Mt 7.1-15
Dois fazendeiros viviam lado a lado. Um deles provocou uma contenda, alegando que o limite da propriedade do vizinho estava dois pés adiante. Brigaram por causa disso durante muitos anos, mas não conseguiram uma remarcação da linha divisória. Como isso nunca se deu, eles nunca se reconciliaram.
Finalmente um dos fazendeiros vendeu sua propriedade e mudou-se. O novo proprietário saiu um dia a passeio, para ver se encontrava o vizinho. E, avistando-o, o antigo morador lhe disse:
-Digo-lhe que a linha divisória do seu terreno está avançada dois pés para o meu lado. Desejo alterá-la.
O novo vizinho respondeu:
-Mudaremos a cerca três pés para o meu lado.
O velho fazendeiro ficou atônito, mas não deu demonstração disso.
-Não -replicou -, eu mudarei a cerca um pé para o meu lado.
Seguindo os ensinamentos de Jesus conseguimos "ornamento por cinza, óleo de gozo por tristeza vestido de louvor por espírito angustiado".
Pensamento: Como semearmos, assim colheremos.
Herbert A. Wilson (Michigan, E.U.A.)
Também há outros conteúdos que podem ser de seu interesse em minhas redes sociais. Os links estão láááá embaixo.
21/03/2015
Lar Celestial
"Nisto conhecerão que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns pelos outros" (Jo 13.35).
Uma noite chegamos às muralhas da China, depois de terem cerrado o portão. Através do guichê do portão, o guarda pediu-nos nossa carteira de identidade. Logo o portão se abriu e nos foi permitido entrar. Algum dia chegaremos às muralhas da Cidade Eterna. Que credenciais teremos a apresentar, a fim de que a porta se abra? Será o nosso conhecimento da Bíblia? Nossa certidão de batismo? Nossa carta de membro da Igreja? Uma carta de recomendação do pastor? Ou a ficha de nossa vida diária?
Jesus nos deu a única resposta. Disse ele: "Nisto conhecerão que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns pelos outros". Eis a prova principal de que fomos redimidos pelo sangue de Jesus Cristo: "amarmos a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos".
Leo K. Mader
Uma noite chegamos às muralhas da China, depois de terem cerrado o portão. Através do guichê do portão, o guarda pediu-nos nossa carteira de identidade. Logo o portão se abriu e nos foi permitido entrar. Algum dia chegaremos às muralhas da Cidade Eterna. Que credenciais teremos a apresentar, a fim de que a porta se abra? Será o nosso conhecimento da Bíblia? Nossa certidão de batismo? Nossa carta de membro da Igreja? Uma carta de recomendação do pastor? Ou a ficha de nossa vida diária?
Jesus nos deu a única resposta. Disse ele: "Nisto conhecerão que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns pelos outros". Eis a prova principal de que fomos redimidos pelo sangue de Jesus Cristo: "amarmos a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos".
Leo K. Mader
Casamento em Cuba
A bela esposa de Hernando De Soto, famoso explorador espanhol, observava o marido no momento em que ele partia do porto de Havana para uma outra viagem expedicionária. Ele seguia para o território norte da Flórida com a intenção de atravessar o rio Mississipi. As semanas se prolongaram em meses, e os meses em mais de um ano, e De Soto não voltava. Os pretendentes à mão de sua esposa diziam-lhe que certamente a expedição estava perdida e que De Soto não voltaria nunca mais. Ela porém, desprezando a todos eles, dizia: "Ele sempre voltou. Ele há de voltar". Durante três anos mais, ela manteve a esperança de seu retorno. Mas em vão, porque ele nunca mais voltou.
De Soto perecera de febre e seu corpo fora lançado ao rio Mississipi. Que belo quadro de verdadeiro amor sua esposa expressou. Diariamente nos defrontamos com situações que não podemos resolver.
Mas uma coisa podemos fazer, com toda a certeza, é sermos leais a Cristo.
Garfiel Evans (Cuba)
De Soto perecera de febre e seu corpo fora lançado ao rio Mississipi. Que belo quadro de verdadeiro amor sua esposa expressou. Diariamente nos defrontamos com situações que não podemos resolver.
Mas uma coisa podemos fazer, com toda a certeza, é sermos leais a Cristo.
Garfiel Evans (Cuba)
Amor e Aparência
"Não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal" (1 Co 13.5).
Certa vez, um homem bem intencionado foi à igreja com roupas sujas. Tornando-se notado entre os outros, limpos e bem vestidos, ele disse a alguém que lhe ficava perto, após a reunião:
-Eis uma coisa que faz o amor cristão: abaixa-nos todos ao mesmo nível.
-Não, amigo -respondeu o vizinho -, o amor cristão nos eleva ao mesmo nível.
Certa vez, um homem bem intencionado foi à igreja com roupas sujas. Tornando-se notado entre os outros, limpos e bem vestidos, ele disse a alguém que lhe ficava perto, após a reunião:
-Eis uma coisa que faz o amor cristão: abaixa-nos todos ao mesmo nível.
-Não, amigo -respondeu o vizinho -, o amor cristão nos eleva ao mesmo nível.
Só Cristo Permanece Fiel
Conta-nos Dr. Gordon a história de Jorge Matheson, quando soube que estava condenado à cegueira.
Um jovem estudante atravessava a praça duma das antigas universidades escocesas, indo de caminho para o seu quarto no internato. Não se sentia bem. Seus olhos estavam fracos, o que tornava o trajeto difícil. Seguindo o conselho dum amigo, havia consultado um especialista em doenças da vista. O médico, depois de um exame minucioso, o avisara firmemente que havia de perder a visão em pouco tempo.
Um terrível soco entre os olhos não poderia tonteá-lo mais do que esta notícia. O seu coração estava perturbado. Perderia a visão!... Todos os planos que tão esperançosamente arquitetara desfaziam-se na sua frente. Com a perda da visão ir-se-iam o ensino na universidade e todos os seus sonhos dourados. Perturbado, confuso, saiu do consultório médico apalpando o caminho como um sonâmbulo.
Jorge era noivo. Encaminhou-se em direção à casa da querida noiva, esperando, sem dúvida, alguma palavra de conforto para o coração dolorido. Como daria ele a triste noticia à moça que ele tanto amava e que prometera ser sua esposa? Seus planos estavam todos mudados; e como receberia ela a notícia?!
Quando lá chegou, contou-lhe em palavras brandas mas briosas a sua situação, sua mudança de planos, dizendo-lhe que ela teria liberdade para decidir segundo julgasse melhor. A noiva aceitou a liberdade! A rejeição da noiva foi o segundo golpe. Pela segunda vez, saiu tristonho e sem enxergar o caminho em que pisava. O golpe parecia acima de suas forças, e a dor lhe sufocava o coração!
Mas não estava só. Alguém o aguardava e ternamente fortaleceu seu coração quebrantado, falando-lhe palavras amorosas e dando-lhe o bálsamo do conforto e do verdadeiro amor. O moço entregou-se nos braços do Verdadeiro Amigo e todas as dificuldades foram vencidas. Uma nova disposição o dominou, tomando inteira e permanente posse de sua vida. E do seu coração quebrantado, mas cheio de conforto, saíram palavras de louvor e gratidão a Deus, o Amor que nunca muda sejam quais forem as circunstâncias. Estas palavras são cantadas com a música do hino n° 19 do Cantor Cristão ou 38 do Hinário Evangélico. Transcrevemos aqui apenas duas estrofes desse hino traduzido para o português:
"Amor, que por amor desceste,
Amor, que por amor morreste,
Oh! Quanta dor não padeceste,
Meu coração p'ra conquistar,
E meu amor ganhar.
Amor que nunca, nunca mudas,
Que nos teus braços me seguras,
E cerca-me de mil venturas.
Aceita agora, ó Salvador,
O meu humilde amor."
Um jovem estudante atravessava a praça duma das antigas universidades escocesas, indo de caminho para o seu quarto no internato. Não se sentia bem. Seus olhos estavam fracos, o que tornava o trajeto difícil. Seguindo o conselho dum amigo, havia consultado um especialista em doenças da vista. O médico, depois de um exame minucioso, o avisara firmemente que havia de perder a visão em pouco tempo.
Um terrível soco entre os olhos não poderia tonteá-lo mais do que esta notícia. O seu coração estava perturbado. Perderia a visão!... Todos os planos que tão esperançosamente arquitetara desfaziam-se na sua frente. Com a perda da visão ir-se-iam o ensino na universidade e todos os seus sonhos dourados. Perturbado, confuso, saiu do consultório médico apalpando o caminho como um sonâmbulo.
Jorge era noivo. Encaminhou-se em direção à casa da querida noiva, esperando, sem dúvida, alguma palavra de conforto para o coração dolorido. Como daria ele a triste noticia à moça que ele tanto amava e que prometera ser sua esposa? Seus planos estavam todos mudados; e como receberia ela a notícia?!
Quando lá chegou, contou-lhe em palavras brandas mas briosas a sua situação, sua mudança de planos, dizendo-lhe que ela teria liberdade para decidir segundo julgasse melhor. A noiva aceitou a liberdade! A rejeição da noiva foi o segundo golpe. Pela segunda vez, saiu tristonho e sem enxergar o caminho em que pisava. O golpe parecia acima de suas forças, e a dor lhe sufocava o coração!
Mas não estava só. Alguém o aguardava e ternamente fortaleceu seu coração quebrantado, falando-lhe palavras amorosas e dando-lhe o bálsamo do conforto e do verdadeiro amor. O moço entregou-se nos braços do Verdadeiro Amigo e todas as dificuldades foram vencidas. Uma nova disposição o dominou, tomando inteira e permanente posse de sua vida. E do seu coração quebrantado, mas cheio de conforto, saíram palavras de louvor e gratidão a Deus, o Amor que nunca muda sejam quais forem as circunstâncias. Estas palavras são cantadas com a música do hino n° 19 do Cantor Cristão ou 38 do Hinário Evangélico. Transcrevemos aqui apenas duas estrofes desse hino traduzido para o português:
"Amor, que por amor desceste,
Amor, que por amor morreste,
Oh! Quanta dor não padeceste,
Meu coração p'ra conquistar,
E meu amor ganhar.
Amor que nunca, nunca mudas,
Que nos teus braços me seguras,
E cerca-me de mil venturas.
Aceita agora, ó Salvador,
O meu humilde amor."
Amizade com Sacrifício
Quando Fox, líder dos Quacres, foi encarcerado em um porão sujo e desagradável, um dos seus amigos foi a Oliver Cromwell e ofereceu-se para ficar no lugar do líder. Cromwell, muito impressionando com este oferecimento, perguntou aos grandes do seu conselho:
-Qual de vós faria tal coisa por mim, se eu estivesse na mesma situação? Cromwell não pôde aceitar a oferta, pois era contra a lei, mas estava admiradíssimo de ver uma amizade tão profunda e sincera.
Estando nós condenados à morte eterna, Cristo se ofereceu para morrer em nosso lugar.
"Certamente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniquidades, o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos" (Is 53.4-6).
-Qual de vós faria tal coisa por mim, se eu estivesse na mesma situação? Cromwell não pôde aceitar a oferta, pois era contra a lei, mas estava admiradíssimo de ver uma amizade tão profunda e sincera.
Estando nós condenados à morte eterna, Cristo se ofereceu para morrer em nosso lugar.
"Certamente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniquidades, o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos" (Is 53.4-6).
Amizade entre Pai e Filho
Hb 13.5; Mt 28.20
William Stidger narra como um rapazinho que jazia na mesa de operação, tendo de sofrer uma intervenção séria, pediu ao pai que ficasse com ele para lhe segurar a mão enquanto o médico o anestesiava. Justamente antes de lhe colocarem a máscara de éter, ele olhou para o pai, e disse com inteira confiança:
-O senhor ficará comigo até o fim, não é, papai?
O pai respondeu com lágrimas de compreensão:
-Certamente ficarei, meu filho.
Eis o que significa a verdadeira amizade. Significa acompanhar por todo
o caminho, até o fim.
O amigo que é mais chegado do que um irmão, Jesus, nosso melhor amigo, acompanha por todo o caminho. Ele diz: "De maneira alguma te deixarei nunca jamais te abandonarei. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século" (Hb 13.5; Mt 28.20).
Cultivemos-Lhe a amizade e, à Sua semelhança, sejamos um amigo verdadeiro para todos -os que têm e os que não têm amigos.
William Stidger narra como um rapazinho que jazia na mesa de operação, tendo de sofrer uma intervenção séria, pediu ao pai que ficasse com ele para lhe segurar a mão enquanto o médico o anestesiava. Justamente antes de lhe colocarem a máscara de éter, ele olhou para o pai, e disse com inteira confiança:
-O senhor ficará comigo até o fim, não é, papai?
O pai respondeu com lágrimas de compreensão:
-Certamente ficarei, meu filho.
Eis o que significa a verdadeira amizade. Significa acompanhar por todo
o caminho, até o fim.
O amigo que é mais chegado do que um irmão, Jesus, nosso melhor amigo, acompanha por todo o caminho. Ele diz: "De maneira alguma te deixarei nunca jamais te abandonarei. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século" (Hb 13.5; Mt 28.20).
Cultivemos-Lhe a amizade e, à Sua semelhança, sejamos um amigo verdadeiro para todos -os que têm e os que não têm amigos.
Amigo Verdadeiro
"O homem que tem muitos amigos sai perdendo; mas há amigo mais chegado do que um irmão" (Pv 18.24).
Há no Talmude a história de um judeu que tinha três amigos. Um dia, ele foi chamado ao tribunal a fim de defender-se de certas acusações. O judeu estava aterrado. Foi ter com três amigos, e pediu-lhes que o acompanhassem. O primeiro respondeu:
-Não, eu não farei nenhum bem em ir; nem a você nem a mim mesmo.
O segundo disse:
-Bem, é uma coisa muito perigosa estar ao seu lado. Talvez o imperador o acuse de alguma grande ofensa contra a lei. Se eu for visto com você, ele poderá pensar que tenho parte em sua culpa. Contudo, irei com você até à porta do tribunal.
E assim ele se dirigiu ao terceiro amigo, que lhe respondeu:
-Não tema, irei com você até à presença do imperador. Dir-lhe-ei que conheço você e tenho confiança em você, e não o deixarei, enquanto você não for solto, como espero que há de ser.
E assim o fiel amigo cumpriu sua promessa.
O verdadeiro amigo está pronto a ajudar até o fim.
Há no Talmude a história de um judeu que tinha três amigos. Um dia, ele foi chamado ao tribunal a fim de defender-se de certas acusações. O judeu estava aterrado. Foi ter com três amigos, e pediu-lhes que o acompanhassem. O primeiro respondeu:
-Não, eu não farei nenhum bem em ir; nem a você nem a mim mesmo.
O segundo disse:
-Bem, é uma coisa muito perigosa estar ao seu lado. Talvez o imperador o acuse de alguma grande ofensa contra a lei. Se eu for visto com você, ele poderá pensar que tenho parte em sua culpa. Contudo, irei com você até à porta do tribunal.
E assim ele se dirigiu ao terceiro amigo, que lhe respondeu:
-Não tema, irei com você até à presença do imperador. Dir-lhe-ei que conheço você e tenho confiança em você, e não o deixarei, enquanto você não for solto, como espero que há de ser.
E assim o fiel amigo cumpriu sua promessa.
O verdadeiro amigo está pronto a ajudar até o fim.
Excelência do Dar
A todo verdadeiro cristão, Deus comunica luz e bênção, e isto o discípulo comunica aos outros na obra que faz pelo Senhor. A medida que ele dá do que recebe, aumenta-se a sua capacidade de receber. Cria-se espaço para novas provisões de graça e verdade... Aquele que recebe, mas nunca dá, em breve cessa de receber.
"O melhor que nós temos, não é o que foi recebido,
Mas aquilo que a outro demos
Um dom que refrigere a alguém a sorte
Pois tudo um dia volverá a nós;
O amor que mostramos a uns e a outros,
O impulso por nós dado a um coração,
Que ansiava o sonho e o canto e a luz,
Enquanto se esforçava pelo início da ascensão.
Nós temos por tesouro o que pomos no banco,
Aquilo que poupamos -lá está,
Mas isto não importa, não é o melhor,
O melhor que temos é certamente o que damos."
Folger Kinsey
"O melhor que nós temos, não é o que foi recebido,
Mas aquilo que a outro demos
Um dom que refrigere a alguém a sorte
Pois tudo um dia volverá a nós;
O amor que mostramos a uns e a outros,
O impulso por nós dado a um coração,
Que ansiava o sonho e o canto e a luz,
Enquanto se esforçava pelo início da ascensão.
Nós temos por tesouro o que pomos no banco,
Aquilo que poupamos -lá está,
Mas isto não importa, não é o melhor,
O melhor que temos é certamente o que damos."
Folger Kinsey
Altruísmo na Ciência
Quando Madame Curie alcançou a tremenda vitória científica, oferecendo ao mundo a bênção dos raios-x, alguém sugeriu que ela tirasse patente de seu descobrimento, pois poderia assim compensar-se do trabalho que tivera e ga-nhar dinheiro. Ela, porém, recusou-se a fazêlo. Queria que os raios-x fossem usados por todos, sem qualquer objetivo de lucro. O mesmo ocorreu com o grande cientista brasileiro Vital Brasil, quando seu instituto lançou um medicamento a base de curare, elemento precioso nos casos de intervenção cirúrgica. Um amigo perguntou se ele ia tirar a patente. Deu ele um sorriso e exclamou: "Patente p'ra quê? Quem quiser que o use para o beneficio do povo..."
Refúgio Húngaro
GI 5.16-18; 22-26
O Espírito Santo está bem vivo no mundo de hoje, mas talvez não reconheçamos esta verdade.
Em 1957, minha esposa e eu ficamos perturbados pela condição dos refugiados da Hungria. Sentindo que deveríamos abrir o nosso lar para um jovem casal, expressamos o nosso desejo à comissão encarregada de alojá-los. Veio morar conosco um casal recém-casado, que ficou em nossa casa quatro meses. Não falavam uma palavra da nossa língua, mas logo verificamos que a linguagem universal do amor era entendida por todos. Recebemos muito mais alegria do que proporcionamos, e sentimos a presença do Espírito Santo em nosso lar. Hoje, consideramos esse jovem casal como filhos. São membros respeitados e nossa comunidade e têm dois filhos.
Se escutarmos, ouviremos o Espírito Santo falando a nós através de nossas moções e de nosso intelecto.
E. Everett H. Palmar (E.U.A.)
O Espírito Santo está bem vivo no mundo de hoje, mas talvez não reconheçamos esta verdade.
Em 1957, minha esposa e eu ficamos perturbados pela condição dos refugiados da Hungria. Sentindo que deveríamos abrir o nosso lar para um jovem casal, expressamos o nosso desejo à comissão encarregada de alojá-los. Veio morar conosco um casal recém-casado, que ficou em nossa casa quatro meses. Não falavam uma palavra da nossa língua, mas logo verificamos que a linguagem universal do amor era entendida por todos. Recebemos muito mais alegria do que proporcionamos, e sentimos a presença do Espírito Santo em nosso lar. Hoje, consideramos esse jovem casal como filhos. São membros respeitados e nossa comunidade e têm dois filhos.
Se escutarmos, ouviremos o Espírito Santo falando a nós através de nossas moções e de nosso intelecto.
E. Everett H. Palmar (E.U.A.)
Amor aos Necessitados
Is 50.4; Mt 11.28,29
"O Senhor Deus me deu língua de eruditos, para que eu saiba dizer boa palavra ao cansado. Ele me desperta todas as manhãs, desperta-me o ouvido para que eu ouça como os eruditos" (Is 50.4).
Temos o privilégio de ajudar os cansados pelo caminho e de dizer boas palavras a seu tempo aos que têm o coração opresso. Artur Tavani exprime-o por estas palavras:
"Não me é dado incutir verdades científicas,
Nem o dom das mágicas cadências que emocionam.
Não podem minhas mãos tirar de algum teclado
Uma série de harmonias.
Nem posso com pincel pintar na tela
Um mar de vidro ou um perfil de santo.
Oro no entanto pelo dom de um sorriso
Satisfeito, ou um gesto inspirador.
A graça de aliviar o rude fardo
Dos que parecem sucumbir-lhe ao peso,
E o dom de encaminhar um ser, da dor
P'ra suave luz que um dia lhe fugira.
Quisera ser o coração, um mago,
Distribuindo bênçãos a mãos cheias,
E vendo em todo passarinho ou flor
A oculta essência de um poder maior.
E, mais que todos, quisera eu o dom de pena
Para mantê-lo vivo em todo coração."
Jesus sabia proferir sempre uma palavra oportuna para o cansado. "Jesus olhava aos aflitos e desalentados, aqueles cujas esperanças se haviam desvanecido, e que procuravam, com alegrias terrenas, acalentar os anseios da alma, e convidava todos a nEle buscarem descanso" ("A
Ciência do Bom Viver").
Transmitamos aos corações cansados estas boas palavras do Mestre: "Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas"
(Mt 11.28,29).
"O Senhor Deus me deu língua de eruditos, para que eu saiba dizer boa palavra ao cansado. Ele me desperta todas as manhãs, desperta-me o ouvido para que eu ouça como os eruditos" (Is 50.4).
Temos o privilégio de ajudar os cansados pelo caminho e de dizer boas palavras a seu tempo aos que têm o coração opresso. Artur Tavani exprime-o por estas palavras:
"Não me é dado incutir verdades científicas,
Nem o dom das mágicas cadências que emocionam.
Não podem minhas mãos tirar de algum teclado
Uma série de harmonias.
Nem posso com pincel pintar na tela
Um mar de vidro ou um perfil de santo.
Oro no entanto pelo dom de um sorriso
Satisfeito, ou um gesto inspirador.
A graça de aliviar o rude fardo
Dos que parecem sucumbir-lhe ao peso,
E o dom de encaminhar um ser, da dor
P'ra suave luz que um dia lhe fugira.
Quisera ser o coração, um mago,
Distribuindo bênçãos a mãos cheias,
E vendo em todo passarinho ou flor
A oculta essência de um poder maior.
E, mais que todos, quisera eu o dom de pena
Para mantê-lo vivo em todo coração."
Jesus sabia proferir sempre uma palavra oportuna para o cansado. "Jesus olhava aos aflitos e desalentados, aqueles cujas esperanças se haviam desvanecido, e que procuravam, com alegrias terrenas, acalentar os anseios da alma, e convidava todos a nEle buscarem descanso" ("A
Ciência do Bom Viver").
Transmitamos aos corações cansados estas boas palavras do Mestre: "Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas"
(Mt 11.28,29).
Espírito de Cristo
At 20.32-38
Durante um período de fome em Moçambique, duas mães vieram pedindo para fazer algum trabalho em troca de um pouco de farinha de milho. Deixaram suas duas filhinhas conosco, enquanto trabalhavam. No decorrer da manhã, levei quatro bananas para as duas meninas. Agradeceram-me pelas bananas e então ouvi uma delas dizer à outra:
"Vamos comer uma só cada uma, e guardar as outras para nossas mães".
E assim elas fizeram. Se duas meninas famintas, de lares não-cristãos, podiam distribuir o pouco que tinham, quanto mais nós cristãos não havemos de pôr emprática a Regra Áurea de nosso Mestre? Todos nós precisamos ser mais atenciosos e generosos no uso que fazemos do nosso tempo, energia e bens. Acima de tudo, precisamos do espírito de Cristo como base de todos os nossos atos. Não está o espírito de Cristo resumido na RegraÁurea? Não é verdade que Cristo mesmo se colocou em nosso lugar e compartilhou conosco tudo que Ele era?
Edite Riggs Gillet (Moçambique)
Durante um período de fome em Moçambique, duas mães vieram pedindo para fazer algum trabalho em troca de um pouco de farinha de milho. Deixaram suas duas filhinhas conosco, enquanto trabalhavam. No decorrer da manhã, levei quatro bananas para as duas meninas. Agradeceram-me pelas bananas e então ouvi uma delas dizer à outra:
"Vamos comer uma só cada uma, e guardar as outras para nossas mães".
E assim elas fizeram. Se duas meninas famintas, de lares não-cristãos, podiam distribuir o pouco que tinham, quanto mais nós cristãos não havemos de pôr emprática a Regra Áurea de nosso Mestre? Todos nós precisamos ser mais atenciosos e generosos no uso que fazemos do nosso tempo, energia e bens. Acima de tudo, precisamos do espírito de Cristo como base de todos os nossos atos. Não está o espírito de Cristo resumido na RegraÁurea? Não é verdade que Cristo mesmo se colocou em nosso lugar e compartilhou conosco tudo que Ele era?
Edite Riggs Gillet (Moçambique)
Vidas Conduzidas a Cristo
Jo 14.8-12
Ignorando os circunstantes, certo homem, numa reunião de avivamento, conduziu ao altar e à aceitação de Cristo, um rapazinho seu conhecido. Mais tarde, quando se referia a esse evento, seus olhos brilhavam e sua voz se embargava pela emoção, porque aquele rapazinho tornou-se um
obreiro de fama mundial, conhecido como o missionário William Taylor.
Um homem obscuro conquistou William Taylor, um rapazinho da roça, para Cristo. William Taylor, feito homem, pregou o evangelho com poder em quase todos os continentes e em algumas ilhas dos mares. Ele, por sua vez, conquistou milhares de almas para Cristo. Conduzir os jovens a Cristo é o mais eficaz meio de propagar o evangelho do reino. Quando um jovem se entrega a Cristo e vive de acordo com a fé que abraçou no Espírito do Mestre, ele tem uma existência inteira a sua disposição para servir ao Senhor Jesus, que disse: "O que crê em mim fará as obras que eu faço; e as fará ainda maiores que estas". Pela fé, cumprindo nossa missão de ganhar almas, poderemos achar outros imitadores de William Taylor.
(Virgínia Ocidental, E.U.A.)
Ignorando os circunstantes, certo homem, numa reunião de avivamento, conduziu ao altar e à aceitação de Cristo, um rapazinho seu conhecido. Mais tarde, quando se referia a esse evento, seus olhos brilhavam e sua voz se embargava pela emoção, porque aquele rapazinho tornou-se um
obreiro de fama mundial, conhecido como o missionário William Taylor.
Um homem obscuro conquistou William Taylor, um rapazinho da roça, para Cristo. William Taylor, feito homem, pregou o evangelho com poder em quase todos os continentes e em algumas ilhas dos mares. Ele, por sua vez, conquistou milhares de almas para Cristo. Conduzir os jovens a Cristo é o mais eficaz meio de propagar o evangelho do reino. Quando um jovem se entrega a Cristo e vive de acordo com a fé que abraçou no Espírito do Mestre, ele tem uma existência inteira a sua disposição para servir ao Senhor Jesus, que disse: "O que crê em mim fará as obras que eu faço; e as fará ainda maiores que estas". Pela fé, cumprindo nossa missão de ganhar almas, poderemos achar outros imitadores de William Taylor.
(Virgínia Ocidental, E.U.A.)
O Valor da Alma
"Sabedoria! Força! Riqueza! Se eu tão somente tivesse estas coisas poderia verdadeiramente viver." Assim pensam os homens mundanos. Essas coisas, porém, à parte de Deus não trazem nenhuma alegria nem felicidade duradouras.
Conta-se a história de um marinheiro que estava a bordo de um navio prestes a naufragar, carregado de ouro, nos tempos das conquistas espanholas. O comandante ordenara que todos os homens abandonassem o navio. Ao fazer ele a derradeira ronda para certificar-se de que ninguém seria deixado a bordo, encontrou um homem assentado sobre um barril de barras de ouro, e com outro aberto diante dele.
-Que está afinal fazendo aqui, homem? Não sabe que a embarcação está afundando? -gritou o capitão.
-Sim, senhor -respondeu o homem. Mas não me importo. Fui um homem pobre toda a minha vida, e pelo menos vou morrer rico.
Mas o preço da concupiscência humana é alto, pois: "Que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?" (Mt 16.26).
Conta-se a história de um marinheiro que estava a bordo de um navio prestes a naufragar, carregado de ouro, nos tempos das conquistas espanholas. O comandante ordenara que todos os homens abandonassem o navio. Ao fazer ele a derradeira ronda para certificar-se de que ninguém seria deixado a bordo, encontrou um homem assentado sobre um barril de barras de ouro, e com outro aberto diante dele.
-Que está afinal fazendo aqui, homem? Não sabe que a embarcação está afundando? -gritou o capitão.
-Sim, senhor -respondeu o homem. Mas não me importo. Fui um homem pobre toda a minha vida, e pelo menos vou morrer rico.
Mas o preço da concupiscência humana é alto, pois: "Que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?" (Mt 16.26).
Ajudando Uns aos Outros
At 11.19-30
As chamas destruíam uma loja de curiosidades em Água Prieta, no México, e ameaçavam os prédios vizinhos. Naquele domingo de dezembro, oficiais mexicanos telefonaram ao nosso departamento de incêndios pedindo ajuda. O prefeito obteve rapidamente a aprovação do Conselho, para que nossos homens e carros seguissem em socorro da cidade irmã, através da fronteira.
No dia seguinte, um oficial da cidade mexicana disse: "Quero dar meus especiais agradecimentos em nome do meu pais por sua bondade, ajudando-nos ontem. Somos muito gratos". As mangueiras tinham sido conduzidas da alfândega até onde havia fogo. O chefe dos bombeiros, o chefe da polícia e o prefeito atravessaram a fronteira para ajudar. "Não podemos ficar parados e deixar que o fogo destrua um quarteirão inteiro a uma milha de distância", dissera o chefe dos bombeiros. Um modo de expressar nossa gratidão a Deus é ajudarmos nossos vizinhos, sejam quem forem e qualquer que seja a necessidade deles.
Kenneth E. Nelson (Arizona, E.U.A.)
As chamas destruíam uma loja de curiosidades em Água Prieta, no México, e ameaçavam os prédios vizinhos. Naquele domingo de dezembro, oficiais mexicanos telefonaram ao nosso departamento de incêndios pedindo ajuda. O prefeito obteve rapidamente a aprovação do Conselho, para que nossos homens e carros seguissem em socorro da cidade irmã, através da fronteira.
No dia seguinte, um oficial da cidade mexicana disse: "Quero dar meus especiais agradecimentos em nome do meu pais por sua bondade, ajudando-nos ontem. Somos muito gratos". As mangueiras tinham sido conduzidas da alfândega até onde havia fogo. O chefe dos bombeiros, o chefe da polícia e o prefeito atravessaram a fronteira para ajudar. "Não podemos ficar parados e deixar que o fogo destrua um quarteirão inteiro a uma milha de distância", dissera o chefe dos bombeiros. Um modo de expressar nossa gratidão a Deus é ajudarmos nossos vizinhos, sejam quem forem e qualquer que seja a necessidade deles.
Kenneth E. Nelson (Arizona, E.U.A.)
Fontes de Águas
Jo 4.14
Num dia de verão, certo viajante vagava à procura de descanso e prazer, perto da foz de um grande rio. Chegando a hora que a maré estava baixa, ele viu uma esplêndida fonte de água cristalina, fresca e pura jorrando das rochas. Duas vezes ao dia a água salgada subia acima daquela linda fonte de água fresca, cobrindo-a totalmente. Mas quando a maré esgotava as suas forças e se retirava para as profundezas do oceano, da fonte brotava a água pura e cristalina novamente.
Se o coração do homem for realmente uma fonte do amor de Cristo, ele há de fazer brotar do seu interior a água pura e cristalina, mesmo por entre as ondas da política, dos negócios e das atividades mais variadas. E possível que a maré da vida, com seus interesses, tente suplantar e engolfar a fonte, mas o mundo esgotará as suas forças e aqueles que trazem em seu coração a presença do Espírito Santo serão sempre vitoriosos. Reaparecerão com mãos puras, corações limpos, manifestando a mente de Cristo, com a consciência livre de ofensa a Deus e aos homens.
Num dia de verão, certo viajante vagava à procura de descanso e prazer, perto da foz de um grande rio. Chegando a hora que a maré estava baixa, ele viu uma esplêndida fonte de água cristalina, fresca e pura jorrando das rochas. Duas vezes ao dia a água salgada subia acima daquela linda fonte de água fresca, cobrindo-a totalmente. Mas quando a maré esgotava as suas forças e se retirava para as profundezas do oceano, da fonte brotava a água pura e cristalina novamente.
Se o coração do homem for realmente uma fonte do amor de Cristo, ele há de fazer brotar do seu interior a água pura e cristalina, mesmo por entre as ondas da política, dos negócios e das atividades mais variadas. E possível que a maré da vida, com seus interesses, tente suplantar e engolfar a fonte, mas o mundo esgotará as suas forças e aqueles que trazem em seu coração a presença do Espírito Santo serão sempre vitoriosos. Reaparecerão com mãos puras, corações limpos, manifestando a mente de Cristo, com a consciência livre de ofensa a Deus e aos homens.
03/04/2014
Frango
A fim de complementar a renda familiar, minha mãe abatia frangos para um grande açougue. O abate era realizado no quintal de nossa casa, envolvendo a mim e meus irmãos, que não eram poucos. Alguns fregueses do açougue exigiam a cabeça e pescoço do frango intactos. Portanto, o corte da artéria no pescoço para sangrar o frango era substituído pelo corte da língua, por onde todo o sangue escorria, ocasionando sua morte. O frango ficava pendurado de cabeça para baixo sangrando até morrer. Assim o pescoço e a cabeça não recebiam ferimentos.
Sabeis isto, meus amados irmãos; mas todo o homem seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar (Tg 1.19).
Sabeis isto, meus amados irmãos; mas todo o homem seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar (Tg 1.19).
Girafa
Dado ao seu enorme pescoço, a pressão sanguínea para bombear o sangue até a cabeça da girafa é altíssima. Mas ela não chega a sofrer derrame cerebral quando abaixa a cabeça para beber água, tampouco sofre desmaios quando sua pressão se normaliza. Um sistema natural controla a pressão sanguínea, alterando-se quando o animal abaixa a cabeça e quando a levanta. Coisas que Deus criou.
E disse: Até aqui virás, e não mais adiante... (Jó 38.11)
E disse: Até aqui virás, e não mais adiante... (Jó 38.11)
Sapo
Um sapo muito ladino foi apanhado praticando um crime. Então, o rei daquele lugar condenou-o à morte, e a corte se reuniu para decidir como deveria morrer. Passado certo tempo, a sentença foi anunciada. O sapo deveria morrer queimado!
Muito esperto, ao saber da sentença, o sapo começou a gritar:
— Por favor, não me joguem na água, tenho medo de água. Se me jogarem na água, morrerei afogado. Por favor, por favor, joguem-me no fogo, joguem-me no fogo!
Depois de ouvir as confissões desesperadoras do sapo, a corte voltou a se reunir e decidiu dar-lhe a morte mais horrenda possível. Assim, determinou:
— Joguem-no na água!
Lá se foi o sapo para o rio. Chuá!
Ao cair na água, o sapo saiu nadando satisfeito e gritando: — Isso mesmo que eu queria! Isso mesmo que eu queria! Isso mesmo que eu queria...
Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse faço (Rm 7.19).
Muito esperto, ao saber da sentença, o sapo começou a gritar:
— Por favor, não me joguem na água, tenho medo de água. Se me jogarem na água, morrerei afogado. Por favor, por favor, joguem-me no fogo, joguem-me no fogo!
Depois de ouvir as confissões desesperadoras do sapo, a corte voltou a se reunir e decidiu dar-lhe a morte mais horrenda possível. Assim, determinou:
— Joguem-no na água!
Lá se foi o sapo para o rio. Chuá!
Ao cair na água, o sapo saiu nadando satisfeito e gritando: — Isso mesmo que eu queria! Isso mesmo que eu queria! Isso mesmo que eu queria...
Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse faço (Rm 7.19).
Gato
O gato é um animal que não gosta de mudar de casa. Quando isso acontece, o felino tentará voltar à casa anterior. Se consegue, passa a morar na casa abandonada.
Não mudes o marco do teu próximo, que colocaram os antigos na tua herança,... (Dt 19.14)
Não mudes o marco do teu próximo, que colocaram os antigos na tua herança,... (Dt 19.14)
Gafanhoto
Um professor tolo fez uma experiência para provar que o gafanhoto é surdo. O primeiro passo foi ordenar que o gafanhoto pulasse, e foi atendido. Depois tirou suas asas, mandou o gafanhoto pular novamente, e foi atendido. Em seguida, passou a arrancar suas pernas até deixar o bicho com uma somente. Mais uma vez, o tolo deu a ordem:
— Pula!
Todo torto, o gafanhoto conseguiu, com um pequeno impulso, dar um pulinho.
Finalmente, o professor retirou a última perna e disse:
— Pula!
O gafanhoto se retorceu todo, mas não conseguiu dar sequer um pequeno impulso, pois estava sem as pernas e asas.
Daí o professor tolo concluiu que quando as asas e as pernas de um gafanhoto são retiradas ele fica surdo.
... que aprendem sempre e nunca podem chegar ao conhecimento da verdade (2 Tm 3.7).
— Pula!
Todo torto, o gafanhoto conseguiu, com um pequeno impulso, dar um pulinho.
Finalmente, o professor retirou a última perna e disse:
— Pula!
O gafanhoto se retorceu todo, mas não conseguiu dar sequer um pequeno impulso, pois estava sem as pernas e asas.
Daí o professor tolo concluiu que quando as asas e as pernas de um gafanhoto são retiradas ele fica surdo.
... que aprendem sempre e nunca podem chegar ao conhecimento da verdade (2 Tm 3.7).
Camelo
A corcunda do camelo tem até 45 quilos de gordura. É constituída de células gordurosas que servem de alimento, agindo como reserva de nutrientes que vão sendo absorvidos pelo organismo na falta de comida e água. Quando o animal é bem tratado, o volume da corcova aumenta. Quando trabalha bastante — o camelo anda até 50 quilômetros por dia com cerca de 200 quilos de carga — e é mal alimentado, sua corcova fica enrugada. Seu primeiro estômago e suas bolsas armazenam água. Seu alimento no deserto é basicamente composto de folhas da leguminosa acácia. Seu pêlo é usado para fazer roupa e sua pele para fabricar tendas, baús e escudos. Seu leite é consumido como alimento.
E este João tinha a sua veste de pêlos de camelo e um cinto de couro em torno de seus lombos e alimentava-se de gafanhotos e de mel silvestre (Mt 3.4).
E este João tinha a sua veste de pêlos de camelo e um cinto de couro em torno de seus lombos e alimentava-se de gafanhotos e de mel silvestre (Mt 3.4).
Cobra x Vaga-lume
O vaga-lume notou que estava sendo perseguido por uma cobra, mas demorou a perceber que esta queria realmente devorá-lo. A perseguição continuou. O bichinho voador, que emite luz intermitente e também é conhecido por pirilampo, passou a ter muito cuidado, pois outros bichos sempre o avisavam do perigo, pelo fato de a cobra estar determinada a comê-lo. Cansado de tanto fugir, o vaga-lume tomou a iniciativa de enfrentar a fera — por meio de um bate-papo a distância, lógico — e então indagou:
— Por que você quer destruir-me? Não lhe fiz nada e além disso não faço parte de sua cadeia alimentar?!
Mas a cobra, de imediato, retrucou:
— Realmente você não faz o meu gosto alimentar, mas eu não suporto ver a sua luz brilhar.
... o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que não lhes resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus (2 Co 4.4).
— Por que você quer destruir-me? Não lhe fiz nada e além disso não faço parte de sua cadeia alimentar?!
Mas a cobra, de imediato, retrucou:
— Realmente você não faz o meu gosto alimentar, mas eu não suporto ver a sua luz brilhar.
... o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que não lhes resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus (2 Co 4.4).
Borboleta
Um homem levou uma borboleta ferida para sua casa. Colocou-a em uma caixa com a intenção de recuperar o bichinho, para depois soltá-lo. Em determinados momentos, pedia que sua filha desse uma olhada na borboleta, satisfazendo a curiosidade da criança enquanto mantinha-se informado sobre a recuperação do bichinho.
Em uma das olhadelas, perguntou:
Como está a borboleta, filhinha?
Já está batendo palmas, papai! — respondeu com entusiasmo a criança.
Até a criança se dará a conhecer pelas suas ações, se a sua obra for pura e reta (Pv 20.11).
Em uma das olhadelas, perguntou:
Como está a borboleta, filhinha?
Já está batendo palmas, papai! — respondeu com entusiasmo a criança.
Até a criança se dará a conhecer pelas suas ações, se a sua obra for pura e reta (Pv 20.11).
Pássaros
Em Mato Grosso, à beira do rio Cuiabá, os moradores passaram a se precaver das enchentes bem antes de elas chegarem. Descobriram que um determinado pássaro constrói ninho nas árvores que margeiam o rio, em lugares baixos, mas quando pressente as cheias, se prepara, fazendo ninho em lugares mais altos. Dessa forma os moradores se previnem muito antes de as enchentes chegarem, observando os pássaros.
Eis que um rio transborda, e ele não se apressa... (Jó 40.23)
Eis que um rio transborda, e ele não se apressa... (Jó 40.23)
02/04/2014
Quero-quero
A presença do pássaro conhecido como quero-quero é comum nos pastos de fazendas. Eles se mantêm no anonimato, quase sem serem vistos, mas quando notam a presença de pessoas ou qualquer movimento estranho, voam cantando com um som alto e estridente. Por isso é conhecido como "dedo-duro". Seus "gritos" dão ciência ao fazendeiro da presença de pessoas estranhas nas proximidades.
Porque ímpios se acham entre o meu povo; cada um anda espiando, como se acaçapam os passarinheiros; armam laços perniciosos, com que prendem os homens (Jr 5.26).
Porque ímpios se acham entre o meu povo; cada um anda espiando, como se acaçapam os passarinheiros; armam laços perniciosos, com que prendem os homens (Jr 5.26).
Cachorro
A exemplo dos felinos, cachorros urinam constantemente para marcar território ou área de domínio. E uma forma de avisar que outro macho não é bem-vindo àquela área. Para se impor, com o auxílio da urina, os cachorros erguem a perna o máximo que podem, como maneira de indicar o seu porte. Quanto mais alto urinar, maior o seu tamanho, saberá o intruso.
Que nos faz mais doutos do que os animais da terra... (Jó 35.11)
Que nos faz mais doutos do que os animais da terra... (Jó 35.11)
A Lagarta e a Borboleta
Ao ver uma borboleta voando por perto, a lagarta bradou: — Não ando nisto aí nem por um milhão de dólares.
(Orlando Boyer, IBAD, 1977)
Esta ilustração serve de exemplo para mudanças que temos presenciado na vida de muitas pessoas. Mudam, como dizem, da água para o vinho. E muitas dessas pessoas odiavam os cristãos evangélicos — os crentes —, mas hoje são exemplos de dedicação, amor e fidelidade ao Senhor.
E serão os dois uma só carne... (Mc 10.8)
(Orlando Boyer, IBAD, 1977)
Esta ilustração serve de exemplo para mudanças que temos presenciado na vida de muitas pessoas. Mudam, como dizem, da água para o vinho. E muitas dessas pessoas odiavam os cristãos evangélicos — os crentes —, mas hoje são exemplos de dedicação, amor e fidelidade ao Senhor.
E serão os dois uma só carne... (Mc 10.8)
Coruja
Ao encontrar-se com um gavião, a mãe-coruja aproveita a amizade com a ave devoradora de filhotes para suplicar clemência por seus filhos.
— Por favor, "seu" gavião, não coma meus filhinhos.
— Mas como vou saber quem são seus filhos? — retrucou o gavião.
— Ora, são os mais belos que puder ver! — devolveu-lhe a coruja.
O gavião prometeu não comer os "lindos" filhotes da mãe-coruja. Entretanto, ao deparar com seu ninho, não teve duvidas; aqueles filhotes tão feios não poderiam ser os lindos filhos da coruja, e os comeu.
Aninhar-se-á ali a coruja, e porá os seus ovos, e os chocará, e na sombra abrigará os seus filhotes... (Is 34.15 - ARA)
Ou voa o gavião pela tua inteligência, estendendo as suas asas para o sul? (Jó 39.26)
— Por favor, "seu" gavião, não coma meus filhinhos.
— Mas como vou saber quem são seus filhos? — retrucou o gavião.
— Ora, são os mais belos que puder ver! — devolveu-lhe a coruja.
O gavião prometeu não comer os "lindos" filhotes da mãe-coruja. Entretanto, ao deparar com seu ninho, não teve duvidas; aqueles filhotes tão feios não poderiam ser os lindos filhos da coruja, e os comeu.
Aninhar-se-á ali a coruja, e porá os seus ovos, e os chocará, e na sombra abrigará os seus filhotes... (Is 34.15 - ARA)
Ou voa o gavião pela tua inteligência, estendendo as suas asas para o sul? (Jó 39.26)
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