Também há outros conteúdos que podem ser de seu interesse em minhas redes sociais. Os links estão láááá embaixo.
15/10/2011
Miolo de Pão
Um casal tomava café no dia das suas bodas de ouro. A mulher passou a manteiga na casca do pão e deu para o seu marido, ficando com o miolo. Pensou ela: -Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais meu marido e, por 50 anos, sempre lhe dei o miolo. Mas hoje quis satisfazer o meu desejo". Para sua imediata surpresa o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe disse: -Muito obrigado por este presente, meu amor. Durante 50 anos, sempre quis
comer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, eu jamais ousei pedir ! Assim é a vida... Muitas vezes nosso julgamento sobre a felicidade alheia pode ser responsável pela nossa infelicidade... Diálogo, franqueza, com delicadeza sempre, são o melhor remédio.
Gato Preguiçoso
Um gato preguiçoso vivia na casa de sua dona, comendo sua ração na hora que desejava, dormindo quase o dia todo, e vez ou outra brincando com a bola de meia-calça que lhe haviam dado.
Certo dia ele viu algo se mexer atrás da cortina amarela da sala, mas não deu atenção, "deve ser o vento" pensou. E logo ouviu sua dona gritando e chamando pelo marido por causa de um rato. O marido cansado de ver ratos pela casa e o gato dormindo no sofá, decidiu mandar o gato embora.
A dona, que gostava muito do felino, convenceu o marido a tomar uma decisão melhor: deixaram o bichano sem comida por um mês, e os ratos todos sumiram.
Estratégia
Dizem que havia um cego sentado na calçada, com um boné a seus pés e um pedaço de madeira que, escrito com giz branco, dizia: "Por favor, ajude-me, sou cego". Um publicitário da área de criação que passava em frente a ele parou e viu umas poucas moedas no boné.
Sem pedir licença, pegou o cartaz, virou-o, pegou o giz e escreveu outro anúncio. Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora.
Pela tarde o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola. Agora, o seu boné estava cheio de notas e moedas. O cego reconheceu as pisadas e lhe perguntou se havia sido ele quem reescreveu seu cartaz, sobretudo querendo saber o que havia colocado. O publicitário respondeu: "Nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outras palavras".
Sorriu e continuou seu caminho. O cego nunca soube, mas seu novo cartaz dizia: "Hoje é Primavera, e não posso vê-la". Mudemos a estratégia quando não nos acontece alguma coisa.
A Borboleta e a Flor
Certa vez um homem pediu a Deus uma flor e uma borboleta
Mas Deus lhe deu um cacto e uma lagarta
O homem ficou triste pois não entendeu o porquê do seu pedido vir errado.
E então, pensou:
"Também, com tanta gente prá atender..."
Mas, desistiu, e resolveu não questionar.
Passado algum tempo, o homem foi verificar o pedido que deixara esquecido.
Para sua surpresa:
Do espinhoso e feio cacto havia nascido a mais bela das flores;
E a horrível lagarta transformara-se em uma belíssima borboleta.
Então, meu amigo, reflita:
Deus sempre age certo.
O Seu caminho é o melhor, mesmo que aos nossos olhos pareça estar dando tudo errado.
Mesmo se você pediu a Deus uma coisa e recebeu outra, confie!
Tenha a certeza de que Ele sempre te dá o que você precisa no momento certo!
Mas... Nem sempre o que você deseja... É o que você precisa!
Como nosso amoroso Deus nunca erra, siga em frente sem murmurar ou duvidar.
O espinho de hoje...
Será a flor de amanhã!
10/08/2011
Retorno
Depois de um período enfrentando um problema de saúde e várias mudanças na vida pessoal, pretendo continuar alimentando o blog em breve. Ainda será lentamente, mas creio que coisas edificadoras virão por aí. Obrigado pela participação dos irmãos.
16/12/2010
Muitas histórias se têm contado de pais que muito se esforçaram para garantir o futuro dos filhos. Mães viúvas que trabalharam humildes e anonimamente com esse ideal.
Um jovem, em solenidade que se realizava, acabara de receber das mãos do reitor o seu diploma de médico. Seus pais eram muito pobres e trabalhavam até agora para o pagamento da mensalidade na faculdade. Mas ele soube aproveitar o tempo, e com a ajuda que pedia a Deus, era o primeiro da turma. Como tal, estava recebendo uma distinção especial.
Recebeu o diploma, agradeceu as referências elogiosas, e, ante a admiração de todos, encaminhou-se em direção ao velho pai presente, e, entregando-lhe o papel, disse:
- Pai, este diploma te pertence.
"Sede agradecidos!" (Cl 3.15b).
Um jovem, em solenidade que se realizava, acabara de receber das mãos do reitor o seu diploma de médico. Seus pais eram muito pobres e trabalhavam até agora para o pagamento da mensalidade na faculdade. Mas ele soube aproveitar o tempo, e com a ajuda que pedia a Deus, era o primeiro da turma. Como tal, estava recebendo uma distinção especial.
Recebeu o diploma, agradeceu as referências elogiosas, e, ante a admiração de todos, encaminhou-se em direção ao velho pai presente, e, entregando-lhe o papel, disse:
- Pai, este diploma te pertence.
"Sede agradecidos!" (Cl 3.15b).
Mande Embora Seu Filho
Jesus disse: "No mundo tereis aflições". Em todos os lares existem problemas e dificuldades. Assim acontecia também no lar do senhor Antônio. Tinha uma família numerosa. Todos os seus filhos eram muito bons e obedientes, com exceção do filho mais velho, que não ia com a maioria. Não queria estudar, não parava em emprego, não se dava com ninguém; era, enfim, um problema. Um amigo disse um dia ao senhor Antônio:
- Não sei como o senhor tem tanta paciência com o seu filho. Ele já é adulto. Mande-o embora e fique sossegado.
Mas o senhor Antônio era um pai paciente. Sabia que um dia aquele filho ingrato compreenderia o mal que estava causando a todos. Então respondeu ao amigo:
-Eu não o mando embora, porque ele é meu filho!
"Como um pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor se compadece daqueles que o temem" (SI 103.13).
- Não sei como o senhor tem tanta paciência com o seu filho. Ele já é adulto. Mande-o embora e fique sossegado.
Mas o senhor Antônio era um pai paciente. Sabia que um dia aquele filho ingrato compreenderia o mal que estava causando a todos. Então respondeu ao amigo:
-Eu não o mando embora, porque ele é meu filho!
"Como um pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor se compadece daqueles que o temem" (SI 103.13).
Um Filho Desvairado
Um filho desvairado, julgando pouco o grande mal que causavam ao velho pai os desatinos que praticava, ameaçou-o ainda de noite. Preso em flagrante, praticando outro crime, estava agora trancafiado num xadrez, em pleno inverno. O velho pai sabia que o filho era capaz de cumprir a ameaça, por isso temia.
- Que podia um pobre velho contra a fúria e a força de um jovem desatinado?
Aproveitou a sua prisão e foi falar com o juiz que o condenara:
- Doutor juiz, eu vim pedir ao senhor que não solte o meu filho. É que ele está me ameaçando de morte e eu o conheço perfeitamente para saber que ele pode cumprir a ameaça. Não é ele não, doutor. É o vício que o domina.
E não podendo conter a grande tristeza de que estava possuído, complementou ao juiz:
- Mas peço que o senhor me faça um favor. Mande entregar a ele este dinheiro e este cobertor.
"Ouviste o que foi dito: Amarás o teu próximo e aborrecerás o teu inimigo, eu, porém, vos digo: amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem" (Mt 5.43,44).
- Que podia um pobre velho contra a fúria e a força de um jovem desatinado?
Aproveitou a sua prisão e foi falar com o juiz que o condenara:
- Doutor juiz, eu vim pedir ao senhor que não solte o meu filho. É que ele está me ameaçando de morte e eu o conheço perfeitamente para saber que ele pode cumprir a ameaça. Não é ele não, doutor. É o vício que o domina.
E não podendo conter a grande tristeza de que estava possuído, complementou ao juiz:
- Mas peço que o senhor me faça um favor. Mande entregar a ele este dinheiro e este cobertor.
"Ouviste o que foi dito: Amarás o teu próximo e aborrecerás o teu inimigo, eu, porém, vos digo: amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem" (Mt 5.43,44).
Jovem, Leia a Bíblia
Acostumado a todo conforto no lar, Marcos estava encontrando dificuldades no colégio interno. Além da disciplina, horário para as refeições, arrumação das dependências que ocupava, havia ainda outra dificuldade mais séria: Não havia dinheiro que chegasse. Escrevia periódica- mente ao pai:
- Mande dinheiro, papai!
- Leia a Bíblia, meu filho - respondia o pai.
O tempo ia passando e as dificuldades do jovem aumentando. O rapaz estranhava que o pai, sempre tão liberal, agora não lhe mandasse o dinheiro pedido. Só sabia dizer: "Leia a Bíblia!"
- Papai, preciso desesperadamente de dinheiro. Leia a Bíblia, dizia novamente o pai.
Com grandes dificuldades o moço chegou ao período de férias. Seu pai foi buscá-lo de carro, e ouviu as lamentações.
- Tanto que pedi ao senhor que me mandasse dinheiro e o senhor não mandou. Só mandava eu ler a Bíblia.
- E você a leu alguma vez? - perguntou o pai.
- Não, papai. Confesso que não li nenhuma vez.
- Essa é a razão da sua dificuldade. Vá buscar a sua Bíblia.
O rapaz obedeceu.
- Abra-a - disse novamente o pai.
O jovem abriu-a. Estava repleta de notas de alto valor, que o pai, ali, secretamente tinha colocado.
"Desfaleceu a minha alma, esperando por tua salvação, mas confiei na tua Palavra. Lâmpada para os meus pés é a tua Palavra, e luz para o meu caminho" (SI 119.81,106).
- Mande dinheiro, papai!
- Leia a Bíblia, meu filho - respondia o pai.
O tempo ia passando e as dificuldades do jovem aumentando. O rapaz estranhava que o pai, sempre tão liberal, agora não lhe mandasse o dinheiro pedido. Só sabia dizer: "Leia a Bíblia!"
- Papai, preciso desesperadamente de dinheiro. Leia a Bíblia, dizia novamente o pai.
Com grandes dificuldades o moço chegou ao período de férias. Seu pai foi buscá-lo de carro, e ouviu as lamentações.
- Tanto que pedi ao senhor que me mandasse dinheiro e o senhor não mandou. Só mandava eu ler a Bíblia.
- E você a leu alguma vez? - perguntou o pai.
- Não, papai. Confesso que não li nenhuma vez.
- Essa é a razão da sua dificuldade. Vá buscar a sua Bíblia.
O rapaz obedeceu.
- Abra-a - disse novamente o pai.
O jovem abriu-a. Estava repleta de notas de alto valor, que o pai, ali, secretamente tinha colocado.
"Desfaleceu a minha alma, esperando por tua salvação, mas confiei na tua Palavra. Lâmpada para os meus pés é a tua Palavra, e luz para o meu caminho" (SI 119.81,106).
Escolher Sempre o Melhor
Certo jovem, criado com a sua família numa igreja, teve uma experiência diferente na comemoração do seu vigésimo primeiro aniversário. Resolveu sair com uns amigos não-crentes, e, num bar, tomou algumas cervejas. Ele não sabia qual seria a reação do seu organismo, pois nunca antes tinha bebido. O resultado foi saírem embriagados, e, com um revólver de brinquedo, assaltarem um homem, tomando-lhe o relógio e uns minguados cruzeiros. A vítima compareceu à Delegacia e os rapazes foram presos imediatamente, com o produto do roubo.
A família do crente constituiu um advogado. Este tomou as medidas jurídicas cabíveis, aconselhou o rapaz a voltar-se para Deus, conseguiu uma declaração do pastor, e uma matrícula em escola noturna, bem como trabalho com carteira assinada; enfim, tudo que pudesse provar estar integrado o moço em uma vida honesta. Respondeu em liberdade, e, no julgamento, o próprio promotor público pediu a sua absolvição.
Regozijando ainda pelo resultado alcançado pelas orações e pelo trabalho, o advogado foi procurado por outra mãe aflita, com o filho da mesma idade, em idêntica situação. Fora preso na Zona Sul da cidade e estava há dois meses numa cela da Delegacia. Procurou o rapaz e contou-lhe a experiência do caso anterior.
- Você precisa confessar que fez isso num momento de insensatez, que vai integrar-se na vida honesta, voltar para a igreja, para a escola, para um trabalho.
- Não, doutor. O senhor está enganado - disse o jovem. - Eu não vou me regenerar.
O advogado procurou a senhora crente e lhe deu a triste notícia:
- Não posso defender o seu filho. Ele não pretende cooperar. Seria perder o meu tempo e o seu dinheiro.
Uma semana depois a imprensa publicou a morte daquele rapaz. Tinha havido uma rebelião no xadrez da Delegacia e ele fora atingido por um projétil de arma de fogo, morrendo instantaneamente.
"Porém, zombaram dos mensageiros de Deus e desprezaram suas palavras e mofaram dos seus profetas até que o furor do Senhor subiu tanto contra o seu povo, que não mais nenhum remédio houve" (2 Cr 36.16).
A família do crente constituiu um advogado. Este tomou as medidas jurídicas cabíveis, aconselhou o rapaz a voltar-se para Deus, conseguiu uma declaração do pastor, e uma matrícula em escola noturna, bem como trabalho com carteira assinada; enfim, tudo que pudesse provar estar integrado o moço em uma vida honesta. Respondeu em liberdade, e, no julgamento, o próprio promotor público pediu a sua absolvição.
Regozijando ainda pelo resultado alcançado pelas orações e pelo trabalho, o advogado foi procurado por outra mãe aflita, com o filho da mesma idade, em idêntica situação. Fora preso na Zona Sul da cidade e estava há dois meses numa cela da Delegacia. Procurou o rapaz e contou-lhe a experiência do caso anterior.
- Você precisa confessar que fez isso num momento de insensatez, que vai integrar-se na vida honesta, voltar para a igreja, para a escola, para um trabalho.
- Não, doutor. O senhor está enganado - disse o jovem. - Eu não vou me regenerar.
O advogado procurou a senhora crente e lhe deu a triste notícia:
- Não posso defender o seu filho. Ele não pretende cooperar. Seria perder o meu tempo e o seu dinheiro.
Uma semana depois a imprensa publicou a morte daquele rapaz. Tinha havido uma rebelião no xadrez da Delegacia e ele fora atingido por um projétil de arma de fogo, morrendo instantaneamente.
"Porém, zombaram dos mensageiros de Deus e desprezaram suas palavras e mofaram dos seus profetas até que o furor do Senhor subiu tanto contra o seu povo, que não mais nenhum remédio houve" (2 Cr 36.16).
20/11/2010
Perdão Revogado
O rei chamou à sua presença o homem que ele havia perdoado, e disse: "Seu malvado miserável! Eu lhe perdoei aquela dívida enorme, só porque você me pediu - você não devia ter pena dos outros, do mesmo modo como eu tive de você?" Então o rei, irado, mandou o homem ser duramente castigado, até pagar o último centavo que devia. Assim meu Pai celeste fará, se vocês se recusarem a perdoar verdadeiramente os seus irmãos. S. Mat. 18:32-35 (A Bíblia Viva).
Alguns anos atrás, um homem do Estado de Kentucky, EUA, chamado Lucien Young, soube que um velho amigo dele, Samuel Holmes, se encontrava numa penitenciária e ainda tinha mais oito anos de pena por cumprir. Dirigindo-se à prisão, Lucien perguntou ao carcereiro se poderia conversar com seu velho amigo. Recebeu permissão. Por quase duas horas os dois conversaram e riram, recordando algumas de suas travessuras da juventude.
Posteriormente Lucien, que era bom amigo do governador Blackburn, foi à mansão do Executivo e pediu que o governador perdoasse o seu amigo. O governador pediu o prazo de uma semana para pensar no assunto. Quando a semana terminou, Lucien retornou ao escritório do governador.
- Aqui está o perdão - disse o governador, estendendo o documento a Lucien. - Mas antes de entregá-lo a Samuel, quero que você converse mais algumas horas com ele. Se ao final da conversa você achar que ele deve mesmo ser perdoado, eu lhe concederei a liberdade condicional, desde que você se responsabilize.
- Entendido - disse Lucien.
Lucien correu à prisão e mais uma vez obteve licença para conversar com seu amigo. Durante o transcorrer da visita, Lucien perguntou casualmente:
- Sam, quando você sair daqui, eu gostaria que se tornasse meu sócio. Concorda? Posso até ver se consigo tirá-lo daqui antes do término de sua pena.
Sam ficou em pé e caminhou um pouco de um lado para outro. Quando voltou a falar com Lucien, disse:
- Está bem. Mas antes de qualquer outra coisa, terei de resolver um negócio.
- Que negócio, Sam?
- Primeiro, vou matar o juiz e depois a testemunha que me mandou para cá.
Lucien saiu da prisão e devolveu ao governador o documento do perdão. Você o censuraria?
Se nós não perdoamos aos outros, seria de admirar que Deus revogasse o perdão que nos concede? (Ver Eze. 18:24 e 25.)
Alguns anos atrás, um homem do Estado de Kentucky, EUA, chamado Lucien Young, soube que um velho amigo dele, Samuel Holmes, se encontrava numa penitenciária e ainda tinha mais oito anos de pena por cumprir. Dirigindo-se à prisão, Lucien perguntou ao carcereiro se poderia conversar com seu velho amigo. Recebeu permissão. Por quase duas horas os dois conversaram e riram, recordando algumas de suas travessuras da juventude.
Posteriormente Lucien, que era bom amigo do governador Blackburn, foi à mansão do Executivo e pediu que o governador perdoasse o seu amigo. O governador pediu o prazo de uma semana para pensar no assunto. Quando a semana terminou, Lucien retornou ao escritório do governador.
- Aqui está o perdão - disse o governador, estendendo o documento a Lucien. - Mas antes de entregá-lo a Samuel, quero que você converse mais algumas horas com ele. Se ao final da conversa você achar que ele deve mesmo ser perdoado, eu lhe concederei a liberdade condicional, desde que você se responsabilize.
- Entendido - disse Lucien.
Lucien correu à prisão e mais uma vez obteve licença para conversar com seu amigo. Durante o transcorrer da visita, Lucien perguntou casualmente:
- Sam, quando você sair daqui, eu gostaria que se tornasse meu sócio. Concorda? Posso até ver se consigo tirá-lo daqui antes do término de sua pena.
Sam ficou em pé e caminhou um pouco de um lado para outro. Quando voltou a falar com Lucien, disse:
- Está bem. Mas antes de qualquer outra coisa, terei de resolver um negócio.
- Que negócio, Sam?
- Primeiro, vou matar o juiz e depois a testemunha que me mandou para cá.
Lucien saiu da prisão e devolveu ao governador o documento do perdão. Você o censuraria?
Se nós não perdoamos aos outros, seria de admirar que Deus revogasse o perdão que nos concede? (Ver Eze. 18:24 e 25.)
O que o Perdão Pode Fazer por Você
Bem-aventurado aquele cuja iniqüidade é perdoada, cujo pecado é coberto. Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não atribui iniqüidade, e em cujo espírito não há dolo. Sal. 32:1 e 2.
Dois dias antes do Natal, Frank e Elizabeth Morris receberam um telefonema dizendo-lhes que seu filho único, Ted, de 18 anos de idade, havia sido ferido num grave acidente. A pessoa os instruía a procurar com urgência um grande hospital em Nashville, Estado do Tennessee. Quando chegaram ao hospital, um neurocirurgião lhes deu a triste notícia: Ted estava morto.
No dia seguinte, na delegacia, o casal Morris ficou sabendo que o outro motorista, Tommy Pigage, havia sofrido apenas ferimentos leves. Por ocasião do acidente, o seu nível de álcool no sangue estava três vezes acima do limite legal. Ele foi acusado como assassino, mas depois de confessar-se culpado a acusação foi reduzida para homicídio culposo. Meses mais tarde, foi sentenciado a apenas cinco anos de sursis com a estipulação de que, se violasse a sentença, teria de cumprir uma pena de dez anos na prisão. Dizer que o casal Morris (especialmente Elizabeth) ficou revoltado com uma sentença tão branda, é dizer pouco.
Mais tarde, numa reunião de mães para protestar contra o ato de dirigir sob a influência do álcool, Elizabeth ouviu Tommy contar que, ao saber da morte de Ted, ele não conseguira parar de chorar. Alguns dias mais tarde, entretanto, ele foi apanhado bebendo e levado para cumprir sua pena de dez anos.
Apesar das emoções contraditórias, Elizabeth, uma cristã, começou a visitar Tommy na cadeia. Um dia, enquanto conversavam, ele implorou perdão.
- Eu lhe perdôo - respondeu Elizabeth, acrescentando: - e gostaria que você me perdoasse por eu tê-lo odiado.
- Ah, Sra. Morris, é claro - disse ele com emoção.
Numa visita posterior, Tommy contou a Elizabeth que queria muito parar de beber, mas não conseguia. Ela lhe garantiu que ele poderia, com a ajuda de Deus. E ele conseguiu!
No dia 12 de janeiro de 1985, Tommy foi batizado. Mais tarde, ficou em liberdade condicional. O casal Morris começou a levá-lo para seu lar e a tratá-lo como filho. Escrevendo para a edição de janeiro de 1986 da revista Guidepost, Elizabeth disse que, depois disso, começou a sentir a paz que só Deus pode dar. E Tommy? Ele é uma pessoa diferente!
É isso que pode acontecer quando perdoamos - e somos perdoados.
Dois dias antes do Natal, Frank e Elizabeth Morris receberam um telefonema dizendo-lhes que seu filho único, Ted, de 18 anos de idade, havia sido ferido num grave acidente. A pessoa os instruía a procurar com urgência um grande hospital em Nashville, Estado do Tennessee. Quando chegaram ao hospital, um neurocirurgião lhes deu a triste notícia: Ted estava morto.
No dia seguinte, na delegacia, o casal Morris ficou sabendo que o outro motorista, Tommy Pigage, havia sofrido apenas ferimentos leves. Por ocasião do acidente, o seu nível de álcool no sangue estava três vezes acima do limite legal. Ele foi acusado como assassino, mas depois de confessar-se culpado a acusação foi reduzida para homicídio culposo. Meses mais tarde, foi sentenciado a apenas cinco anos de sursis com a estipulação de que, se violasse a sentença, teria de cumprir uma pena de dez anos na prisão. Dizer que o casal Morris (especialmente Elizabeth) ficou revoltado com uma sentença tão branda, é dizer pouco.
Mais tarde, numa reunião de mães para protestar contra o ato de dirigir sob a influência do álcool, Elizabeth ouviu Tommy contar que, ao saber da morte de Ted, ele não conseguira parar de chorar. Alguns dias mais tarde, entretanto, ele foi apanhado bebendo e levado para cumprir sua pena de dez anos.
Apesar das emoções contraditórias, Elizabeth, uma cristã, começou a visitar Tommy na cadeia. Um dia, enquanto conversavam, ele implorou perdão.
- Eu lhe perdôo - respondeu Elizabeth, acrescentando: - e gostaria que você me perdoasse por eu tê-lo odiado.
- Ah, Sra. Morris, é claro - disse ele com emoção.
Numa visita posterior, Tommy contou a Elizabeth que queria muito parar de beber, mas não conseguia. Ela lhe garantiu que ele poderia, com a ajuda de Deus. E ele conseguiu!
No dia 12 de janeiro de 1985, Tommy foi batizado. Mais tarde, ficou em liberdade condicional. O casal Morris começou a levá-lo para seu lar e a tratá-lo como filho. Escrevendo para a edição de janeiro de 1986 da revista Guidepost, Elizabeth disse que, depois disso, começou a sentir a paz que só Deus pode dar. E Tommy? Ele é uma pessoa diferente!
É isso que pode acontecer quando perdoamos - e somos perdoados.
O que o Perdão pode Fazer
Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. S. Luc. 23:34.
Wilfred T. Grenfell, famoso médico missionário, nasceu em 1865. Em 1892, ainda na faixa dos vinte anos, ele dedicou sua vida ao povo da costa oriental do Canadá, onde serviu ao seu Senhor até cinco anos antes de sua morte, em 1940. Certa vez, quando lhe perguntaram o que o havia influenciado para que dedicasse a vida ao trabalho cristão humanitário naquela fria e agreste região do Labrador, aqui está a razão que ele deu:
Certa noite, uma senhora foi levada para a sala de emergência do hospital onde ele trabalhava. Era evidente que não havia esperança de vida para ela. Segundo o depoimento de testemunhas, o marido dela havia chegado bêbado em casa e, num ímpeto de ira, jogara contra ela um lampião aceso de querosene. Os vizinhos chamaram a polícia. O marido, que começava a ficar sóbrio, e um oficial foram até o leito onde ela se encontrava. O oficial curvou-se e perguntou àquela senhora exatamente o que havia ocorrido. A princípio ela recusou-se a dizer qualquer coisa, mas ele insistiu. Por fim, ela simplesmente disse: "Senhor, foi apenas um acidente." E morreu pouco depois.
Grenfell disse que se o amor podia perdoar uma agressão daquela magnitude, ele queria seguir o exemplo de Jesus e dedicar a vida ao ministério em favor dos outros. Será que o perdão daquela senhora exerceu um efeito semelhante sobre o marido? Não sei, mas vamos esperar que sim.
Perdoar aqueles que nos ofenderam, aqueles que sob um ponto de vista humano não merecem perdão, pode exercer um poderoso efeito para o bem. Quando Jesus perdoou aqueles que O crucificavam, causou uma impressão profunda em muitos dos responsáveis por Sua morte. Atos 6:7 diz que, subseqüentemente, "muitíssimos sacerdotes obedeciam à fé".
Algo semelhante pode ter acontecido quando Estêvão perdoou aqueles que o apedrejaram até à morte (ver Atos 7:58-60). Não é improvável que a conversão de Saulo tenha brotado daquela experiência.
Quando você e eu fazemos como Jesus fez, e perdoamos espontaneamente aqueles que nos magoaram, o efeito sobre eles também pode ser o mesmo - mas não conte com isso. Afinal de contas, nosso objetivo na vida como cristãos é seguir o exemplo de Cristo, e não fazer com que os outros se sintam mal por ter-nos prejudicado.
Wilfred T. Grenfell, famoso médico missionário, nasceu em 1865. Em 1892, ainda na faixa dos vinte anos, ele dedicou sua vida ao povo da costa oriental do Canadá, onde serviu ao seu Senhor até cinco anos antes de sua morte, em 1940. Certa vez, quando lhe perguntaram o que o havia influenciado para que dedicasse a vida ao trabalho cristão humanitário naquela fria e agreste região do Labrador, aqui está a razão que ele deu:
Certa noite, uma senhora foi levada para a sala de emergência do hospital onde ele trabalhava. Era evidente que não havia esperança de vida para ela. Segundo o depoimento de testemunhas, o marido dela havia chegado bêbado em casa e, num ímpeto de ira, jogara contra ela um lampião aceso de querosene. Os vizinhos chamaram a polícia. O marido, que começava a ficar sóbrio, e um oficial foram até o leito onde ela se encontrava. O oficial curvou-se e perguntou àquela senhora exatamente o que havia ocorrido. A princípio ela recusou-se a dizer qualquer coisa, mas ele insistiu. Por fim, ela simplesmente disse: "Senhor, foi apenas um acidente." E morreu pouco depois.
Grenfell disse que se o amor podia perdoar uma agressão daquela magnitude, ele queria seguir o exemplo de Jesus e dedicar a vida ao ministério em favor dos outros. Será que o perdão daquela senhora exerceu um efeito semelhante sobre o marido? Não sei, mas vamos esperar que sim.
Perdoar aqueles que nos ofenderam, aqueles que sob um ponto de vista humano não merecem perdão, pode exercer um poderoso efeito para o bem. Quando Jesus perdoou aqueles que O crucificavam, causou uma impressão profunda em muitos dos responsáveis por Sua morte. Atos 6:7 diz que, subseqüentemente, "muitíssimos sacerdotes obedeciam à fé".
Algo semelhante pode ter acontecido quando Estêvão perdoou aqueles que o apedrejaram até à morte (ver Atos 7:58-60). Não é improvável que a conversão de Saulo tenha brotado daquela experiência.
Quando você e eu fazemos como Jesus fez, e perdoamos espontaneamente aqueles que nos magoaram, o efeito sobre eles também pode ser o mesmo - mas não conte com isso. Afinal de contas, nosso objetivo na vida como cristãos é seguir o exemplo de Cristo, e não fazer com que os outros se sintam mal por ter-nos prejudicado.
Amar os Inimigos
Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem. S. Mat. 5:43 e 44.
Durante a Guerra da Independência dos Estados Unidos, um homem chamado Wildman, de Efrata, Estado da Pensilvânia, adquiriu má reputação por ter agredido verbalmente o Pastor Peter Miller, da igreja de Dunker, na mesma cidade. Wildman alistou-se no exército. Enquanto ainda estava prestando serviço, descobriu-se que ele era um espião. Foi julgado, condenado e sentenciado à forca.
Miller ficou sabendo da sentença. Seu coração foi tocado. Caminhou 95 quilômetros até Filadélfia para interceder em favor de Wildman. Quando apresentou sua súplica perante o general George Washington, este respondeu:
- Lamento, mas não posso atender o pedido para poupar a vida de seu amigo.
- Mas, senhor, ele não é meu amigo - explicou Miller. - É meu pior inimigo.
- Quer dizer que o senhor caminhou 95 quilômetros para suplicar pela vida de seu inimigo? Isso coloca a questão sob um ângulo totalmente diferente. Vou deferir seu pedido.
Washington assinou o documento de perdão e entregou-o a Miller, que caminhou mais 25 quilômetros até onde Wildman se encontrava aguardando a execução. Quando Wildman viu que Miller se aproximava, comentou sarcasticamente com seus companheiros de sentença:
- Lá vem chegando o velho Peter. Veio para assistir ao meu enforcamento.
Nem bem Wildman havia acabado de dizer isso, quando Miller se enfiou pela multidão e entregou ao homem condenado o documento que o perdoava.
Durante a Guerra da Independência dos Estados Unidos, um homem chamado Wildman, de Efrata, Estado da Pensilvânia, adquiriu má reputação por ter agredido verbalmente o Pastor Peter Miller, da igreja de Dunker, na mesma cidade. Wildman alistou-se no exército. Enquanto ainda estava prestando serviço, descobriu-se que ele era um espião. Foi julgado, condenado e sentenciado à forca.
Miller ficou sabendo da sentença. Seu coração foi tocado. Caminhou 95 quilômetros até Filadélfia para interceder em favor de Wildman. Quando apresentou sua súplica perante o general George Washington, este respondeu:
- Lamento, mas não posso atender o pedido para poupar a vida de seu amigo.
- Mas, senhor, ele não é meu amigo - explicou Miller. - É meu pior inimigo.
- Quer dizer que o senhor caminhou 95 quilômetros para suplicar pela vida de seu inimigo? Isso coloca a questão sob um ângulo totalmente diferente. Vou deferir seu pedido.
Washington assinou o documento de perdão e entregou-o a Miller, que caminhou mais 25 quilômetros até onde Wildman se encontrava aguardando a execução. Quando Wildman viu que Miller se aproximava, comentou sarcasticamente com seus companheiros de sentença:
- Lá vem chegando o velho Peter. Veio para assistir ao meu enforcamento.
Nem bem Wildman havia acabado de dizer isso, quando Miller se enfiou pela multidão e entregou ao homem condenado o documento que o perdoava.
Lições dos Pássaros
Por acaso foi a sua inteligência que ensinou o falcão a voar em direção ao sul? Jó 39:26 (A Bíblia Viva).
A migração das aves é um exemplo das providências de Deus em favor de melhores condições de vida e abastecimento. Calcula-se que uns dez bilhões de pássaros se envolvam em vôos migratórios. Aqui estão alguns exemplos notáveis: o maçarico do Alasca voa milhares de quilômetros sobre o Oceano Pacífico até às ilhas do Havaí. Um papa-figo de Baltimore foi reconhecido como tendo viajado até à América do Sul e retornado para a mesma árvore em Nova Iorque. A tarambola dourada voa 4.000 quilômetros de Newfoundland até a Colômbia, no outono. Uma espécie de picanço cobre os 5.600 quilômetros da Ásia Central até à África Central.
A andorinha-do-mar do Ártico tem um dos mais longos padrões de migração entre as aves. Ela voa do Círculo Ártico até à Antártica no fim do verão, uma distância de uns 17.000 quilômetros. Retoma o vôo da Antártica ao Ártico na primavera seguinte, gastando aproximadamente dois meses em cada viagem.
Os pombos-correios têm a capacidade de orientar-se em relação com o sol e o ninho de origem. Mas em dias nublados, utilizam células especiais, as quais são sensíveis ao campo magnético da terra.
Jeremias fala de vários outros tipos de aves com instintos migratórios. Diz ele: "A cegonha, a rola, a andorinha e o grou sabem exatamente quando devem voar para outras terras por causa do inverno; também sabem a hora de voltar. Mas o Meu povo não respeita as leis do Senhor." Jer. 8:7, A Bíblia Viva.
Os seres humanos têm menos instintos naturais do que as aves. Mas o Criador implantou em nós algo que Ele não concedeu aos pássaros ou a qualquer outro animal: a faculdade moral da escolha. A razão pela qual Ele o fez foi para que nosso amor por Ele brotasse livremente, por apreciarmos o Seu caráter de amor. Somente esse tipo de amor compensa.
Israel cometeu um trágico erro quando se recusou a aceitar a lei de amor de Deus. Você e eu podemos aprender com o erro deles.
A migração das aves é um exemplo das providências de Deus em favor de melhores condições de vida e abastecimento. Calcula-se que uns dez bilhões de pássaros se envolvam em vôos migratórios. Aqui estão alguns exemplos notáveis: o maçarico do Alasca voa milhares de quilômetros sobre o Oceano Pacífico até às ilhas do Havaí. Um papa-figo de Baltimore foi reconhecido como tendo viajado até à América do Sul e retornado para a mesma árvore em Nova Iorque. A tarambola dourada voa 4.000 quilômetros de Newfoundland até a Colômbia, no outono. Uma espécie de picanço cobre os 5.600 quilômetros da Ásia Central até à África Central.
A andorinha-do-mar do Ártico tem um dos mais longos padrões de migração entre as aves. Ela voa do Círculo Ártico até à Antártica no fim do verão, uma distância de uns 17.000 quilômetros. Retoma o vôo da Antártica ao Ártico na primavera seguinte, gastando aproximadamente dois meses em cada viagem.
Os pombos-correios têm a capacidade de orientar-se em relação com o sol e o ninho de origem. Mas em dias nublados, utilizam células especiais, as quais são sensíveis ao campo magnético da terra.
Jeremias fala de vários outros tipos de aves com instintos migratórios. Diz ele: "A cegonha, a rola, a andorinha e o grou sabem exatamente quando devem voar para outras terras por causa do inverno; também sabem a hora de voltar. Mas o Meu povo não respeita as leis do Senhor." Jer. 8:7, A Bíblia Viva.
Os seres humanos têm menos instintos naturais do que as aves. Mas o Criador implantou em nós algo que Ele não concedeu aos pássaros ou a qualquer outro animal: a faculdade moral da escolha. A razão pela qual Ele o fez foi para que nosso amor por Ele brotasse livremente, por apreciarmos o Seu caráter de amor. Somente esse tipo de amor compensa.
Israel cometeu um trágico erro quando se recusou a aceitar a lei de amor de Deus. Você e eu podemos aprender com o erro deles.
Deus Deseja Pronta Obediência
Os estrangeiros se Me sujeitaram; ouvindo a Minha voz, Me obedeceram. II Sam. 22:45.
Jenny, uma jovem norueguesa na faixa dos 20 anos de idade, trabalhava como cabeleireira na cidade de Nova Iorque na metade da década de 70. Vivia com um homem casado com outra mulher, num apartamento próximo ao salão de beleza onde trabalhava. No mesmo prédio de apartamentos morava uma moça brasileira, cristã, de nome Maria do Carmo. Maria do Carmo fez amizade com Jenny e começou a partilhar sua fé com ela. Não demorou muito para que Jenny aceitasse a Jesus como Salvador.
Certo dia, Maria do Carmo disse a Jenny que não era correto viver com um homem casado. Até àquele momento, Jenny nunca havia pensado na possibilidade de estar fazendo algo errado, mas quando o Espírito Santo a convenceu de que o que ela estava fazendo era pecaminoso, acabou com o relacionamento imediatamente. A separação foi dolorosa, mas ela estava decidida a servir a Deus de todo o coração, custasse o que custasse.
Não muito tempo depois que ela terminou o seu romance ilícito, conheci Jenny em um retiro de fim-de-semana, para o qual eu havia sido convidado como um dos pregadores. Durante minhas horas de folga, estudei a Bíblia com ela e respondi às suas perguntas. Poucas vezes encontrei uma pessoa tão decidida a abandonar o pecado de imediato como Jenny. Mais tarde, fiquei sabendo que ela retornara para a Noruega e, apesar da oposição dos familiares, se havia tornado obreira bíblica.
Vi Jenny pela última vez na Inglaterra, em 1982. Ela me contou, durante a breve conversa que tivemos, que ela estava com câncer terminal e tinha apenas pouco tempo de vida. Não muito tempo depois disso, fiquei sabendo que ela falecera, fiel ao seu Senhor até o fim.
O Espírito Santo convence do pecado (ver S. João 16:8). Mas poucos agem tão rapidamente como Jenny. A convicção leva ao arrependimento, e o arrependimento significa tristeza pelo pecado. Mas significa mais do que entristecer-se por causa do pecado. Quer dizer também abandoná-lo. Embora muitos sintam tristeza pelo pecado (especialmente quando são apanhados em flagrante), quantos se entristecem o suficente para deixá-lo assim que sentem a convicção?
O Senhor "é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça". II S. Ped. 3:9. Graças por isso! Mas Ele não ficaria mais contente ainda se abandonássemos o pecado logo que o Espírito Santo nos convencesse, em vez de ficarmos abusando de Sua misericórdia?
Jenny, uma jovem norueguesa na faixa dos 20 anos de idade, trabalhava como cabeleireira na cidade de Nova Iorque na metade da década de 70. Vivia com um homem casado com outra mulher, num apartamento próximo ao salão de beleza onde trabalhava. No mesmo prédio de apartamentos morava uma moça brasileira, cristã, de nome Maria do Carmo. Maria do Carmo fez amizade com Jenny e começou a partilhar sua fé com ela. Não demorou muito para que Jenny aceitasse a Jesus como Salvador.
Certo dia, Maria do Carmo disse a Jenny que não era correto viver com um homem casado. Até àquele momento, Jenny nunca havia pensado na possibilidade de estar fazendo algo errado, mas quando o Espírito Santo a convenceu de que o que ela estava fazendo era pecaminoso, acabou com o relacionamento imediatamente. A separação foi dolorosa, mas ela estava decidida a servir a Deus de todo o coração, custasse o que custasse.
Não muito tempo depois que ela terminou o seu romance ilícito, conheci Jenny em um retiro de fim-de-semana, para o qual eu havia sido convidado como um dos pregadores. Durante minhas horas de folga, estudei a Bíblia com ela e respondi às suas perguntas. Poucas vezes encontrei uma pessoa tão decidida a abandonar o pecado de imediato como Jenny. Mais tarde, fiquei sabendo que ela retornara para a Noruega e, apesar da oposição dos familiares, se havia tornado obreira bíblica.
Vi Jenny pela última vez na Inglaterra, em 1982. Ela me contou, durante a breve conversa que tivemos, que ela estava com câncer terminal e tinha apenas pouco tempo de vida. Não muito tempo depois disso, fiquei sabendo que ela falecera, fiel ao seu Senhor até o fim.
O Espírito Santo convence do pecado (ver S. João 16:8). Mas poucos agem tão rapidamente como Jenny. A convicção leva ao arrependimento, e o arrependimento significa tristeza pelo pecado. Mas significa mais do que entristecer-se por causa do pecado. Quer dizer também abandoná-lo. Embora muitos sintam tristeza pelo pecado (especialmente quando são apanhados em flagrante), quantos se entristecem o suficente para deixá-lo assim que sentem a convicção?
O Senhor "é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça". II S. Ped. 3:9. Graças por isso! Mas Ele não ficaria mais contente ainda se abandonássemos o pecado logo que o Espírito Santo nos convencesse, em vez de ficarmos abusando de Sua misericórdia?
20/09/2010
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