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12/01/2016

Lc 24.44-48

Numa Páscoa, há muitos anos atrás, foi posta em exposição numa galeria de arte em Londres uma famosa seleção de quadros sobre os acontecimentos da Semana Santa. Uma multidão examinava os trabalhos em respeitoso silêncio, quando, de repente, entrou uma menina. Dizem que quando ela viu o impressionante quadro que representava Crista perante Pilatos, não pode mais permanecer calada, e perguntou: "Ninguém vai ajudá-lo?"

A pequena era Evangeline Booth. Ela passou toda a sua vida ajudando Jesus Cristo através do seu trabalho de socorrer os necessitados e infelizes. Como soldado raso, depois oficial e mais tarde, comandante-chefe do Exército da Salvação, ela participou dessa grande organização que leva almas perdidas ao encontro do Salvador, em quase todos os países do mundo.

E nesta páscoa Jesus nos diz: "Destas coisas sois vós testemunhas". Temos nós falado a outras pessoas sobre Cristo ressuscitado? Se ainda não o fizemos, não somos as testemunhas ativas que deveríamos ser.

21/03/2015

Refúgio Húngaro

GI 5.16-18; 22-26

O Espírito Santo está bem vivo no mundo de hoje, mas talvez não reconheçamos esta verdade.

Em 1957, minha esposa e eu ficamos perturbados pela condição dos refugiados da Hungria. Sentindo que deveríamos abrir o nosso lar para um jovem casal, expressamos o nosso desejo à comissão encarregada de alojá-los. Veio morar conosco um casal recém-casado, que ficou em nossa casa quatro meses. Não falavam uma palavra da nossa língua, mas logo verificamos que a linguagem universal do amor era entendida por todos. Recebemos muito mais alegria do que proporcionamos, e sentimos a presença do Espírito Santo em nosso lar. Hoje, consideramos esse jovem casal como filhos. São membros respeitados e nossa comunidade e têm dois filhos.

Se escutarmos, ouviremos o Espírito Santo falando a nós através de nossas moções e de nosso intelecto.

E. Everett H. Palmar (E.U.A.)

26/07/2012

Um Santuário


Assim diz o Senhor Deus: Ainda que os lancei para longe entre as nações, e ainda que os espalhei pelas terras, todavia lhes servirei de santuário, por um pouco de tempo, nas terras para onde foram. Eze. 11:16.

Santuário é um lugar onde Deus habita. Quando Ele deu a Moisés instruções para a construção do tabernáculo, disse: "E Me farão um santuário, para que Eu possa habitar no meio deles." Êxo. 25:8. Mais tarde, no tempo de Salomão, uma estrutura muito maior, construída com pedras, substituiu a habitação de Jeová que se assemelhava a uma tenda.

Como sacerdote (Eze. 1:3), Ezequiel deve ter conhecido bem o "primeiro templo" e seus serviços, bem como o fato de que no Santíssimo habitava a glória do Shekinah - a manifestação visível da presença de Deus. Devido à apostasia e rebelião, entretanto, o povo judeu havia sido levado em cativeiro; o "primeiro templo" jazia em ruínas e - Icabode! - fora-se a glória.

Agora, vivendo em terra estrangeira, muitos desses cativos tinham começado a refletir sobre o modo vergonhoso como haviam tratado a Deus. Teria Ele resolvido abandoná-los para sempre? Ainda haveria esperança? Foi nessa conjuntura que o Deus da misericórdia, por meio de Ezequiel, garantiu a Seu errante povo que não os havia abandonado por completo. Na expressão usada em nosso texto, Ele afirma ao povo que na distante terra de seu cativeiro Ele mesmo lhes seria "um santuário". Que consolo deve ter isso representado para Ezequiel e seus companheiros de exílio!

Uns 56 anos mais tarde, o povo escolhido foi restituído à Terra Prometida, e finalmente o templo e seu santuário foram reconstruídos. Uma vez mais, entretanto, o povo judeu retrocedeu para a apostasia e chegou ao ponto de rejeitar o próprio Messias. Como resultado, a sua "casa" ficou "deserta". S. Mat. 23:38.

Não existe mais sobre a Terra um santuário especial onde a presença de Deus se manifeste visivelmente. Deus, entretanto, não abandonou Seu povo. Ainda hoje Ele pode ser um santuário para você e para mim. Não importa que moremos num palácio, numa casa humilde, numa cela de prisão ou mesmo que não tenhamos um teto; Deus promete estar conosco "todos os dias até à consumação do século". S. Mat. 28:20. Quão gratos devemos ser a Deus porque Ele ainda pode ser um "santuário" para nós!


20/11/2011


Certa manhã, às oito e vinte, um relógio da vitrina de um joalheiro parou por meia hora. Os habitantes daquela cidadezinha pouco imaginavam o quanto confiavam naquele relógio, até que foram por ele iludidos. Os passageiros perderam o trem, porque ao passarem junto ao mostruário do joalheiro, o relógio indicou que ainda faltavam vinte minutos para o trem das 8:40hs. partir. As crianças chegaram tarde à escola. Quando viram a hora, acharam que ainda tinham quarenta minutos, e assim puseram-se a brincar. Empregados estenderam a conversa quando viram que faltava bastante tempo para a fábrica abrir, e chegaram atrasados. Por ter o relógio parado apenas meia hora naquele dia, houve muita confusão na cidadezinha.
Quer conscientemente, quer não, a vida de todo cristão exerce sua influência sobre os que o cercam. Muito mais do que julgamos, nossa vida fala ou em favor de Deus ou contra Ele.
"Falareis por Deus injustamente, e usareis de engano em nome dEle?"
Esta é a pergunta que Jó nos faz, como fez a seus amigos. Que pensamento solene esse, de que nossa vida pode falar injustamente por Deus, levando alguém a tropeçar e cair!

15/10/2011

O Prego do Diabo

Temos que arrancar o prego do diabo! Você conhece a história do prego do diabo? A história conta que um homem estava disposto a fazer qualquer coisa a fim de ser milionário; então o diabo mostrou-lhe uma mansão maravilhosa e disse que a daria, com uma condição: "Está vendo aquele prego na parede? É meu, sempre será meu, você aceita?" E o homem aceitou. Anos depois, o homem ofereceu um banquete em sua mansão. Foram convidados os homens mais importantes da cidade. A festa era um luxo e tudo estava superando as expectativas, quando alguém entrou e colocou um pedaço de carniça fedorenta no prego da parede. O dono da mansão mandou chamar os seguranças e expulsou aquele intruso, mas então o diabo apareceu e disse:"Um momento, o prego é meu e eu tenho direito de usá-lo como eu quiser."Se deixarmos Satanás dominar um pequeno cantinho do nosso coração isto é o suficiente para que ele transtorne toda a nossa vida.
"Como seria satisfatório viver sem remorsos, poder a cada instante enfrentar a própria mente e trazer à memória o bem que se fez aos semelhantes, não achando na própria conduta senão objetos agradáveis e plausíveis." Paul Henri Dietrich Holbach

29/12/2008

Deus Guarda Seus Servos

O carcereiro da prisão de Bedford tratava João Bunyan com muita humanidade, o que era impróprio na época. Os prisioneiros eram tidos como sub-humanos - um peso morto para o Estado - e tratados com extrema crueldade. Mas Bunyan tinha até o direito de escrever. Isto desagradava aos juizes.
Uma ocasião, um pároco, tendo notícias de que Bunyan tinha liberdade até para visitar a família, denunciou o carcereiro. Isto aconteceu justamente num dia em que Bunyan se achava visitando sua casa. Mas sucedeu que, nesse dia, ele começou a sentir-se mal e achou melhor voltar à prisão antes da hora de costume. Mal acabara de entrar quando chegou o fiscal interrogando:
- Todos os presos estão presentes?
- Sim - respondeu o carcereiro. Mas o fiscal não se contentou com a resposta e quis ver pessoalmente todos os presos. Lá estava entre eles João Bunyan. Depois da saída do fiscal, o carcereiro lhe disse:
- Podes sair quando quiseres, porque sabes melhor do que eu a hora que tens de voltar.
"Vestirei os seus inimigos de confusão; mas sobre ele florescerá a sua coroa" (SI 132.18).

14/12/2008

Ou Dê Bom Testemunho ou Mude o Seu Nome

Alexandre, o grande conquistador, tomou conhecimento de que havia em um regimento, um soldado de mau caráter. Relaxado, preguiçoso! Era o tipo do indesejável.
Motivo de grave falta disciplinar fê-lo vir à presença do grande general. Quando soube que o soldado também se chamava Alexandre, foi lacônico:
- "Ou mude a sua conduta, ou mude o seu nome!"

"Mais digno de ser escolhido é o bom nome do que as muitas riquezas; e a graça é melhor do que a riqueza e o ouro" (Pv 22.1).

O Ardor de Alexandre Duff

O missionário escocês na índia, Alexandre Duff, regressou à sua pátria para morrer lá, depois de uma árdua luta. Em uma reunião em sua igreja, pregava, e apelava aos seus patrícios que se apresentassem para o prosseguimento da obra. Ninguém atendia ao seu apelo. Insistia. Nada. Empolgado, desmaiou e foi levado para fora. 0 médico que o atendeu examinava o seu coração, quando repentinamente, Alexandre abriu os olhos, dizendo:
- Eu preciso voltar ao púlpito. Preciso continuar o apelo.
- Fique calmo - aconselhou o médico. O seu coração está muito fraco.
Mas o velho missionário não se conformou. Voltou ao púlpito e continuou o apelo:
- Quando a rainha Vitória convidou voluntários, centenas de jovens se apresentaram. Mas quando o rei Jesus chama, ninguém quer atender. Será que a Escócia não tem mais filhos para atender ao apelo da Índia? - frisou ele.
Esperou um pouco em silêncio e não houve resposta. Depois disse:
- Muito bem. Se a Escócia não tem mais jovens para enviar para a Índia, eu mesmo irei novamente, para que o povo dali saiba que pelo menos um escocês ainda se preocupa com eles.
Quando o veterano soldado de Cristo deixou o púlpito, o silêncio foi quebrado por uma multidão de jovens que se apresentaram:
- Eu vou! Eu vou! Eu vou!
Depois do falecimento de Duff, muitos daqueles jovens foram para a Índia, dedicando suas vidas à obra missionária.
"Rogai pois ao Senhor da seara que mande ceifeiros Para a sua seara" (Mt 9.38).

Lá Vai um Bobo

Certo pastor contava a história de sua conversão. Ele era um jovem bebedor de cachaça, em uma cidade do interior de Minas. Um dia estava sentado num botequim com um colega de copo. Era domingo pela manhã. Num momento passou um homem trajando paletó e gravata, com a sua Bíblia debaixo do braço. Um seu amigo comentou:
- Lá vai um bobo!...
O alcoólatra meditou por um minuto e respondeu:
- Bobos somos nós que estamos aqui gastando nosso tempo e dinheiro para arruinar a nossa saúde, sem proveito. Esse homem, ao contrário, é um sábio. Ele está indo à igreja, a fim de aprender muitas coisas interessantes para a vida.
Imediatamente levantou-se e foi a uma igreja. Voltou para o culto à noite e aceitou a Cristo como Senhor e Salvador. Com pouco tempo batizou-se, e foi chamado para o ministério. Hoje é um atuante e conceituado pastor.
"E que fruto tínheis então das coisas de que agora uos envergonhais? Porque o fim delas é a morte. Mas agora, libertados do pecado, e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna. Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor" (Rm 6.21-23).

Um Crente que Furtou

Não resistindo à pressão das dificuldades e ganhando o insuficiente para manter a família, um operário foi tentado a furtar mercadorias de uma fábrica onde trabalhava. Levou para casa, dentro da marmita, algumas peças que poderia vender por preço razoável. Mas "o travesseiro que é bom conselheiro", não o deixou dormir. Na vigília, ouvia a voz do porteiro que lhe dissera:
- "Não precisa abrir o seu embrulho. Você é crente e eu conheço bem os crentes".
Resolveu devolver no dia seguinte as peças furtadas, custasse o que custasse.
No outro dia, conforme planejara, procurou o chefe da seção e confessou a sua falta e devolveu o produto. O chefe estranhou tal atitude e disse:
- Mas aqui todo mundo faz isso!
- Eu não me importo com que os outros fazem - respondeu o moço. - Importo-me com Deus que está nos céus e tudo vê e tudo sabe.
"Tendo uma boa consciência, para que, naquilo em que falam mal de vós, como de malfeitores, fiquem confundidos os que blasfemam do vosso bom porte em Cristo" (1 Pe 3.16).

03/12/2008

Não os Tires do Mundo

Um crente perguntou certa ocasião a Moody se precisava deixar o mundo para viver uma vida santa.
- Não - respondeu ele. - Você só precisa viver de tal modo que o mundo note que você é crente.
Certo pastor, doutrinando a sua igreja, disse:
- Se não pudermos mostrar ao mundo o que o Evangelho fez em nós, não podemos querer que o mundo seja transformado pelo Evangelho.
"Dei-lhes a tua palavra, e o mundo os aborreceu, porque não são do mundo, assim como eu não sou do mundo. Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal. Não são do mundo, como eu do mundo não sou. Santifica-os na verdade, a tua palavra é a verdade" (Jo 17.14-17).

A Morte do Mais Rico

Um fazendeiro tinha um empregado crente, muito antigo, em quem depositava inteira confiança, e que também era seu confidente. Certa manhã o patrão procurou o empregado, e, triste, contou-lhe o sonho que tivera na noite anterior. Sonhara que um mensageiro de Deus lhe dissera:
- Dentro de três dias morrerá o homem mais rico desta região.
O seu temor estava justamente no fato de ser ele, o fazendeiro, o homem mais rico da região .
Mas ao terceiro dia quem morreu foi o seu empregado de confiança, o crente.
"Há quem se faça rico, não tendo coisa nenhuma, quem se faça pobre, tendo grande riqueza" (Pv 13.7).

O Acendedor de Lampiões

Quando menino, em Nova Odessa, São Paulo, eu gostava de acompanhar o acendedor de lampiões. (Na verdade, em 1927, os lampiões já tinham sido substituídos por lâmpadas, mas o nome do funcionário continuou, acendedor de lampiões.)
Hoje, as modernas lâmpadas de mercúrio, ou as lâmpadas comuns, se acendem automaticamente ao cair da tarde e se apagam de manhã com o clarear do dia. Mas antigamente não era assim. Os automóveis funcionavam com luz a carbureto, bruxuleante, e a iluminação pública era muito deficiente. Os postes precisavam ser acesos, um a um, ao cair da tarde, com operação inversa todas as manhãs.
A criançada acompanhava o funcionário da prefeitura. Ele, com uma vara comprida, suspendia a chave de cada poste, clareando um pedaço de rua. Corríamos para o poste seguinte. Mais um jorro de luz. Mais outro... mais outro.
Quando ficava muito distante de casa e não tínhamos permissão de ir além, já não se divisava mais o acendedor de lampiões. A sua imagem era engolida pelas sombras, e, de repente, mais um jato de luz, e ia ficando um rastro luminoso por onde ele passava.
Muitos crentes são como um acendedor de lampiões: Vão deixando um rasto luminoso por onde passam. Mas outros...
"Vós sois a luz do mundo: não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte; nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa. Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus" (Mt 5.14-16).

Estou Pronto

Certo capitão de um navio viu numa cidade um menino maltrapilho olhando as vitrinas.
- Onde está seu pai? - perguntou-lhe o capitão.
- Desapareceu depois da morte de minha mãe, há muito tempo.
O bom capitão condoeu-se do estado do menino. Parecia ter fome. Levou-o a jantar num restaurante e fizeram boa amizade.
- Quer viajar como tripulante no meu navio?
- Estou pronto - respondeu o menino.
E Estou Pronto ficou sendo o seu nome. Todos gostaram muito dele, pois sua mãe, que era crente, o ensinara a ser um menino bom e prestativo.
Com o tempo, Estou Pronto conseguiu ganhar muitos tripulantes do navio para Cristo, inclusive o capitão.
"Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim. Então disse ele: Vai e dize a este povo: Ouvis, de fato, e não entendeis e vedes, em verdade, mas não percebeis" (Is 6.8,9).

A Morte de Policarpo

Policarpo, em sua mocidade, foi aluno do apóstolo João. Foi condenado a morrer queimado no ano de 156 d.C. Uma carta da igreja de Esmirna para a de Filomênia assim relata a sua morte:
- Mas o admirabilíssimo Policarpo, logo que ouviu falar sobre isso (que o procuravam para prender), não se desencorajou, mas preferiu permanecer na cidade. Entretanto, a maioria conseguiu convencê-lo a retirar-se. Então ele se ocultou em uma pequena propriedade... seus perseguidores chegaram e, como não o encontrassem, aprisionaram dois jovens servos... um deles confessou, sob tortura, o esconderijo do santo. O oficial apressou-se a conduzir Policarpo ao estádio, para que recebesse o castigo que o aguardava por ser seguidor de Cristo. Quando adentrava pelo estádio, ouviu-se uma voz do Céu que lhe dizia: - "Sê forte, Policarpo, e porta-te varonilmente". Essa voz foi ouvida pelos crentes que se achavam presentes...
Policarpo foi ameaçado de ser entregue às feras.
- Se desprezas as feras - disse-lhe o procônsul - ordenarei que sejas consumido na fogueira, se não te retratares.
- Tu me ameaças com o fogo que consome por um momento e logo se apaga, mas desconheces o fogo do juízo vindouro, o fogo da punição eterna, reservado para os ímpios!
A multidão, ávida de morte, pede a fogueira para o "Pai dos Cristãos", o "Mestre da Ásia".
Quando quiseram encravá-lo com pregos no poste central ele disse:
- Deixem-me conforme estou. Aquele que me deu forças para suportar o fogo, também me permitirá que permaneça na pira inabalável, sem que seja seguro por pregos.
Ao terminar a sua oração, o encarregado acendeu a fogueira e grandes chamas se elevaram ao alto...
"E outros experimentaram escárnios e açoites, e até cadeias e prisões. Foram apedrejados, serrados, tentados, mortos a fio de espada; andaram vestidos de peles de ovelhas e de cabras, desamparados, aflitos e maltratados (Dos quais o mundo não era digno), errantes pelos desertos, e montes, e pelas covas e cavernas da terra" (Hb 11.36-38).

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