21/03/2015

Excelência do Dar

A todo verdadeiro cristão, Deus comunica luz e bênção, e isto o discípulo comunica aos outros na obra que faz pelo Senhor. A medida que ele dá do que recebe, aumenta-se a sua capacidade de receber. Cria-se espaço para novas provisões de graça e verdade... Aquele que recebe, mas nunca dá, em breve cessa de receber.

"O melhor que nós temos, não é o que foi recebido,
Mas aquilo que a outro demos
Um dom que refrigere a alguém a sorte
Pois tudo um dia volverá a nós;
O amor que mostramos a uns e a outros,
O impulso por nós dado a um coração,
Que ansiava o sonho e o canto e a luz,
Enquanto se esforçava pelo início da ascensão.
Nós temos por tesouro o que pomos no banco,
Aquilo que poupamos -lá está,
Mas isto não importa, não é o melhor,
O melhor que temos é certamente o que damos."

Folger Kinsey

Altruísmo na Ciência

Quando Madame Curie alcançou a tremenda vitória científica, oferecendo ao mundo a bênção dos raios-x, alguém sugeriu que ela tirasse patente de seu descobrimento, pois poderia assim compensar-se do trabalho que tivera e ga-nhar dinheiro. Ela, porém, recusou-se a fazêlo. Queria que os raios-x fossem usados por todos, sem qualquer objetivo de lucro. O mesmo ocorreu com o grande cientista brasileiro Vital Brasil, quando seu instituto lançou um medicamento a base de curare, elemento precioso nos casos de intervenção cirúrgica. Um amigo perguntou se ele ia tirar a patente. Deu ele um sorriso e exclamou: "Patente p'ra quê? Quem quiser que o use para o beneficio do povo..."

Refúgio Húngaro

GI 5.16-18; 22-26

O Espírito Santo está bem vivo no mundo de hoje, mas talvez não reconheçamos esta verdade.

Em 1957, minha esposa e eu ficamos perturbados pela condição dos refugiados da Hungria. Sentindo que deveríamos abrir o nosso lar para um jovem casal, expressamos o nosso desejo à comissão encarregada de alojá-los. Veio morar conosco um casal recém-casado, que ficou em nossa casa quatro meses. Não falavam uma palavra da nossa língua, mas logo verificamos que a linguagem universal do amor era entendida por todos. Recebemos muito mais alegria do que proporcionamos, e sentimos a presença do Espírito Santo em nosso lar. Hoje, consideramos esse jovem casal como filhos. São membros respeitados e nossa comunidade e têm dois filhos.

Se escutarmos, ouviremos o Espírito Santo falando a nós através de nossas moções e de nosso intelecto.

E. Everett H. Palmar (E.U.A.)

Amor aos Necessitados

Is 50.4; Mt 11.28,29

"O Senhor Deus me deu língua de eruditos, para que eu saiba dizer boa palavra ao cansado. Ele me desperta todas as manhãs, desperta-me o ouvido para que eu ouça como os eruditos" (Is 50.4).

Temos o privilégio de ajudar os cansados pelo caminho e de dizer boas palavras a seu tempo aos que têm o coração opresso. Artur Tavani exprime-o por estas palavras:

"Não me é dado incutir verdades científicas,
Nem o dom das mágicas cadências que emocionam.
Não podem minhas mãos tirar de algum teclado
Uma série de harmonias.
Nem posso com pincel pintar na tela
Um mar de vidro ou um perfil de santo.
Oro no entanto pelo dom de um sorriso
Satisfeito, ou um gesto inspirador.
A graça de aliviar o rude fardo
Dos que parecem sucumbir-lhe ao peso,
E o dom de encaminhar um ser, da dor
P'ra suave luz que um dia lhe fugira.
Quisera ser o coração, um mago,

Distribuindo bênçãos a mãos cheias,
E vendo em todo passarinho ou flor
A oculta essência de um poder maior.
E, mais que todos, quisera eu o dom de pena
Para mantê-lo vivo em todo coração."

Jesus sabia proferir sempre uma palavra oportuna para o cansado. "Jesus olhava aos aflitos e desalentados, aqueles cujas esperanças se haviam desvanecido, e que procuravam, com alegrias terrenas, acalentar os anseios da alma, e convidava todos a nEle buscarem descanso" ("A
Ciência do Bom Viver").
Transmitamos aos corações cansados estas boas palavras do Mestre: "Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas"
(Mt 11.28,29).

Espírito de Cristo

At 20.32-38


Durante um período de fome em Moçambique, duas mães vieram pedindo para fazer algum trabalho em troca de um pouco de farinha de milho. Deixaram suas duas filhinhas conosco, enquanto trabalhavam. No decorrer da manhã, levei quatro bananas para as duas meninas. Agradeceram-me pelas bananas e então ouvi uma delas dizer à outra:

"Vamos comer uma só cada uma, e guardar as outras para nossas mães".

E assim elas fizeram. Se duas meninas famintas, de lares não-cristãos, podiam distribuir o pouco que tinham, quanto mais nós cristãos não havemos de pôr emprática a Regra Áurea de nosso Mestre? Todos nós precisamos ser mais atenciosos e generosos no uso que fazemos do nosso tempo, energia e bens. Acima de tudo, precisamos do espírito de Cristo como base de todos os nossos atos. Não está o espírito de Cristo resumido na RegraÁurea? Não é verdade que Cristo mesmo se colocou em nosso lugar e compartilhou conosco tudo que Ele era?

Edite Riggs Gillet (Moçambique)

Vidas Conduzidas a Cristo

Jo 14.8-12

Ignorando os circunstantes, certo homem, numa reunião de avivamento, conduziu ao altar e à aceitação de Cristo, um rapazinho seu conhecido. Mais tarde, quando se referia a esse evento, seus olhos brilhavam e sua voz se embargava pela emoção, porque aquele rapazinho tornou-se um
obreiro de fama mundial, conhecido como o missionário William Taylor.

Um homem obscuro conquistou William Taylor, um rapazinho da roça, para Cristo. William Taylor, feito homem, pregou o evangelho com poder em quase todos os continentes e em algumas ilhas dos mares. Ele, por sua vez, conquistou milhares de almas para Cristo. Conduzir os jovens a Cristo é o mais eficaz meio de propagar o evangelho do reino. Quando um jovem se entrega a Cristo e vive de acordo com a fé que abraçou no Espírito do Mestre, ele tem uma existência inteira a sua disposição para servir ao Senhor Jesus, que disse: "O que crê em mim fará as obras que eu faço; e as fará ainda maiores que estas". Pela fé, cumprindo nossa missão de ganhar almas, poderemos achar outros imitadores de William Taylor.

(Virgínia Ocidental, E.U.A.)

O Valor da Alma

"Sabedoria! Força! Riqueza! Se eu tão somente tivesse estas coisas poderia verdadeiramente viver." Assim pensam os homens mundanos. Essas coisas, porém, à parte de Deus não trazem nenhuma alegria nem felicidade duradouras.

Conta-se a história de um marinheiro que estava a bordo de um navio prestes a naufragar, carregado de ouro, nos tempos das conquistas espanholas. O comandante ordenara que todos os homens abandonassem o navio. Ao fazer ele a derradeira ronda para certificar-se de que ninguém seria deixado a bordo, encontrou um homem assentado sobre um barril de barras de ouro, e com outro aberto diante dele.
-Que está afinal fazendo aqui, homem? Não sabe que a embarcação está afundando? -gritou o capitão.
-Sim, senhor -respondeu o homem. Mas não me importo. Fui um homem pobre toda a minha vida, e pelo menos vou morrer rico.

Mas o preço da concupiscência humana é alto, pois: "Que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?" (Mt 16.26).

Ajudando Uns aos Outros

At 11.19-30

As chamas destruíam uma loja de curiosidades em Água Prieta, no México, e ameaçavam os prédios vizinhos. Naquele domingo de dezembro, oficiais mexicanos telefonaram ao nosso departamento de incêndios pedindo ajuda. O prefeito obteve rapidamente a aprovação do Conselho, para que nossos homens e carros seguissem em socorro da cidade irmã, através da fronteira.

No dia seguinte, um oficial da cidade mexicana disse: "Quero dar meus especiais agradecimentos em nome do meu pais por sua bondade, ajudando-nos ontem. Somos muito gratos". As mangueiras tinham sido conduzidas da alfândega até onde havia fogo. O chefe dos bombeiros, o chefe da polícia e o prefeito atravessaram a fronteira para ajudar. "Não podemos ficar parados e deixar que o fogo destrua um quarteirão inteiro a uma milha de distância", dissera o chefe dos bombeiros. Um modo de expressar nossa gratidão a Deus é ajudarmos nossos vizinhos, sejam quem forem e qualquer que seja a necessidade deles.

Kenneth E. Nelson (Arizona, E.U.A.)

Fontes de Águas

Jo 4.14
Num dia de verão, certo viajante vagava à procura de descanso e prazer, perto da foz de um grande rio. Chegando a hora que a maré estava baixa, ele viu uma esplêndida fonte de água cristalina, fresca e pura jorrando das rochas. Duas vezes ao dia a água salgada subia acima daquela linda fonte de água fresca, cobrindo-a totalmente. Mas quando a maré esgotava as suas forças e se retirava para as profundezas do oceano, da fonte brotava a água pura e cristalina novamente.

Se o coração do homem for realmente uma fonte do amor de Cristo, ele há de fazer brotar do seu interior a água pura e cristalina, mesmo por entre as ondas da política, dos negócios e das atividades mais variadas. E possível que a maré da vida, com seus interesses, tente suplantar e engolfar a fonte, mas o mundo esgotará as suas forças e aqueles que trazem em seu coração a presença do Espírito Santo serão sempre vitoriosos. Reaparecerão com mãos puras, corações limpos, manifestando a mente de Cristo, com a consciência livre de ofensa a Deus e aos homens.

03/04/2014

Frango

     A fim de complementar a renda familiar, minha mãe abatia frangos para um grande açougue. O abate era realizado no quintal de nossa casa, envolvendo a mim e meus irmãos, que não eram poucos. Alguns fregueses do açougue exigiam a cabeça e pescoço do frango intactos. Portanto, o corte da artéria no pescoço para sangrar o frango era substituído pelo corte da língua, por onde todo o sangue escorria, ocasionando sua morte. O frango ficava pendurado de cabeça para baixo sangrando até morrer. Assim o pescoço e a cabeça não recebiam ferimentos.
Sabeis isto, meus amados irmãos; mas todo o homem seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar (Tg 1.19).

Girafa

     Dado ao seu enorme pescoço, a pressão sanguínea para bombear o sangue até a cabeça da girafa é altíssima. Mas ela não chega a sofrer derrame cerebral quando abaixa a cabeça para beber água, tampouco sofre desmaios quando sua pressão se normaliza. Um sistema natural controla a pressão sanguínea, alterando-se quando o animal abaixa a cabeça e quando a levanta. Coisas que Deus criou.
E disse: Até aqui virás, e não mais adiante... (Jó 38.11)

Sapo

     Um sapo muito ladino foi apanhado praticando um crime. Então, o rei daquele lugar condenou-o à morte, e a corte se reuniu para decidir como deveria morrer. Passado certo tempo, a sentença foi anunciada. O sapo deveria morrer queimado!
     Muito esperto, ao saber da sentença, o sapo começou a gritar:
     — Por favor, não me joguem na água, tenho medo de água. Se me jogarem na água, morrerei afogado. Por favor, por favor, joguem-me no fogo, joguem-me no fogo!
     Depois de ouvir as confissões desesperadoras do sapo, a corte voltou a se reunir e decidiu dar-lhe a morte mais horrenda possível. Assim, determinou:
     —  Joguem-no na água!
     Lá se foi o sapo para o rio. Chuá!
     Ao cair na água, o sapo saiu nadando satisfeito e gritando: — Isso mesmo que eu queria! Isso mesmo que eu queria! Isso mesmo que eu queria...
Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse faço (Rm 7.19).

Gato

     O gato é um animal que não gosta de mudar de casa. Quando isso acontece, o felino tentará voltar à casa anterior. Se consegue, passa a morar na casa abandonada.
Não mudes o marco do teu próximo, que colocaram os antigos na tua herança,... (Dt 19.14)

Gafanhoto

     Um professor tolo fez uma experiência para provar que o gafanhoto é surdo. O primeiro passo foi ordenar que o gafanhoto pulasse, e foi atendido. Depois tirou suas asas, mandou o gafanhoto pular novamente, e foi atendido. Em seguida, passou a arrancar suas pernas até deixar o bicho com uma somente. Mais uma vez, o tolo deu a ordem:
     — Pula!
     Todo torto, o gafanhoto conseguiu, com um pequeno impulso, dar um pulinho.
     Finalmente, o professor retirou a última perna e disse:
     — Pula!
     O gafanhoto se retorceu todo, mas não conseguiu dar sequer um pequeno impulso, pois estava sem as pernas e asas.
     Daí o professor tolo concluiu que quando as asas e as pernas de um gafanhoto são retiradas ele fica surdo.
... que aprendem sempre e nunca podem chegar ao conhecimento da verdade (2 Tm 3.7).

Camelo

     A corcunda do camelo tem até 45 quilos de gordura. É constituída de células gordurosas que servem de alimento, agindo como reserva de nutrientes que vão sendo absorvidos pelo organismo na falta de comida e água. Quando o animal é bem tratado, o volume da corcova aumenta. Quando trabalha bastante — o camelo anda até 50 quilômetros por dia com cerca de 200 quilos de carga — e é mal alimentado, sua corcova fica enrugada. Seu primeiro estômago e suas bolsas armazenam água. Seu alimento no deserto é basicamente composto de folhas da leguminosa acácia. Seu pêlo é usado para fazer roupa e sua pele para fabricar tendas, baús e escudos. Seu leite é consumido como alimento.
E este João tinha a sua veste de pêlos de camelo e um cinto de couro em torno de seus lombos e alimentava-se de gafanhotos e de mel silvestre (Mt 3.4).

Cobra x Vaga-lume

     O vaga-lume notou que estava sendo perseguido por uma cobra, mas demorou a perceber que esta queria realmente devorá-lo. A perseguição continuou. O bichinho voador, que emite luz intermitente e também é conhecido por pirilampo, passou a ter muito cuidado, pois outros bichos sempre o avisavam do perigo, pelo fato de a cobra estar determinada a comê-lo. Cansado de tanto fugir, o vaga-lume tomou a iniciativa de enfrentar a fera — por meio de um bate-papo a distância, lógico — e então indagou:
     — Por que você quer destruir-me? Não lhe fiz nada e além disso não faço parte de sua cadeia alimentar?!
     Mas a cobra, de imediato, retrucou:
     — Realmente você não faz o meu gosto alimentar, mas eu não suporto ver a sua luz brilhar.
... o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que não lhes resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus (2 Co 4.4).

Borboleta

     Um homem levou uma borboleta ferida para sua casa. Colocou-a em uma caixa com a intenção de recuperar o bichinho, para depois soltá-lo. Em determinados momentos, pedia que sua filha desse uma olhada na borboleta, satisfazendo a curiosidade da criança enquanto mantinha-se informado sobre a recuperação do bichinho.
     Em uma das olhadelas, perguntou:
     Como está a borboleta, filhinha?
     Já está batendo palmas, papai! — respondeu com entusiasmo a criança.
Até a criança se dará a conhecer pelas suas ações, se a sua obra for pura e reta (Pv 20.11).

Pássaros

     Em Mato Grosso, à beira do rio Cuiabá, os moradores passaram a se precaver das enchentes bem antes de elas chegarem. Descobriram que um determinado pássaro constrói ninho nas árvores que margeiam o rio, em lugares baixos, mas quando pressente as cheias, se prepara, fazendo ninho em lugares mais altos. Dessa forma os moradores se previnem muito antes de as enchentes chegarem, observando os pássaros.
Eis que um rio transborda, e ele não se apressa... (Jó 40.23)

02/04/2014

Quero-quero

     A presença do pássaro conhecido como quero-quero é comum nos pastos de fazendas. Eles se mantêm no anonimato, quase sem serem vistos, mas quando notam a presença de pessoas ou qualquer movimento estranho, voam cantando com um som alto e estridente. Por isso é conhecido como "dedo-duro". Seus "gritos" dão ciência ao fazendeiro da presença de pessoas estranhas nas proximidades.
Porque ímpios se acham entre o meu povo; cada um anda espiando, como se acaçapam os passarinheiros; armam laços perniciosos, com que prendem os homens (Jr 5.26).

Cachorro

     A exemplo dos felinos, cachorros urinam constantemente para marcar território ou área de domínio. E uma forma de avisar que outro macho não é bem-vindo àquela área. Para se impor, com o auxílio da urina, os cachorros erguem a perna o máximo que podem, como maneira de indicar o seu porte. Quanto mais alto urinar, maior o seu tamanho, saberá o intruso.
Que nos faz mais doutos do que os animais da terra... (Jó 35.11)

A Lagarta e a Borboleta

     Ao ver uma borboleta voando por perto, a lagarta bradou: — Não ando nisto aí nem por um milhão de dólares.
     (Orlando Boyer, IBAD, 1977)
     Esta ilustração serve de exemplo para mudanças que temos presenciado na vida de muitas pessoas. Mudam, como dizem, da água para o vinho. E muitas dessas pessoas odiavam os cristãos evangélicos — os crentes —, mas hoje são exemplos de dedicação, amor e fidelidade ao Senhor.
E serão os dois uma só carne... (Mc 10.8)

Coruja

     Ao encontrar-se com um gavião, a mãe-coruja aproveita a amizade com a ave devoradora de filhotes para suplicar clemência por seus filhos.
     — Por favor, "seu" gavião, não coma meus filhinhos.
     — Mas como vou saber quem são seus filhos? — retrucou o gavião.
     — Ora, são os mais belos que puder ver! — devolveu-lhe a coruja.
     O gavião prometeu não comer os "lindos" filhotes da mãe-coruja. Entretanto, ao deparar com seu ninho, não teve duvidas; aqueles filhotes tão feios não poderiam ser os lindos filhos da coruja, e os comeu.
     Aninhar-se-á ali a coruja, e porá os seus ovos, e os chocará, e na sombra abrigará os seus filhotes... (Is 34.15 - ARA)
Ou voa o gavião pela tua inteligência, estendendo as suas asas para o sul? (Jó 39.26)

Galinha

Ao dormir, a galinha ajunta seus pintinhos e os cobre com suas asas. Em tempo chuvoso, ela faz o mesmo, protegendo seus filhotes da água e do frio. Quando encontra comida, cacareja para chamar a atenção dos pintinhos. Jesus falou de seu amor por Jerusalém ao citar esse fato:
Jerusalém, Jerusalém... Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintos debaixo das asas, e tu não quiseste! (Mt 23.37)

Borboleta

Um homem ao ver a metamorfose da lagarta, quando a borboleta se esforçava para sair do casulo por um apertado orifício, tentou ajudar. Pegou uma pequena tesoura e abriu o buraco, libertando a futura borboleta. Contudo, notou que suas asas estavam atrofiadas e seu corpo todo murcho. Ele esperou, esperou, mas a borboleta continuou se rastejando sem conseguir voar. O esforço que faria para sair do casulo, passando por aquele minúsculo buraco, seria o meio pelo qual seu organismo liberaria as energias necessárias às suas asas e ao próprio corpo, para que, ao sair, pudesse voar. Ela precisava passar por aquele minúsculo caminho para que a transformação de lagarta em borboleta, e a conseqüente libertação do casulo, pudesse acontecer. Com a interferência do homem, todo esse processo foi inviabilizado, e a borboleta ficou aleijada para sempre, sem jamais poder voar. Quanto a isso a Bíblia afirma que:
Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que vos não deixará tentar acima do que podeis; antes, com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar (1 Co 10.13).

01/04/2014

Ao receber uma cédula de cem reais, você percebe que a efígie é do Zé Carioca. O que você faz? Muito provavelmente não aceita, pois reconhece que a cédula é falsa. Entretanto, é possível, através da lavagem química e outros métodos, transformar cédulas de um real em cédulas de cem. Muitas pessoas têm aceitado essas cédulas como verdadeiras. Por que não se aceita a primeira cédula e aceita-se a segunda, se ambas são falsas? A resposta é evidente: Por causa da sutileza. (Elierme Mantaia – Revista Desafio – 3 Trimestre de 2000).

19/03/2014

Como Podemos Ver a Jesus

Há uma boa e pequena história para o Natal, que devemos lembrar. Havia um pobre sapateiro chamado Martins. Morava numa grande cidade além-mar. Era um bom homem, amava a Jesus e tinha muitas vezes pensado que gostaria do ter a Jesus como hóspede.

Na véspera do Natal Martins sonhou que ouvira uma voz dizer: "Martins, olhe aí nas ruas amanhã, vou chegar".

Quando veio o dia, Martins levantou-se, prestou um culto a Deus, e foi à oficina começar o trabalho. Lembrou-se então da voz, e começou a olhar para a rua esperando Jesus. Mas via-se somente um velhinho, raspando a neve da calçada. O homem era muito fraquinho, e sofria tanto de frio que mal podia mexer com a pá. Martins pensou: "Enquanto estou esperando o Senhor, vou fazer uma xícara de chá para aquele velho".

Preparou o chá, chamou o ancião para dentro, e depois de tomarem o chá quente, o velho voltou animado para o trabalho, enquanto Martins começou de novo a procurar Jesus na rua. Viu então uma pobre mãe com a filhinha mal embrulhada num xale roto. Convidou-a a entrar, deixou-as aquecer-se ao fogo, deu-lhes comida e uma roupinha à menina, e elas saíram contentes. Quando a mulher tinha ido, Martins continuou a trabalhar, mas pensou que devia estar na hora do Senhor chegar e saiu para a rua de novo.

Uma senhora que vendia maçãs estava sofrendo nas mãos de um rapazinho que queria roubar-lhe a fruta, e Martins chamou o menino e deu-lhe conselhos e lhe falou como amigo, até que o menino pediu desculpas à velha, fazendo as pazes.

A noite chegou. Era hora de deitar-se. Secretamente Martins pensou: "O Natal passou, mas Jesus não veio"

Sentou-se para ler a Bíblia, mas estava muito cansado e dormiu. Então, sonhou que ouvia de novo a voz:

"Martins, você não conheceu quando cheguei?" Martins perguntou: "Quem?" E a voz disse: "Eu".

Viu então o rosto do velho raspando a neve, a mulher e a criança, a vendedora de maçãs e o menino levado ... e cada um destes dizia... "Sou Eu, sou Eu".

Remindo o Tempo

Um americano estava parada num trecho do cais de Tóquio, quando um carregador que num vaivém constante descarregava certa mercadoria do navio lhe perguntou:

– "Veio olhar e ver?" Ele queria saber se o americano era turista. O americano disse que não. Então, ele fez outra pergunta:
– "Espera morrer em breve?" querendo dizer com isso da condição física, se tinha ido ali para tratar de saúde. Recebendo resposta negativa continuou com a carga, mas agora tentou satisfazer sua curiosidade,
perguntando:
– "Veia comprar carga?"
O estrangeiro entendeu e respondeu prontamente: "Sim, eu vim aqui a negócios"
E, mais tarde, refletindo sobre a conversa, o americano disse que estas três perguntas classificam três espécies de pessoas no mundo: algumas parecem estar aqui a passeio, sem nada para fazer a não ser o cumprimento de seus passatempos. Outros pensam apenas sobre sua saúde e bem-estar do corpo, sem ter na vida algum ideal. Há outros ainda que estão no mundo trabalhando e tudo fazendo para melhorar a vida humana. Tratam de negócios sérios.

Estes dão os que têm ideais e pretendem trabalhar de fato nesta vida. Não estão aqui simplesmente para gozar os passatempos – não se satisfazem em possuir apenas roupa, comida e riquezas. Querem dar ao mundo o melhor que possuem e esperam ganhar assim da vida aquilo que é melhor – a noção do dever cumprido.

Uma Fonte Boa

Conta-se a história de um rapaz que certa vez achou uma maçã. Acompanhando o tal rapaz ia um garotinho, seu amigo. O feliz possuidor da maçã gentilmente ofereceu-lhe o primeiro bocado da fruta, e quando este tomou somente um pedacinho, o rapaz generosamente disse-lhe: "Tire um pedaço maior, Toninho. Você tirou muito pouco".

Não havia egoísmo no coração daquele moço; deu generosamente e com alegria, porque tinha um bom coração.

O apóstolo Paulo diz que quando a fonte é pura as ações são boas. "O amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses..." (I Cor. 13:4 e 5)
Por que pensamos e falamos de tal e tal maneira? Por que praticamos certas ações? É o espírito em nosso interior que tudo nos dita para que o façamos. Se a fonte for boa ao éguas serão doces. Se a fonte forma as águas serão amargas. Sejamos "Fontes Doces".

O Pequeno Caridoso

Yuan era um pequeno chinês que morava em Manilha, nas ilhas Filipinas. Havia ajuntado por muito tempo algum dinheiro para comprar uma bicicleta.


Quando já possuía mais de cinqüenta dólares, sentou-se e meditou: "Quantos na China, milhares de patrícios meus estão morrendo de fome..." Resolveu então ajudar as crianças famintas da China em vez de comprar a sua tão desejada bicicleta. Foi diretamente à padaria e gastou todo seu dinheiro na compra de pães; sacos e sacos de pão! Entregou-os à comissão auxiliadora, explicando que era uma oferta que ele mesmo queria mandar aos pequenos chineses. A comissão agradeceu a Yuan pela sua generosidade e ele seguiu para casa inteiramente satisfeito. Os homens discutiram bastante: "Que faremos com todo este pão ? Estragar-se-á antes de chegar à China". Afinal resolveram levá-lo às escolas chinesas na ilha mesmo é vendê-los como "pão patriótico"

Assim fizeram e o povo pagou um bom preço. No fim do dia tinham mais de 200 dólares para aliviar a fonte das crianças na China.

Alma é Centelha de Vida

Dois ou três moços visitando o Museu Nacional leram ao lado de um dos armários, estas palavras: "O corpo de um homem – peso 70 quilos". "Onde está o homem?" perguntou um moço. Ninguém lhe respondeu. No armário viram dois jarros d'água e outros jarros contendo fosfato de cálcio, carbonato de cálcio, potássio, sódio e outros produtos químicos. Noutro anuário havia jarros cheios de gases, hidrogênio, oxigênio e nitrogênio.

Estes elementos são medidos em proporções exatamente iguais às do corpo humano. Depois de pensar sobre isto par algum tempo, um jovem observou: Então, sob feito disto, sou somente isto, não há mais nada?" -"Mais nada", concordou um estranho que sorriu e saiu. Mas o jovem não sorriu, e seu companheiro disse: "Se somos formados apenas de um tanto de cálcio, outro tanto de gases e outro tanta de água, etc., deveríamos ser todos iguais. Deve haver alguma coisa mais, que não se possa guardar em armários".

"Sim", falou um outro baixinho, "há o que Deus coloca nesta matéria, o que nos torna uma alma vivente".

Destaque

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