14/02/2013


A TROCA DE UM SEGREDO


OBJETIVO: Fortalecer o espírito de amizade entre os membros do grupo.

MATERIAL: Lápis e papel para os integrantes.

PROCESSO: O coordenador distribui um pedaço de papel e um lápis para cada integrante que deverá escrever algum problema, angústia ou dificuldade por que está passando e não consegue expressar oralmente. Deve-se recomendar que os papéis não sejam identificados a não ser que o integrante assim desejar. Os papéis devem ser dobrados de modo semelhante e colocados em um recipiente no centro do grupo. O coordenador distribui os papéis aleatoriamente entre os integrantes. Neste ponto, cada integrante deve analisar o problema recebido como se fosse seu e procurar definir qual seria a sua solução para o mesmo. Após certo intervalo de tempo, definido pelo coordenador, cada integrante deve explicar para o grupo em primeira pessoa o problema recebido e solução que seria utilizada para o mesmo. Esta etapa deve ser realizada com bastante seriedade não sendo admitidos quaisquer comentários ou perguntas. Em seguida é aberto o debate com relação aos problemas colocados e as soluções apresentadas.
Possíveis questionamentos:
-          Como você se sentiu ao descrever o problema?
-          Como se sentiu ao explicar o problema de um outro?
-          Como se sentiu quando o seu problema foi relatado por outro?
-          No seu entender, o outro compreendeu seu problema?
-          Conseguiu por-se na sua situação?
-          Você sentiu que compreendeu o problema da outra pessoa?
-          Como você se sentiu em relação aos outros membros do grupo?
-          Mudaram seus sentimentos em relação aos outros, como conseqüência da dinâmica? 

COMPRIMIDO PARA A FÉ


OBJETIVOS: Reflexão sobre o isolamento em relação aos outros, o fato de não estar “imerso” no mundo, ter medo de se entregar as mesquinharias e com se dá a graça de Deus nas nossas vidas.
 
MATERIAL: Três copos com água. Três comprimidos efervescentes. (aqueles com envelope).

PROCESSO: 1. Colocar três copos com água sobre a mesa.
2. Pegar três comprimidos efervescentes, ainda dentro da embalagem.
3. Pedir para prestarem atenção e colocar o primeiro comprimido com a embalagem ao lado do primeiro copo com água.
4. Colocar o segundo comprimido dentro do segundo copo, mas com a embalagem.

5. Por fim, retirar o terceiro comprimido da embalagem e colocá-lo dentro do terceiro copo com água.
1.    Pedir que os participantes digam o que observaram.

O BONECO

OBJETIVOS: União do grupo, trabalho em equipe e sentido de equipe.

MATERIAL: 2 folhas de papel para cada participante. hidrocor, fita adesiva, cola e tesoura.

PROCESSO: Cada membro do grupo deve desenhar em uma folha de papel uma parte do corpo humano, sem que os outros saibam.
Após todos terem desenhado, pedir que tentem montar um boneco (na certa não vão conseguir pois, Terão vários olhos e nenhuma boca...).
Em seguida, em outra folha de papel, pedir novamente que desenhem as partes do corpo humano (só que dessa vez em grupo) Eles devem se organizar, combinando qual parte cada um deve desenhar.
Em seguida, após desenharem, devem montar o boneco. Terminada a montagem, cada membro deve refletir e falar sobre como foi montar o boneco. Quais a dificuldades, etc. ...

Variação desta dinâmica: Construção de um castelo, dividir os participantes em 03 grupos, pedir que um grupo construa a base ( os alicerces) do castelo, o outro as paredes e o último as torres. 

12/02/2013


PÔR-SE NA PELE DO OUTRO: O ESPELHO


OBJETIVOS: Conscientizar as pessoas acerca da dificuldade que existe em compreender os outros e mostrar que a falta de comunicação é muitas vezes um problema de falta de compreensão.

MATERIAL: Lápis ou canta e papel branco.

PROCESSO: O animador explica inicialmente o que se entende pela expressão: “Pôr-se na pele do outro.” Como é o outro, na própria pele? Como compreendê-lo para melhor comunicar? Etc.
Em continuação, o animador pede que formem grupos a dois, para poderem vivenciar a situação de “espelho” como parceiro. Este exercício tem três fases:
1ª fase: O parceiro “A” procura executar uma ação (tomar um café, trabalhar no escritório, escrever uma carta, etc.) e o colega “B” o imitará em todos os gestos, com o seu ritmo, suas emoções  e com toda a precisão.
2ª fase: Invertem-se os papéis. O parceiro “B” começa a ação e o “A” o imita em tudo.
3ª fase: Nessa fase, é sempre a situação do espelho.  Após algum tempo de concentração de um sobre o outro, cada um procurará ser, ao mesmo tempo, aquele que inicia o gesto e fará a vez do espelho, imitando os gestos do outro. Ninguém saberá o que irá acontecer. Observa-se que as duas pessoas farão ao mesmo tempo as duas coisas.
Finalmente as duas pessoas comentarão a experiência vivida, pondo em comum as seguintes observações:
a)    A dificuldade de estar atento durante todo o tempo.
b)    A concentração sobre o outro.
c)    O gesto externo, revelando o movimento interno.
d)    Quem toma a iniciativa de um gesto? Quem o imitará?

EXERCÍCIO DO EXAME PESSOAL


OBJETIVOS: Conscientizar-se acerca das estratégias usadas nas situações de conflito, examinar os métodos usados para resolver os conflitos e introduzir estratégias para negociar e apresentar habilidade nas negociações.

MATERIAL: Lápis e papel para todos os participantes.

PROCESSO: Os participantes são convidados, pelo animador, a fazer um exercício de fantasia, com o objetivo de examinar  suas estratégias na solução de conflitos individuais. Durante aproximadamente cinco minutos, o animador conduzirá o grupo através da fantasia que se segue.
 O animador convida para que todos tomem uma posição confortável, fechem os olhos, procurando recolher-se, desligando-se do resto, relaxando completamente.
Em continuação, o animador começa dizendo: “Todos estão agora caminhando pela rua, e de repente observam, a certa distância, que se aproxima uma pessoa familiar a eles. Eis que a reconhecem.
È uma pessoa com a qual estão em conflito. Todos sentem que devem decidir rapidamente como enfrentar a pessoa. À medida que esta se aproxima, uma infinidade de alternativas se estabelece na mente de todos. Decidem agora mesmo o que fazer e o que irá acontecer. E o animador para a fantasia. Aguarda um pouco. A seguir dirá: “ A pessoa passou. Como se sentem? Qual o nível de satisfação que estão sentindo agora?”
Continuando, o animador pede às pessoas que voltem à posição normal e abram os olhos.
Assim que o grupo retorna da fantasia, durante cinco minutos todos responderão por escrito às seguintes perguntas: a) Em que alternativas pensou? b) Qual a alternativa que escolheu? c) Que nível de satisfação sentiu ao final?
Cada participante deverá a seguir comentar com outros dois colegas as respostas dadas às perguntas anteriores, ficando um encarregado de fazer uma síntese escrita.
Ainda em continuação, o animador conduzirá os debates em plenário onde serão relatadas as sínteses dos grupos. Observa-se, em geral, que as estratégias mais empregadas se resumem em evitar, adiar e confrontar os conflitos.
Por último através da verbalização, cada participante expõe suas reações ao exercício realizado, e o animador fará um comentário sobre o problema dos conflitos.

CARACTERÍSTICAS DE UM LÍDER


OBJETIVOS: Comparar os resultados de uma decisão individual com uma decisão grupal e explorar valores que caracterizam um líder.

MATERIAL: Uma cópia das características de um líder, para cada participante , lápis ou caneta.

PROCESSO: O animador, caso o número de participantes for acima de doze, formará grupos para facilitar o trabalho, distribuirá uma cópia das características de um líder. Durante um tempo, todos procurarão fazer a seleção das características, colocando-as em ordem de prioridade.
Uma vez terminado o trabalho individual, a animador determina que se faça uma decisão grupal. Em casa grupo se fará a indicação de um relator, a quem cabe anotar a decisão do grupo, para posteriormente ser relatado no plenário.
Numa discussão final, todos os relatores dos grupos apresentam em plenário o resultado da decisão grupal.

 

RELAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS DE UM LÍDER


Abaixo há uma lista de doze características de um líder. Seu trabalho será de enumerar essas características, colocando nº 1, para aquela característica que no seu entender é a mais importante, nº 2, para a segunda característica mais importante, até o nº 12, para aquela que no seu entender é menos importante para um líder.

a.    Mantém a ordem durante todo o tempo da reunião.
b.    É amigo e social.
c.    Tem idéias novas e interessantes: é criativo.
d.    Sabe escutar e procura compreender as outras pessoas.
e.    Procura fazer entender a todos.
f.     É firme decidido.
g.    Admite abertamente seus erros.
h.    Promove oportunidade para que todos membros ajudem na solução dos problemas.
i.      Sabe elogiar com freqüência e raras vezes critica negativamente.
j.     Gosta de conciliar.
k.    Segue rigorosamente as regras e procedimentos.
l.      Nunca manifesta rancor e insatisfação.

SOLUÇÃO CRIADORA DE UM PROBLEMA


OBJETIVOS: Observar atitudes grupais na solução de um problema e explorar influências interpessoais na solução dos mesmos.

MATERIAL: Papel, lápis ou caneta.

PROCESSO: O animador esclarece que se trata da solução criadora de um problema, para o qual deve ser procurado um consenso. Todos deverão prestar atenção acerca do processo da discussão, pois no final será analisado pelo grupo.
A seguir, o animador expõe o problema a ser solucionado pelos grupos, durante dez minutos: “Anos atrás, um mercador londrino teve o azar de ficar devendo uma grande soma de dinheiro a outra pessoa, que lhe fez um empréstimo. Este se encantou  pela jovem e linda filha do mercador. Propôs-lhe então um acordo. Disse que cancelaria a dívida do mercador, se pudesse desposar-lhe a filha. Tanto o mercador quanto sua filha ficaram apavorados. Aí a pessoa que havia emprestado o dinheiro propôs que se deixasse a solução do caso à Providência. Para tal, sugeriu colocarem um seixo preto e outro branco dentro de uma bolsa de dinheiro vazia, e a moça deveria então retirar um dos seixos. Se retirasse o seixo preto tornar-se-ia sua esposa e a dívida de seu pai seria perdoada. Se retirasse o seixo branco, permaneceria como pai e mesmo assim a dívida seria perdoada. Mas, recusando-se a retirar o seixo, o pai seria atirado na prisão e ela morreria de fome. O mercador concordou, embora constrangido. Eles estavam num caminho cheio de seixos, no jardim do mercador. O credor abaixou-se para apanhar os dois seixos e ao fazê-lo apanhou dois pretos e colocou-os na bolsa do dinheiro, que foi visto pela moça. Pediu então à moça que retirasse o seixo que indicaria não só a sua sorte, como também a de seu pai.” Cabe então ao grupo encontrar a solução que a moça encontrou para poder continuar em companhia de seu pai e Ter a dívida perdoada.
Solução: A moça do conto meteu a mão na bolsa e retirou um seixo. Porém, antes de olhá-lo, desajeitada, deixou-o cair no caminho onde ele logo se perdeu no meio dos outros.
Após dez minutos, o animador pede aos grupos a solução encontrada e solicita que expliquem o processo usado para chegar a conclusão.
Enquanto todos não tiverem encontrado a solução, pode-se continuar o trabalho, ficando os grupos, que terminarem como observadores, sem interferir nos debates.
A seguir, forma-se o plenário para comentários acerca do comportamento dos membros do grupo de discussão, focalizando as atitudes de:
a)    membros que pouco participaram;
b)    pessoas que dificilmente aceitaram as idéias dos outros;
c)    elementos que ficaram nervosos, inseguros durante o debate;
d)    demonstração de inibição, etc.


EFICIÊNCIA DE UM TRABALHO DE EQUIPE


OBJETIVOS: Demonstrar rapidez num trabalho de equipe. Desenvolver agilidade mental e capacidade de raciocínio e desenvolver a imaginação e a criatividade.

MATERIAL: Uma cópia da “corrida de carros”, lápis ou caneta.

PROCESSO: Dividir os participantes em diversos grupos de cinco a sete membros cada.
A tarefa de cada grupo consiste em resolver na maior brevidade possível, o problema da “corrida de carros” , conforme explicação na folha, que será entregue a cada grupo.
A seguir, lê-se, em voz alta, o conteúdo da folha e inicia-se o exercício.
Todos os grupos procurarão resolver o problema, com a ajuda da equipe. 
Obedecendo às informações constantes da própria “corrida de carros”, a solução final deverá apresentar a ordem em que os mesmos carros estão dispostos com a respectiva cor, conforme chave anexa.
Será vencedor da tarefa o grupo que apresentar por primeiro a solução do problema.
Terminado o exercício, cada grupo fará uma avaliação acerca da participação dos membros da equipe, na tarefa grupal.
O animador poderá formar o plenário com a participação de todos os membros dos grupos, para comentários e depoimentos.

SOLUÇÃO DA CORRIDA DE CARROS

1.        O Shadow, cor azul.
2.        O Mclaren, cor verde.
3.        O March, cor vermelha.
4.        O Ferrari, cor creme.
5.         O Lola, cor cinza.
6.        O Lotus, cor amarela.
7.        O Isso, cor preta.
8.        O Tyrrell, cor marrom.

O GRÁFICO DA MINHA VIDA


OBJETIVOS: Dar a todos os participantes uma oportunidade de fazer um feedback de sua vida. Todos poderão expressar suas vivências e sentimentos ao grupo.

MATERIAL: Folhas de papel em branco, lápis ou caneta.

PROCESSO: O animador do grupo inicia explicando os objetivos do exercício. A seguir, distribuirá uma folha em branco para cada participante. Todos procurarão traçar uma linha que, através de ângulos e curvas, represente fatos da própria vida. Os fatos podem limitar-se a um determinado período da vida: por exemplo, os últimos três meses ou o último ano.
O gráfico pode expressar vivências e sentimentos do tipo religioso, familiar, grupal ou social.
A seguir, um a um irá expor ao grupo  seu próprio gráfico, explicando os pontos mais importantes.
Terminado o exercício, seguem-se os comentários e depoimentos dos participantes.

OUTRAS FORMAS

 

1.    Descrever cinco acontecimentos mais marcantes da própria vida, e apresentá-los ao grupo, em ordem de sua importância.
2.    Descrever com dez palavras os traços da própria personalidade que mais marcam a vida.
3.    Que epitáfio você gostaria para seu túmulo?

O JOGO DOS QUADRADOS


OBJETIVOS: Levar os participantes a refletirem sobre a necessidade de cooperação, comunicação clara, formas de tratamento, flexibilidade e negociação.

MATERIAL: Envelopes com os jogos do quadrado.

PROCESSO: Formar cinco grupos.
Preparar os envelopes, previamente, de modo que o de número 5 fique normal (todas as peças juntas) e que nos outros quatro as peças sejam embaralhadas, misturadas entre os envelopes.
Distribuir os envelopes, aleatoriamente, pedindo que “não abram, ainda.”
“ Da atenção de vocês, dependerá quase 100% da eficácia desse exercício.”
“Se alguém já conhece o método ou o resultado desta atividade, por favor, não revele... deixe que as pessoas descubram.”
O facilitador pode utilizar as pessoas que, porventura, conheçam a dinâmica, para fazerem o papel de observadores.
Proceder as instruções: “Quaisquer outros aspectos que não estiverem enquadrados nas regras que vamos lhes passar serão  permitidos.”
Regra nº1: “Não pode falar! Qualquer outra forma de comunicação , que não seja verbal é permitida.”
Regra nº 2: “Não pode rasgar, dobrar, amassar, quebrar ou riscar nenhuma das peças nem o envelope.”
Regra nº3: “Vocês vão construir, cada grupo, um quadrado, com o material que está dentro do envelope de vocês.”
Se os grupos não perceberem que terão de efetuar a troca, o facilitador pode dizer depois de algum tempo: “Nem sempre a solução para os nossos problemas está em nossas mãos!” ... até que todos se movimentem, em silêncio, e concluam o exercício, formando cinco quadrados.
Os quatro grupos que estão trocados ficam intrigados porque um grupo terminou tão rápido (justamente o grupo que não estava com as peças trocadas).
Depois que todos tiverem terminado, voltar ao grupão original e proceder os comentários, sentimentos e aprendizado.

O AVESTRUZ


OBJETIVOS: Ilustrar formas de comunicação – estilo autoritário ou participativo. É realizada em duas etapas.

MATERIAL: Papel em branco e caneta.

PROCESSO: O exercício é desenvolvido em duas etapas, na primeira, o facilitador demonstra muito autoritarismo. Na segunda etapa, já demonstra flexibilidade, fluidez na comunicação e bom relacionamento com as pessoas.

Primeira etapa:
Iniciar de forma autoritária: “Estou trazendo uma recomendação da Diretoria, para ser realizado um projeto dentro das diretrizes que passarei a colocar para todos, a partir de agora... todas as orientações estão muito claras, foram feitas com a mais criteriosa segurança, portanto não aceito questionamentos, nem perguntas... tudo está muito claro!”
“Vamos portanto, às orientações do projeto:
1.     No centro da sua folha de papel, desenhe um elipse, com, aproximadamente 5 cm de diâmetro.
2.     Na parte interna, superior, à direita, desenhe o sinal matemático “maior que”, tendo, aproximadamente, 0,5 cm (meio centímetro) de raio.
3.     Tocando a linha externa, direita, do elipse, iniciar duas retas paralelas, ascendentes, levemente inclinadas para a direita, com uma distância entre si de 0,7 cm (zero, vírgula sete centímetros) e 2,5 cm de comprimento.
4.     Ligada (ou tocando) a parte superior das duas retas, desenhe um círculo com –mais ou menos – 1 cm de diâmetro.
5.     Dentro do círculo, desenhe um outro círculo, bem menor com – mais ou menos – 3mm de diâmetro.
6.     Inicie na parte inferior externa, um pouco à direita, do círculo  maior duas retas de 0,5 cm (meio centímetro), cada que se juntarão formando um vértice.
7.     Tendo como vértice a parte externa, esquerda, do elipse, inicie três retas de 0,7 cm (zero, vírgula sete centímetros), de modo que uma fique reta, uma inclinada para cima e a outra inclinada para baixo.
8.     Iniciando na parte inferior, externa, do elipse, tocando-o, desenhe duas retas descendentes, paralelas entre si em 2 cm e comprimento de 3 cm.
9.     Tendo como vértices as extremidades inferiores das retas, inicie em cada um dos vértices, três retas de 0,5 cm – a primeira é extensão da reta maior e as outras duas, uma inclinada para a direita e a outra inclinada para a esquerda.

Segunda etapa:

Iniciar de forma bem descontraída, dizendo que “ Vamos realizar um projeto e preciso da ajuda de todos vocês. Portanto, vou transmitir algumas diretrizes que recebi da Diretoria, mas que poderemos fazer os ajustes que forem necessários para que o projeto seja um sucesso. Daí, gostaria de ter a participação e a crítica de todos vocês. Vamos lá?”
“No centro de sua folha de papel, desenhe um elipse, com, aproximadamente 5 cm de diâmetro”.
Com certeza surgirá a pergunta: “ O que é um elipse? “  “É um círculo oval, meio inclinado”.
A partir daí, todas as etapas, de 1 a 9 serão repetidas, porém sendo demonstradas e tiradas todas as dúvidas.
Com certeza, a construção do “projeto” será bem mais participativa e mais fácil, surgindo assim. A figura do avestruz.

BRAINSTORMING


OBJETIVOS: Esta é uma forma andragógico-construtivista (educação de adultos), onde o facilitador procura explorar o máximo a experiência acumulada e o interesse dos participantes. Tem por objetivos estimular o interesse pela novidade, pela aventura de criar algo, criar clima esportivo, agradável e provocante, de expectativa. Criar diretrizes e normas e aglutinar as melhores idéias.

MATERIAL: Flip-chart e pincéis coloridos, lápis e papel.

PROCESSO: Definir o tema-assunto.
Escolher alguém ou solicitar um voluntário (ou o próprio facilitador) para fazer as anotações no flip-chart.
Instigar os participantes a falarem sobre o assunto ou questionamento proposto.
Efetuar, em voz alta, com o grupo, a leitura do que foi gerado.

Normas do exercício:
Ninguém julga ninguém. Ninguém critica ninguém.
Elimine  a autocrítica: todos podem errar.
Vale mais errar do que omitir-se e calar.
Quanto mais idéias melhor.
Seja breve.

Variação da dinâmica:
Ao invés da atividade falada, proposto o problema, cada um escreve numa folha durante dois ou três minutos, todas a soluções que lhe ocorre. Depois as folhas começam a circular. Cada um lê as soluções de cada folha, e acrescenta outras. 

MURAL


OBJETIVOS: Esta é uma dinâmica baseada nos fundamentos da Andragogia (educação de adultos). É uma forma bem dinâmica e eficaz para assimilação de determinados conteúdos e conceitos.

MATERIAL: Texto para leitura, cola, tesoura, cartolinas, lápis coloridos, revistas, pincéis atômicos, etc.

PROCESSO: Inicialmente, distribuir o texto ou material de leitura, onde será embasada a elaboração do mural.
Separar a turma em pequenos grupos, de até seis participantes.
Orientar para que cada pessoa faça uma leitura bem geral, destacando os aspectos mais significativos do texto (ou material recebido).
Em seguida, fazer os destaques junto com o grupo, de modo a estabelecer um consenso.
Utilizando o material recebido e toda a criatividade possível, elaborar um “Cartaz Andragógico”, representando a idéia central estabelecida pelo grupo.
Podem ser acrescentados títulos, frases de legenda, desenhos à mão livre, etc.
Cada grupo, ao final, elegerá um relator e fará sua apresentação. 

FORMANDO GRUPOS


OBJETIVOS: Esta é uma forma aquecida para preparar e, até mesmo, estimular os participantes – principalmente os mais sonolentos – para o estudo de algum tema ou tópicos de alguma apostila. Pode-se utilizar esta dinâmica para formação de subgrupos de projetos, de modo que sejam evitadas as ”panelinhas”.

MATERIAL: Não é necessário.

PROCESSO:
(opção 1)
Formar um círculo, numerar os participantes, supondo que se queira formar cinco grupos: 1,2,3,4,5...1,2,3,4,5....1,2,3,4,5....
Ao final, com todas as pessoas tendo recebido um número, orientar que sejam formados os grupos: “ Todas as pessoas que tem o número um, ficam neste canto.... as que têm o número dois, ficam naquele canto... etc.

(opção 2)
O facilitador coloca no chão (ou numa mesa ou cadeira) cartelas com cores variadas, de modo que seja na quantidade de participantes do grupo.
As cartelas devem ser em quantidades iguais ( ou quase iguais, considerando quando o grupo for ímpar).
Todas as cartelas deverão estar viradas para baixo, não permitindo que os participantes vejam as cores.
Sugerir que cada pessoa pegue uma cartela e fique com ela.
As pessoas que estiverem com as cartelas vermelhas formarão um grupo, as que estiverem com as cartelas amarelas outro, e assim por diante.

Orientar que cada grupo nomeie um relator para a apresentação do resultado do grupo (se for o caso).

O REPOLHO


OBJETIVOS: Esta é uma forma bem criativa para mensurar o nível de conhecimento das pessoas, em relação a determinado assunto ou tema.

MATERIAL: Elaborar previamente , questionamentos (perguntas, afirmativas, para as pessoas concordarem ou discordarem, etc.) em folhas de papel – um em cada folha. Enrolar cada folha, uma pós outra, de modo que todas fiquem como que envolvendo uma a outra, formando uma bola, assemelhada a um “repolho”.

PROCESSO: Formar um círculo,  e começar a passar o “repolho”.
Colocar uma música bem ritmada e ficar de costas para o grupo.
Parando a música, quem estiver com o “repolho” na mão deverá retirar a primeira folha, ler o que está escrito e responder.
Senão souber a resposta, passa para o próximo.
E, assim. Sucessivamente, até que a última folha seja respondida.

Variação desta dinâmica:
Pode-se dividir em dois grupos e ao invés de passar para o vizinho, passa-se para o grupo oponente.

CRUZADA OU DESCRUZADA


OBJETIVOS: Outra técnica para exercitar a percepção do grupo.

MATERIAL: Uma tesoura.

PROCESSO: Formar um círculo, com o grupo assentado em cadeiras.
O facilitador mostra uma tesoura e diz que irá passá-la para o vizinho, que passará para o outro vizinho e, assim, até chegar ao último.
Ao passar a tesoura, cada pessoa deve verbalizar a palavra “CRUZADA” ou “DESCRUZADA”.
A tesoura pode estar aberta (descruzada) ou fechada (cruzada).
O segredo, na verdade, está na posição das pernas do vizinho:
Quando for dito cruzada, mesmo que a tesoura esteja fechada, se as pernas do vizinho, para quem estiver sendo passada a tesoura, estiverem descruzadas, será dita a palavra “descruzada” e , assim por  diante.

VOU PRÁ ILHA


OBJETIVOS: Exercitar a percepção do grupo.

MATERIAL: Não é necessário.

PROCESSO: Iniciar com o seguinte mote – “Eu vou prá ilha e vou levar comigo uma bicicleta... o que é que você leva?”
Cada participante terá que descobrir que só entra na ilha quem levar algo ou alguém que comece com a letra “b”. O facilitador pode repetir a mesma regra, ou seja, utilizando palavras que comecem com “c” ou “f”. Aqueles que forem acertando, não devem revelar para o vizinho. É importante que cada um “saque” e perceba.
Variações:
“Eu vou prá ilha e vou levar um óculos... o que é que você leva?”  A regra agora é algo que o vizinho da  direita esteja usando (se estiver sendo usada a ordem da esquerda para a direita).
“Eu vou prá ilha e vou levar um caqui ... o que é que você leva?” A regra agora é qualquer palavra que comece com a primeira letra do nome da pessoa (C de Celso, M de Milton).

Ao final, faz-se a revelação e conversa-se sobre o exercício, tirando-se as conclusões que forem convenientes para o momento. As pessoas que não conseguiram acertar não significa, necessariamente, que não têm percepção ou que têm menos que as demais.
Basta botar a  mente para criar e poderão surgir as melhores idéias: palavras com a mesma inicial, algum objeto que esteja na sala, etc.

VOCÊ ME AMA ?


OBJETIVOS: Outra técnica boa para ser aplicada após intervalos longos, utilizando-se do mesmo princípio da técnica O presente.

MATERIAL: Não é necessário.

PROCESSO: Formar um círculo, bem amplo, o mais espaçado possível, com cadeiras.
Solicitar um voluntário  e orientar que ele fique no centro do grupo, em pé.
Retirar do círculo a cadeira que ele (o voluntário) estava sentado.
“Quem ficar no centro, deverá dizer – sem demora, agilmente – bem alto, o seguinte:
Você me ama? A pessoa interrogada responderá: Sim, amo. O voluntário perguntará: Por quê ? O outro responderá alegando alguma coisa que o voluntário usa. Ex: Porque você usa tênis.
No momento em que disser que ele sua tal coisa, todos do círculo que estiverem usando também, deverão mudar de lugar, inclusive o voluntário.
O participante que ficar sem cadeira reinicia a brincadeira, dirigindo-se a outra pessoa: “Você me ama?”  “Sim, amo você.”  “Por quê?”  “Porque você usa óculos”.... e assim por diante

LARANJA NO PÉ


OBJETIVOS: Agradável, aguça o nível de atenção nas pessoas  e estimula o espírito de solidariedade.

MATERIAL: 2 laranjas.

PROCESSO: Assentar os participantes, em duas filas de cadeiras.
Uma laranja é colocada sobre os pés (que estão unidos) da primeira pessoa de cada fila, que procurará passar a laranja sem a deixar cair, para os pés da segunda pessoa e assim por diante.
Se a laranja cair, a brincadeira prosseguirá, do ponto em que caiu, utilizando o tempo que for preciso.
Será vencedor o grupo que terminar primeiro.

CAIXINHA DE SURPRESAS


OBJETIVOS: Despertar e exercitar a criatividade do grupo.

MATERIAL:  Caixinha com tiras de papel onde se deve escrever previamente algumas tarefas engraçadas, som com cd ou gravador.

PROCESSO: Formar um círculo. A caixinha deverá circular de mão em mão, até que o som da música pára simultaneamente.
Aquele que estiver com a caixinha no momento em que a música parar, deverá tirar de dentro da caixinha uma papeleta coma tarefa e executá-la.
Continuar a brincadeira até enquanto estiver interessante.

O PRESENTE/ EU GOSTO DO FULANO PORQUE....


OBJETIVOS: Excelente  para ser aplicada após intervalos longos (depois do almoço ou após uma seqüência de atividades que venham a provocar cansaço mental). 

MATERIAL:  Não é necessário.

PROCESSO: Formar um círculo, bem amplo, o mais espaçado possível, com cadeiras.
Sugerir que todos guardem o seu material, tudo o que estiver sobre as cadeiras ou no colo, não esquecer de colocar os nomes nas suas pastas ou apostilas, porque “ isso aqui vai virar uma grande confusão.
Solicitar um voluntário  e orientar que ele fique no centro do grupo, em pé.
Retirar do círculo a cadeira que ele (o voluntário) estava sentado.
Proceder o início do exercício dizendo que “sempre ficará alguém sobrando, uma vez que foi retirada uma cadeira”.
“Quem ficar no centro, deverá dizer – sem demora, agilmente – bem alto, o seguinte:
“Eu trouxe um presente para pessoa que....” ou “Eu gosto de (Nome da pessoa) porque está usando...”
 Exemplos de opções:
...estiver de jeans.
...usa óculos.
...tem duas orelhas.
...usa brincos.
Usar de toda criatividade possível.
Todas as pessoas que se enquadrarem no que for dito, devem trocar de lugar, rapidamente, inclusive a que estiver no centro ; sempre sobrará alguém, que deverá continuar a brincadeira.
As pessoas que sobrem no centro, a partir de duas vezes, pagarão uma prenda especial (imitar um animal, dançar uma música), ao final ao critério do grupo.

RETIRANDO AS CADEIRAS


OBJETIVOS: Exercitar a agilidade, percepção e, quem sabe, até o preconceito (sentar um no colo do outro?!... isso não vai dar certo!).

MATERIAL:  Não é necessário.

PROCESSO: Formar um círculo com cadeiras, todas voltadas para fora.
A quantidade de cadeiras deve ser o equivalente ao número de participantes menos uma.
Sugerir que todas as pessoas fiquem circulando ao redor das cadeiras, ao som de uma música bem ritmada.
Quando a música parar, todos procuram sentar; sobrará alguém, que deverá assentar-se, de alguma forma – ninguém pode ficar em pé fora do círculo.
Volta a música, o grupo reinicia a caminhada circular e o facilitador tira mais uma cadeira... pára a música e todos procuram sentar de novo.
A cada etapa repete-se o procedimento, até que só exista uma cadeira.
Afinal, este é o desafio: um objetivo único para todos. Criatividade, companheirismo e determinação são ingredientes imprescindíveis para aplicação desta técnica.

Destaque

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