguém se aproximou do padre e disse:
- Seu vigário, não teria havido engano? nós somos crentes!
- Mas eu fui chamado, respondeu o padre.
- O senhor deve estar enganado. Deve ser logo acima onde há um outro morto.
O padre para lá se dirigiu. Ao chegar percebeu muito choro, lamentação, gritos de desespero... Foi então que notou uma grande diferença no modo de encarar a morte entre um grupo e outro. Procurando saber a razão dessa confiança, ele se converteu e tornou-se um grande obreiro até que foi chamado à Glória.
"Bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor". "Mas de ambos os lados estou em aperto, tendo desejo de partir, e estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor" (Ap 14.13b; Fp 1.23).

Navio Consertado

Nós, os crentes, gostamos de pregar o Evangelho, mas não temos o devido cuidado com os novos convertidos. É comum vermos pessoas sem doutrina nas igrejas, e isso nos faz lembrar os navios que vêm para o cais avariados. Eles são rebocados para o estaleiro e precisam ser consertados, para então navegarem satisfatoriamente.
O novo convertido é como o navio avariado: a doutrina opera nele como o conserto opera no navio. Bom concerto -boa navegação; boa doutrina - boa vida cristã.
"Como nada, que útil seja, deixei de vos anunciar, e ensinar publicamente e pelas casas" (At 20.20).

João, o Peixeiro

À beira mar morava o João Peixeiro. Na rua era motivo de zombaria de todos, pois vendia a qualquer preço o produto de seu trabalho e ia para o botequim onde gastava tudo bebendo pinga. Saía cambaleando e demorava-se por ali até chegar a casa. Seus filhos, quando o viam aproximar-se, depois de mais um dia desventurado, atropelavam-se em fuga. Não acontecia o mesmo com a pobre esposa que era um "saco de pancadas". Mas ela agüentava tudo por amor aos filhos. Dizia:
- Ruim com ele, pior sem ele, pois os filhos precisam comer.
Um dia João Peixeiro ouviu uma pregação. Cantavam os crentes, e o pregador leu o capítulo 3 do Evangelho de João. 0 pescador ouviu atentamente a pregação, apesar do seu estado de embriaguez. O amor de Deus alcançou aquele coração nessa mesma tarde, e ele comovido até as lágrimas, atendeu ao apelo. Foi chorando que João Peixeiro disse que queria aceitar a Cristo como Salvador e mudar a sua vida. Logo os crentes o cercaram de atenção e ali mesmo ele foi doutrinado sobre a excelência da salvação.
Agora João Peixeiro era uma nova criatura. Tal qual Nicodemos, ele recebeu a lição de Jesus: "Importa nascer de novo..." João tinha nascido de novo.
Embora bêbedo, encaminhou-se para casa. Sua mulher e filhos, quando notaram aquela figura conhecida preparavam-se para os acontecimentos costumeiros: correria das crianças e a paciência da mulher. Mas um fato novo aconteceu. Agora João percebeu esses detalhes, pois não era o mesmo João que vinha ao encontro da família; era o João nova criatura; era o João, o crente em Jesus. Ele começou a gritar de longe:
- Não corram, meninos, não fujam, não se escondam! Não é mais o João cachaceiro que está se aproximando. O velho João morreu. Eu agora sou nova criatura. Sim. Não corram. Eu sou o novo João!
"Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo" (2 Co 5.17).

Não os Tires do Mundo

Um crente perguntou certa ocasião a Moody se precisava deixar o mundo para viver uma vida santa.
- Não - respondeu ele. - Você só precisa viver de tal modo que o mundo note que você é crente.
Certo pastor, doutrinando a sua igreja, disse:
- Se não pudermos mostrar ao mundo o que o Evangelho fez em nós, não podemos querer que o mundo seja transformado pelo Evangelho.
"Dei-lhes a tua palavra, e o mundo os aborreceu, porque não são do mundo, assim como eu não sou do mundo. Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal. Não são do mundo, como eu do mundo não sou. Santifica-os na verdade, a tua palavra é a verdade" (Jo 17.14-17).

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