A assistência estava assistindo a um circo e ficou impressionado com o artista na corda bamba. Ele trabalhava alto, acima de suas cabeças, ele atravessou a corda bamba com facilidade, dando a impressão de que era muito fácil, ao passo que um pequeno erro poderia ser o último ou fatal. Ele primeiro usou uma vara para seu equilíbrio, daí usou um guarda chuva, os olhos de toda a assistência estavam fixos nele, daí ele pegou uma corda e desceu até o chão. Pegou um carrinho de mão, que estava a beira da assistência, encarou a assistência e perguntou:
- Vocês acreditam que eu posso atravessar a corda bamba com este carrinho de mão?
- SIM!!, gritou a assistência.
- Vocês tem fé que eu posso empurrar este carrinho e atravessar a corda bamba?
- SIM!!, gritou a assistência de novo.
O artista percebeu que um homem havia gritado mais alto do que todos, o artista chegando-se a ele perguntou:
- O senhor tem fé que eu possa fazer isso?
- SIM!! Você é o maior!!, ele respondeu.
- Então, entre você no carrinho e vamos!, disse o artista.
Aplicando:
Muitas pessoas dizem que acreditam em Deus e em Cristo, muitos até mesmo possuem conhecimento da Bíblia e dizem terem fé, mas eles não querem entrar no carrinho cujo condutor é Jesus Cristo, o único que dará equilíbrio e direção ao atravessarmos a corda bamba deste sistema de coisas. Será que já não está na hora de tomar uma decisão na sua vida? Entre neste "carrinho" e mostre ter plena confiança nele!
Também há outros conteúdos que podem ser de seu interesse em minhas redes sociais. Os links estão láááá embaixo.
14/07/2013
O Chicote e a Abelha
Sr. Rodrigo leva Fernandinho para um passeio a cavalo pelo Bosque. O avô esta ansioso por uma oportunidade para mostrar ao netinho sua habilidade no uso do chicote. De repente, surge a oportunidade: uma abelha pousa no pescoço do cavalo.
- Veja, Fernandinho, como o vovô maneja o chicote.
Com um golpe muito certeiro elimina a abelha. O golpe é tão preciso que o cavalo nem chega a perceber. Continuando a cavalgar, o menino vê agora uma abelha pousada sobre uma flor.
- Veja, Vovô, outra abelha. Faz aquilo de novo com o chicote.
O Sr. Rodrigo, envaidecido, não perde tempo para exibir novamente sua perícia. Com um novo golpe preciso elimina a indefesa abelha não danificando nem mesmo uma pétala da flor.
Mais adiante no passeio, Fernandinho grita:
- Olha lá, vovô, outra abelha. E mais outra. Veja quantas! O chicote, depressa!
Desta vez Sr. Rodrigo não fica entusiasmado:
- Não vou usar o chicote agora. Aquilo é um enxame de abelhas. Vamos deixa-las em paz.
Aplicando:
Satanás está procurando oportunidades para quebrantar a integridade dos servos de Deus. Anda procurando a quem possa golpear. Mas a quem, especialmente, ele procura? Não aqueles que estão congregados, reunidos, como abelhas num enxame. Mas, procura justamente aqueles que se isolam, que perderam o gosto pelas reuniões.
A pessoa que deixa de frequentar as reuniões cristãs torna-se atraente para Satanás. Ele sabe que a pessoa isolada, como uma abelhinha fora do enxame, pode ser muito mais facilmente vencida, com um único golpe sua integridade pode ser quebrantada.
Por outro lado, os que, como num enxame, estão sempre congregados, estão certamente mais protegidos. Beneficiam-se das provisões para fortalecimento espiritual que recebem de Jeová através das reuniões. Recebem também uma maior medida de Seu espírito que opera nas reuniões do povo de Deus. Com estes Satanás não se entusiasma, prefere deixa-los em paz.
- Veja, Fernandinho, como o vovô maneja o chicote.
Com um golpe muito certeiro elimina a abelha. O golpe é tão preciso que o cavalo nem chega a perceber. Continuando a cavalgar, o menino vê agora uma abelha pousada sobre uma flor.
- Veja, Vovô, outra abelha. Faz aquilo de novo com o chicote.
O Sr. Rodrigo, envaidecido, não perde tempo para exibir novamente sua perícia. Com um novo golpe preciso elimina a indefesa abelha não danificando nem mesmo uma pétala da flor.
Mais adiante no passeio, Fernandinho grita:
- Olha lá, vovô, outra abelha. E mais outra. Veja quantas! O chicote, depressa!
Desta vez Sr. Rodrigo não fica entusiasmado:
- Não vou usar o chicote agora. Aquilo é um enxame de abelhas. Vamos deixa-las em paz.
Aplicando:
Satanás está procurando oportunidades para quebrantar a integridade dos servos de Deus. Anda procurando a quem possa golpear. Mas a quem, especialmente, ele procura? Não aqueles que estão congregados, reunidos, como abelhas num enxame. Mas, procura justamente aqueles que se isolam, que perderam o gosto pelas reuniões.
A pessoa que deixa de frequentar as reuniões cristãs torna-se atraente para Satanás. Ele sabe que a pessoa isolada, como uma abelhinha fora do enxame, pode ser muito mais facilmente vencida, com um único golpe sua integridade pode ser quebrantada.
Por outro lado, os que, como num enxame, estão sempre congregados, estão certamente mais protegidos. Beneficiam-se das provisões para fortalecimento espiritual que recebem de Jeová através das reuniões. Recebem também uma maior medida de Seu espírito que opera nas reuniões do povo de Deus. Com estes Satanás não se entusiasma, prefere deixa-los em paz.
Tudo o que Deus faz é bom
Há muito tempo, num Reino distante, havia um Rei que não acreditava na bondade de Deus. Tinha, porém, um súdito que sempre lhe lembrava dessa verdade. Em todas situações dizia:
-- Meu Rei, não desanime, porque Deus é bom !
Um dia, o Rei saiu para caçar juntamente com seu súdito, e uma fera da floresta atacou o Rei. O súdito conseguiu matar o animal, porém não evitou que sua Majestade perdesse o dedo mínimo da mão direita.
O Rei, furioso pelo que havia acontecido, e sem mostrar agradecimento por ter sua vida salva pelos esforços de seu servo, perguntou a este:
-- E agora, o que você me diz? Deus é bom? Se Deus fosse bom eu não teria sido atacado, e não teria perdido o meu dedo.
O servo respondeu:
-- Meu Rei, apesar de todas essas coisas, somente posso dizer-lhe que Deus é bom, e que mesmo isso, perder um dedo, é para seu bem!
O Rei, indignado com a resposta do súdito, mandou que fosse preso na cela mais escura e mais fétida do calabouço. Após algum tempo, o Rei saiu novamente para caçar e aconteceu dele ser atacado, desta vez por uma tribo de índios que vivia na selva. Estes índios eram temidos por todos, pois sabia-se que faziam sacrifícios humanos para seus deuses.
Mal prenderam o Rei, passaram a preparar, cheios de jubilo, o ritual do sacrifício. Quando já estava tudo pronto, e o Rei já estava diante do altar, o sacerdote indígena, ao examinar a vitima, observou furioso:
-- Este homem não pode ser sacrificado, pois é defeituoso! .......Falta-lhe um dedo!
E o Rei foi libertado. Ao voltar para o palácio, muito alegre e aliviado, libertou seu súdito e pediu que viesse em sua presença. Ao ver o servo, abraçou-o afetuosamente dizendo-lhe:
-- Meu Caro, Deus foi realmente bom comigo! Você já deve estar sabendo que escapei da morte justamente porque não tinha um dos dedos. Mas ainda tenho em meu coração uma grande duvida: Se Deus e tão bom, por que permitiu que você fosse preso da maneira como foi? ....Logo você, que tanto O defendeu!?
O servo sorriu e disse:
-- Meu Rei, se eu estivesse junto contigo nessa caçada, certamente seria sacrificado em teu lugar, pois não me falta dedo algum!
-- Meu Rei, não desanime, porque Deus é bom !
Um dia, o Rei saiu para caçar juntamente com seu súdito, e uma fera da floresta atacou o Rei. O súdito conseguiu matar o animal, porém não evitou que sua Majestade perdesse o dedo mínimo da mão direita.
O Rei, furioso pelo que havia acontecido, e sem mostrar agradecimento por ter sua vida salva pelos esforços de seu servo, perguntou a este:
-- E agora, o que você me diz? Deus é bom? Se Deus fosse bom eu não teria sido atacado, e não teria perdido o meu dedo.
O servo respondeu:
-- Meu Rei, apesar de todas essas coisas, somente posso dizer-lhe que Deus é bom, e que mesmo isso, perder um dedo, é para seu bem!
O Rei, indignado com a resposta do súdito, mandou que fosse preso na cela mais escura e mais fétida do calabouço. Após algum tempo, o Rei saiu novamente para caçar e aconteceu dele ser atacado, desta vez por uma tribo de índios que vivia na selva. Estes índios eram temidos por todos, pois sabia-se que faziam sacrifícios humanos para seus deuses.
Mal prenderam o Rei, passaram a preparar, cheios de jubilo, o ritual do sacrifício. Quando já estava tudo pronto, e o Rei já estava diante do altar, o sacerdote indígena, ao examinar a vitima, observou furioso:
-- Este homem não pode ser sacrificado, pois é defeituoso! .......Falta-lhe um dedo!
E o Rei foi libertado. Ao voltar para o palácio, muito alegre e aliviado, libertou seu súdito e pediu que viesse em sua presença. Ao ver o servo, abraçou-o afetuosamente dizendo-lhe:
-- Meu Caro, Deus foi realmente bom comigo! Você já deve estar sabendo que escapei da morte justamente porque não tinha um dos dedos. Mas ainda tenho em meu coração uma grande duvida: Se Deus e tão bom, por que permitiu que você fosse preso da maneira como foi? ....Logo você, que tanto O defendeu!?
O servo sorriu e disse:
-- Meu Rei, se eu estivesse junto contigo nessa caçada, certamente seria sacrificado em teu lugar, pois não me falta dedo algum!
Metamorfose
E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Rom. 12:2.
A expressão traduzida como "transformai-vos", em nosso texto, vem da palavra grega metamorphoo, "mudar, transfigurar, alterar na aparência". Nossa palavra "metamorfose" é derivada dessa raiz grega. Uma das definições de metamorfose é "uma mudança acentuada que tem a ver com desenvolvimento, na forma ou estrutura de um animal (como uma borboleta ou rã), e que ocorre após o nascimento".
Minha esposa e eu gostamos de jardinagem, mas a menos que tomemos cuidado, certas criaturas que passam por metamorfose arruínam aquilo que plantamos. A natureza delas é assim. São chamadas lagartas. A maioria das pessoas despreza essas criaturas destruidoras e rastejantes. Mas quando uma lagarta passa pela metamorfose, sua natureza se altera e ela emerge da crisálida como uma linda borboleta.
Nos primeiros séculos da era cristã, a borboleta era usada como símbolo da ressurreição. A idéia era a seguinte: assim como a natureza da lagarta se transforma pelo processo da metamorfose, assim também aqueles que morrem em Cristo serão transformados de mortais para imortais pela ressurreição na Segunda Vinda (ver I Cor. 15:51-53).
Há um clube exclusivo na América, chamado Clube Lagarta; admite somente pessoas que tenham sobrevivido à queda de um avião, sem pára-quedas, e que tenham vivido para contar a história. Seus membros crêem que receberam uma segunda oportunidade para viver; e não é surpreendente que a lagarta seja o símbolo de sua "nova vida".
A Bíblia ensina que o povo de Deus passará por uma metamorfose por ocasião da Segunda Vinda. Se quisermos experimentar essa mudança, precisamos primeiro experimentar a metamorfose da conversão - a transformação que ocorre quando o Espírito Santo entra em nossa vida e nos torna novas criaturas em Cristo. Em ambos os casos, é o poder de Deus que entra em ação. Alguns chamam essa energia transformadora de "o poder da ressurreição" (ver Filip. 3:10).
Todos nós precisamos desse poder hoje!
A expressão traduzida como "transformai-vos", em nosso texto, vem da palavra grega metamorphoo, "mudar, transfigurar, alterar na aparência". Nossa palavra "metamorfose" é derivada dessa raiz grega. Uma das definições de metamorfose é "uma mudança acentuada que tem a ver com desenvolvimento, na forma ou estrutura de um animal (como uma borboleta ou rã), e que ocorre após o nascimento".
Minha esposa e eu gostamos de jardinagem, mas a menos que tomemos cuidado, certas criaturas que passam por metamorfose arruínam aquilo que plantamos. A natureza delas é assim. São chamadas lagartas. A maioria das pessoas despreza essas criaturas destruidoras e rastejantes. Mas quando uma lagarta passa pela metamorfose, sua natureza se altera e ela emerge da crisálida como uma linda borboleta.
Nos primeiros séculos da era cristã, a borboleta era usada como símbolo da ressurreição. A idéia era a seguinte: assim como a natureza da lagarta se transforma pelo processo da metamorfose, assim também aqueles que morrem em Cristo serão transformados de mortais para imortais pela ressurreição na Segunda Vinda (ver I Cor. 15:51-53).
Há um clube exclusivo na América, chamado Clube Lagarta; admite somente pessoas que tenham sobrevivido à queda de um avião, sem pára-quedas, e que tenham vivido para contar a história. Seus membros crêem que receberam uma segunda oportunidade para viver; e não é surpreendente que a lagarta seja o símbolo de sua "nova vida".
A Bíblia ensina que o povo de Deus passará por uma metamorfose por ocasião da Segunda Vinda. Se quisermos experimentar essa mudança, precisamos primeiro experimentar a metamorfose da conversão - a transformação que ocorre quando o Espírito Santo entra em nossa vida e nos torna novas criaturas em Cristo. Em ambos os casos, é o poder de Deus que entra em ação. Alguns chamam essa energia transformadora de "o poder da ressurreição" (ver Filip. 3:10).
Todos nós precisamos desse poder hoje!
Recompensa por Fazer o Bem
Porque Deus não é injusto para ficar esquecido do vosso trabalho e do amor que evidenciastes para com o Seu nome, pois servistes e ainda servis aos santos. Heb. 6:10.
Num dia quente de verão, há pouco mais de cem anos, um jovem estudante de Medicina estava indo de casa em casa numa comunidade rural do Estado de Maryland, Estados Unidos, vendendo livros para obter dinheiro e poder pagar seus estudos. No fim da tarde, bateu à porta de uma casa de fazenda onde a única pessoa que encontrou foi uma garota adolescente. Depois de ele fazer sua apresentação, a menina disse:
- Lamento muito, mas minha mãe é viúva e nós não temos condições de comprar livros.
O rapaz então perguntou:
- Você poderia por favor me dar um copo d'água?
- É claro. Mas nós temos bastante leite fresquinho. Você não preferiria um copo de leite em lugar de água?
- Eu ficaria muito agradecido - respondeu o jovem.
Transcorreram anos. O estudante de Medicina tornou-se um hábil médico. Certo dia, durante o plantão, chegou à conclusão de que uma das pacientes era aquela que, quando garota, havia sido bondosa para com ele. A moça, entretanto, estava doente demais para reconhecê-lo. As coisas começaram a acontecer. Aquela jovem foi removida para um quarto particular e passou a receber a melhor atenção que a ciência médica podia oferecer.
Depois de alguns dias, uma enfermeira lhe disse:
- Amanhã você poderá voltar para casa.
- Fico feliz - disse a paciente - mas a conta do hospital me preocupa.
- Eu vou buscá-la e então veremos em quanto ficou.
A enfermeira retornou com o tesoureiro do hospital, que apresentou a conta à paciente. Ela olhou logo para a última linha. Ficou chocada com a elevada quantia. Mas então viu algumas palavras escritas atravessadas sobre o extrato de sua conta: "Plenamente pago por um copo de leite. - Dr. Howard A. Kelly."
Num dia quente de verão, há pouco mais de cem anos, um jovem estudante de Medicina estava indo de casa em casa numa comunidade rural do Estado de Maryland, Estados Unidos, vendendo livros para obter dinheiro e poder pagar seus estudos. No fim da tarde, bateu à porta de uma casa de fazenda onde a única pessoa que encontrou foi uma garota adolescente. Depois de ele fazer sua apresentação, a menina disse:
- Lamento muito, mas minha mãe é viúva e nós não temos condições de comprar livros.
O rapaz então perguntou:
- Você poderia por favor me dar um copo d'água?
- É claro. Mas nós temos bastante leite fresquinho. Você não preferiria um copo de leite em lugar de água?
- Eu ficaria muito agradecido - respondeu o jovem.
Transcorreram anos. O estudante de Medicina tornou-se um hábil médico. Certo dia, durante o plantão, chegou à conclusão de que uma das pacientes era aquela que, quando garota, havia sido bondosa para com ele. A moça, entretanto, estava doente demais para reconhecê-lo. As coisas começaram a acontecer. Aquela jovem foi removida para um quarto particular e passou a receber a melhor atenção que a ciência médica podia oferecer.
Depois de alguns dias, uma enfermeira lhe disse:
- Amanhã você poderá voltar para casa.
- Fico feliz - disse a paciente - mas a conta do hospital me preocupa.
- Eu vou buscá-la e então veremos em quanto ficou.
A enfermeira retornou com o tesoureiro do hospital, que apresentou a conta à paciente. Ela olhou logo para a última linha. Ficou chocada com a elevada quantia. Mas então viu algumas palavras escritas atravessadas sobre o extrato de sua conta: "Plenamente pago por um copo de leite. - Dr. Howard A. Kelly."
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Aquele que vos der de beber um copo de água, em Meu nome, porque sois de Cristo, em verdade vos digo que de modo algum perderá o seu galardão. S. Mar. 9:41.
Alguns anos atrás, Sam Foss, escritor e viajante, chegou a uma cabana pequena e rústica situada no topo de uma colina, na Inglaterra. Viu ali por perto uma placa que dizia: "Sirva-se. Tome água fresca." A pouca distância ele encontrou uma fonte de água geladinha. Acima da fonte estava pendurada uma antiga caneca, e sobre um banco próximo havia uma cesta de maçãs e outra placa que convidava o transeunte a servir-se.
Curioso por conhecer as pessoas que demonstravam tanta hospitalidade para com estranhos, Foss bateu à porta. Um idoso casal atendeu, e Foss perguntou-lhes acerca da fonte d'água e das maçãs. Explicaram que não tinham filhos. O seu pedacinho de terra produzia uma reduzida colheita, mas como tinham abundância de água fresca, queriam simplesmente partilhá-la com quem passasse por ali.
- Somos muito pobres para dar dinheiro de esmola - disse o marido - mas achamos que deste modo podemos fazer algo pelas pessoas que passam por aqui.
Conta-se que o gesto altruísta daquele idoso casal inspirou o poema "A Casa Junto ao Caminho". Não são os grandes presentes dados com ostentação que o Céu mais considera, mas sim os pequenos atos de amor e bondade.
Alguns anos atrás, Sam Foss, escritor e viajante, chegou a uma cabana pequena e rústica situada no topo de uma colina, na Inglaterra. Viu ali por perto uma placa que dizia: "Sirva-se. Tome água fresca." A pouca distância ele encontrou uma fonte de água geladinha. Acima da fonte estava pendurada uma antiga caneca, e sobre um banco próximo havia uma cesta de maçãs e outra placa que convidava o transeunte a servir-se.
Curioso por conhecer as pessoas que demonstravam tanta hospitalidade para com estranhos, Foss bateu à porta. Um idoso casal atendeu, e Foss perguntou-lhes acerca da fonte d'água e das maçãs. Explicaram que não tinham filhos. O seu pedacinho de terra produzia uma reduzida colheita, mas como tinham abundância de água fresca, queriam simplesmente partilhá-la com quem passasse por ali.
- Somos muito pobres para dar dinheiro de esmola - disse o marido - mas achamos que deste modo podemos fazer algo pelas pessoas que passam por aqui.
Conta-se que o gesto altruísta daquele idoso casal inspirou o poema "A Casa Junto ao Caminho". Não são os grandes presentes dados com ostentação que o Céu mais considera, mas sim os pequenos atos de amor e bondade.
Mais Além Plus Ultra
Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em Mim, ainda que morra, viverá. S. João 11:25.
Nas Ilhas dos Açores, onde morei quando adolescente, foram encontradas moedas cartaginesas de algumas centenas de anos antes de Cristo. Essas moedas apoiam a crença de que marinheiros fenícios descobriram aquelas ilhas bem antes de terem sido reivindicadas para Portugal por Gonçalo Velho Cabral em 1431.
No século XII da era cristã, geógrafos árabes mencionaram a existência de nove ilhas no Oceano Ocidental, ou Atlântico. Esse conhecimento, entretanto, perdeu-se aparentemente durante a Idade Média. Portugal, assim, localizado na costa ocidental da península mais ocidental da Europa, manteve por centenas de anos o seu lema Nec Plus Ultra, "Nada Mais Além".
Naquele tempo, muitos criam que, se alguém saísse navegando para além do horizonte, acabaria caindo pela extremidade da Terra. Mas à medida que pescadores e outros se aventuravam cada vez mais longe no Atlântico, iam percebendo que seus temores não tinham fundamento. Então, quando ousados navegadores como Bartolomeu Dias, Vasco da Gama, Cabral e outros descobriram mais terras além do horizonte, Portugal mudou seu lema para Plus Ultra, "Mais Além".
Para muitas pessoas, não existe nada além do mar da vida, esta existência presente. Seu lema é, na essência, Nec Plus Ultra ou, como disse Robert Ingersoll, bem conhecido ateu americano: "A vida é um estreito vale entre os frios e estéreis picos de duas eternidades."
Nas Ilhas dos Açores, onde morei quando adolescente, foram encontradas moedas cartaginesas de algumas centenas de anos antes de Cristo. Essas moedas apoiam a crença de que marinheiros fenícios descobriram aquelas ilhas bem antes de terem sido reivindicadas para Portugal por Gonçalo Velho Cabral em 1431.
No século XII da era cristã, geógrafos árabes mencionaram a existência de nove ilhas no Oceano Ocidental, ou Atlântico. Esse conhecimento, entretanto, perdeu-se aparentemente durante a Idade Média. Portugal, assim, localizado na costa ocidental da península mais ocidental da Europa, manteve por centenas de anos o seu lema Nec Plus Ultra, "Nada Mais Além".
Naquele tempo, muitos criam que, se alguém saísse navegando para além do horizonte, acabaria caindo pela extremidade da Terra. Mas à medida que pescadores e outros se aventuravam cada vez mais longe no Atlântico, iam percebendo que seus temores não tinham fundamento. Então, quando ousados navegadores como Bartolomeu Dias, Vasco da Gama, Cabral e outros descobriram mais terras além do horizonte, Portugal mudou seu lema para Plus Ultra, "Mais Além".
Para muitas pessoas, não existe nada além do mar da vida, esta existência presente. Seu lema é, na essência, Nec Plus Ultra ou, como disse Robert Ingersoll, bem conhecido ateu americano: "A vida é um estreito vale entre os frios e estéreis picos de duas eternidades."
Depois de Muitos Dias
Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás. Ecle. 11:1.
Em 1568, quando a rainha Maria da Escócia fugiu para a Inglaterra, levou consigo um colar de raras pérolas negras. Dezenove anos mais tarde, quando foi executada, o ornamento desapareceu. O governo britânico ordenou uma busca, mas o colar jamais foi encontrado. Depois de muito tempo e considerável esforço, teve de ser suspensa a busca, mas o caso não foi esquecido.
Mais de 350 anos depois, duas mulheres americanas, viajando pela Grã-Bretanha, entraram numa velha loja de presentes à procura de uma lembrancinha para levar para casa. O encarregado da loja mostrou-lhes um colar de contas pretas encardidas, que ele ofereceu por um xelim (vigésima parte da libra). As senhoras o adquiriram e o levaram a um joalheiro, para que limpasse as continhas.
Vários dias mais tarde, quando as mulheres passaram por lá para retirar o "souvenir", um representante do governo britânico informou-lhes que as contas constituíam o colar da Rainha Maria, perdido fazia tanto tempo. Para reavê-lo, o governo pagou às senhoras a quantia de cinco mil libras esterlinas.
Em 1568, quando a rainha Maria da Escócia fugiu para a Inglaterra, levou consigo um colar de raras pérolas negras. Dezenove anos mais tarde, quando foi executada, o ornamento desapareceu. O governo britânico ordenou uma busca, mas o colar jamais foi encontrado. Depois de muito tempo e considerável esforço, teve de ser suspensa a busca, mas o caso não foi esquecido.
Mais de 350 anos depois, duas mulheres americanas, viajando pela Grã-Bretanha, entraram numa velha loja de presentes à procura de uma lembrancinha para levar para casa. O encarregado da loja mostrou-lhes um colar de contas pretas encardidas, que ele ofereceu por um xelim (vigésima parte da libra). As senhoras o adquiriram e o levaram a um joalheiro, para que limpasse as continhas.
Vários dias mais tarde, quando as mulheres passaram por lá para retirar o "souvenir", um representante do governo britânico informou-lhes que as contas constituíam o colar da Rainha Maria, perdido fazia tanto tempo. Para reavê-lo, o governo pagou às senhoras a quantia de cinco mil libras esterlinas.
A Recompensa de Quem Trabalha nos Bastidores
Haverá uma parte igual para os de cada grupo - uma parte para os que foram à batalha, e outra para os que tomaram conta do equipamento. I Sam. 30:24 (A Bíblia Viva).
Um livro que fala das condições de trabalho nos estaleiros britânicos menciona duas classes de operários; uma é conhecida como os "cravadores" e a outra como os "pegadores". Sabemos quem são os cravadores. Os golpes ensurdecedores de seus martelos de ar comprimido soam de cada nova embarcação que está sendo fabricada. Os pegadores, cujas tenazes agarram os parafusos de aço aquecido ao rubro e os deixam prontos para o uso dos cravadores, fazem um trabalho menos emocionante e aclamado.
Os dois tipos de operários são semelhantes aos cristãos que labutam na causa do Senhor. Alguns, como os cravadores, parecem trabalhar à luz dos refletores e recebem toda a glória. Outros, como os pegadores, não fazem nenhum alarde mas são absolutamente essenciais para a realização do trabalho, embora recebam pouco ou nenhum crédito.
Na parábola dos trabalhadores, os operários que foram contratados de manhã concordaram em trabalhar na vinha por um denário - o pagamento normal de um dia de trabalho. Os que foram contratados mais tarde, inclusive os da undécima hora, receberam a garantia de que obteriam um pagamento justo. No fim do dia, quando o proprietário efetuou o pagamento dos trabalhadores e deu aos que chegaram por último a mesma quantia dada aos que haviam trabalhado o dia todo, aqueles que tinham trabalhado mais tempo reclamaram que deveriam ter recebido mais. Essa parábola, explicou Jesus, representa o reino dos Céus.
Não devemos supor que no dia em que for dada a recompensa, aqueles que trabalharam mais se queixarão de que a vida eterna não é suficiente e de que deviam receber mais "pagamento". A questão é que todos os salvos receberão a mesma recompensa - a vida eterna.
Suponho que alguém insatisfeito com essa recompensa nem mesmo estaria vivo para recebê-la. Todos nós, tenho certeza, ficaremos felizes até mesmo com o fato de termos sido salvos para a eternidade. Se alguns nesta vida receberam mais crédito que outros, o que é isso em comparação com o "eterno peso de glória" que será o prêmio dos fiéis? (Ver II Cor. 4:17.)
Um livro que fala das condições de trabalho nos estaleiros britânicos menciona duas classes de operários; uma é conhecida como os "cravadores" e a outra como os "pegadores". Sabemos quem são os cravadores. Os golpes ensurdecedores de seus martelos de ar comprimido soam de cada nova embarcação que está sendo fabricada. Os pegadores, cujas tenazes agarram os parafusos de aço aquecido ao rubro e os deixam prontos para o uso dos cravadores, fazem um trabalho menos emocionante e aclamado.
Os dois tipos de operários são semelhantes aos cristãos que labutam na causa do Senhor. Alguns, como os cravadores, parecem trabalhar à luz dos refletores e recebem toda a glória. Outros, como os pegadores, não fazem nenhum alarde mas são absolutamente essenciais para a realização do trabalho, embora recebam pouco ou nenhum crédito.
Na parábola dos trabalhadores, os operários que foram contratados de manhã concordaram em trabalhar na vinha por um denário - o pagamento normal de um dia de trabalho. Os que foram contratados mais tarde, inclusive os da undécima hora, receberam a garantia de que obteriam um pagamento justo. No fim do dia, quando o proprietário efetuou o pagamento dos trabalhadores e deu aos que chegaram por último a mesma quantia dada aos que haviam trabalhado o dia todo, aqueles que tinham trabalhado mais tempo reclamaram que deveriam ter recebido mais. Essa parábola, explicou Jesus, representa o reino dos Céus.
Não devemos supor que no dia em que for dada a recompensa, aqueles que trabalharam mais se queixarão de que a vida eterna não é suficiente e de que deviam receber mais "pagamento". A questão é que todos os salvos receberão a mesma recompensa - a vida eterna.
Suponho que alguém insatisfeito com essa recompensa nem mesmo estaria vivo para recebê-la. Todos nós, tenho certeza, ficaremos felizes até mesmo com o fato de termos sido salvos para a eternidade. Se alguns nesta vida receberam mais crédito que outros, o que é isso em comparação com o "eterno peso de glória" que será o prêmio dos fiéis? (Ver II Cor. 4:17.)
A Recompensa da Liberalidade
O generoso será abençoado, porque dá do seu pão ao pobre. Prov. 22:9.
Muito tempo atrás, um rapaz que estava viajando para a região Oeste dos Estados Unidos chegou a uma fazenda e pediu uma acomodação onde pudesse passar a noite. O proprietário recebeu-o com boa vontade. Pouco depois, outro viajante e sua esposa pararam e perguntaram se poderiam pernoitar ali. O jovem marido, que sofria de tuberculose, explicou que tinha somente quatro dólares para pagar o alojamento. O fazendeiro convidou-os a entrar e disse que não cobraria nada pelo pernoite.
O primeiro rapaz, sentindo pena do viajante enfermo, ofereceu-lhe sua cama e disse que dormiria no celeiro, o que ele realmente fez. Na manhã seguinte, quando o homem doente e sua esposa estavam partindo, o fazendeiro colocou 100 dólares na mão dele e disse que os usasse, sem preocupar-se no caso de não poder devolvê-los.
Vinte anos se passaram. O primeiro rapaz viajava perto da fazenda onde havia pernoitado tantos anos atrás e decidiu ver se o proprietário ainda morava no mesmo lugar. Morava. Enquanto recordavam aquele dia, outro visitante bateu à porta. Por uma dessas coincidências únicas na vida, era o outro viajante! Havia recuperado a saúde, e a fortuna lhe havia sorrido. Tomara conhecimento, recentemente, de que seu generoso anfitrião havia sofrido sérios reveses financeiros. Estava passando por ali para pagar a generosidade dele.
- Amigo - disse ele ao fazendeiro - você me deu 100 dólares quando eu estava necessitado, e agora quero pagar-lhe 100 dólares para cada dólar que me deu.
Bem que eu gostaria de saber os nomes das pessoas dessa história, mas não sei. Tudo o que sei é que ela foi "contada pelo rapaz que chegou primeiro àquela casa de fazenda".
A generosidade tem suas recompensas, até mesmo nesta vida. Jesus disse: "Dai, e dar-se-vos-á; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão." S. Luc. 6:38. Mas não espere que sempre aconteça dessa maneira. Seja generoso porque isso faz parte da regra áurea - e espere bênçãos espirituais, não materiais.
Muito tempo atrás, um rapaz que estava viajando para a região Oeste dos Estados Unidos chegou a uma fazenda e pediu uma acomodação onde pudesse passar a noite. O proprietário recebeu-o com boa vontade. Pouco depois, outro viajante e sua esposa pararam e perguntaram se poderiam pernoitar ali. O jovem marido, que sofria de tuberculose, explicou que tinha somente quatro dólares para pagar o alojamento. O fazendeiro convidou-os a entrar e disse que não cobraria nada pelo pernoite.
O primeiro rapaz, sentindo pena do viajante enfermo, ofereceu-lhe sua cama e disse que dormiria no celeiro, o que ele realmente fez. Na manhã seguinte, quando o homem doente e sua esposa estavam partindo, o fazendeiro colocou 100 dólares na mão dele e disse que os usasse, sem preocupar-se no caso de não poder devolvê-los.
Vinte anos se passaram. O primeiro rapaz viajava perto da fazenda onde havia pernoitado tantos anos atrás e decidiu ver se o proprietário ainda morava no mesmo lugar. Morava. Enquanto recordavam aquele dia, outro visitante bateu à porta. Por uma dessas coincidências únicas na vida, era o outro viajante! Havia recuperado a saúde, e a fortuna lhe havia sorrido. Tomara conhecimento, recentemente, de que seu generoso anfitrião havia sofrido sérios reveses financeiros. Estava passando por ali para pagar a generosidade dele.
- Amigo - disse ele ao fazendeiro - você me deu 100 dólares quando eu estava necessitado, e agora quero pagar-lhe 100 dólares para cada dólar que me deu.
Bem que eu gostaria de saber os nomes das pessoas dessa história, mas não sei. Tudo o que sei é que ela foi "contada pelo rapaz que chegou primeiro àquela casa de fazenda".
A generosidade tem suas recompensas, até mesmo nesta vida. Jesus disse: "Dai, e dar-se-vos-á; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão." S. Luc. 6:38. Mas não espere que sempre aconteça dessa maneira. Seja generoso porque isso faz parte da regra áurea - e espere bênçãos espirituais, não materiais.
10/05/2013
Um ministro escocês em Glasgow estava num sábado pela manhã buscando ilustrar o amor de Cristo, e contou a história de uma mãe que tomou seu pequeno filho numa noite e foi para uma das montanhas escocesas. Caiu neve e ela perdeu o caminho. Exausta, foi forçada a deitar-se na neve, depois cobriu a criança com seu "xale". Na manhã seguinte ela foi encontrada morta. Disse o ministro: "Seu filho foi achado com vida, e cresceu, deve ser hoje um homem de trinta anos de idade. Se ele ainda vive e se lembra daquela história, como sua mãe o salvou desabrigando-se a si mesma, estou certo de que se lhe expandiria o coração de amor por haver tido uma mãe tal. Deve reverenciar-lhe a memória e agradecer a Deus constantemente pelo que ela por ele fez. E tu, amigo, se não amas a Jesus cristo, que morreu para te salvar, em um filho ingrato." Passados uns poucos dias, foi o ministro chamado para conversar com um homem moribundo, que havia muito estava enlameado no pecado. Era o filho daquela mãe. Ele fora à igreja naquela manhã e ouvira a narrativa. Não podia evadir-se da aplicação da mesma. Em seu leito de morte aceitou o Cristo do Calvário. – Keith L. Brooks.
Na semana do dia das mães a professora pediu aos alunos que escrevessem uma redação com o tema "mãe só tem uma". No dia marcado ela começou a chamar os alunos para lerem as redações. Vanessinha : certo dia chuvoso eu estava em casa sem ter o que fazer e um pouco triste. Minha mãe ao me ver naquele estado fez uma bonequinha de pano e me deu de presente, e o meu dia mudou. Mãe só tem uma. E todos os alunos aplaudiram. Deazinha: certo dia fomos caçar. Todos com espingarda em punho. De repente apareceu uma onça na minha direção. Dei o primeiro tiro e falhou. Dei o segundo tiro e também falhou. A onça já estava quase me alcançando quando, de repente, eu ouvi - BAM! e a onça caiu morta. Era a mamãe que havia atirado salvando minha vida. Mãe só tem uma. E todos os alunos aplaudiram. Aí a professora chamou o Thadeuzinho: certo dia estava em casa brincando com meu amigo Marcelinho . Aí a mamãe chamou para almoçar. Quando fomos sentar à mesa a mamãe me disse - Thadeuzinho, pega duas latas de refrigerante na geladeira. Aí eu falei "mãe só tem uma"!!!
Depoimento de uma mãe: Quando Clara nasceu ela precisou ficar internada pois teve ictericia neonatal, a pediatra disse: -Você deixa ela na UTI e vem amamentar de três em três horas. Aí eu pensei: Deixar ela? Como posso deixa-la se eu acabei de recebe-la? Pedimos transferência para outro hospital onde eu pudesse ficar com ela 24hs. Porém chegou o dia que eu tive de deixa-la para voltar a trabalhar.Deixá-la na escola, deixá-la no ônibus do passeio ao teatro, deixá-la na casa da tia durante as férias|por vários dias sem mim porque mãe "atrapalha". Hoje, ela tem quase oito anos e eu sei que ainda vou ter que deixá-la centenas de vezes, na escola, na discoteca, na faculdade, na igreja, na maternidade. Porque apesar dela ser minha filha ela não me pertence, ela pertence à vida, ao mundo, a Deus.Todos tem sorte de pertencê-la.
Origem Moderna do Dia das Mães
Em 9 de maio de 1905, na cidade de Webster (Estados Unidos), a professora Ana Jarvis perdeu sua mãe. Dois anos depois, em 1907, a Igreja Pentecostal promoveu uma homenagem à mãe de Ana Jarvis, pelo muito que ela trabalhara para a comunidade religiosa. No ano seguinte, ainda no segundo domingo de maio, realizou-se pela primeira vez uma celebração pública com o mesmo objetivo, Foi nessa ocasião que Ana sugeriu que a homenagem se estendesse a todas as mães falecidas, idéia que foi logo aceita. Sob a inspiração de Ana nasceu o Dia das Mães, que passaria a ser comemorado no segundo domingo de maio de cada ano. Fonte: Jornal Infantil Globinho.
Certa mãe, quando lhe perguntaram o segredo de os filhos servirem a Cristo com grande dedicação, deu a seguinte resposta: "Quando eram criancinhas de colo, ao banhá-Ias, levantava o meu coração a Deus, para que Ele as lavasse no sangue que purifica de todo o pecado. Quando as vestia de manhã, pedia que o Pai celestial as vestisse do manto da justiça de Cristo. Quando colocava perante elas a comida, orava que Deus alimentasse suas almas com o pão dos céus e lhes desse a beber da água da vida. Ao prepará-Ias para os cultos da casa de Deus, rogava que seus corpos fossem preparados para serem templos do Espírito Santo. Quando saíam para a escola, eu as seguia em espírito, orando para que, em suas vidas, andassem na vereda dos justos que aumenta de brilho até o dia perfeito. E, ao deitá-Ias para dormir de noite, a respiração da minha alma sobre elas era que o Pai celestial as aceitasse nos Seus braços e as segurasse com as Suas mãos."
Dennis Rainey, em seu Iivro Meditações Diárias Para Casais, relatou que nos Estados Unidos uma firma distribui cartões para os presos enviarem no Dia das Wães. Com dois dias de promoção, os cartões tinham se esgotado. O mesmo foi feito na semana que antecedia ao Dia dos Pais. O resultado foi desanimador. Sobraram cartões. Por quê? A resposta é fácil: os presos não conheciam os seus pais ou não tinham o mínimo interesse em manter contato com eles. Antes que tirem conclusões precipitadas em relação às mães, é bom afirmar que foi a ausência dos pais (e não a presença, na maioria dos casos) que criou um campo propício para os filhos se inclinarem para a marginalidade. 22.2.2008
Um menino certa vez estava aprendendo a tabuada de multiplicação quando, de repente, parou, fitou os olhos em sua mãe e perguntou-lhe: - Então, minha mãe, é verdade que Deus fez o mundo? - Fez sim, meu bem. - E as árvores nas florestas e os pássaros no céu e os bichinhos no campo? - Sim, querido. O menino ficou quieto por um momento, meditando nesta grande verdade, e indagou novamente: - Mas de onde Deus fez tudo, mamãe? E a boa mãe respondeu: - Ele o fez do seu imenso poder e amor, meu filho. Oração: "O Senhor teu Deus está no meio de ti, poderoso para salvar; ele se deleitará em ti com alegria" (Sf 3.17). 16.2.2008
O culto a Deus, na companhia de Seu povo, não é somente um privilégio que devemos repartir com outros, mas também um ato santo e grandioso que praticamos. O culto público reúne três grupos de participantes: aqueles que sentem profundamente a presença e a realidade do Deus vivo e sua comunhão com Ele; aqueles que já estiveram em comunhão com Deus no passado, mas que a perderam e procuram agora reconciliação e aqueles que nunca sentiram a presença de Deus nem Seu poder, e foram levados, conscientemente, por uma necessidade interna, a buscar comunhão. Thomas Carlyle não poderia jamais esquecer o quadro de sua mãe em oração - ali estava o que ele conhecera de mais elevado na terra em comunhão com o que ela conhecia de mais elevado nos céus. Muitos homens descobriram que o culto é a "casa de força" da Igreja. No culto, canais são abertos, através dos quais a graça de Deus flui para trazer purificação, coragem, força, comunhão e fé. Ernest E. Long (Ontário, Canadá). 16.2.2008
"Deus é amor." Esta expressão é o resultado da experiência pessoal de João. Como os primeiros mártires do cristianismo, ele aprendeu que a coragem não podia ser frustrada. O segredo do destemor dos cristãos em face da perseguição e da morte era seu sincero amor pelo Salvador. Um dia, uma casa incendiou. Muitas pessoas acorreram para ver o fogo. Sabiam que havia umas crianças presas no interior da casa em chamas, mas ninguém se animava a entrar na casa para salvá-las. Chegou, pois, a mãe das crianças e, sem detença, penetrou no meio das chamas, buscando salvar seus filhos. Era uma mulher tímida, mas no momento em que soube que seus filhos periclitavam, o amor materno lançou fora o temor. Instantaneamente, perdeu o medo de todo o perigo e salvou os seus filhos. Estamos vivendo numa época de grandes perigos. É só o amor por nosso Salvador que pode lançar fora todo o nosso temor. Somos nós destemidas testemunhas de Cristo, num mundo cheio de pecados e injustiças? Chew Hock Hin (Malaísia). 9.2.2008
Havia duas tribos guerreando nos Andes. Uma que vivia nas planícies e outra que vivia no alto das montanhas. Um dia, o povo da montanha invadiu as terras baixas, e como parte do roubo, levaram o bebê de uma das famílias do povo da planície para o alto das montanhas. O povo da planície não sabia escalar a montanha. Não conheciam algumas das rotas utilizadas pelo povos da montanha, e não sabiam onde encontrar o povo da montanha ou como segui-los naquele terreno íngreme. Mesmo assim, enviaram seus melhores homens de combate para escalar a montanha e para trazer o bebê de volta para casa. Os homens tentaram um primeiro método para escalar e depois outro. Tentaram uma rota e depois outra. Após diversos dias de esforço, entretanto, tinham escalado somente cem metros. Sentindo-se impossibilitados e desesperançados, os homens da planície decidiram que a causa estava perdida, e prepararam-se para retornar à sua vila. Enquanto preparavam a bagagem para a descida, viram a mãe do bebê caminhando até eles. Perceberam que ela estava descendo a montanha que não tinham encontrado meios de escalar. E então viram que ela tinha o bebê preso às costas por correias de couro. Como podia ser isso? Um homem a cumprimentou e perguntou? - Nós não pudemos escalar esta montanha. Como você fez o que os homens mais fortes e mais capazes da vila não puderam fazer? Sacudindo os ombros, ela respondeu!! - O bebê não era de vocês! 1.2.2008
Origem do Dia das Mães
A homenagem às mães vem desde muito tempo. Tudo começou na Grécia antiga. No início da primavera, se fazia uma festa para Reia, a Mãe dos Deuses. Em Roma, havia um festival dedicado à Cibele, também considerada mãe dos deuses. A festa era conhecida como Hilaria e a comemoração durava três dias. No início do século XVII, os ingleses passaram a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães dos trabalhadores. Durante todo esse dia os trabalhadores tinham folga para ficar com suas mães. Nos Estados Unidos, houve uma campanha comandada por Anna Jarvis, em 1907 pela instituição do dia. Ela queria homenagear a sua mãe e muitos outros filhos se motivaram a apoiá-la. Mas somente em 1914, o dia foi institucionalizado e lá, é comemorado no segundo domingo de maio. 14/5/07
Existe um projeto em UTI neonatal denominado Canguru. Consiste em bebês prematuros ficarem em contato com o corpo da mãe durante algumas horas a cada dia. Dessa forma, os bebês se desenvolvem melhor do que se apenas recebessem cuidados médicos dentro de incubadora. O corpo humano em contato com outro se aquece. Além disso, o contato corporal produz sentimentos prazerosos e saudáveis para as emoções.
Conta-se que jovem pescador saiu certa vez para o mar alto em seu barquinho para pescar. O nome do barquinho era ESPERANÇA. Ao cair da noite, sobreveio uma grande tempestade. As ondas jogavam com o frágil barquinho, o vento açoitava com fúria, as estrelas desapareceram, e os céus se tornaram como breu. O jovem pescador, sozinho na tempestade, apenas manejava o barco para não virar. Olhando em todas as direções, só via trevas. Sentiu-se perdido. Na praia, os pescadores e suas famílias abandonaram seus barracos de palha e correram para o outro lado da estrada para se porem a salvo. Enquanto isso, no mar, o jovem pescador lutava sem saber para onde era levado. De repente, apareceu-lhe vislumbrar uma luz ao longe. A chuva continuava a cair em grossas bátegas. O ESPERANÇA parece que vai soçobrar. O pescador apura o olhar e descobre que é mesmo uma luz, débil e distante, mas uma luz que brilha mostrando um caminho na procela. Ele aponta a proa de seu barquinho na direção da tênue luz e começa a remar com todas as suas forças. Na praia, em pé, encharcada da cabeça aos pés enquanto protege do vento o seu lampião, imóvel como uma estátua, os olhos fixos na direção do mar, uma mulher de faces vincadas pelo tempo ergue-se como uma lampadeira humana. Apenas segura a sua luz e espera. No meio das ondas, o pescador cobra ânimo. Sabe que não vai remar para mais longe nem vai dar nos rochedos. Há uma luz indicando o caminho. E um pensamento sobe ao seu coração. Do meio das trevas, brota um grito: "É a luz de minha mãe". Na praia do Amor, sua mãe sustentava a luz da Fé. Puxou o barco para a areia. Exausto, agora tremendo de frio e de medo, olhou para cima. No alto da praia, como um farol, sua mãe erguia uma luz. Bem-aventurado o filho cuja mãe tem uma luz, a luz da fé em Jesus Cristo, a indicar o caminho no meio da procela.
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