16/10/2011

Dicas para a Vida

Saia de casa só pelo gosto de caminhar.
Sorria para todos.
Faça um album de família.
Conte estrelas.
Telefone para seus amigos.
Diga: "Amo muito você!"
Converse com Deus.
Volte a ser criança.
Pule corda.
Apague de vez a palavra "rancor".
Diga "sim".
De uma boa risada!
Leia um livro.
Peça ajuda.
Corra.
Cumpra uma promessa. 
Cante uma canção.
Lembre o aniversario de seus amigos.
Ajude algum doente.
Pule para se divertir.
Mude de penteado.
Seja disponível para escutar.
Deixe seu pensamento viajar.
Retribua um favor.
Termine aquele projeto.
Quebre uma rotina.
Tome um banho de espuma.
Escreva uma lista de coisas que lhe dão prazer.
Faça uma visita.
Sonhe acordado.
Desligue o televisor e converse.
Permita-se errar.
Retribua uma gentileza.
Escute os gritos.
Agradeça a DEUS pelo sol.
Aceite um elogio.
Perdoe-se...
Deixe que alguém cuide de você.
Demonstre que esta feliz.
Faça alguma coisa que sempre desejou.
Toque a ponta dos pés.
Olhe com atenção uma flor.
Só por hoje evite dizer "não posso".
Cante no chuveiro.
Viva intensamente cada minuto de Deus.
Inicie uma tradição familiar.
Faça um piquenique no quintal.
Não se preocupe.
Tenha coragem das pequenas coisas.
Ajude um vizinho idoso.
Afague uma criança.
Reveja fotos antigas.
Escute um amigo.
Feche os olhos e imagine as ondas do mar.
Brinque com seu mascote.
Permita-se brilhar.
Dê uma palmadinha nas suas próprias costas.
Torça pelo seu time.
Pinte um quadro.
Cumprimente um novo vizinho.
Compre um presente para você mesmo.
Mude alguma coisa.
Delegue tarefas.
Diga "bem-vindo" a quem chegou.
Permita que alguém o ajude.
Agradeça!
Saiba que não está só.
Decida-se a viver com "paixão": sem ela nada de grande se consegue.

A Águia Ferida por uma Flecha

Voava uma águia nas alturas quando foi atingida por uma flecha e caiu ao chão, mortalmente ferida. Em seus últimos momentos, a águia reparou que a flecha que a havia ferido trazia penas em uma das extremidades. "Triste o nosso fim", lamentou a águia, "que damos ao inimigo as armas para nossa própria destruição".

A Águia e o Pardal

O sol anunciava o final de mais um dia e lá, entre as árvores, estava Andala, um pardal que não se cansava de observar Yan, a grande águia. Seu vôo preciso, perfeito, enchia seus olhos de admiração. Sentia vontade em voar como a águia, mas não sabia como o fazer. Sentia vontade em ser forte como a águia, mas não conseguia assim ser. Todavia, não cansava de segui-la por entre as árvores só para vislumbrar tamanha beleza... Um dia estava a voar por entre a mata a observar o vôo de Yan, e de repente a águia sumiu da sua visão. Voou mais rápido para reencontrá-la, mas a águia havia desaparecido. Foi quando levou um enorme susto: deparou de uma forma muito repentina com a grande águia a sua frente. Tentou conter o seu vôo, mas foi impossível, acabou batendo de frente com o belo pássaro. Caiu desnorteado no chão e quando voltou a si, pode ver aquele pássaro imenso bem ao seu lado observando-o. Sentiu um calafrio no peito, suas asas ficaram arrepiadas e pôs-se em posição de luta. A águia em sua quietude apenas o olhava calma e mansamente, e com uma expressão séria, perguntou-lhe: -Por que estás a me vigiar, Andala? - Quero ser uma águia como tu, Yan. Mas, meu vôo é baixo, pois minhas asas são curtas e vislumbro pouco por não conseguir ultrapassar meus limites. -E como te sentes amigo sem poder desfrrutar, usufruir de tudo aquilo que está além do que podes alcançar com tuas pequenas asas? -Sinto tristeza. Uma profunda tristeza.. A vontade é muito grande de realizar este sonho... -O pardal suspirou olhando para o chão... E disse: - Todos os dias acordo muito cedo para vê-la voar e caçar. És tão única, tão bela. Passo o dia a observar-te. -E não voas? Ficas o tempo inteiro a me observar? Indagou Yan. -Sim. A grande verdade é que gostaria de voar como tu voas... Mas as tuas alturas são demasiadas para mim e creio não ter forças para suportar os mesmos ventos que, com graça e experiência, tu cortas harmoniosamente... -Andala, bem sabes que a natureza de cada um de nós é diferente, e isto não quer dizer que nunca poderás voar como uma águia. Sê firme em teu propósito e deixa que a águia que vive em ti possa dar rumos diferentes aos teus instintos. Se abrires apenas uma fresta para que esta águia que está em ti possa te guiar, esta dar-te-á a possibilidade de vires a voar tão alto como eu. Acredita! -E assim, a águia preparou-se para levantar vôo, mas voltou-se novamente ao pequeno pássaro que a ouvia atentamente: -Andala, apenas mais uma coisa: Não poderás voar como uma águia, se não treinares incansavelmente por todos os dias. O treino é o que dá conhecimento, fortalecimento e compreensão para que possas dar realidade aos teus sonhos. Se não pões em prática a tua vontade, teu sonho sempre será apenas um sonho. Esta realidade é apenas para aqueles que não temem quebrar limites, crenças, conhecendo o que deve ser realmente conhecido. É para aqueles que acreditam serem livres, e quando trazes a liberdade em teu coração poderás adquirir as formas que desejares, pois já não estarás apegado a nenhuma delas, serás livre! Um pardal poderá, sempre, transformar-se numa águia, se esta for sua vontade. Confia em ti e voa, entrega tuas asas aos ventos e aprende o equilíbrio com eles. Tudo é possível para aqueles que compreenderam que são seres livres, basta apenas acreditar, basta apenas confiar na tua capacidade em aprender e ser feliz com tua escolha!

A Águia e a Galinha

Leonardo Boff História contada por James Aggrey, político e educador em Gana, numa reunião de lideranças populares, que discutiam os caminhos de libertação do domínio colonial inglês. “Era uma vez um camponês que foi à floresta vizinha apanhar um pássaro para mantê-lo cativo em sua casa. Conseguiu pegar um filhote de águia. Colocou-o no galinheiro junto com as galinhas. Comia milho e rações próprias para galinhas. Embora a águia fosse a rainha de todos os pássaros”. Depois de cinco anos, este homem recebeu em sua casa a visita de um naturalista. Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista: __ Esse pássaro aí não é galinha. É uma águia. De fato – disse o camponês. É águia. Mas eu criei como galinha. Ela não é mais uma águia. Transformou-se em galinha como as outras, apesar das asas de quase três metros de extensão. Não – retrucou o naturalista. Ela é e será sempre uma águia. Pois tem um coração de águia. Este coração fará um dia voar às alturas. Não, não – insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como águia. Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e desafiando-a disse: __ Já que você de fato é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, então abra suas asas e voe! A águia pousou sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas. O camponês comentou: __ Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha! __ Não – tornou a insistir o naturalista. Ela é uma águia. E uma águia será sempre uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã. No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa. Sussurrou-lhe: __ Águia, já que você é uma águia, abra suas asas e voe! Mas quando a águia viu lá embaixo as galinhas, ciscando o chão, pulou e foi para junto delas. O camponês sorriu e voltou à carga: __ Eu lhe havia dito, ela virou galinha! __ Não – respondeu firmemente o naturalista. Ela é águia, possuirá sempre um coração de águia. Vamos experimentar ainda uma última vez. Amanhã a farei voar. No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram cedo. Pegaram a águia, levaram-na para fora da cidade, longe das casas dos homens, no alto de uma montanha. O sol nascente dourava os picos das montanhas. O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe: __ Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra suas asas e voe! A águia olhou ao redor. Tremia como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, para que seus olhos pudessem encher-se da claridade solar e da vastidão do horizonte. Nesse momento, ela abriu suas potentes asas, grasnou com o típico kau-kau das águias e ergueu-se, soberana, sobre si mesma. E começou a voar, a voar para o alto, a voar cada vez para mais alto. Voou... voou... até confundir-se com o azul do firmamento...” E Aggrey terminou conclamando: __ Irmãos e irmãs! Nós fomos criados à imagem e semelhança de Deus! Mas houve pessoas que nos fizeram pensar como galinhas. E muito de nós ainda acham que somos efetivamente galinhas. Mas nós somos águias. Por isso, companheiros e companheiras, abramos as asas e voemos. Voemos como águias. Jamais nos contentemos com os grãos que nos jogarem aos pés para ciscar. Texto extraído do Livro “A Águia e a Galinha”

A Águia

A águia empurra gentilmente seus filhotes para a beirada do ninho. Seu coração maternal se acelera com as emoções conflitantes, ao mesmo tempo em que ela sente a resistência dos filhotes aos seus persistentes cutucões: “Por que a emoção de voar tem que começar com o medo de cair?”, ela pensou. Esta questão secular ainda não estava respondida para ela... Como manda a tradição da espécie, o ninho estava localizado bem no alto de um pico rochoso, nas fendas protetoras de um dos lados dessa rocha. Abaixo dele, somente o abismo e o ar para sustentar as asas dos filhotes. “E se justamente agora isto não funcionar?”, ela pensou. Apesar do medo, a águia sabia que aquele era o momento. Sua missão maternal estava prestes a se completar. Restava ainda uma tarefa final.... o empurrão. A águia tomou-se da coragem que vinha de sua sabedoria interior. Enquanto os filhotes não descobrirem suas asas, não haverá propósito para sua vida. Enquanto eles não aprenderem a voar, não compreenderão o privilégio que é nascer uma águia. O empurrão era o maior presente que ela podia oferecer-lhes. Era seu supremo ato de amor. E então, um a um, ela os precipitou para o abismo... e eles voaram! Já faz muito tempo que a mediocridade tenta fazer-nos obedecê-la! Já faz muito tempo que damos atenção aos que nos perguntam: “Por que ser diferente?”, ou que racionalizam: “Vamos fazer apenas o mínimo exigido”. Já faz muito tempo que concordamos em dar menos do que o melhor de nós, e ficamos convencidos de que a qualidade, a integridade e a autenticidade são virtudes negociáveis. Assim, cara águia companheira, levante vôo! Quando houver terminado este vôo, terá firmado um compromisso inédito com uma vida de excelência em tudo. Estará tão encorajado que duvido que possa sentir-se satisfeito em viver nas adjacências da mediocridade outra vez. E por que deveríamos satisfazer-se lá embaixo? Erga os olhos e mire tão alto que possa começar a fazer aquilo para que foi criado: um vôo sublime. Há milênios a águia tem sido respeitada pela sua grandeza. Existe algo inspirador na graça impressionante de seu vôo, em sua magnífica envergadura, em suas garras poderosas. Ela plaina sem qualquer esforço em altitudes, insensíveis aos ventos turbulentos que sopram como chicotadas por entre as fendas das montanhas. As águias não voam em bandos e tampouco se conduzem irresponsavelmente. Por serem fortes de coração e solitárias, representam qualidades que admiramos. Certamente você está ciente do fato de o estilo de vida semelhante ao da águia não ser barato. Custa caro ser diferente, especialmente quando a maioria está satisfeita em misturar-se e permanecer como maioria. Não há ímãs na terra mais poderosos, do que a pressão exercida pelos medíocres. Embora todos nós tenhamos apenas uns poucos anos para viver neste pequeno planeta, são raras as pessoas que tomam a decisão de desprezar a “média” e lutar contra a atração forte dos ímãs medíocres. Enfrente o fato – a tarefa é dura! É como diz o velho provérbio “É duro alçar vôo altaneiro, sublime, quando estamos rodeados de tantas galinhas!”

A Abelha e o Beija-flor

Havia em um certo jardim uma abelha que vivia se deliciando do néctar das flores. Todas as manhãs ela saia de sua colmeia e voava por entre as flores, alegre e feliz. Aquele jardim era somente seu. As outras abelhas ficavam perto da colmeia. Ela não. Todos os dias voava longe, até chegar no seu paraíso, onde podia escolher livremente a flor que lhe serviria de banquete. Mas certo dia, ela notou algo diferente. Foi em uma flor e não encontrou o precioso néctar. Foi na outra, e também havia sido sugada. Então ela pensou: -Será que minhas companheiras encontraram meu paraíso? Enquanto pensava nisso, foi surpreendida por uma visão que a deixou atordoada. Perto dela, a poucos metros da flor onde estava, havia um beija flor, sugando o néctar de uma linda rosa vermelha. Furiosa, a abelha voou até ele e, com o ferrão pronto para atacar, disse: - Quem deu permissão para você vir mexer nas minhas flores? Não sabe que este jardim é meu? Espantado, o beija flor olhou para a abelha e disse: -Bom dia, dona abelha! - Que bom dia, nada?. Disse furiosa a abelha. Quem deu permissão para você vir aqui sugar as minhas flores? -Eu não sabia que elas eram suas. Pelo contrário, pensei que elas fossem do Criador. -Elas são minhas, sim. Eu as encontrei primeiro. Não vou dividi-las com ninguém. Eu venho de longe todos os dias para sugar o néctar de cada uma delas. Conheço todas, desde que eram ainda pequenas. Você não tem direito de invadir meu jardim. -Mas existem tantas flores aqui. E, afinal de contas, o Criador disse que temos que repartir o que temos com os outros.... -Mas eu não reparto nada com ninguém. Elas são minhas e pronto. Nesta hora, a abelha foi surpreendida por um pardal, que com muita fome, resolveu arriscar sua sorte, tentando devorar a abelha. Quando ela o viu, voou feito louca por entre as flores, seguida de perto pela ave esfomeada. Já cansada e vendo que iria se tornar um banquete para o pardal, ela olha para o beija flor e implora ajuda. O beija flor então voa na direção do pardal, conversa com ele, que logo voa para longe. Ainda assustada, a abelha pergunta para o beija flor: - O que você disse para ele que fez com que ele fosse embora tão rápido? -Eu lhe disse que ali na frente, não muito longe daqui, há uma casa com um lindo jardim. Nele existem muitas flores, tão bonitas como estas. Disse-lhe também que todas as manhã, por volta desta hora, o jardineiro joga muita comida para os pássaros. E ai eu lhe perguntei se ele não preferiria ir lá para se deliciar ao invés de ficar aqui, onde há apenas uma pequena e solitária abelha como alimento. Vendo que sua vida fora salva pelo beija flor, a abelha disse, um tanto quanto comovida: -Perdoe-me pelo meu egoísmo. Pode vir sempre que quiser colher o néctar destas flores. Afinal, elas são tantas e eu não dou conta de todas. Assim, os dois se tornaram grandes amigos e, todas as manhãs, antes de iniciarem seu banquete, conversavam um pouco sobre tudo aquilo que o Criador havia lhes dado. Quando deixamos de ser egoístas conquistamos grandes amigos e descobrimos que aquilo o Criador nos deu pode ser o caminho para a conquista de grandes amizades.

Voe Mais Alto

Logo após a 2ª Guerra Mundial, um jovem piloto inglês que experimentava o seu frágil avião monomotor numa arrojada aventura ao redor do mundo. Pouco depois de levantar vôo de um dos pequenos e improvisados aeródromos da Índia, ouviu um estranho ruído que vinha de trás de seu assento. Percebeu logo que havia um rato a bordo e que poderia, roendo a cobertura de lona, destruir o seu frágil avião. Poderia voltar ao aeroporto para se livrar de seu incômodo do perigoso e inesperado passageiro. Lembrou-se, contudo, de que os ratos não resistem a grandes alturas. Voando cada vez mais alto, pouco a pouco, cessaram os ruídos que quase punham em perigo a sua viagem. Se o ameaçarem destruir por inveja, calúnia ou maledicência, VOE MAIS ALTO...!!! Se o criticarem, VOE MAIS ALTO...!!! Se fizerem injustiças a você, VOE MAIS ALTO...!!! E... Lembre-se sempre... os "ratos" não resistem ás alturas.

15/10/2011

Um Só Time

Há alguns anos atrás, nas Olimpíadas Especiais de Seattle, nove participantes, todos com deficiência mental ou física, alinharam-se para a largada da corrida dos 100 metros rasos. Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar. Todos, com exceção de um garoto, que tropeçou no asfalto, caiu rolando e começou a chorar. Os outros oito ouviram o choro. Diminuíram o passo e olharam para trás. Então eles viraram e voltaram. Todos eles. Uma das meninas, com Síndrome de Down, ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse: "Pronto, agora vai sarar". E todos os nove competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada. O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos. E as pessoas que estavam ali, naquele dia, continuam repetindo essa história até hoje. Porque?

Perceba o que Você Tem

O dono de um pequeno comércio, amigo do grande poeta Olavo Bilac, abordou-o na rua: -Sr. Bilac, estou precisando vender o meu sítio, que o Senhor tão bem conhece. Poderia redigir o anúncio para o jornal? Olavo Bilac apanhou o papel e escreveu: "Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortada por cristalinas e marejantes águas de um ribeiro. A casa banhada pelo sol nascente oferece a sombra tranqüila das tardes, na varanda". Meses depois, topa o poeta com o homem e pergunta-lhe se havia vendido o sítio. -Nem pense mais nisso, disse o homem. Quando li o anúncio é que percebi a maravilha que tinha. Moral da história: Às vezes, não descobrimos as coisas boas que temos e vamos longe, atrás da miragem de falsos tesouros.

O Prego do Diabo

Temos que arrancar o prego do diabo! Você conhece a história do prego do diabo? A história conta que um homem estava disposto a fazer qualquer coisa a fim de ser milionário; então o diabo mostrou-lhe uma mansão maravilhosa e disse que a daria, com uma condição: "Está vendo aquele prego na parede? É meu, sempre será meu, você aceita?" E o homem aceitou. Anos depois, o homem ofereceu um banquete em sua mansão. Foram convidados os homens mais importantes da cidade. A festa era um luxo e tudo estava superando as expectativas, quando alguém entrou e colocou um pedaço de carniça fedorenta no prego da parede. O dono da mansão mandou chamar os seguranças e expulsou aquele intruso, mas então o diabo apareceu e disse:"Um momento, o prego é meu e eu tenho direito de usá-lo como eu quiser."Se deixarmos Satanás dominar um pequeno cantinho do nosso coração isto é o suficiente para que ele transtorne toda a nossa vida.

Miolo de Pão

Um casal tomava café no dia das suas bodas de ouro. A mulher passou a manteiga na casca do pão e deu para o seu marido, ficando com o miolo. Pensou ela: -Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais meu marido e, por 50 anos, sempre lhe dei o miolo. Mas hoje quis satisfazer o meu desejo". Para sua imediata surpresa o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe disse: -Muito obrigado por este presente, meu amor. Durante 50 anos, sempre quis comer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, eu jamais ousei pedir ! Assim é a vida... Muitas vezes nosso julgamento sobre a felicidade alheia pode ser responsável pela nossa infelicidade... Diálogo, franqueza, com delicadeza sempre, são o melhor remédio.

Gato Preguiçoso

Um gato preguiçoso vivia na casa de sua dona, comendo sua ração na hora que desejava, dormindo quase o dia todo, e vez ou outra brincando com a bola de meia-calça que lhe haviam dado. Certo dia ele viu algo se mexer atrás da cortina amarela da sala, mas não deu atenção, "deve ser o vento" pensou. E logo ouviu sua dona gritando e chamando pelo marido por causa de um rato. O marido cansado de ver ratos pela casa e o gato dormindo no sofá, decidiu mandar o gato embora. A dona, que gostava muito do felino, convenceu o marido a tomar uma decisão melhor: deixaram o bichano sem comida por um mês, e os ratos todos sumiram.

Estratégia

Dizem que havia um cego sentado na calçada, com um boné a seus pés e um pedaço de madeira que, escrito com giz branco, dizia: "Por favor, ajude-me, sou cego". Um publicitário da área de criação que passava em frente a ele parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz, virou-o, pegou o giz e escreveu outro anúncio. Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora. Pela tarde o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola. Agora, o seu boné estava cheio de notas e moedas. O cego reconheceu as pisadas e lhe perguntou se havia sido ele quem reescreveu seu cartaz, sobretudo querendo saber o que havia colocado. O publicitário respondeu: "Nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outras palavras". Sorriu e continuou seu caminho. O cego nunca soube, mas seu novo cartaz dizia: "Hoje é Primavera, e não posso vê-la". Mudemos a estratégia quando não nos acontece alguma coisa.

A Borboleta e a Flor

Certa vez um homem pediu a Deus uma flor e uma borboleta Mas Deus lhe deu um cacto e uma lagarta O homem ficou triste pois não entendeu o porquê do seu pedido vir errado. E então, pensou: "Também, com tanta gente prá atender..." Mas, desistiu, e resolveu não questionar. Passado algum tempo, o homem foi verificar o pedido que deixara esquecido. Para sua surpresa: Do espinhoso e feio cacto havia nascido a mais bela das flores; E a horrível lagarta transformara-se em uma belíssima borboleta. Então, meu amigo, reflita: Deus sempre age certo. O Seu caminho é o melhor, mesmo que aos nossos olhos pareça estar dando tudo errado. Mesmo se você pediu a Deus uma coisa e recebeu outra, confie! Tenha a certeza de que Ele sempre te dá o que você precisa no momento certo! Mas... Nem sempre o que você deseja... É o que você precisa! Como nosso amoroso Deus nunca erra, siga em frente sem murmurar ou duvidar. O espinho de hoje... Será a flor de amanhã!
"Deus está nos detalhes." Mies Van Der Rohe
"O ciumento não ama o outro, ama a si próprio." La Rochefoucauld
"Eu que me queixava de não ter sapatos, encontrei um homem que não tinha pés." Provérbio Chinês
"Dificuldades reais podem ser resolvidas; apenas as imaginárias são insuperáveis." Theodore N. Vail
"Felicidade é a certeza de que nossa vida não está se passando inutilmente." Érico Veríssimo
"A Alma do homem é como Água; vem do Céu, para depois voltar para a Terra, em eterno ir e vir." Goethe
"Como seria satisfatório viver sem remorsos, poder a cada instante enfrentar a própria mente e trazer à memória o bem que se fez aos semelhantes, não achando na própria conduta senão objetos agradáveis e plausíveis." Paul Henri Dietrich Holbach

10/08/2011

Retorno

Depois de um período enfrentando um problema de saúde e várias mudanças na vida pessoal, pretendo continuar alimentando o blog em breve. Ainda será lentamente, mas creio que coisas edificadoras virão por aí. Obrigado pela participação dos irmãos.

16/12/2010

Muitas histórias se têm contado de pais que muito se esforçaram para garantir o futuro dos filhos. Mães viúvas que trabalharam humildes e anonimamente com esse ideal.
Um jovem, em solenidade que se realizava, acabara de receber das mãos do reitor o seu diploma de médico. Seus pais eram muito pobres e trabalhavam até agora para o pagamento da mensalidade na faculdade. Mas ele soube aproveitar o tempo, e com a ajuda que pedia a Deus, era o primeiro da turma. Como tal, estava recebendo uma distinção especial.
Recebeu o diploma, agradeceu as referências elogiosas, e, ante a admiração de todos, encaminhou-se em direção ao velho pai presente, e, entregando-lhe o papel, disse:
- Pai, este diploma te pertence.
"Sede agradecidos!" (Cl 3.15b).

Mande Embora Seu Filho

Jesus disse: "No mundo tereis aflições". Em todos os lares existem problemas e dificuldades. Assim acontecia também no lar do senhor Antônio. Tinha uma família numerosa. Todos os seus filhos eram muito bons e obedientes, com exceção do filho mais velho, que não ia com a maioria. Não queria estudar, não parava em emprego, não se dava com ninguém; era, enfim, um problema. Um amigo disse um dia ao senhor Antônio:
- Não sei como o senhor tem tanta paciência com o seu filho. Ele já é adulto. Mande-o embora e fique sossegado.
Mas o senhor Antônio era um pai paciente. Sabia que um dia aquele filho ingrato compreenderia o mal que estava causando a todos. Então respondeu ao amigo:
-Eu não o mando embora, porque ele é meu filho!
"Como um pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor se compadece daqueles que o temem" (SI 103.13).

Um Filho Desvairado

Um filho desvairado, julgando pouco o grande mal que causavam ao velho pai os desatinos que praticava, ameaçou-o ainda de noite. Preso em flagrante, praticando outro crime, estava agora trancafiado num xadrez, em pleno inverno. O velho pai sabia que o filho era capaz de cumprir a ameaça, por isso temia.
- Que podia um pobre velho contra a fúria e a força de um jovem desatinado?
Aproveitou a sua prisão e foi falar com o juiz que o condenara:
- Doutor juiz, eu vim pedir ao senhor que não solte o meu filho. É que ele está me ameaçando de morte e eu o conheço perfeitamente para saber que ele pode cumprir a ameaça. Não é ele não, doutor. É o vício que o domina.
E não podendo conter a grande tristeza de que estava possuído, complementou ao juiz:
- Mas peço que o senhor me faça um favor. Mande entregar a ele este dinheiro e este cobertor.
"Ouviste o que foi dito: Amarás o teu próximo e aborrecerás o teu inimigo, eu, porém, vos digo: amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem" (Mt 5.43,44).

Jovem, Leia a Bíblia

Acostumado a todo conforto no lar, Marcos estava encontrando dificuldades no colégio interno. Além da disciplina, horário para as refeições, arrumação das dependências que ocupava, havia ainda outra dificuldade mais séria: Não havia dinheiro que chegasse. Escrevia periódica- mente ao pai:
- Mande dinheiro, papai!
- Leia a Bíblia, meu filho - respondia o pai.
O tempo ia passando e as dificuldades do jovem aumentando. O rapaz estranhava que o pai, sempre tão liberal, agora não lhe mandasse o dinheiro pedido. Só sabia dizer: "Leia a Bíblia!"
- Papai, preciso desesperadamente de dinheiro. Leia a Bíblia, dizia novamente o pai.
Com grandes dificuldades o moço chegou ao período de férias. Seu pai foi buscá-lo de carro, e ouviu as lamentações.
- Tanto que pedi ao senhor que me mandasse dinheiro e o senhor não mandou. Só mandava eu ler a Bíblia.
- E você a leu alguma vez? - perguntou o pai.
- Não, papai. Confesso que não li nenhuma vez.
- Essa é a razão da sua dificuldade. Vá buscar a sua Bíblia.
O rapaz obedeceu.
- Abra-a - disse novamente o pai.
O jovem abriu-a. Estava repleta de notas de alto valor, que o pai, ali, secretamente tinha colocado.
"Desfaleceu a minha alma, esperando por tua salvação, mas confiei na tua Palavra. Lâmpada para os meus pés é a tua Palavra, e luz para o meu caminho" (SI 119.81,106).

Escolher Sempre o Melhor

Certo jovem, criado com a sua família numa igreja, teve uma experiência diferente na comemoração do seu vigésimo primeiro aniversário. Resolveu sair com uns amigos não-crentes, e, num bar, tomou algumas cervejas. Ele não sabia qual seria a reação do seu organismo, pois nunca antes tinha bebido. O resultado foi saírem embriagados, e, com um revólver de brinquedo, assaltarem um homem, tomando-lhe o relógio e uns minguados cruzeiros. A vítima compareceu à Delegacia e os rapazes foram presos imediatamente, com o produto do roubo.
A família do crente constituiu um advogado. Este tomou as medidas jurídicas cabíveis, aconselhou o rapaz a voltar-se para Deus, conseguiu uma declaração do pastor, e uma matrícula em escola noturna, bem como trabalho com carteira assinada; enfim, tudo que pudesse provar estar integrado o moço em uma vida honesta. Respondeu em liberdade, e, no julgamento, o próprio promotor público pediu a sua absolvição.
Regozijando ainda pelo resultado alcançado pelas orações e pelo trabalho, o advogado foi procurado por outra mãe aflita, com o filho da mesma idade, em idêntica situação. Fora preso na Zona Sul da cidade e estava há dois meses numa cela da Delegacia. Procurou o rapaz e contou-lhe a experiência do caso anterior.
- Você precisa confessar que fez isso num momento de insensatez, que vai integrar-se na vida honesta, voltar para a igreja, para a escola, para um trabalho.
- Não, doutor. O senhor está enganado - disse o jovem. - Eu não vou me regenerar.
O advogado procurou a senhora crente e lhe deu a triste notícia:
- Não posso defender o seu filho. Ele não pretende cooperar. Seria perder o meu tempo e o seu dinheiro.
Uma semana depois a imprensa publicou a morte daquele rapaz. Tinha havido uma rebelião no xadrez da Delegacia e ele fora atingido por um projétil de arma de fogo, morrendo instantaneamente.
"Porém, zombaram dos mensageiros de Deus e desprezaram suas palavras e mofaram dos seus profetas até que o furor do Senhor subiu tanto contra o seu povo, que não mais nenhum remédio houve" (2 Cr 36.16).

20/11/2010

Perdão Revogado

O rei chamou à sua presença o homem que ele havia perdoado, e disse: "Seu malvado miserável! Eu lhe perdoei aquela dívida enorme, só porque você me pediu - você não devia ter pena dos outros, do mesmo modo como eu tive de você?" Então o rei, irado, mandou o homem ser duramente castigado, até pagar o último centavo que devia. Assim meu Pai celeste fará, se vocês se recusarem a perdoar verdadeiramente os seus irmãos. S. Mat. 18:32-35 (A Bíblia Viva).

Alguns anos atrás, um homem do Estado de Kentucky, EUA, chamado Lucien Young, soube que um velho amigo dele, Samuel Holmes, se encontrava numa penitenciária e ainda tinha mais oito anos de pena por cumprir. Dirigindo-se à prisão, Lucien perguntou ao carcereiro se poderia conversar com seu velho amigo. Recebeu permissão. Por quase duas horas os dois conversaram e riram, recordando algumas de suas travessuras da juventude.
Posteriormente Lucien, que era bom amigo do governador Blackburn, foi à mansão do Executivo e pediu que o governador perdoasse o seu amigo. O governador pediu o prazo de uma semana para pensar no assunto. Quando a semana terminou, Lucien retornou ao escritório do governador.
- Aqui está o perdão - disse o governador, estendendo o documento a Lucien. - Mas antes de entregá-lo a Samuel, quero que você converse mais algumas horas com ele. Se ao final da conversa você achar que ele deve mesmo ser perdoado, eu lhe concederei a liberdade condicional, desde que você se responsabilize.
- Entendido - disse Lucien.
Lucien correu à prisão e mais uma vez obteve licença para conversar com seu amigo. Durante o transcorrer da visita, Lucien perguntou casualmente:
- Sam, quando você sair daqui, eu gostaria que se tornasse meu sócio. Concorda? Posso até ver se consigo tirá-lo daqui antes do término de sua pena.
Sam ficou em pé e caminhou um pouco de um lado para outro. Quando voltou a falar com Lucien, disse:
- Está bem. Mas antes de qualquer outra coisa, terei de resolver um negócio.
- Que negócio, Sam?
- Primeiro, vou matar o juiz e depois a testemunha que me mandou para cá.
Lucien saiu da prisão e devolveu ao governador o documento do perdão. Você o censuraria?
Se nós não perdoamos aos outros, seria de admirar que Deus revogasse o perdão que nos concede? (Ver Eze. 18:24 e 25.)

O que o Perdão Pode Fazer por Você

Bem-aventurado aquele cuja iniqüidade é perdoada, cujo pecado é coberto. Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não atribui iniqüidade, e em cujo espírito não há dolo. Sal. 32:1 e 2.

Dois dias antes do Natal, Frank e Elizabeth Morris receberam um telefonema dizendo-lhes que seu filho único, Ted, de 18 anos de idade, havia sido ferido num grave acidente. A pessoa os instruía a procurar com urgência um grande hospital em Nashville, Estado do Tennessee. Quando chegaram ao hospital, um neurocirurgião lhes deu a triste notícia: Ted estava morto.
No dia seguinte, na delegacia, o casal Morris ficou sabendo que o outro motorista, Tommy Pigage, havia sofrido apenas ferimentos leves. Por ocasião do acidente, o seu nível de álcool no sangue estava três vezes acima do limite legal. Ele foi acusado como assassino, mas depois de confessar-se culpado a acusação foi reduzida para homicídio culposo. Meses mais tarde, foi sentenciado a apenas cinco anos de sursis com a estipulação de que, se violasse a sentença, teria de cumprir uma pena de dez anos na prisão. Dizer que o casal Morris (especialmente Elizabeth) ficou revoltado com uma sentença tão branda, é dizer pouco.
Mais tarde, numa reunião de mães para protestar contra o ato de dirigir sob a influência do álcool, Elizabeth ouviu Tommy contar que, ao saber da morte de Ted, ele não conseguira parar de chorar. Alguns dias mais tarde, entretanto, ele foi apanhado bebendo e levado para cumprir sua pena de dez anos.
Apesar das emoções contraditórias, Elizabeth, uma cristã, começou a visitar Tommy na cadeia. Um dia, enquanto conversavam, ele implorou perdão.
- Eu lhe perdôo - respondeu Elizabeth, acrescentando: - e gostaria que você me perdoasse por eu tê-lo odiado.
- Ah, Sra. Morris, é claro - disse ele com emoção.
Numa visita posterior, Tommy contou a Elizabeth que queria muito parar de beber, mas não conseguia. Ela lhe garantiu que ele poderia, com a ajuda de Deus. E ele conseguiu!
No dia 12 de janeiro de 1985, Tommy foi batizado. Mais tarde, ficou em liberdade condicional. O casal Morris começou a levá-lo para seu lar e a tratá-lo como filho. Escrevendo para a edição de janeiro de 1986 da revista Guidepost, Elizabeth disse que, depois disso, começou a sentir a paz que só Deus pode dar. E Tommy? Ele é uma pessoa diferente!
É isso que pode acontecer quando perdoamos - e somos perdoados.

Destaque

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