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29/12/2008
Morreu para Salvar os Passageiros
Um rapaz trabalhava numa estação de ferrovia e recebeu um telegrama atrasado: "Retenha a composição porque demos saída, por engano, a um cargueiro... por favor... atrase o trem de passageiros..."
O telegrafista, num relance, percebeu a intensidade do perigo! O trem de passageiros acabava de ser liberado, repleto, e ia chocar-se com o outro, ocasionando um terrível desastre.
Saiu correndo atrás do trem. Lembrou-se que mais adiante, a uns dois quilômetros, havia uma subida e o trem, forçosamente, diminuiria a velocidade. Isso lhe deu novo ânimo. Embora a composição aumentasse a distância ele corria mais e mais, num esforço desesperado para alcançá-la.
O trem começou a diminuir a velocidade. Agora, inversamente, a distância entre a composição e o corredor diminuía. Mais alguns minutos e ele teria cumprido o seu dever. Continuava correndo: alcançou o último vagão... mais um. Sempre correndo, gritava ao maquinista: "Pare o trem... pare o trem..."
Quando o maquinista compreendeu a intenção do rapaz, que ele conhecia bem, parou o trem, e, num último esforço, ouviu:
- Volte depressa com o seu trem que está vindo um cargueiro em sentido contrário.
O maquinista puxou os comandos e o trem começou a retornar. Foi o tempo suficiente para virar o comando do desvio e o cargueiro passou, inofensivo. Só então se lembraram do mensageiro; uma equipe foi em seu socorro: ele tinha caído, morto, no lugar onde alcançara o trem!
"Porque Cristo, estando nós ainda fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. Porque apenas alguém morrerá por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém ouse morrer. Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores" (Rm 5.6-8).
O telegrafista, num relance, percebeu a intensidade do perigo! O trem de passageiros acabava de ser liberado, repleto, e ia chocar-se com o outro, ocasionando um terrível desastre.
Saiu correndo atrás do trem. Lembrou-se que mais adiante, a uns dois quilômetros, havia uma subida e o trem, forçosamente, diminuiria a velocidade. Isso lhe deu novo ânimo. Embora a composição aumentasse a distância ele corria mais e mais, num esforço desesperado para alcançá-la.
O trem começou a diminuir a velocidade. Agora, inversamente, a distância entre a composição e o corredor diminuía. Mais alguns minutos e ele teria cumprido o seu dever. Continuava correndo: alcançou o último vagão... mais um. Sempre correndo, gritava ao maquinista: "Pare o trem... pare o trem..."
Quando o maquinista compreendeu a intenção do rapaz, que ele conhecia bem, parou o trem, e, num último esforço, ouviu:
- Volte depressa com o seu trem que está vindo um cargueiro em sentido contrário.
O maquinista puxou os comandos e o trem começou a retornar. Foi o tempo suficiente para virar o comando do desvio e o cargueiro passou, inofensivo. Só então se lembraram do mensageiro; uma equipe foi em seu socorro: ele tinha caído, morto, no lugar onde alcançara o trem!
"Porque Cristo, estando nós ainda fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. Porque apenas alguém morrerá por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém ouse morrer. Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores" (Rm 5.6-8).
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