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20/12/2011

As Pombas e o Gavião


As pombas e o gavião.
Perseguidas pelas aves de rapina, as pombas julgaram conveniente valer‐se do gavião. Generoso, outorgou‐lhes este a sua proteção, e foi as matando e comendo que era um regalo. Entregues sem defesa a desapiedado inimigo: Com, razão padecemos, dizem as pombas; quem nos mandou querer protetores?
MORALIDADE. ‐ Fujamos de protetores de ofício, especialmente quando são de conhecida avidez e perversidade; caro custa‐nos tal proteção.

19/10/2011

25/06/2010

O ladrão e o cão.
Quis um ladrão entrar em uma casa; mas para guardá‐la havia um cão, que com seus latidos o impedia. Para fazê‐lo calar‐se, o ladrão atirou‐lhe um pedaço de pão. Bem te entendo, disse o cão, queres que por esse pão te venda o meu senhor que me dá de comer toda a minha vida, e que me confiou a defesa do que é seu; guarde teu pão; hei de ladrar até que acorde a gente da casa; e se te pilho, fisgo te os dentes que te hão de curar do ofício. Não podendo corromper essa fidelidade, nem iludir essa
vigilância o ladrão foi ver se achava alguma casa mais descuidada.
MORALIDADE. ‐ Não acredites de leve na generosidade de quem mostra querer obsequiar‐te.
A rã e o rato.
Desejava um rato passar um rio; porém tinha medo, não sabia nadar. Ofereceu‐lhe uma rã os seus serviços, pronta a levá‐lo para outra banda, se quisesse atar‐se com ela. Consentiu o rato, e com um cordel amarrou uma das suas patas, e atou na outra ponta o pé da rã. Entraram na água; a maliciosa rã, escarnecendo do companheiro, procurava, mergulhando, puxá‐lo para o fundo e afogá‐lo. O rato forcejava em resistir-lhe. Nesta lida estavam, quando vem voando um gavião; dá com eles, e de ambos faz seu almoço.
MORALIDADE. ‐ Raramente os maus triunfam: se conseguem prejudicar os bons que neles se fiam, acham logo outro mau que os castiga.

03/04/2010

Se Jesus fosse vendido hoje, quanto Judas teria recebido?

É quase impossível estabelecer um valor definitivo – o máximo que se pode fazer é comparar, naquele tempo e nos dias de hoje, o poder de compra da grana que Judas faturou. Primeiro, vamos ao que diz a Bíblia. Na Judéia do século 1, Judas, um dos 12 apóstolos de Jesus, teria ganho 30 moedas de prata para entregar a identidade de seu mestre aos sacerdotes judeus, lideranças religiosas de Jerusalém que queriam matá-lo. Ao que tudo indica, o dinheiro do suborno era um pé-de-meia bem razoável. "No Império Romano, do qual a Judéia fazia parte, as moedas de prata eram comuns no comércio de elite, como na troca de terras, por exemplo. Com as 30 moedas que Judas ganhou, dava para comprar uma pequena fazenda", diz o historiador e especialista em moedas Cláudio Umpierre Carlan, do Museu Histórico Nacional. Com os preços de sítios na atualidade, podemos tentar uma aproximação de valores – lembrando sempre que estamos fazendo um exercício de imaginação e não uma conta exata. Só para dar uma idéia, uma chácara de 1 000 m2 , com benfeitorias, próxima a Manaus, no Amazonas, sai por cerca de 20 mil reais. Em uma área mais valorizada, como a zona rural de São José dos Campos, no interior de São Paulo, uma chácara igual vale perto de 40 mil reais. Antes de bater o martelo, porém, vamos analisar uma outra pista da Bíblia. Em seus escritos, o evangelista Mateus afirma que Judas se arrependeu, devolveu o dinheiro aos sacerdotes e se enforcou depois de ter traído Jesus. Com a grana de volta, os religiosos teriam comprado um cemitério. No nosso paralelo com os dias de hoje, um cemitério não muito grande, com espaço para 2 mil sepulturas, ocupa uma área de 15 mil m2. Mas qual era o valor de uma área dessas no Oriente Médio do século 1? "Como Jerusalém era uma cidade muito povoada, existiam poucos terrenos vazios e eles não deviam ser muito baratos", afirma outro historiador, André Chevitarese, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Comparando a Jerusalém do século 1 com uma metrópole em expansão nos dias de hoje, como Ribeirão Preto (SP), chegaríamos a um outro valor hipotético: nessa cidade, um terreno de 15 mil m2 , sem benfeitorias, custa cerca de 50 mil reais. É o máximo que dá para especular sobre o "preço" de Jesus, já que a Bíblia não oferece muitos detalhes sobre o episódio.

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