19/03/2014

Como Podemos Ver a Jesus

Há uma boa e pequena história para o Natal, que devemos lembrar. Havia um pobre sapateiro chamado Martins. Morava numa grande cidade além-mar. Era um bom homem, amava a Jesus e tinha muitas vezes pensado que gostaria do ter a Jesus como hóspede.

Na véspera do Natal Martins sonhou que ouvira uma voz dizer: "Martins, olhe aí nas ruas amanhã, vou chegar".

Quando veio o dia, Martins levantou-se, prestou um culto a Deus, e foi à oficina começar o trabalho. Lembrou-se então da voz, e começou a olhar para a rua esperando Jesus. Mas via-se somente um velhinho, raspando a neve da calçada. O homem era muito fraquinho, e sofria tanto de frio que mal podia mexer com a pá. Martins pensou: "Enquanto estou esperando o Senhor, vou fazer uma xícara de chá para aquele velho".

Preparou o chá, chamou o ancião para dentro, e depois de tomarem o chá quente, o velho voltou animado para o trabalho, enquanto Martins começou de novo a procurar Jesus na rua. Viu então uma pobre mãe com a filhinha mal embrulhada num xale roto. Convidou-a a entrar, deixou-as aquecer-se ao fogo, deu-lhes comida e uma roupinha à menina, e elas saíram contentes. Quando a mulher tinha ido, Martins continuou a trabalhar, mas pensou que devia estar na hora do Senhor chegar e saiu para a rua de novo.

Uma senhora que vendia maçãs estava sofrendo nas mãos de um rapazinho que queria roubar-lhe a fruta, e Martins chamou o menino e deu-lhe conselhos e lhe falou como amigo, até que o menino pediu desculpas à velha, fazendo as pazes.

A noite chegou. Era hora de deitar-se. Secretamente Martins pensou: "O Natal passou, mas Jesus não veio"

Sentou-se para ler a Bíblia, mas estava muito cansado e dormiu. Então, sonhou que ouvia de novo a voz:

"Martins, você não conheceu quando cheguei?" Martins perguntou: "Quem?" E a voz disse: "Eu".

Viu então o rosto do velho raspando a neve, a mulher e a criança, a vendedora de maçãs e o menino levado ... e cada um destes dizia... "Sou Eu, sou Eu".

Remindo o Tempo

Um americano estava parada num trecho do cais de Tóquio, quando um carregador que num vaivém constante descarregava certa mercadoria do navio lhe perguntou:

– "Veio olhar e ver?" Ele queria saber se o americano era turista. O americano disse que não. Então, ele fez outra pergunta:
– "Espera morrer em breve?" querendo dizer com isso da condição física, se tinha ido ali para tratar de saúde. Recebendo resposta negativa continuou com a carga, mas agora tentou satisfazer sua curiosidade,
perguntando:
– "Veia comprar carga?"
O estrangeiro entendeu e respondeu prontamente: "Sim, eu vim aqui a negócios"
E, mais tarde, refletindo sobre a conversa, o americano disse que estas três perguntas classificam três espécies de pessoas no mundo: algumas parecem estar aqui a passeio, sem nada para fazer a não ser o cumprimento de seus passatempos. Outros pensam apenas sobre sua saúde e bem-estar do corpo, sem ter na vida algum ideal. Há outros ainda que estão no mundo trabalhando e tudo fazendo para melhorar a vida humana. Tratam de negócios sérios.

Estes dão os que têm ideais e pretendem trabalhar de fato nesta vida. Não estão aqui simplesmente para gozar os passatempos – não se satisfazem em possuir apenas roupa, comida e riquezas. Querem dar ao mundo o melhor que possuem e esperam ganhar assim da vida aquilo que é melhor – a noção do dever cumprido.

Uma Fonte Boa

Conta-se a história de um rapaz que certa vez achou uma maçã. Acompanhando o tal rapaz ia um garotinho, seu amigo. O feliz possuidor da maçã gentilmente ofereceu-lhe o primeiro bocado da fruta, e quando este tomou somente um pedacinho, o rapaz generosamente disse-lhe: "Tire um pedaço maior, Toninho. Você tirou muito pouco".

Não havia egoísmo no coração daquele moço; deu generosamente e com alegria, porque tinha um bom coração.

O apóstolo Paulo diz que quando a fonte é pura as ações são boas. "O amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses..." (I Cor. 13:4 e 5)
Por que pensamos e falamos de tal e tal maneira? Por que praticamos certas ações? É o espírito em nosso interior que tudo nos dita para que o façamos. Se a fonte for boa ao éguas serão doces. Se a fonte forma as águas serão amargas. Sejamos "Fontes Doces".

O Pequeno Caridoso

Yuan era um pequeno chinês que morava em Manilha, nas ilhas Filipinas. Havia ajuntado por muito tempo algum dinheiro para comprar uma bicicleta.


Quando já possuía mais de cinqüenta dólares, sentou-se e meditou: "Quantos na China, milhares de patrícios meus estão morrendo de fome..." Resolveu então ajudar as crianças famintas da China em vez de comprar a sua tão desejada bicicleta. Foi diretamente à padaria e gastou todo seu dinheiro na compra de pães; sacos e sacos de pão! Entregou-os à comissão auxiliadora, explicando que era uma oferta que ele mesmo queria mandar aos pequenos chineses. A comissão agradeceu a Yuan pela sua generosidade e ele seguiu para casa inteiramente satisfeito. Os homens discutiram bastante: "Que faremos com todo este pão ? Estragar-se-á antes de chegar à China". Afinal resolveram levá-lo às escolas chinesas na ilha mesmo é vendê-los como "pão patriótico"

Assim fizeram e o povo pagou um bom preço. No fim do dia tinham mais de 200 dólares para aliviar a fonte das crianças na China.

Alma é Centelha de Vida

Dois ou três moços visitando o Museu Nacional leram ao lado de um dos armários, estas palavras: "O corpo de um homem – peso 70 quilos". "Onde está o homem?" perguntou um moço. Ninguém lhe respondeu. No armário viram dois jarros d'água e outros jarros contendo fosfato de cálcio, carbonato de cálcio, potássio, sódio e outros produtos químicos. Noutro anuário havia jarros cheios de gases, hidrogênio, oxigênio e nitrogênio.

Estes elementos são medidos em proporções exatamente iguais às do corpo humano. Depois de pensar sobre isto par algum tempo, um jovem observou: Então, sob feito disto, sou somente isto, não há mais nada?" -"Mais nada", concordou um estranho que sorriu e saiu. Mas o jovem não sorriu, e seu companheiro disse: "Se somos formados apenas de um tanto de cálcio, outro tanto de gases e outro tanta de água, etc., deveríamos ser todos iguais. Deve haver alguma coisa mais, que não se possa guardar em armários".

"Sim", falou um outro baixinho, "há o que Deus coloca nesta matéria, o que nos torna uma alma vivente".

19/07/2013

Jó era mais feliz na desgraça do que Adão no paraíso.
John Flavel
Pegue um santo, coloque-o sob quaisquer circunstâncias, e ele saberá como regozijar-se no Senhor.
Walter Cradock
O cristão deve ser um "aleluia" da cabeça aos pés.
Agostinho
A verdadeira alegria resplandece no escuro.
J. Blanchard
O cristão está indeciso entre bênçãos recebidas e bênçãos esperadas; portanto, ele deve sempre dar graças.

M. R. Vincent
Agradecimentos de coração precisam ser dados a Deus: não da boca para fora, mas do fundo do coração.
John Trapp
Em cada canteiro do livro de Salmos estão plantadas as sementes do agradecimento.
Jeremy Taylor
Agradecer é bom, mas viver agradecido é melhor.
Matthew Henry

O bezerro e o boi velho

Tinha um lavrador um boi já idoso, mestre no ofício de puxar carros; deu‐lhe por companheiro um bezerro ainda mal domado e todo fogo. O boi velho viu um insulto em semelhante parceria: "Olha, disse‐lhe o lavrador, não te emparelho com ele na minha estima; junjo‐o comigo, para que com o teu exemplo aprenda, e melhor aproveite, as lições que lhe dará meu aguilhão; entretanto, como é ele robusto, poderás tu próprio deixar‐lhe carregar o maior peso, e de tanto te acharás aliviado."
MORALIDADE. ‐ Cumpre dar aos mancebos boa companhia de homens sisudos e circunspectos; uns e outros com isso aproveitam.

14/07/2013

O Carrinho de Mão

A assistência estava assistindo a um circo e ficou impressionado com o artista na corda bamba. Ele trabalhava alto, acima de suas cabeças, ele atravessou a corda bamba com facilidade, dando a impressão de que era muito fácil, ao passo que um pequeno erro poderia ser o último ou fatal. Ele primeiro usou uma vara para seu equilíbrio, daí usou um guarda chuva, os olhos de toda a assistência estavam fixos nele, daí ele pegou uma corda e desceu até o chão. Pegou um carrinho de mão, que estava a beira da assistência, encarou a assistência e perguntou:

- Vocês acreditam que eu posso atravessar a corda bamba com este carrinho de mão?

- SIM!!, gritou a assistência.

- Vocês tem fé que eu posso empurrar este carrinho e atravessar a corda bamba?

- SIM!!, gritou a assistência de novo.

O artista percebeu que um homem havia gritado mais alto do que todos, o artista chegando-se a ele perguntou:

- O senhor tem fé que eu possa fazer isso?

- SIM!! Você é o maior!!, ele respondeu.

- Então, entre você no carrinho e vamos!, disse o artista.

Aplicando:
Muitas pessoas dizem que acreditam em Deus e em Cristo, muitos até mesmo possuem conhecimento da Bíblia e dizem terem fé, mas eles não querem entrar no carrinho cujo condutor é Jesus Cristo, o único que dará equilíbrio e direção ao atravessarmos a corda bamba deste sistema de coisas. Será que já não está na hora de tomar uma decisão na sua vida? Entre neste "carrinho" e mostre ter plena confiança nele!

O Chicote e a Abelha

 Sr. Rodrigo leva Fernandinho para um passeio a cavalo pelo Bosque. O avô esta ansioso por uma oportunidade para mostrar ao netinho sua habilidade no uso do chicote. De repente, surge a oportunidade: uma abelha pousa no pescoço do cavalo.

- Veja, Fernandinho, como o vovô maneja o chicote.

Com um golpe muito certeiro elimina a abelha. O golpe é tão preciso que o cavalo nem chega a perceber. Continuando a cavalgar, o menino vê agora uma abelha pousada sobre uma flor.

- Veja, Vovô, outra abelha. Faz aquilo de novo com o chicote.

O Sr. Rodrigo, envaidecido, não perde tempo para exibir novamente sua perícia. Com um novo golpe preciso elimina a indefesa abelha não danificando nem mesmo uma pétala da flor.

Mais adiante no passeio, Fernandinho grita:

- Olha lá, vovô, outra abelha. E mais outra. Veja quantas! O chicote, depressa!

Desta vez Sr. Rodrigo não fica entusiasmado:

- Não vou usar o chicote agora. Aquilo é um enxame de abelhas. Vamos deixa-las em paz.


Aplicando:

Satanás está procurando oportunidades para quebrantar a integridade dos servos de Deus. Anda procurando a quem possa golpear. Mas a quem, especialmente, ele procura? Não aqueles que estão congregados, reunidos, como abelhas num enxame. Mas, procura justamente aqueles que se isolam, que perderam o gosto pelas reuniões.

A pessoa que deixa de frequentar as reuniões cristãs torna-se atraente para Satanás. Ele sabe que a pessoa isolada, como uma abelhinha fora do enxame, pode ser muito mais facilmente vencida, com um único golpe sua integridade pode ser quebrantada.

Por outro lado, os que, como num enxame, estão sempre congregados, estão certamente mais protegidos. Beneficiam-se das provisões para fortalecimento espiritual que recebem de Jeová através das reuniões. Recebem também uma maior medida de Seu espírito que opera nas reuniões do povo de Deus. Com estes Satanás não se entusiasma, prefere deixa-los em paz.

Tudo o que Deus faz é bom

Há muito tempo, num Reino distante, havia um Rei que não  acreditava na bondade de Deus. Tinha, porém, um súdito que sempre lhe lembrava dessa verdade. Em todas situações dizia:

 -- Meu Rei, não desanime, porque Deus é bom !

 Um dia, o Rei saiu para caçar juntamente com seu súdito, e uma fera da floresta atacou o Rei. O súdito conseguiu matar o animal, porém não evitou que sua Majestade perdesse o dedo mínimo da mão direita.
 O Rei, furioso pelo que havia acontecido, e sem mostrar agradecimento por ter sua vida salva pelos esforços de seu servo, perguntou a este:

 -- E agora, o que você me diz? Deus é bom? Se Deus fosse bom eu não teria sido atacado, e não teria perdido o meu dedo.

 O servo respondeu:

 -- Meu Rei, apesar de todas essas coisas, somente posso dizer-lhe que Deus é bom, e que mesmo isso, perder um dedo, é para seu bem!

 O Rei, indignado com a resposta do súdito, mandou que fosse preso na cela mais escura e mais fétida do calabouço.  Após algum tempo, o Rei saiu novamente para caçar e aconteceu dele ser atacado, desta vez por uma tribo de índios que vivia na selva. Estes índios eram temidos por todos, pois sabia-se que faziam sacrifícios humanos para seus deuses.

 Mal prenderam o Rei, passaram a preparar, cheios de jubilo, o ritual do sacrifício. Quando já estava tudo pronto, e o Rei já estava diante do altar, o sacerdote indígena, ao examinar a vitima, observou furioso:

 -- Este homem não pode ser sacrificado, pois é defeituoso!  .......Falta-lhe um dedo!

 E o Rei foi libertado. Ao voltar para o palácio, muito alegre e aliviado, libertou seu súdito e pediu que viesse em sua presença.  Ao ver o servo, abraçou-o afetuosamente dizendo-lhe:

 -- Meu Caro, Deus foi realmente bom comigo! Você já deve estar sabendo que escapei da morte justamente porque não tinha um dos dedos. Mas ainda tenho em meu coração uma grande duvida: Se Deus e tão bom, por que permitiu que você fosse preso da maneira como foi? ....Logo você, que tanto O defendeu!?

 O servo sorriu e disse:

 -- Meu Rei, se eu estivesse junto contigo nessa caçada, certamente seria sacrificado em teu lugar, pois não me falta dedo algum!

Metamorfose

E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Rom. 12:2.

A expressão traduzida como "transformai-vos", em nosso texto, vem da palavra grega metamorphoo, "mudar, transfigurar, alterar na aparência". Nossa palavra "metamorfose" é derivada dessa raiz grega. Uma das definições de metamorfose é "uma mudança acentuada que tem a ver com desenvolvimento, na forma ou estrutura de um animal (como uma borboleta ou rã), e que ocorre após o nascimento".

Minha esposa e eu gostamos de jardinagem, mas a menos que tomemos cuidado, certas criaturas que passam por metamorfose arruínam aquilo que plantamos. A natureza delas é assim. São chamadas lagartas. A maioria das pessoas despreza essas criaturas destruidoras e rastejantes. Mas quando uma lagarta passa pela metamorfose, sua natureza se altera e ela emerge da crisálida como uma linda borboleta.

Nos primeiros séculos da era cristã, a borboleta era usada como símbolo da ressurreição. A idéia era a seguinte: assim como a natureza da lagarta se transforma pelo processo da metamorfose, assim também aqueles que morrem em Cristo serão transformados de mortais para imortais pela ressurreição na Segunda Vinda (ver I Cor. 15:51-53).

Há um clube exclusivo na América, chamado Clube Lagarta; admite somente pessoas que tenham sobrevivido à queda de um avião, sem pára-quedas, e que tenham vivido para contar a história. Seus membros crêem que receberam uma segunda oportunidade para viver; e não é surpreendente que a lagarta seja o símbolo de sua "nova vida".

A Bíblia ensina que o povo de Deus passará por uma metamorfose por ocasião da Segunda Vinda. Se quisermos experimentar essa mudança, precisamos primeiro experimentar a metamorfose da conversão - a transformação que ocorre quando o Espírito Santo entra em nossa vida e nos torna novas criaturas em Cristo. Em ambos os casos, é o poder de Deus que entra em ação. Alguns chamam essa energia transformadora de "o poder da ressurreição" (ver Filip. 3:10).

Todos nós precisamos desse poder hoje!

Recompensa por Fazer o Bem

Porque Deus não é injusto para ficar esquecido do vosso trabalho e do amor que evidenciastes para com o Seu nome, pois servistes e ainda servis aos santos. Heb. 6:10.

Num dia quente de verão, há pouco mais de cem anos, um jovem estudante de Medicina estava indo de casa em casa numa comunidade rural do Estado de Maryland, Estados Unidos, vendendo livros para obter dinheiro e poder pagar seus estudos. No fim da tarde, bateu à porta de uma casa de fazenda onde a única pessoa que encontrou foi uma garota adolescente. Depois de ele fazer sua apresentação, a menina disse:
- Lamento muito, mas minha mãe é viúva e nós não temos condições de comprar livros.
O rapaz então perguntou:
- Você poderia por favor me dar um copo d'água?
- É claro. Mas nós temos bastante leite fresquinho. Você não preferiria um copo de leite em lugar de água?
- Eu ficaria muito agradecido - respondeu o jovem.
Transcorreram anos. O estudante de Medicina tornou-se um hábil médico. Certo dia, durante o plantão, chegou à conclusão de que uma das pacientes era aquela que, quando garota, havia sido bondosa para com ele. A moça, entretanto, estava doente demais para reconhecê-lo. As coisas começaram a acontecer. Aquela jovem foi removida para um quarto particular e passou a receber a melhor atenção que a ciência médica podia oferecer.
Depois de alguns dias, uma enfermeira lhe disse:
- Amanhã você poderá voltar para casa.
- Fico feliz - disse a paciente - mas a conta do hospital me preocupa.
- Eu vou buscá-la e então veremos em quanto ficou.
A enfermeira retornou com o tesoureiro do hospital, que apresentou a conta à paciente. Ela olhou logo para a última linha. Ficou chocada com a elevada quantia. Mas então viu algumas palavras escritas atravessadas sobre o extrato de sua conta: "Plenamente pago por um copo de leite. - Dr. Howard A. Kelly."

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Aquele que vos der de beber um copo de água, em Meu nome, porque sois de Cristo, em verdade vos digo que de modo algum perderá o seu galardão. S. Mar. 9:41.

Alguns anos atrás, Sam Foss, escritor e viajante, chegou a uma cabana pequena e rústica situada no topo de uma colina, na Inglaterra. Viu ali por perto uma placa que dizia: "Sirva-se. Tome água fresca." A pouca distância ele encontrou uma fonte de água geladinha. Acima da fonte estava pendurada uma antiga caneca, e sobre um banco próximo havia uma cesta de maçãs e outra placa que convidava o transeunte a servir-se.

Curioso por conhecer as pessoas que demonstravam tanta hospitalidade para com estranhos, Foss bateu à porta. Um idoso casal atendeu, e Foss perguntou-lhes acerca da fonte d'água e das maçãs. Explicaram que não tinham filhos. O seu pedacinho de terra produzia uma reduzida colheita, mas como tinham abundância de água fresca, queriam simplesmente partilhá-la com quem passasse por ali.

- Somos muito pobres para dar dinheiro de esmola - disse o marido - mas achamos que deste modo podemos fazer algo pelas pessoas que passam por aqui.

Conta-se que o gesto altruísta daquele idoso casal inspirou o poema "A Casa Junto ao Caminho". Não são os grandes presentes dados com ostentação que o Céu mais considera, mas sim os pequenos atos de amor e bondade.

Mais Além Plus Ultra

Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em Mim, ainda que morra, viverá. S. João 11:25.

Nas Ilhas dos Açores, onde morei quando adolescente, foram encontradas moedas cartaginesas de algumas centenas de anos antes de Cristo. Essas moedas apoiam a crença de que marinheiros fenícios descobriram aquelas ilhas bem antes de terem sido reivindicadas para Portugal por Gonçalo Velho Cabral em 1431.

No século XII da era cristã, geógrafos árabes mencionaram a existência de nove ilhas no Oceano Ocidental, ou Atlântico. Esse conhecimento, entretanto, perdeu-se aparentemente durante a Idade Média. Portugal, assim, localizado na costa ocidental da península mais ocidental da Europa, manteve por centenas de anos o seu lema Nec Plus Ultra, "Nada Mais Além".

Naquele tempo, muitos criam que, se alguém saísse navegando para além do horizonte, acabaria caindo pela extremidade da Terra. Mas à medida que pescadores e outros se aventuravam cada vez mais longe no Atlântico, iam percebendo que seus temores não tinham fundamento. Então, quando ousados navegadores como Bartolomeu Dias, Vasco da Gama, Cabral e outros descobriram mais terras além do horizonte, Portugal mudou seu lema para Plus Ultra, "Mais Além".

Para muitas pessoas, não existe nada além do mar da vida, esta existência presente. Seu lema é, na essência, Nec Plus Ultra ou, como disse Robert Ingersoll, bem conhecido ateu americano: "A vida é um estreito vale entre os frios e estéreis picos de duas eternidades."


Depois de Muitos Dias

Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás. Ecle. 11:1.

Em 1568, quando a rainha Maria da Escócia fugiu para a Inglaterra, levou consigo um colar de raras pérolas negras. Dezenove anos mais tarde, quando foi executada, o ornamento desapareceu. O governo britânico ordenou uma busca, mas o colar jamais foi encontrado. Depois de muito tempo e considerável esforço, teve de ser suspensa a busca, mas o caso não foi esquecido.

Mais de 350 anos depois, duas mulheres americanas, viajando pela Grã-Bretanha, entraram numa velha loja de presentes à procura de uma lembrancinha para levar para casa. O encarregado da loja mostrou-lhes um colar de contas pretas encardidas, que ele ofereceu por um xelim (vigésima parte da libra). As senhoras o adquiriram e o levaram a um joalheiro, para que limpasse as continhas.

Vários dias mais tarde, quando as mulheres passaram por lá para retirar o "souvenir", um representante do governo britânico informou-lhes que as contas constituíam o colar da Rainha Maria, perdido fazia tanto tempo. Para reavê-lo, o governo pagou às senhoras a quantia de cinco mil libras esterlinas.

A Recompensa de Quem Trabalha nos Bastidores

Haverá uma parte igual para os de cada grupo - uma parte para os que foram à batalha, e outra para os que tomaram conta do equipamento. I Sam. 30:24 (A Bíblia Viva).

Um livro que fala das condições de trabalho nos estaleiros britânicos menciona duas classes de operários; uma é conhecida como os "cravadores" e a outra como os "pegadores". Sabemos quem são os cravadores. Os golpes ensurdecedores de seus martelos de ar comprimido soam de cada nova embarcação que está sendo fabricada. Os pegadores, cujas tenazes agarram os parafusos de aço aquecido ao rubro e os deixam prontos para o uso dos cravadores, fazem um trabalho menos emocionante e aclamado.

Os dois tipos de operários são semelhantes aos cristãos que labutam na causa do Senhor. Alguns, como os cravadores, parecem trabalhar à luz dos refletores e recebem toda a glória. Outros, como os pegadores, não fazem nenhum alarde mas são absolutamente essenciais para a realização do trabalho, embora recebam pouco ou nenhum crédito.

Na parábola dos trabalhadores, os operários que foram contratados de manhã concordaram em trabalhar na vinha por um denário - o pagamento normal de um dia de trabalho. Os que foram contratados mais tarde, inclusive os da undécima hora, receberam a garantia de que obteriam um pagamento justo. No fim do dia, quando o proprietário efetuou o pagamento dos trabalhadores e deu aos que chegaram por último a mesma quantia dada aos que haviam trabalhado o dia todo, aqueles que tinham trabalhado mais tempo reclamaram que deveriam ter recebido mais. Essa parábola, explicou Jesus, representa o reino dos Céus.

Não devemos supor que no dia em que for dada a recompensa, aqueles que trabalharam mais se queixarão de que a vida eterna não é suficiente e de que deviam receber mais "pagamento". A questão é que todos os salvos receberão a mesma recompensa - a vida eterna.

Suponho que alguém insatisfeito com essa recompensa nem mesmo estaria vivo para recebê-la. Todos nós, tenho certeza, ficaremos felizes até mesmo com o fato de termos sido salvos para a eternidade. Se alguns nesta vida receberam mais crédito que outros, o que é isso em comparação com o "eterno peso de glória" que será o prêmio dos fiéis? (Ver II Cor. 4:17.)

A Recompensa da Liberalidade

O generoso será abençoado, porque dá do seu pão ao pobre. Prov. 22:9.

Muito tempo atrás, um rapaz que estava viajando para a região Oeste dos Estados Unidos chegou a uma fazenda e pediu uma acomodação onde pudesse passar a noite. O proprietário recebeu-o com boa vontade. Pouco depois, outro viajante e sua esposa pararam e perguntaram se poderiam pernoitar ali. O jovem marido, que sofria de tuberculose, explicou que tinha somente quatro dólares para pagar o alojamento. O fazendeiro convidou-os a entrar e disse que não cobraria nada pelo pernoite.

O primeiro rapaz, sentindo pena do viajante enfermo, ofereceu-lhe sua cama e disse que dormiria no celeiro, o que ele realmente fez. Na manhã seguinte, quando o homem doente e sua esposa estavam partindo, o fazendeiro colocou 100 dólares na mão dele e disse que os usasse, sem preocupar-se no caso de não poder devolvê-los.

Vinte anos se passaram. O primeiro rapaz viajava perto da fazenda onde havia pernoitado tantos anos atrás e decidiu ver se o proprietário ainda morava no mesmo lugar. Morava. Enquanto recordavam aquele dia, outro visitante bateu à porta. Por uma dessas coincidências únicas na vida, era o outro viajante! Havia recuperado a saúde, e a fortuna lhe havia sorrido. Tomara conhecimento, recentemente, de que seu generoso anfitrião havia sofrido sérios reveses financeiros. Estava passando por ali para pagar a generosidade dele.

- Amigo - disse ele ao fazendeiro - você me deu 100 dólares quando eu estava necessitado, e agora quero pagar-lhe 100 dólares para cada dólar que me deu.

Bem que eu gostaria de saber os nomes das pessoas dessa história, mas não sei. Tudo o que sei é que ela foi "contada pelo rapaz que chegou primeiro àquela casa de fazenda".

A generosidade tem suas recompensas, até mesmo nesta vida. Jesus disse: "Dai, e dar-se-vos-á; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão." S. Luc. 6:38. Mas não espere que sempre aconteça dessa maneira. Seja generoso porque isso faz parte da regra áurea - e espere bênçãos espirituais, não materiais.

10/05/2013

Só há uma coisa no mundo mais bela que a mulher: a mãe. 
L. Schefer

Jamais houve mãe que tivesse ensinado seu filho a ser um incrédulo.
Henry W. Shaw
Uma mãe entende mesmo o que um filho não diz. Provérbio Judeu
Ser mãe é andar chorando num sorriso; ser mãe é ter um mundo e não ter nada! Ser mãe é padecer num paraíso! Coelho Neto
Um ministro escocês em Glasgow estava num sábado pela manhã buscando ilustrar o amor de Cristo, e contou a história de uma mãe que tomou seu pequeno filho numa noite e foi para uma das montanhas escocesas. Caiu neve e ela perdeu o caminho. Exausta, foi forçada a deitar-se na neve, depois cobriu a criança com seu "xale". Na manhã seguinte ela foi encontrada morta. Disse o ministro: "Seu filho foi achado com vida, e cresceu, deve ser hoje um homem de trinta anos de idade. Se ele ainda vive e se lembra daquela história, como sua mãe o salvou desabrigando-se a si mesma, estou certo de que se lhe expandiria o coração de amor por haver tido uma mãe tal. Deve reverenciar-lhe a memória e agradecer a Deus constantemente pelo que ela por ele fez. E tu, amigo, se não amas a Jesus cristo, que morreu para te salvar, em um filho ingrato." Passados uns poucos dias, foi o ministro chamado para conversar com um homem moribundo, que havia muito estava enlameado no pecado. Era o filho daquela mãe. Ele fora à igreja naquela manhã e ouvira a narrativa. Não podia evadir-se da aplicação da mesma. Em seu leito de morte aceitou o Cristo do Calvário. – Keith L. Brooks.
Na semana do dia das mães a professora pediu aos alunos que escrevessem uma redação com o tema "mãe só tem uma". No dia marcado ela começou a chamar os alunos para lerem as redações. Vanessinha : certo dia chuvoso eu estava em casa sem ter o que fazer e um pouco triste. Minha mãe ao me ver naquele estado fez uma bonequinha de pano e me deu de presente, e o meu dia mudou. Mãe só tem uma. E todos os alunos aplaudiram. Deazinha: certo dia fomos caçar. Todos com espingarda em punho. De repente apareceu uma onça na minha direção. Dei o primeiro tiro e falhou. Dei o segundo tiro e também falhou. A onça já estava quase me alcançando quando, de repente, eu ouvi - BAM! e a onça caiu morta. Era a mamãe que havia atirado salvando minha vida. Mãe só tem uma. E todos os alunos aplaudiram. Aí a professora chamou o Thadeuzinho: certo dia estava em casa brincando com meu amigo Marcelinho . Aí a mamãe chamou para almoçar. Quando fomos sentar à mesa a mamãe me disse - Thadeuzinho, pega duas latas de refrigerante na geladeira. Aí eu falei "mãe só tem uma"!!!

Destaque

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