Uma menina estava presente a uma reunião de crentes que traçavam planos para irem à igreja naquela noite orar pedindo que Deus mandasse chuva, pois havia grande necessidade, de vez que uma prolongada seca assolava a região. Foi então que alguém notou a menina que levava um guarda-chuva no braço. Perguntaram-lhe:
- Com uma seca destas, por que você está levando um guarda-chuva, menina?
- Ora, irmão. Nós não estamos indo para a igreja pedir a Deus que mande chuva? O irmão não acha que Deus nos vai atender e que choverá realmente?
"Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem" (Hb 11.1).
Também há outros conteúdos que podem ser de seu interesse em minhas redes sociais. Os links estão láááá embaixo.
29/12/2008
O Soldado Falava em Nome do Filho
As dificuldades comuns afastam as diferenças sociais.
Dois soldados, na guerra, tornaram-se grandes amigos. Um deles era filho de uma família ilustre e o outro, um camponês inculto. Eram como irmãos na divisão dos minguados recursos que a guerra proporcionava, ou na fartura dos dias de folga, que passavam juntos.
Um dia, no fragor da batalha, uma explosão fere os dois amigos. Foram evacuados para um hospital de emergência e depois para outro hospital.
O soldado rico, embora com ferimento mais grave, não ficaria aleijado, o pobre, ao contrário, tinha perdido um braço, mas a sua recuperação foi rápida.
Desligado do exército, foi fazer uma última visita ao seu amigo rico. Este lhe pediu:
- Vá à cidade tal, em tal endereço, procure meus familiares e dê-lhes notícias sobre mim.
O ex-soldado encontrou com facilidade o endereço. Bateu à porta e foi atendido pelo empregado:
- Quero falar com Dona Fulana - que era a mãe do seu amigo.
O empregado voltou alguns minutos depois:
- Deixe o seu recado que ela não pode atender. (Naturalmente perguntara pela aparência do solicitante, e, informada, pensou ser um mendigo pedindo esmola.)
O ex-soldado insistiu:
- Por favor, diga-lhe que venho em nome do seu filho, que está ferido em um hospital.
Imediatamente o moço foi recebido pela mãe do soldado ferido. É que agora o visitante falava em nome do filho da casa!
"A fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda" (Jo 15.16b). fio
Dois soldados, na guerra, tornaram-se grandes amigos. Um deles era filho de uma família ilustre e o outro, um camponês inculto. Eram como irmãos na divisão dos minguados recursos que a guerra proporcionava, ou na fartura dos dias de folga, que passavam juntos.
Um dia, no fragor da batalha, uma explosão fere os dois amigos. Foram evacuados para um hospital de emergência e depois para outro hospital.
O soldado rico, embora com ferimento mais grave, não ficaria aleijado, o pobre, ao contrário, tinha perdido um braço, mas a sua recuperação foi rápida.
Desligado do exército, foi fazer uma última visita ao seu amigo rico. Este lhe pediu:
- Vá à cidade tal, em tal endereço, procure meus familiares e dê-lhes notícias sobre mim.
O ex-soldado encontrou com facilidade o endereço. Bateu à porta e foi atendido pelo empregado:
- Quero falar com Dona Fulana - que era a mãe do seu amigo.
O empregado voltou alguns minutos depois:
- Deixe o seu recado que ela não pode atender. (Naturalmente perguntara pela aparência do solicitante, e, informada, pensou ser um mendigo pedindo esmola.)
O ex-soldado insistiu:
- Por favor, diga-lhe que venho em nome do seu filho, que está ferido em um hospital.
Imediatamente o moço foi recebido pela mãe do soldado ferido. É que agora o visitante falava em nome do filho da casa!
"A fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda" (Jo 15.16b). fio
E Depois?
Um jovem idealista, entusiasmado com a sua própria vida, com sua matrícula garantida em uma faculdade, comentava com um crente:
- Como estou contente! Matriculo-me na faculdade este ano.
O crente, instruído pela Palavra de Deus, aproveitou a oportunidade para falar-lhe sobre a sua salvação:
- Estou contente por você e pelo seu sucesso, mas que pretende depois de formado?
- Pretendo ser um médico famoso. Ganhar muito dinheiro.
- E depois?
- Depois? Depois pretendo amealhar o suficiente para a minha subsistência e da minha família.
- E depois?
- Bem, depois... Depois eu quero ter uma aposentadoria muito boa que me deixe viver despreocupado.
- E depois? - tornou a perguntar o crente.
Agora o jovem não achou mais resposta. É que todos os seus planos eram para esta vida efêmera.
"E direi d minha alma: Alma, tens em depósito muitos bens para muitos anos: descansa, come, bebe e folga. Mas Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado para quem será?" (Lc 12.19,20).
- Como estou contente! Matriculo-me na faculdade este ano.
O crente, instruído pela Palavra de Deus, aproveitou a oportunidade para falar-lhe sobre a sua salvação:
- Estou contente por você e pelo seu sucesso, mas que pretende depois de formado?
- Pretendo ser um médico famoso. Ganhar muito dinheiro.
- E depois?
- Depois? Depois pretendo amealhar o suficiente para a minha subsistência e da minha família.
- E depois?
- Bem, depois... Depois eu quero ter uma aposentadoria muito boa que me deixe viver despreocupado.
- E depois? - tornou a perguntar o crente.
Agora o jovem não achou mais resposta. É que todos os seus planos eram para esta vida efêmera.
"E direi d minha alma: Alma, tens em depósito muitos bens para muitos anos: descansa, come, bebe e folga. Mas Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado para quem será?" (Lc 12.19,20).
18/12/2008
Um Cachorro Herói
Alguém me contou que um lenhador saiu para a floresta a cortar a sua madeira. A esposa foi à cidade fazer compras, e no berço ficou uma criança de poucos meses de idade. Ambos, marido e mulher, iam voltar logo. Assim, não se preocuparam em deixar a criança sozinha.
O lenhador voltou primeiro. Entrando em casa encontrou os móveis revirados e tudo em desalinho. A um canto, o grande cão deitado, todo sujo de sangue. 0 homem, num instante, imaginou toda a cena que se teria desenrolado: "0 cachorro atacou o menino e o matou" - pensou. Sem pestanejar, tomou da espingarda e mirou na cabeça do pobre cachorro, e disparou.
Depois de ter matado o cachorro, correu para o quarto onde deveria estar a criança. Realmente ela ali estava. Estava viva e sorridente por ver o pai, depois do tremendo susto que deve ter passado. É que ao lado do seu berço jazia uma onça, a qual o cachorro matara em defesa da criança.
"E nós o reputamos por aflito, ferido de Deus e oprimido, mas ele foi ferido pelas nossas transgressões, moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados" (Is 53.4b,5).
O lenhador voltou primeiro. Entrando em casa encontrou os móveis revirados e tudo em desalinho. A um canto, o grande cão deitado, todo sujo de sangue. 0 homem, num instante, imaginou toda a cena que se teria desenrolado: "0 cachorro atacou o menino e o matou" - pensou. Sem pestanejar, tomou da espingarda e mirou na cabeça do pobre cachorro, e disparou.
Depois de ter matado o cachorro, correu para o quarto onde deveria estar a criança. Realmente ela ali estava. Estava viva e sorridente por ver o pai, depois do tremendo susto que deve ter passado. É que ao lado do seu berço jazia uma onça, a qual o cachorro matara em defesa da criança.
"E nós o reputamos por aflito, ferido de Deus e oprimido, mas ele foi ferido pelas nossas transgressões, moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados" (Is 53.4b,5).
Contrato em Branco
Uma missionária brasileira na África, encontrou ali uma moça que se convenceu de não haver outra alternativa senão aceitar Jesus. Compreendeu perfeitamente o plano de salvação, a razão da morte de Jesus, e o valor purificador do seu sangue: Compreendeu tudo, mas tinha alguns problemas difíceis a vencer antes de fazer a sua entrega total, o que confidenciou à missionária.
Inspirada por Deus, a missionária insistiu para que aquela moça confiasse plenamente:
- Creia que Deus vai resolver todos os seus problemas. Entregue-se a Ele inteiramente. Assine um contrato em branco e deixe que Deus preencha com as condições que Ele quiser.
A moça assim fez e hoje é uma crente fiel. "Deus é a minha fortaleza e a minha força, e ele perfeitamente desembaraça o meu caminho" (2 Sm 22.33).
Inspirada por Deus, a missionária insistiu para que aquela moça confiasse plenamente:
- Creia que Deus vai resolver todos os seus problemas. Entregue-se a Ele inteiramente. Assine um contrato em branco e deixe que Deus preencha com as condições que Ele quiser.
A moça assim fez e hoje é uma crente fiel. "Deus é a minha fortaleza e a minha força, e ele perfeitamente desembaraça o meu caminho" (2 Sm 22.33).
Salomão Ginsburg
O diácono Candinho foi membro de uma igreja evangélica em Jacarepaguá durante muitos anos. Convertido em 1927, conheceu pessoalmente e conviveu com o grande missionário judeu Salomão Luiz Ginsburg, de quem contava muitas experiências, inclusive esta:
Uma ocasião, no Estado do Rio, o missionário tinha de chegar a determinado lugar de difícil acesso onde estava sendo aguardado. Conseguiu quem o conduzisse, e aproveitou a oportunidade de falar sobre o Evangelho ao guia. Este respondeu:
- Não, missionário. Eu não posso aceitar a sua religião, porque ficarei proibido de beber, fumar, de fazer tantas coisas que gosto de fazer. Os crentes são escravos. Não têm liberdade.
O missionário pediu ao guia um maço de cigarros, e ao invés de acender um cigarro, guardou o maço no bolso e prosseguiu viagem sob a admiração do guia, que não ousava dizer nada. As horas foram passando e o missionário continuava de posse dos cigarros.
Lá pelas tantas, o companheiro sentindo um desejo irresistível de fumar, não se conteve:
- Como é, o senhor não vai me devolver os cigarros?
- Não - respondeu o missionário.
O inveterado fumante perdeu a calma e ameaçou tomar do missionário os cigarros, à força, ao que este respondeu:
- Espere, vou devolver-lhe os cigarros; eu só fiz isto para provar-lhe que eu não sou escravo, mas você é escravo. Você está querendo brigar comigo porque não pode passar sem fumar uma hora. Isto é ser escravo.
"Não reine portanto o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências. " "Não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça?" (Rm 6.12,16).
Uma ocasião, no Estado do Rio, o missionário tinha de chegar a determinado lugar de difícil acesso onde estava sendo aguardado. Conseguiu quem o conduzisse, e aproveitou a oportunidade de falar sobre o Evangelho ao guia. Este respondeu:
- Não, missionário. Eu não posso aceitar a sua religião, porque ficarei proibido de beber, fumar, de fazer tantas coisas que gosto de fazer. Os crentes são escravos. Não têm liberdade.
O missionário pediu ao guia um maço de cigarros, e ao invés de acender um cigarro, guardou o maço no bolso e prosseguiu viagem sob a admiração do guia, que não ousava dizer nada. As horas foram passando e o missionário continuava de posse dos cigarros.
Lá pelas tantas, o companheiro sentindo um desejo irresistível de fumar, não se conteve:
- Como é, o senhor não vai me devolver os cigarros?
- Não - respondeu o missionário.
O inveterado fumante perdeu a calma e ameaçou tomar do missionário os cigarros, à força, ao que este respondeu:
- Espere, vou devolver-lhe os cigarros; eu só fiz isto para provar-lhe que eu não sou escravo, mas você é escravo. Você está querendo brigar comigo porque não pode passar sem fumar uma hora. Isto é ser escravo.
"Não reine portanto o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências. " "Não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça?" (Rm 6.12,16).
O Socorro Vem do Senhor
Faziam parte da missão evangélica americana em Shenkiu, a irmã Margareth Hillis, o missionário Dick Hillis e dois filhinhos de ano e meio e de dois meses. Transcorria inclemente a guerra contra o Japão.
Uma tarde, na ausência de Dick, um mensageiro anuncia a aproximação das tropas japonesas.
- Todos precisam fugir - anuncia. - A senhora deve também procurar refúgio imediatamente nas aldeias rurais.
Margareth agradeceu o bondoso aviso, mas decidiu ficar. Em primeiro lugar, porque seu marido estava ausente e haveria um sério desencontro; também porque não quis submeter-se com as crianças às vicissitudes dos fugitivos, mas, principalmente, porque confiava em Deus.
Na parte da tarde desse dia, a cidade ficou desguarnecida, pois o próprio exército chinês recuara. Os presbíteros da igreja partiram e suplicaram a Margareth que os acompanhasse.
- Agradeço, irmãos, o cuidado, mas vou esperar a volta do meu marido. (Estavam a 15 de janeiro e ele prometera voltar no princípio de fevereiro.)
Margareth olhou a folhinha pendurada na parede. A do dia 15 ainda estava ali. Arrancou-a e no verso tinha uma mensagem: "Em ti, pois, confiam os que conhecem o teu nome, porque tu, Senhor, não desamparas os que te buscam" (SI 9.10). Nos dias seguintes, e, sucessivamente, foi destacando a folhinha: "Em me vindo o temor, hei de confiar em ti" (SI 56.3).
Com o passar do tempo, Margareth começou a pensar se tinha tomado uma decisão errada ficando para trás. Até o empregado que ordenhava as cabras tinha partido sem avisar, mas no dia seguinte, destacando o calendário, encontrou outra mensagem de confiança: "Eu vos sustentarei a vós outros e a vossos filhos" (Gn 50.21). Naquela mesma tarde, alguém bateu ao portão. Foi atender preocupada, pensando que eram soldados inimigos. Era um velho conhecido que trazia frangos e ovos. Era o cumprimento da promessa da Palavra de Deus impressa no calendário.
Ainda uma vez Margareth destacou a folhinha: "No dia em que eu te invocar, baterão em retirada os meus inimigos: bem sei isto, que Deus é por mim" (SI 56.9).
Desta vez Margareth teve dificuldades em crer na promessa de Deus. Ouvia-se o barulho das armas pesadas que se aproximavam, e foi-se deitar completamente vestida. Ao amanhecer do dia seguinte, aproxima-se do portão um mensageiro dando a boa notícia:
Os japoneses tinham retirado suas tropas!...
- É incrível - dizia Margareth! - como Deus tem cuidados especiais para com os seus servos. Ele mesmo determinou a impressão de tão grandes mensagens naquele calendário que foi feito com um ano de antecedência.
"Quando eu a ti clamar, então retrocederão os meus inimigos; isto sei eu, porque Deus está comigo. Em Deus louvarei a sua palavra; no Senhor louvarei a sua palavra. Em Deus tenho posto a minha confiança; não temerei o que me possa fazer o homem" (SI 56.9-11).
Uma tarde, na ausência de Dick, um mensageiro anuncia a aproximação das tropas japonesas.
- Todos precisam fugir - anuncia. - A senhora deve também procurar refúgio imediatamente nas aldeias rurais.
Margareth agradeceu o bondoso aviso, mas decidiu ficar. Em primeiro lugar, porque seu marido estava ausente e haveria um sério desencontro; também porque não quis submeter-se com as crianças às vicissitudes dos fugitivos, mas, principalmente, porque confiava em Deus.
Na parte da tarde desse dia, a cidade ficou desguarnecida, pois o próprio exército chinês recuara. Os presbíteros da igreja partiram e suplicaram a Margareth que os acompanhasse.
- Agradeço, irmãos, o cuidado, mas vou esperar a volta do meu marido. (Estavam a 15 de janeiro e ele prometera voltar no princípio de fevereiro.)
Margareth olhou a folhinha pendurada na parede. A do dia 15 ainda estava ali. Arrancou-a e no verso tinha uma mensagem: "Em ti, pois, confiam os que conhecem o teu nome, porque tu, Senhor, não desamparas os que te buscam" (SI 9.10). Nos dias seguintes, e, sucessivamente, foi destacando a folhinha: "Em me vindo o temor, hei de confiar em ti" (SI 56.3).
Com o passar do tempo, Margareth começou a pensar se tinha tomado uma decisão errada ficando para trás. Até o empregado que ordenhava as cabras tinha partido sem avisar, mas no dia seguinte, destacando o calendário, encontrou outra mensagem de confiança: "Eu vos sustentarei a vós outros e a vossos filhos" (Gn 50.21). Naquela mesma tarde, alguém bateu ao portão. Foi atender preocupada, pensando que eram soldados inimigos. Era um velho conhecido que trazia frangos e ovos. Era o cumprimento da promessa da Palavra de Deus impressa no calendário.
Ainda uma vez Margareth destacou a folhinha: "No dia em que eu te invocar, baterão em retirada os meus inimigos: bem sei isto, que Deus é por mim" (SI 56.9).
Desta vez Margareth teve dificuldades em crer na promessa de Deus. Ouvia-se o barulho das armas pesadas que se aproximavam, e foi-se deitar completamente vestida. Ao amanhecer do dia seguinte, aproxima-se do portão um mensageiro dando a boa notícia:
Os japoneses tinham retirado suas tropas!...
- É incrível - dizia Margareth! - como Deus tem cuidados especiais para com os seus servos. Ele mesmo determinou a impressão de tão grandes mensagens naquele calendário que foi feito com um ano de antecedência.
"Quando eu a ti clamar, então retrocederão os meus inimigos; isto sei eu, porque Deus está comigo. Em Deus louvarei a sua palavra; no Senhor louvarei a sua palavra. Em Deus tenho posto a minha confiança; não temerei o que me possa fazer o homem" (SI 56.9-11).
Engenheiros Celestes Construíram uma Ponte
Certo missionário voltava de férias de um acampamento e tinha pressa de chegar ao seu destino. Em determinado momento, porém, precisava atravessar um rio que na ocasião estava cheio demais, transbordante. Nenhum barco ali tinha capacidade de fazer a travessia.
O missionário e seu pequeno grupo ajoelharam-se e começaram a orar. Aos olhos dos não-crentes isto parecia loucura. - Como poderia Deus transportá-los para o outro lado do rio?
Enquanto oravam, uma imensa árvore ribeirinha que resistia aos temporais de tantos anos, repentinamente começou a balançar e caiu. Caiu tombando justamente atravessada, cruzando o rio até a outra margem. Todos os crentes ficaram felizes. O missionário arrematou:
- Os engenheiros celestes construíram uma ponte para os servos de Deus.
"E Jesus, respondendo, disse-lhes: Tende fé em Deus; porque em verdade vos digo que qualquer que disser a este monte: Ergue-te e lança-te no mar; e não duvidar em seu coração, mas crer que se fará aquilo que diz, tudo o que disser lhe será feito. Por isso vos digo que tudo o que pedirdes, orando, crede que o recebereis, e tê-lo-eis" (Mc 11.22-24).
O missionário e seu pequeno grupo ajoelharam-se e começaram a orar. Aos olhos dos não-crentes isto parecia loucura. - Como poderia Deus transportá-los para o outro lado do rio?
Enquanto oravam, uma imensa árvore ribeirinha que resistia aos temporais de tantos anos, repentinamente começou a balançar e caiu. Caiu tombando justamente atravessada, cruzando o rio até a outra margem. Todos os crentes ficaram felizes. O missionário arrematou:
- Os engenheiros celestes construíram uma ponte para os servos de Deus.
"E Jesus, respondendo, disse-lhes: Tende fé em Deus; porque em verdade vos digo que qualquer que disser a este monte: Ergue-te e lança-te no mar; e não duvidar em seu coração, mas crer que se fará aquilo que diz, tudo o que disser lhe será feito. Por isso vos digo que tudo o que pedirdes, orando, crede que o recebereis, e tê-lo-eis" (Mc 11.22-24).
O Naufrágio do Titanic
Na noite de 14 para 15 de abril de 1912, Deus respondeu ao desafio de homens néscios que construíram uma das maravilhas da engenharia naval: O Titanic. Acomodaram-se turistas de várias nacionalidades naquela travessia incomum. Todos sabiam que os engenheiros haviam dito: "Nem Deus pode afundar este navio".
Transcorria a noite na maior alegria. Repentinamente, há um aviso para o comandante do navio:
- "Perigo nas proximidades do navio... mude a rota..."
Veio a resposta orgulhosa:
- "O Titanic é insubmergível, estamos abrigados, aqui nem Deus pode nos atingir".
Atingido por enorme bloco de gelo, o Titanic desapareceu rapidamente, levando em seu bojo milhares de vidas!...
"Uns confiam em carros e outros em cavalos, mas nós faremos menção do nome do Senhor nosso Deus " (SI 20.7).
Transcorria a noite na maior alegria. Repentinamente, há um aviso para o comandante do navio:
- "Perigo nas proximidades do navio... mude a rota..."
Veio a resposta orgulhosa:
- "O Titanic é insubmergível, estamos abrigados, aqui nem Deus pode nos atingir".
Atingido por enorme bloco de gelo, o Titanic desapareceu rapidamente, levando em seu bojo milhares de vidas!...
"Uns confiam em carros e outros em cavalos, mas nós faremos menção do nome do Senhor nosso Deus " (SI 20.7).
O Pentecoste dos Moravianos
O Conde Zinzendorf tinha 27 anos de idade quando passou por uma experiência extraordinária, fruto de sua vida consagrada à oração.
Os moravianos são descendentes espirituais do famoso reformador João Huss, e eram conhecidos pelo nome de "Os Irmãos". Muitos, para fugir à sanha dos perseguidores, refugiavam-se na Alemanha e na Saxônia, e encontravam asilo nas propriedades do Conde. Ali se reuniam os crentes de diversas correntes evangélicas: batistas, luteranos, "os irmãos", etc.
"Os irmãos" formavam um grupo de mais ou menos 300 pessoas.
A princípio, como era de se esperar, as questões doutrinárias não os deixavam em paz: o batismo, a predestinação, a santidade, e tantas outras... Esse fato deixou seriamente preocupado o jovem Conde.
Além do aconselhamento de líder do grupo, passou a dedicar-se seriamente à oração.
Nas memórias dos moravianos se diz que no dia 16 de julho de 1727 o Conde orou com tanto fervor e lágrimas, que foi o princípio das maravilhas ali operadas por Deus. Fizeram, então, os componentes do grupo, um pacto de se reunirem muitas vezes em Hutberg, a fim de orarem. Mas no dia 13 de agosto foi que aconteceu "O Pentecoste dos Moravianos". Um dos seus historiadores assim descreve:
"Vimos a mão de Deus e as suas maravilhas, e todos estiveram sob a nuvem de nossos pais, e fomos batizados com o Espírito Santo".
A partir daí, as missões moravianas se estenderam por todo o mundo. O historiador, doutor Werneck, diz:
"Esta pequena igreja, em vinte anos, trouxe à existência mais missões evangélicas do que qualquer outro grupo evangélico o fez em dois séculos".
"E há de ser que, depois, derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e uossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos mancebos terão visões. E também sobre os servos e sobre as servas naqueles dias derramarei o meu Espírito. E mostrarei prodígios no céu, e na terra, sangue e fogo, e colunas de fumo" (Jl 2.28-30).
Os moravianos são descendentes espirituais do famoso reformador João Huss, e eram conhecidos pelo nome de "Os Irmãos". Muitos, para fugir à sanha dos perseguidores, refugiavam-se na Alemanha e na Saxônia, e encontravam asilo nas propriedades do Conde. Ali se reuniam os crentes de diversas correntes evangélicas: batistas, luteranos, "os irmãos", etc.
"Os irmãos" formavam um grupo de mais ou menos 300 pessoas.
A princípio, como era de se esperar, as questões doutrinárias não os deixavam em paz: o batismo, a predestinação, a santidade, e tantas outras... Esse fato deixou seriamente preocupado o jovem Conde.
Além do aconselhamento de líder do grupo, passou a dedicar-se seriamente à oração.
Nas memórias dos moravianos se diz que no dia 16 de julho de 1727 o Conde orou com tanto fervor e lágrimas, que foi o princípio das maravilhas ali operadas por Deus. Fizeram, então, os componentes do grupo, um pacto de se reunirem muitas vezes em Hutberg, a fim de orarem. Mas no dia 13 de agosto foi que aconteceu "O Pentecoste dos Moravianos". Um dos seus historiadores assim descreve:
"Vimos a mão de Deus e as suas maravilhas, e todos estiveram sob a nuvem de nossos pais, e fomos batizados com o Espírito Santo".
A partir daí, as missões moravianas se estenderam por todo o mundo. O historiador, doutor Werneck, diz:
"Esta pequena igreja, em vinte anos, trouxe à existência mais missões evangélicas do que qualquer outro grupo evangélico o fez em dois séculos".
"E há de ser que, depois, derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e uossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos mancebos terão visões. E também sobre os servos e sobre as servas naqueles dias derramarei o meu Espírito. E mostrarei prodígios no céu, e na terra, sangue e fogo, e colunas de fumo" (Jl 2.28-30).
Só Cem Cruzeiros?
Verinha, com seus quatro aninhos, ia para a igreja segura pela mão da vovó. Um dia, durante o trajeto, encontrou uma nota de mil cruzeiros. Aos olhos de Verinha era uma importância considerável, mas a primeira coisa que lhe ocorreu foi o dízimo:
- Vovó, quanto é o dízimo desta nota?
- Bem, - disse a vovó - essa é uma nota de mil cruzeiros. O dízimo de mil cruzeiros é cem cruzeiros.
Verinha ficou admirada.
- Só cem cruzeiros, vovó?...
"Também todas as dízimas do campo, da semente do campo, do fruto das árvores, são do Senhor: santas são ao Senhor" (Lv 27.30).
- Vovó, quanto é o dízimo desta nota?
- Bem, - disse a vovó - essa é uma nota de mil cruzeiros. O dízimo de mil cruzeiros é cem cruzeiros.
Verinha ficou admirada.
- Só cem cruzeiros, vovó?...
"Também todas as dízimas do campo, da semente do campo, do fruto das árvores, são do Senhor: santas são ao Senhor" (Lv 27.30).
A Professora de Calaghan
Quase todas as pessoas guardam boa recordação da infância, e geralmente é a idade escolar que mais deixa marcas. E quantos de nós devemos aos nossos primeiros professores o bom rumo da vida!
O menino James Calaghan tivera uma professora de Escola Dominical. Feito homem e enveredando na política, depois de eleito Primeiro Ministro do Governo Britânico, "teria manifestado intenso desejo de se encontrar com ela". Com a ajuda da imprensa, conseguiu localizar "aquela humilde professora que tinha ajudado o menino Calaghan a aspirar ao cargo de Primeiro Ministro". Recordou-se ela do tempo e até da igreja onde se deu a experiência de Calaghan.
Benditos os humildes professores das Escolas Dominicais que se desempenham bem desta grande responsabilidade que têm, e principalmente os que trabalham com crianças.
"Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido. E que desde a tua meninice sabes as sagradas letras que podem jazer-te sábio para a salvação, pela fé que há cm Cristo Jesus" (2Tm 3.14,15).
O menino James Calaghan tivera uma professora de Escola Dominical. Feito homem e enveredando na política, depois de eleito Primeiro Ministro do Governo Britânico, "teria manifestado intenso desejo de se encontrar com ela". Com a ajuda da imprensa, conseguiu localizar "aquela humilde professora que tinha ajudado o menino Calaghan a aspirar ao cargo de Primeiro Ministro". Recordou-se ela do tempo e até da igreja onde se deu a experiência de Calaghan.
Benditos os humildes professores das Escolas Dominicais que se desempenham bem desta grande responsabilidade que têm, e principalmente os que trabalham com crianças.
"Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido. E que desde a tua meninice sabes as sagradas letras que podem jazer-te sábio para a salvação, pela fé que há cm Cristo Jesus" (2Tm 3.14,15).
Voltarei no Próximo Outono
Certo jovem partiu para uma longa viagem, deixando em casa seu filhinho inconformado com isso. O menino perguntava à mãe insistentemente quando aconteceria o retorno, pois o pai havia dito simplesmente:
- Voltarei no próximo outono.
O filho era uma inocente criança, mas já sabia distinguir bem as estações do ano, que são bem definidas na Europa. Ele sabia que no outono caem as folhas amarelecidas das árvores e, por isso, vigiava constantemente.
A mãe sabia que o filhinho estava contando os dias do retorno do pai, de quem também já sentia muita falta. Todas as manhãs corria à janela a observar a mudança do tempo. Um dia ele percebeu:
- Mamãe, vejo que as folhas das árvores começam a amarelar; será que está próximo o outono?
- Sim meu filho, o outono está próximo.
O menino exultou de alegria. Queria preparar-se para receber o pai, e começou a tomar todas as providências.
- Quero que ele veja como esperei ansioso pelo seu regresso - dizia.
"Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem; e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão o Filho do homem vindo com poder e grande glória. E ele enviará os seus anjos com rijo clamor de trombeta, os quais ajuntarão os seus escolhidos desde os quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus. Aprendei pois esta parábola da figueira: Quando já os seus ramos se tornam tenros e brotam folhas, sabeis que está próximo o verão" (Mt 24.30-32).
- Voltarei no próximo outono.
O filho era uma inocente criança, mas já sabia distinguir bem as estações do ano, que são bem definidas na Europa. Ele sabia que no outono caem as folhas amarelecidas das árvores e, por isso, vigiava constantemente.
A mãe sabia que o filhinho estava contando os dias do retorno do pai, de quem também já sentia muita falta. Todas as manhãs corria à janela a observar a mudança do tempo. Um dia ele percebeu:
- Mamãe, vejo que as folhas das árvores começam a amarelar; será que está próximo o outono?
- Sim meu filho, o outono está próximo.
O menino exultou de alegria. Queria preparar-se para receber o pai, e começou a tomar todas as providências.
- Quero que ele veja como esperei ansioso pelo seu regresso - dizia.
"Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem; e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão o Filho do homem vindo com poder e grande glória. E ele enviará os seus anjos com rijo clamor de trombeta, os quais ajuntarão os seus escolhidos desde os quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus. Aprendei pois esta parábola da figueira: Quando já os seus ramos se tornam tenros e brotam folhas, sabeis que está próximo o verão" (Mt 24.30-32).
Um Presente Imerecido
Um professor sentiu a falta de um menino humilde que vinha freqüentando a Escola Dominical. Agora, estava faltando há três domingos consecutivos. Com grande esforço, descobriu o endereço do menino no alto de um morro. Era um lugar de difícil acesso. Foi perguntando, perguntando, mas, quando descobriu a casa, recebeu uma pedrada no rosto.
Machucado, sangrando, desceu o morro, fez curativo e comprou de presente para o garotinho uma roupa, um brinquedo e voltou lá em cima. Deixou o presente, reforçou o convite para ir à Escola Dominical e partiu.
No dia seguinte, alguém bate à porta. O professor veio atender e ali estava um homem com um garotinho, o seu aluno, com o presente na mão.
- Professor, viemos devolver o presente que o senhor deixou. 0 menino não merece. Sabe quem foi que atirou a pedra no senhor? Foi ele. Ele não merece o presente.
A essa altura dos acontecimentos o garotinho já estava chorando. O professor perguntou-lhe:
- Mas você não gostou do presente?
- Gostei sim, mas não mereço.
- Você não precisa do presente?
- Preciso sim, mas não mereço.
- Mas eu dei esse presente a você, não porque você o mereça, mas porque você precisa dele.
"Porque se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, estando já reconciliados seremos salvos pela sua vida. E não somente isto, mas também nos gloriamos em Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo, pelo qual agora alcançamos a reconciliação" (Rm 5.10,11).
Machucado, sangrando, desceu o morro, fez curativo e comprou de presente para o garotinho uma roupa, um brinquedo e voltou lá em cima. Deixou o presente, reforçou o convite para ir à Escola Dominical e partiu.
No dia seguinte, alguém bate à porta. O professor veio atender e ali estava um homem com um garotinho, o seu aluno, com o presente na mão.
- Professor, viemos devolver o presente que o senhor deixou. 0 menino não merece. Sabe quem foi que atirou a pedra no senhor? Foi ele. Ele não merece o presente.
A essa altura dos acontecimentos o garotinho já estava chorando. O professor perguntou-lhe:
- Mas você não gostou do presente?
- Gostei sim, mas não mereço.
- Você não precisa do presente?
- Preciso sim, mas não mereço.
- Mas eu dei esse presente a você, não porque você o mereça, mas porque você precisa dele.
"Porque se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, estando já reconciliados seremos salvos pela sua vida. E não somente isto, mas também nos gloriamos em Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo, pelo qual agora alcançamos a reconciliação" (Rm 5.10,11).
O Senhor é Quem Te Guarda
Culto e santo foi J. W. Bashfor, que se deleitava em servir ao seu Mestre onde quer que o dever o chamasse. Por isso, depois de haver servido a uma grande congregação como pastor e também a uma grande universidade, como presidente, deixou tudo e foi para a China. Ali fazia jornadas longas e difíceis, e, muitas vezes, perigosas.
Um incidente em sua vida indica a fonte de sua força: Chegou certa noite a uma aldeia e achou o hotel já todo ocupado. O hoteleiro, entretanto, ofereceu-lhe uma cama-de-vento e lhe deu licença para dormir debaixo das árvores. Avisaram-lhe, porém, que havia ladrões por ali.
Ficando acordado por algum tempo, pensava nestas palavras: "...aquele que guarda Israel, nem cochila nem dorme. Jeová é quem te guarda" (SI 121). Então orou: -"Bendito Senhor, não há necessidade de nós ambos ficarmos acordados", e dormiu em seguida.
No outro dia, ao acordar, viu um homem perto dele, em pé: um chinês que nem era cristão o havia guardado durante toda a noite.
"0 Senhor é quem te guarda; o Senhor é a tua sombra à tua direita. O sol não te molestará de dia nem a lua de noite. O Senhor te guardará de todo o mal; Ele guardará a tua alma. O Senhor guardará a tua entrada e a tua saída, desde agora e para sempre" (SI 121.5-8).
Um incidente em sua vida indica a fonte de sua força: Chegou certa noite a uma aldeia e achou o hotel já todo ocupado. O hoteleiro, entretanto, ofereceu-lhe uma cama-de-vento e lhe deu licença para dormir debaixo das árvores. Avisaram-lhe, porém, que havia ladrões por ali.
Ficando acordado por algum tempo, pensava nestas palavras: "...aquele que guarda Israel, nem cochila nem dorme. Jeová é quem te guarda" (SI 121). Então orou: -"Bendito Senhor, não há necessidade de nós ambos ficarmos acordados", e dormiu em seguida.
No outro dia, ao acordar, viu um homem perto dele, em pé: um chinês que nem era cristão o havia guardado durante toda a noite.
"0 Senhor é quem te guarda; o Senhor é a tua sombra à tua direita. O sol não te molestará de dia nem a lua de noite. O Senhor te guardará de todo o mal; Ele guardará a tua alma. O Senhor guardará a tua entrada e a tua saída, desde agora e para sempre" (SI 121.5-8).
14/12/2008
A Maior Dádiva
Um missionário na índia, depois do culto, pediu a todos os seus congregados que contribuíssem com alguma coisa para a construção de um templo. Na reunião seguinte, cada um trouxe uma coisa: pedras, madeiras, pregos, etc Uma velha senhora de cor negra veio à frente e, reverentemente, depositou a sua oferta em dinheiro. Era uma oferta de grande valor. O missionário estranhou que ela pobre, sem posses, depositasse ali uma oferta tão generosa.
Procurou-a depois do culto e perguntou como tinha conseguido tanto dinheiro. Então ela respondeu:
- Ah! pastor... eu não tinha nada para dar; não tinha nada para vender... vendi-me a mim mesma! Agora sou escrava, mas o meu coração continua livre para adorar o Senhor.
"E [Jesus], chamando os seus discípulos, disse-lhes: Em verdade vos digo que esta pobre viúva deitou mais do que todos os que deitaram na arca do tesouro; porque todos ali deitaram do que lhes sobejava, mas esta, de sua pobreza, deitou tudo o que tinha, todo o seu sustento" (Mc 12.43,44).
Procurou-a depois do culto e perguntou como tinha conseguido tanto dinheiro. Então ela respondeu:
- Ah! pastor... eu não tinha nada para dar; não tinha nada para vender... vendi-me a mim mesma! Agora sou escrava, mas o meu coração continua livre para adorar o Senhor.
"E [Jesus], chamando os seus discípulos, disse-lhes: Em verdade vos digo que esta pobre viúva deitou mais do que todos os que deitaram na arca do tesouro; porque todos ali deitaram do que lhes sobejava, mas esta, de sua pobreza, deitou tudo o que tinha, todo o seu sustento" (Mc 12.43,44).
Vale a Pena Insistir
Pregávamos numa manhã de domingo no culto da Escola Dominical, no município de Nova Iguaçu - RJ. Tínhamos como visitante de primeira vez uma jovem de 14 anos, e, no final do culto, ela se dirigiu a mim, com muito desembaraço, dizendo que tinha gostado da reunião e que queria aceitar a Cristo como Salvador; e desejava que sua família toda fosse crente também. Continuou:
- Minha mãe toma conta de uma casa e lá se reúne um grupo de pessoas de um Centro Espírita. Acho que vai ser difícil minha mãe aceitar.
- Podemos ir lá hoje à tarde, fazer uma pregação? -atalhei.
- Não adianta o senhor ir. Ela não vai deixar entrar.
- Podemos experimentar? - tornei a perguntar. Tudo combinado, marcamos um encontro para as quinze horas, e lá chegamos à hora certa.
Batemos palmas. A jovem veio nos atender com recado da mãe:
- Podem entrar, mas não podem demorar muito.
Cumprimentamos aquela senhora de fisionomia cansada, sentada em uma cadeira, imobilizada pela doença.
Começamos a pregação com a leitura de Marcos 2.3: "...trouxeram-lhe um paralítico carregado por quatro pessoas..." Em seguida o irmão Raimundo cantou um belo hino com aquela voz bonita que Deus lhe deu. A pobre paralítica não resistiu ao impulso do Espírito Santo de Deus, e chorando lágrimas quentes de arrependimento de seus pecados, fez alegremente a sua decisão ao lado de Jesus. Glória a Deus!
"Conjuro-te pois diante de Deus, e do Senhor Jesus Cristo... que pregues a palavra, instes, a tempo e fora de tempo..." (2 Tm 4.1,2).
- Minha mãe toma conta de uma casa e lá se reúne um grupo de pessoas de um Centro Espírita. Acho que vai ser difícil minha mãe aceitar.
- Podemos ir lá hoje à tarde, fazer uma pregação? -atalhei.
- Não adianta o senhor ir. Ela não vai deixar entrar.
- Podemos experimentar? - tornei a perguntar. Tudo combinado, marcamos um encontro para as quinze horas, e lá chegamos à hora certa.
Batemos palmas. A jovem veio nos atender com recado da mãe:
- Podem entrar, mas não podem demorar muito.
Cumprimentamos aquela senhora de fisionomia cansada, sentada em uma cadeira, imobilizada pela doença.
Começamos a pregação com a leitura de Marcos 2.3: "...trouxeram-lhe um paralítico carregado por quatro pessoas..." Em seguida o irmão Raimundo cantou um belo hino com aquela voz bonita que Deus lhe deu. A pobre paralítica não resistiu ao impulso do Espírito Santo de Deus, e chorando lágrimas quentes de arrependimento de seus pecados, fez alegremente a sua decisão ao lado de Jesus. Glória a Deus!
"Conjuro-te pois diante de Deus, e do Senhor Jesus Cristo... que pregues a palavra, instes, a tempo e fora de tempo..." (2 Tm 4.1,2).
Maravilhoso Avivamento na Morávia
Um dos maiores avivamentos espirituais da história da Igreja começou num ensaio de um coro infantil. Como é comum numa reunião de crianças, elas estavam irriquietas: não queriam obedecer ao regente. Em determinado momento, um incidente se verificou: Sentiram algo diferente, como a presença de alguém. O dirigente começou a chorar. As crianças espantadas, ficaram em profundo silêncio. "Um sentimento de convicção de pecado tomou conta de todos e, uma a uma, as crianças confessaram seus pecados de desobediência.
O tempo foi passando...
Os pais, aflitos pela ausência dos filhos, dirigiram-se à igreja e, à medida que iam chegando, iam sendo "cativados pelo mesmo sentimento", todos, com uma profunda convicção de pecados.
Desse evento nasceu uma reunião de oração que durou cem anos, e um trabalho missionário como nunca antes visto.
"E há de ser que, depois, derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos mancebos terão visões. E também sobre os servos e sobre as servas naqueles dias, derramarei o meu Espírito" (Jl 2.28,29).
O tempo foi passando...
Os pais, aflitos pela ausência dos filhos, dirigiram-se à igreja e, à medida que iam chegando, iam sendo "cativados pelo mesmo sentimento", todos, com uma profunda convicção de pecados.
Desse evento nasceu uma reunião de oração que durou cem anos, e um trabalho missionário como nunca antes visto.
"E há de ser que, depois, derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos mancebos terão visões. E também sobre os servos e sobre as servas naqueles dias, derramarei o meu Espírito" (Jl 2.28,29).
Médico Não Socorreu o Próprio Filho
Um médico foi solicitado, na rua, a atender a um caso de atropelamento. Apesar da urgência, o médico negou-se a atender. Alguns minutos depois de estar em seu posto, no hospital, chega o acidentado que ele deixara de socorrer: era o seu próprio filho e estava à morte!
"E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido" (Gl 6.9).
"E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido" (Gl 6.9).
O Poder da Oração
O missionário médico, Albert Widmer, de Missões Cristãs, em Ubatuba, São Paulo, esteve perdido em espessa floresta durante cinco dias, e o Senhor lhe indicou o caminho de volta, apesar de todas as dificuldades. São suas as palavras abaixo:
"Viajávamos a cavalo através duma região quase desabitada, no vasto interior do Continente Sul-Americano, região habitada por índios selvagens... atravessamos densas florestas e tivemos de passar a vau vários rios... as noites escuras passavamo-las debaixo de frondosas árvores, expostos aos insetos nocivos e ao perigo de animais ferozes e índios selvagens...
"Sempre nos levantávamos antes da aurora. Após um chá quente e umas bolachas secas, montávamos a cavalo e prosseguíamos... passávamos dias sem encontrar um riacho. Para suprir parte de nossa refeição, tratávamos de caçar pássaros.
"Certa ocasião avistamos um bando de belíssimos pássaros brancos. Como eles se afastassem, segui-os, penetrando na selva. Acertei por fim um belo exemplar, mas a ave, ainda que mortalmente ferida, prosseguia avançando; sem demora fui atrás dela.
"Não notei que já era hora de anoitecer; naquela zona equatorial escurece em poucos instantes e, quando tratei de regressar para junto dos meus companheiros, uma escuridão impenetrável envolvia a floresta. Não havia outro recurso senão trepar numa árvore alta para ver se podia enxergar o fogo do acampamento. Para completar a minha angústia, começou a chover... nada podia ver... tampouco veio a resposta aos meus gritos..."
O missionário continua contando a sua desdita. Dificuldades de orientação por falta do sol, dificuldades de alimentação, sede, fome e frio. Temores durante cinco dias de sofrimentos inenarráveis. Orou ao Senhor.
"Deus não haveria de abandonar-me, disto estava absolutamente convencido. O mesmo Deus que guiou os israelitas pelo deserto da Arábia, podia guiar-me para fora desta selva secular.
"Ouvi o ruído de água e com dificuldade consegui chegar a um rio, certamente um afluente do majestoso Mamoré. Durante horas segui os barrancos do rio desconhecido, infestado de jacarés que se estendiam no lodo...
"De repente, ouvi o relinchar de um cavalo... e antes que se fechassem a sexta noite perdido, achava-me sentado junto aos meus amigos, ao redor do fogo do acampamento.
"Com lágrimas nos olhos dávamos graças a Deus pela sua bondade e por ter protegido a minha vida..."
É o poder da oração!...
"E eu vos digo a vós: Pedi, e dar-se-uos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á; porque qualquer que pede recebe; e quem buscar acha; e a quem bate abrir-se-lhe-á" (Lc 11.9,10)
"Viajávamos a cavalo através duma região quase desabitada, no vasto interior do Continente Sul-Americano, região habitada por índios selvagens... atravessamos densas florestas e tivemos de passar a vau vários rios... as noites escuras passavamo-las debaixo de frondosas árvores, expostos aos insetos nocivos e ao perigo de animais ferozes e índios selvagens...
"Sempre nos levantávamos antes da aurora. Após um chá quente e umas bolachas secas, montávamos a cavalo e prosseguíamos... passávamos dias sem encontrar um riacho. Para suprir parte de nossa refeição, tratávamos de caçar pássaros.
"Certa ocasião avistamos um bando de belíssimos pássaros brancos. Como eles se afastassem, segui-os, penetrando na selva. Acertei por fim um belo exemplar, mas a ave, ainda que mortalmente ferida, prosseguia avançando; sem demora fui atrás dela.
"Não notei que já era hora de anoitecer; naquela zona equatorial escurece em poucos instantes e, quando tratei de regressar para junto dos meus companheiros, uma escuridão impenetrável envolvia a floresta. Não havia outro recurso senão trepar numa árvore alta para ver se podia enxergar o fogo do acampamento. Para completar a minha angústia, começou a chover... nada podia ver... tampouco veio a resposta aos meus gritos..."
O missionário continua contando a sua desdita. Dificuldades de orientação por falta do sol, dificuldades de alimentação, sede, fome e frio. Temores durante cinco dias de sofrimentos inenarráveis. Orou ao Senhor.
"Deus não haveria de abandonar-me, disto estava absolutamente convencido. O mesmo Deus que guiou os israelitas pelo deserto da Arábia, podia guiar-me para fora desta selva secular.
"Ouvi o ruído de água e com dificuldade consegui chegar a um rio, certamente um afluente do majestoso Mamoré. Durante horas segui os barrancos do rio desconhecido, infestado de jacarés que se estendiam no lodo...
"De repente, ouvi o relinchar de um cavalo... e antes que se fechassem a sexta noite perdido, achava-me sentado junto aos meus amigos, ao redor do fogo do acampamento.
"Com lágrimas nos olhos dávamos graças a Deus pela sua bondade e por ter protegido a minha vida..."
É o poder da oração!...
"E eu vos digo a vós: Pedi, e dar-se-uos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á; porque qualquer que pede recebe; e quem buscar acha; e a quem bate abrir-se-lhe-á" (Lc 11.9,10)
Estradas Boas para os Missionários
David Livingstone recebeu uma carta de certa Sociedade Missionária, perguntando se havia boas estradas para o interior da África. - "É que queremos mandar outros missionários para ajudá-lo" - escreviam.
A resposta veio prontamente:
- Se há pessoas prontas para vir somente se houver estradas boas, não quero que venham. Eu quero homens que venham mesmo que não haja nenhuma estrada...
"Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim" (Is 6.8).
A resposta veio prontamente:
- Se há pessoas prontas para vir somente se houver estradas boas, não quero que venham. Eu quero homens que venham mesmo que não haja nenhuma estrada...
"Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim" (Is 6.8).
O Ferreiro Missionário
Um ferreiro estava cantando a plenos pulmões ao ritmo do martelo, com cujas pancadas moldava uma peça na bigorna.
- Por que está tão alegre, irmão? - perguntou-lhe alguém.
-É que estou pregando o Evangelho em Portugal.
- O senhor está brincando.
- Não é pilhéria, meu irmão. A minha igreja sustenta um missionário em Portugal e eu vou cooperar com o produto do meu trabalho de hoje - confirmou sorridente.
"E rogamo-vos, irmãos, que reconheçais os que trabalham entre vós e que presidem sobre vós no Senhor, e uos admoestam. E que os tenhais em grande estima e amor, por causa da sua obra..." (1 Ts 5.12,13).
- Por que está tão alegre, irmão? - perguntou-lhe alguém.
-É que estou pregando o Evangelho em Portugal.
- O senhor está brincando.
- Não é pilhéria, meu irmão. A minha igreja sustenta um missionário em Portugal e eu vou cooperar com o produto do meu trabalho de hoje - confirmou sorridente.
"E rogamo-vos, irmãos, que reconheçais os que trabalham entre vós e que presidem sobre vós no Senhor, e uos admoestam. E que os tenhais em grande estima e amor, por causa da sua obra..." (1 Ts 5.12,13).
O Mau Hábito de Desobedecer aos Avisos
Viajando pelas estradas, encontramos, às vezes, sinais de mãos perversas que mudam a indicação das setas, fazendo-as indicar caminho errado. Isso faz com que o viajante fique em dúvida quanto à obediência cega e indiscriminada dos sinais indicativos, o que não raramente traz graves conseqüências.
Por ocasião das grandes chuvas da década 60/70, algumas pontes foram arrastadas pelo temporal. Uma rodovia de muito movimento, numa noite tormentosa, oferecia grande perigo. Uma ponte caíra e os veículos que vinham, iam caindo um a um e sendo levados pela correnteza do rio.
Um cidadão que morava nas imediações, ouvindo a notícia e percebendo o desastre da ponte caída, postou-se à beira da estrada e agitava nervosamente um pano com a intenção de parar os carros. Mas eles não obedeciam ao sinal: Iam caindo, um a um, no caudaloso rio.
"E o Senhor Deus... lhes enviou a sua Palavra pelos seus mensageiros... porém zombaram dos mensageiros e desprezaram as suas palavras... até que o furor do Senhor subiu tanto contra o seu povo, que mais nenhum remédio houve" (2 Cr 36.15,16).
Por ocasião das grandes chuvas da década 60/70, algumas pontes foram arrastadas pelo temporal. Uma rodovia de muito movimento, numa noite tormentosa, oferecia grande perigo. Uma ponte caíra e os veículos que vinham, iam caindo um a um e sendo levados pela correnteza do rio.
Um cidadão que morava nas imediações, ouvindo a notícia e percebendo o desastre da ponte caída, postou-se à beira da estrada e agitava nervosamente um pano com a intenção de parar os carros. Mas eles não obedeciam ao sinal: Iam caindo, um a um, no caudaloso rio.
"E o Senhor Deus... lhes enviou a sua Palavra pelos seus mensageiros... porém zombaram dos mensageiros e desprezaram as suas palavras... até que o furor do Senhor subiu tanto contra o seu povo, que mais nenhum remédio houve" (2 Cr 36.15,16).
Ou Dê Bom Testemunho ou Mude o Seu Nome
Alexandre, o grande conquistador, tomou conhecimento de que havia em um regimento, um soldado de mau caráter. Relaxado, preguiçoso! Era o tipo do indesejável.
Motivo de grave falta disciplinar fê-lo vir à presença do grande general. Quando soube que o soldado também se chamava Alexandre, foi lacônico:
- "Ou mude a sua conduta, ou mude o seu nome!"
"Mais digno de ser escolhido é o bom nome do que as muitas riquezas; e a graça é melhor do que a riqueza e o ouro" (Pv 22.1).
Motivo de grave falta disciplinar fê-lo vir à presença do grande general. Quando soube que o soldado também se chamava Alexandre, foi lacônico:
- "Ou mude a sua conduta, ou mude o seu nome!"
"Mais digno de ser escolhido é o bom nome do que as muitas riquezas; e a graça é melhor do que a riqueza e o ouro" (Pv 22.1).
Orar Aqui Mesmo
Numa das viagens de Moody, da América para a Europa, irrompeu um incêndio no navio. Os passageiros formaram fila passando de mão em mão os baldes cheios de água. Alguém lembrou-se de convidar o homem de Deus a se afastarem para oração, ao que ele respondeu:
- Vamos orar aqui mesmo, enquanto ajudamos a carregar os baldes de água.
"E sucedeu que, ouvindo os nossos inimigos que já o sabíamos, e que Deus tinha dissipado o conselho deles, todos voltamos ao muro, cada um à sua obra. E sucedeu que desde aquele dia metade dos meus moços trabalhava na obra, e a outra metade deles tinha as lanças, os escudos, e as couraças; e os chefes estavam por detrás de toda a casa de Judá" (Ne 4.15,16).
- Vamos orar aqui mesmo, enquanto ajudamos a carregar os baldes de água.
"E sucedeu que, ouvindo os nossos inimigos que já o sabíamos, e que Deus tinha dissipado o conselho deles, todos voltamos ao muro, cada um à sua obra. E sucedeu que desde aquele dia metade dos meus moços trabalhava na obra, e a outra metade deles tinha as lanças, os escudos, e as couraças; e os chefes estavam por detrás de toda a casa de Judá" (Ne 4.15,16).
Soldados na Ilha Evangelizada
Na guerra tudo que é ruim pode acontecer. Tudo é imprevisível e sempre se espera o pior.
Soldados americanos (náufragos), na II Guerra Mundial chegaram a uma ilha do Pacífico. O noticiário era apreensivo e deixava transparecer o grande perigo que os cercava, pois o lugar era tido como habitado por canibais. Felizmente para os soldados, alguns anos antes, missionários tinham chegado àquela ilha pregando o Evangelho. Muitos se converteram e os que não foram alcançados pela graça deixaram aquele bárbaro costume.
Os soldados foram assim salvos pelos crentes que tiveram a coragem de seguir as ordens do Senhor Jesus. Uns plantaram a boa semente, outros colheram o fruto maravilhoso.
"Finalmente apareceu aos onze, e disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda a criatura. Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado" (Mc 16.14a,15,16).
Soldados americanos (náufragos), na II Guerra Mundial chegaram a uma ilha do Pacífico. O noticiário era apreensivo e deixava transparecer o grande perigo que os cercava, pois o lugar era tido como habitado por canibais. Felizmente para os soldados, alguns anos antes, missionários tinham chegado àquela ilha pregando o Evangelho. Muitos se converteram e os que não foram alcançados pela graça deixaram aquele bárbaro costume.
Os soldados foram assim salvos pelos crentes que tiveram a coragem de seguir as ordens do Senhor Jesus. Uns plantaram a boa semente, outros colheram o fruto maravilhoso.
"Finalmente apareceu aos onze, e disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda a criatura. Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado" (Mc 16.14a,15,16).
O Ardor de Alexandre Duff
O missionário escocês na índia, Alexandre Duff, regressou à sua pátria para morrer lá, depois de uma árdua luta. Em uma reunião em sua igreja, pregava, e apelava aos seus patrícios que se apresentassem para o prosseguimento da obra. Ninguém atendia ao seu apelo. Insistia. Nada. Empolgado, desmaiou e foi levado para fora. 0 médico que o atendeu examinava o seu coração, quando repentinamente, Alexandre abriu os olhos, dizendo:
- Eu preciso voltar ao púlpito. Preciso continuar o apelo.
- Fique calmo - aconselhou o médico. O seu coração está muito fraco.
Mas o velho missionário não se conformou. Voltou ao púlpito e continuou o apelo:
- Quando a rainha Vitória convidou voluntários, centenas de jovens se apresentaram. Mas quando o rei Jesus chama, ninguém quer atender. Será que a Escócia não tem mais filhos para atender ao apelo da Índia? - frisou ele.
Esperou um pouco em silêncio e não houve resposta. Depois disse:
- Muito bem. Se a Escócia não tem mais jovens para enviar para a Índia, eu mesmo irei novamente, para que o povo dali saiba que pelo menos um escocês ainda se preocupa com eles.
Quando o veterano soldado de Cristo deixou o púlpito, o silêncio foi quebrado por uma multidão de jovens que se apresentaram:
- Eu vou! Eu vou! Eu vou!
Depois do falecimento de Duff, muitos daqueles jovens foram para a Índia, dedicando suas vidas à obra missionária.
"Rogai pois ao Senhor da seara que mande ceifeiros Para a sua seara" (Mt 9.38).
- Eu preciso voltar ao púlpito. Preciso continuar o apelo.
- Fique calmo - aconselhou o médico. O seu coração está muito fraco.
Mas o velho missionário não se conformou. Voltou ao púlpito e continuou o apelo:
- Quando a rainha Vitória convidou voluntários, centenas de jovens se apresentaram. Mas quando o rei Jesus chama, ninguém quer atender. Será que a Escócia não tem mais filhos para atender ao apelo da Índia? - frisou ele.
Esperou um pouco em silêncio e não houve resposta. Depois disse:
- Muito bem. Se a Escócia não tem mais jovens para enviar para a Índia, eu mesmo irei novamente, para que o povo dali saiba que pelo menos um escocês ainda se preocupa com eles.
Quando o veterano soldado de Cristo deixou o púlpito, o silêncio foi quebrado por uma multidão de jovens que se apresentaram:
- Eu vou! Eu vou! Eu vou!
Depois do falecimento de Duff, muitos daqueles jovens foram para a Índia, dedicando suas vidas à obra missionária.
"Rogai pois ao Senhor da seara que mande ceifeiros Para a sua seara" (Mt 9.38).
Morreu no Lugar do Advogado
Em Ricardo de Albuquerque, bairro do Rio de Janeiro, próximo à ferrovia, está localizada uma guarnição do Corpo de Bombeiros. É caminho obrigatório dos advogados que moram na cidade e militam no foro das cidades vizinhas como Nilópolis, Nova Iguaçu, etc.
Um colega nosso, no desempenho de sua função profissional, se dirigia a Nova Iguaçu e parou o seu carro num sinal luminoso, próximo ao Quartel dos Bombeiros. Um marginal assaltou-o, abriu a porta do carro e se assustou com um movimento inesperado do advogado. Em socorro do assaltado veio um jovem oficial bombeiro, e recebeu no coração uma punhalada que se destinava ao causídico. Com isso o oficial morreu no lugar do advogado. Segundo confessa o advogado, esse quadro e esse reconhecimento não saem de sua mente. Conta a sua triste história em lágrimas:
- Ele morreu em meu lugar! Ele morreu em meu lugar!
"Ele foi oprimido, mas não abriu a sua boca; como cordeiro foi levado ao matadouro, e, como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a sua boca. Da opressão e do juízo foi tirado; e quem contará o tempo da sua vida? Porquanto foi cortado da terra dos viventes; pela transgressão do meu povo foi ele atingido. E puseram a sua sepultura com os ímpios, e com o rico na sua morte; porquanto nunca fez injustiça, nem houve engano na sua boca" (Is 53.7-9).
Um colega nosso, no desempenho de sua função profissional, se dirigia a Nova Iguaçu e parou o seu carro num sinal luminoso, próximo ao Quartel dos Bombeiros. Um marginal assaltou-o, abriu a porta do carro e se assustou com um movimento inesperado do advogado. Em socorro do assaltado veio um jovem oficial bombeiro, e recebeu no coração uma punhalada que se destinava ao causídico. Com isso o oficial morreu no lugar do advogado. Segundo confessa o advogado, esse quadro e esse reconhecimento não saem de sua mente. Conta a sua triste história em lágrimas:
- Ele morreu em meu lugar! Ele morreu em meu lugar!
"Ele foi oprimido, mas não abriu a sua boca; como cordeiro foi levado ao matadouro, e, como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a sua boca. Da opressão e do juízo foi tirado; e quem contará o tempo da sua vida? Porquanto foi cortado da terra dos viventes; pela transgressão do meu povo foi ele atingido. E puseram a sua sepultura com os ímpios, e com o rico na sua morte; porquanto nunca fez injustiça, nem houve engano na sua boca" (Is 53.7-9).
Lá Vai um Bobo
Certo pastor contava a história de sua conversão. Ele era um jovem bebedor de cachaça, em uma cidade do interior de Minas. Um dia estava sentado num botequim com um colega de copo. Era domingo pela manhã. Num momento passou um homem trajando paletó e gravata, com a sua Bíblia debaixo do braço. Um seu amigo comentou:
- Lá vai um bobo!...
O alcoólatra meditou por um minuto e respondeu:
- Bobos somos nós que estamos aqui gastando nosso tempo e dinheiro para arruinar a nossa saúde, sem proveito. Esse homem, ao contrário, é um sábio. Ele está indo à igreja, a fim de aprender muitas coisas interessantes para a vida.
Imediatamente levantou-se e foi a uma igreja. Voltou para o culto à noite e aceitou a Cristo como Senhor e Salvador. Com pouco tempo batizou-se, e foi chamado para o ministério. Hoje é um atuante e conceituado pastor.
"E que fruto tínheis então das coisas de que agora uos envergonhais? Porque o fim delas é a morte. Mas agora, libertados do pecado, e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna. Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor" (Rm 6.21-23).
- Lá vai um bobo!...
O alcoólatra meditou por um minuto e respondeu:
- Bobos somos nós que estamos aqui gastando nosso tempo e dinheiro para arruinar a nossa saúde, sem proveito. Esse homem, ao contrário, é um sábio. Ele está indo à igreja, a fim de aprender muitas coisas interessantes para a vida.
Imediatamente levantou-se e foi a uma igreja. Voltou para o culto à noite e aceitou a Cristo como Senhor e Salvador. Com pouco tempo batizou-se, e foi chamado para o ministério. Hoje é um atuante e conceituado pastor.
"E que fruto tínheis então das coisas de que agora uos envergonhais? Porque o fim delas é a morte. Mas agora, libertados do pecado, e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna. Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor" (Rm 6.21-23).
Um Crente que Furtou
Não resistindo à pressão das dificuldades e ganhando o insuficiente para manter a família, um operário foi tentado a furtar mercadorias de uma fábrica onde trabalhava. Levou para casa, dentro da marmita, algumas peças que poderia vender por preço razoável. Mas "o travesseiro que é bom conselheiro", não o deixou dormir. Na vigília, ouvia a voz do porteiro que lhe dissera:
- "Não precisa abrir o seu embrulho. Você é crente e eu conheço bem os crentes".
Resolveu devolver no dia seguinte as peças furtadas, custasse o que custasse.
No outro dia, conforme planejara, procurou o chefe da seção e confessou a sua falta e devolveu o produto. O chefe estranhou tal atitude e disse:
- Mas aqui todo mundo faz isso!
- Eu não me importo com que os outros fazem - respondeu o moço. - Importo-me com Deus que está nos céus e tudo vê e tudo sabe.
"Tendo uma boa consciência, para que, naquilo em que falam mal de vós, como de malfeitores, fiquem confundidos os que blasfemam do vosso bom porte em Cristo" (1 Pe 3.16).
- "Não precisa abrir o seu embrulho. Você é crente e eu conheço bem os crentes".
Resolveu devolver no dia seguinte as peças furtadas, custasse o que custasse.
No outro dia, conforme planejara, procurou o chefe da seção e confessou a sua falta e devolveu o produto. O chefe estranhou tal atitude e disse:
- Mas aqui todo mundo faz isso!
- Eu não me importo com que os outros fazem - respondeu o moço. - Importo-me com Deus que está nos céus e tudo vê e tudo sabe.
"Tendo uma boa consciência, para que, naquilo em que falam mal de vós, como de malfeitores, fiquem confundidos os que blasfemam do vosso bom porte em Cristo" (1 Pe 3.16).
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