Há uma boa e pequena história para o Natal, que devemos lembrar. Havia um pobre sapateiro chamado Martins. Morava numa grande cidade além-mar. Era um bom homem, amava a Jesus e tinha muitas vezes pensado que gostaria do ter a Jesus como hóspede.
Na véspera do Natal Martins sonhou que ouvira uma voz dizer: "Martins, olhe aí nas ruas amanhã, vou chegar".
Quando veio o dia, Martins levantou-se, prestou um culto a Deus, e foi à oficina começar o trabalho. Lembrou-se então da voz, e começou a olhar para a rua esperando Jesus. Mas via-se somente um velhinho, raspando a neve da calçada. O homem era muito fraquinho, e sofria tanto de frio que mal podia mexer com a pá. Martins pensou: "Enquanto estou esperando o Senhor, vou fazer uma xícara de chá para aquele velho".
Preparou o chá, chamou o ancião para dentro, e depois de tomarem o chá quente, o velho voltou animado para o trabalho, enquanto Martins começou de novo a procurar Jesus na rua. Viu então uma pobre mãe com a filhinha mal embrulhada num xale roto. Convidou-a a entrar, deixou-as aquecer-se ao fogo, deu-lhes comida e uma roupinha à menina, e elas saíram contentes. Quando a mulher tinha ido, Martins continuou a trabalhar, mas pensou que devia estar na hora do Senhor chegar e saiu para a rua de novo.
Uma senhora que vendia maçãs estava sofrendo nas mãos de um rapazinho que queria roubar-lhe a fruta, e Martins chamou o menino e deu-lhe conselhos e lhe falou como amigo, até que o menino pediu desculpas à velha, fazendo as pazes.
A noite chegou. Era hora de deitar-se. Secretamente Martins pensou: "O Natal passou, mas Jesus não veio"
Sentou-se para ler a Bíblia, mas estava muito cansado e dormiu. Então, sonhou que ouvia de novo a voz:
"Martins, você não conheceu quando cheguei?" Martins perguntou: "Quem?" E a voz disse: "Eu".
Viu então o rosto do velho raspando a neve, a mulher e a criança, a vendedora de maçãs e o menino levado ... e cada um destes dizia... "Sou Eu, sou Eu".
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19/03/2014
O Pequeno Caridoso
Yuan era um pequeno chinês que morava em Manilha, nas ilhas Filipinas. Havia ajuntado por muito tempo algum dinheiro para comprar uma bicicleta.
Quando já possuía mais de cinqüenta dólares, sentou-se e meditou: "Quantos na China, milhares de patrícios meus estão morrendo de fome..." Resolveu então ajudar as crianças famintas da China em vez de comprar a sua tão desejada bicicleta. Foi diretamente à padaria e gastou todo seu dinheiro na compra de pães; sacos e sacos de pão! Entregou-os à comissão auxiliadora, explicando que era uma oferta que ele mesmo queria mandar aos pequenos chineses. A comissão agradeceu a Yuan pela sua generosidade e ele seguiu para casa inteiramente satisfeito. Os homens discutiram bastante: "Que faremos com todo este pão ? Estragar-se-á antes de chegar à China". Afinal resolveram levá-lo às escolas chinesas na ilha mesmo é vendê-los como "pão patriótico"
Assim fizeram e o povo pagou um bom preço. No fim do dia tinham mais de 200 dólares para aliviar a fonte das crianças na China.
Quando já possuía mais de cinqüenta dólares, sentou-se e meditou: "Quantos na China, milhares de patrícios meus estão morrendo de fome..." Resolveu então ajudar as crianças famintas da China em vez de comprar a sua tão desejada bicicleta. Foi diretamente à padaria e gastou todo seu dinheiro na compra de pães; sacos e sacos de pão! Entregou-os à comissão auxiliadora, explicando que era uma oferta que ele mesmo queria mandar aos pequenos chineses. A comissão agradeceu a Yuan pela sua generosidade e ele seguiu para casa inteiramente satisfeito. Os homens discutiram bastante: "Que faremos com todo este pão ? Estragar-se-á antes de chegar à China". Afinal resolveram levá-lo às escolas chinesas na ilha mesmo é vendê-los como "pão patriótico"
Assim fizeram e o povo pagou um bom preço. No fim do dia tinham mais de 200 dólares para aliviar a fonte das crianças na China.
15/12/2011
Organiza o Natal
Alguém observou que cada vez mais o ano se compõe de 10 meses; imperfeitamente embora, o resto é Natal. É possível que, com o tempo, essa divisão se inverta: 10 meses de Natal e 2 meses de ano vulgarmente dito. E não parece absurdo imaginar que, pelo desenvolvimento da linha, e pela melhoria do homem, o ano inteiro se converta em Natal, abolindo-se a era civil, com suas obrigações enfadonhas ou malignas. Será bom.
Então nos amaremos e nos desejaremos felicidades ininterruptamente, de manhã à noite, de uma rua a outra, de continente a continente, de cortina de ferro à cortina de nylon — sem cortinas. Governo e oposição, neutros, super e subdesenvolvidos, marcianos, bichos, plantas entrarão em regime de fraternidade. Os objetos se impregnarão de espírito natalino, e veremos o desenho animado, reino da crueldade, transposto para o reino do amor: a máquina de lavar roupa abraçada ao flamboyant, núpcias da flauta e do ovo, a betoneira com o sagüi ou com o vestido de baile. E o supra-realismo, justificado espiritualmente, será uma chave para o mundo.
Completado o ciclo histórico, os bens serão repartidos por si mesmos entre nossos irmãos, isto é, com todos os viventes e elementos da terra, água, ar e alma. Não haverá mais cartas de cobrança, de descompostura nem de suicídio. O correio só transportará correspondência gentil, de preferência postais de Chagall, em que noivos e burrinhos circulam na atmosfera, pastando flores; toda pintura, inclusive o borrão, estará a serviço do entendimento afetuoso. A crítica de arte se dissolverá jovialmente, a menos que prefira tomar a forma de um sininho cristalino, a badalar sem erudição nem pretensão, celebrando o Advento.
A poesia escrita se identificará com o perfume das moitas antes do amanhecer, despojando-se do uso do som. Para que livros? perguntará um anjo e, sorrindo, mostrará a terra impressa com as tintas do sol e das galáxias, aberta à maneira de um livro.
A música permanecerá a mesma, tal qual Palestrina e Mozart a deixaram; equívocos e divertimentos musicais serão arquivados, sem humilhação para ninguém.
Com economia para os povos desaparecerão suavemente classes armadas e semi-armadas, repartições arrecadadoras, polícia e fiscais de toda espécie. Uma palavra será descoberta no dicionário: paz.
O trabalho deixará de ser imposição para constituir o sentido natural da vida, sob a jurisdição desses incansáveis trabalhadores, que são os lírios do campo. Salário de cada um: a alegria que tiver merecido. Nem juntas de conciliação nem tribunais de justiça, pois tudo estará conciliado na ordem do amor.
Todo mundo se rirá do dinheiro e das arcas que o guardavam, e que passarão a depósito de doces, para visitas. Haverá dois jardins para cada habitante, um exterior, outro interior, comunicando-se por um atalho invisível.
A morte não será procurada nem esquivada, e o homem compreenderá a existência da noite, como já compreendera a da manhã.
O mundo será administrado exclusivamente pelas crianças, e elas farão o que bem entenderem das restantes instituições caducas, a Universidade inclusive.
E será Natal para sempre.
Ah! Seria ótimo se os sonhos do poeta se transformassem em realidade.
Texto extraído do livro "Cadeira de Balanço", Livraria José Olympio Editora - Rio de Janeiro, 1972, pág. 52.
Então nos amaremos e nos desejaremos felicidades ininterruptamente, de manhã à noite, de uma rua a outra, de continente a continente, de cortina de ferro à cortina de nylon — sem cortinas. Governo e oposição, neutros, super e subdesenvolvidos, marcianos, bichos, plantas entrarão em regime de fraternidade. Os objetos se impregnarão de espírito natalino, e veremos o desenho animado, reino da crueldade, transposto para o reino do amor: a máquina de lavar roupa abraçada ao flamboyant, núpcias da flauta e do ovo, a betoneira com o sagüi ou com o vestido de baile. E o supra-realismo, justificado espiritualmente, será uma chave para o mundo.
Completado o ciclo histórico, os bens serão repartidos por si mesmos entre nossos irmãos, isto é, com todos os viventes e elementos da terra, água, ar e alma. Não haverá mais cartas de cobrança, de descompostura nem de suicídio. O correio só transportará correspondência gentil, de preferência postais de Chagall, em que noivos e burrinhos circulam na atmosfera, pastando flores; toda pintura, inclusive o borrão, estará a serviço do entendimento afetuoso. A crítica de arte se dissolverá jovialmente, a menos que prefira tomar a forma de um sininho cristalino, a badalar sem erudição nem pretensão, celebrando o Advento.
A poesia escrita se identificará com o perfume das moitas antes do amanhecer, despojando-se do uso do som. Para que livros? perguntará um anjo e, sorrindo, mostrará a terra impressa com as tintas do sol e das galáxias, aberta à maneira de um livro.
A música permanecerá a mesma, tal qual Palestrina e Mozart a deixaram; equívocos e divertimentos musicais serão arquivados, sem humilhação para ninguém.
Com economia para os povos desaparecerão suavemente classes armadas e semi-armadas, repartições arrecadadoras, polícia e fiscais de toda espécie. Uma palavra será descoberta no dicionário: paz.
O trabalho deixará de ser imposição para constituir o sentido natural da vida, sob a jurisdição desses incansáveis trabalhadores, que são os lírios do campo. Salário de cada um: a alegria que tiver merecido. Nem juntas de conciliação nem tribunais de justiça, pois tudo estará conciliado na ordem do amor.
Todo mundo se rirá do dinheiro e das arcas que o guardavam, e que passarão a depósito de doces, para visitas. Haverá dois jardins para cada habitante, um exterior, outro interior, comunicando-se por um atalho invisível.
A morte não será procurada nem esquivada, e o homem compreenderá a existência da noite, como já compreendera a da manhã.
O mundo será administrado exclusivamente pelas crianças, e elas farão o que bem entenderem das restantes instituições caducas, a Universidade inclusive.
E será Natal para sempre.
Ah! Seria ótimo se os sonhos do poeta se transformassem em realidade.
Texto extraído do livro "Cadeira de Balanço", Livraria José Olympio Editora - Rio de Janeiro, 1972, pág. 52.
Para falar do Natal, não existem segredos, basta olhar para dentro de nós mesmos. No Natal, estamos propícios a amar mais, ter mais carinhos, ser mais solidários. É o que nos envolve, este Espírito Natalino. Mas vejamos o mundo num foco mais nítido - isso ocorre somente nesta época do ano. O nascimento de Jesus Cristo tem o poder de causar essa transformação em nós. Época em que surgem milhares de voluntários, pessoas fazendo seus donativos, pessoas se abraçando, trocando calor humano com seus entes queridos. Eu vejo muita gente se engrandecer diante desse espírito, mas eu somente tenho a perguntar: - Por que?
Porque essas coisas só ocorrem no mês de Dezembro? Será um mês sagrado? Será que é tão difícil sermos assim o ano inteiro? Todos os dias de nossas vidas, nós devemos amar uns aos outros, respeitar uns aos outros, sermos solidários. O mundo não funciona somente no Natal, as crianças não necessitam de carinho, apenas no Natal, os necessitados, não passam fome, não sentem frio apenas no Natal. Eu quero olhar o Mundo e poder ver isso todos os dias.
Se Deus me concedesse um desejo, desejaria que nascesse um Jesus Cristo todos os dias.
Porque essas coisas só ocorrem no mês de Dezembro? Será um mês sagrado? Será que é tão difícil sermos assim o ano inteiro? Todos os dias de nossas vidas, nós devemos amar uns aos outros, respeitar uns aos outros, sermos solidários. O mundo não funciona somente no Natal, as crianças não necessitam de carinho, apenas no Natal, os necessitados, não passam fome, não sentem frio apenas no Natal. Eu quero olhar o Mundo e poder ver isso todos os dias.
Se Deus me concedesse um desejo, desejaria que nascesse um Jesus Cristo todos os dias.
É apenas um pequeno envelope branco pendurado entre os galhos da nossa árvore de Natal. Não tem nome, não tem identificação, não tem dizeres. Se esconde entre os galhos da nossa árvore ha cerca de dez anos.
Tudo começou porque meu marido Mike odiava o Natal. Claro que não era o verdadeiro sentido do Natal, mas seus aspectos comerciais: gastos excessivos, a corrida frenética na ultima hora para comprar uma gravata para o tio Harry e o talco da vovó, os presentes dados com uma ansiedade desesperada porque não tínhamos conseguido pensar em nada melhor.
Sabendo como ele se sentia, um certo ano decidi deixar de lado as tradicionais camisetas, casacos, gravatas e coisas no gênero. Procurei algo especial só para o Mike. A inspiração veio de uma forma um tanto incomum. Nosso filho Kevin, que tinha 12 anos na época, fazia parte da equipe de luta livre da sua escola.
Pouco antes do Natal, houve um campeonato especial contra uma equipe patrocinada por uma igreja da parte mais pobre da cidade. A equipe era formada, em sua maioria, por negros. Esses jovens, que usavam tênis tão velhos que tínhamos a sensação de que os cadarços eram a única coisa que os segurava, contrastavam de forma gritante com nossos filhos, vestidos com impecáveis uniformes azuis e dourados e tênis especiais novinhos em folha.
Quando o jogo começou, fiquei preocupada ao notar que a outra equipe estava lutando sem o capacete de segurança que tinha como intuito proteger os ouvidos dos lutadores. Era um luxo ao qual a equipe dos pé-sujos não podia se dar.
No fim das contas, a equipe da escola do meu filho acabou arrasando com eles. Ganharam em todas as categorias de peso. E cada um dos meninos da outra equipe que levantava do tatame se virava com fúria, fazendo pose de valente, procurando mostrar um orgulho de quem não ligava para a derrota.
Mike, que estava sentado ao meu lado, balançou a cabeça, triste: "Queria que pelo menos um deles tivesse ganhado", disse. "Eles têm muito potencial, mas uma derrota dessas pode acabar com o ânimo deles."
Mike adorava crianças - todas as crianças - e as conhecia bem, pois tinha sido técnico de times mirins de futebol, basquete e vôlei. Foi aí que tive uma idéia para o presente dele. Naquela tarde, fui a uma loja de artigos esportivos e comprei capacetes de proteção e tênis especiais que enviei, sem me identificar, à igreja que patrocinava a equipe adversária.
Na véspera de Natal, coloquei o envelope na árvore com um bilhete dentro, contando ao Mike o que tinha feito e que esse era o meu presente para ele. O mais belo sorriso iluminou o seu rosto naquele Natal. Isso se deu em todos os anos consecutivos.
A cada Natal, eu seguia a tradição: uma vez comprei ingressos para um jogo de futebol para um grupo de jovens com problemas mentais, outra vez enviei um cheque para dois irmãos que tinham perdido a casa num incêndio na semana antes do Natal e assim por diante. O envelope passou a ser o ponto alto do nosso Natal. Era sempre o último presente a ser aberto na manhã de Natal. Nossos filhos, deixando de lado seus novos brinquedos, ficavam esperando ansiosamente o pai pegar o envelope da árvore e revelar o que havia dentro.
As crianças foram crescendo e os brinquedos foram sendo substituídos por presentes mais práticos, mas o envelope nunca perdeu seu encanto. Esse conto não acaba aqui. Perdemos nosso Mike ano passado por causa de um câncer. Quando chegou a época do Natal, eu ainda estava sofrendo tanto que mal consegui montar a árvore. Mas, na véspera de Natal, me vi colocando um envelope na árvore. Na manha seguinte, havia mais três envelopes junto a ele. Cada um de nossos filhos, sem o outro saber, tinha colocado um envelope na árvore para o pai.
A tradição cresceu e, um dia, se expandirá ainda mais e nossos netos se reunirão em volta da árvore, ansiosos para saber o que há no envelope retirado da árvore por seus pais. O espírito de Mike, assim como o espírito do Natal, estará sempre conosco.
Vamos todos lembrar de Jesus, que é o motivo dessa comemoração e o verdadeiro espirito do Natal este ano e sempre. Deus o abençoe.
(Do livro Histórias para Aquecer o Coração, de Jack Canfield)
Tudo começou porque meu marido Mike odiava o Natal. Claro que não era o verdadeiro sentido do Natal, mas seus aspectos comerciais: gastos excessivos, a corrida frenética na ultima hora para comprar uma gravata para o tio Harry e o talco da vovó, os presentes dados com uma ansiedade desesperada porque não tínhamos conseguido pensar em nada melhor.
Sabendo como ele se sentia, um certo ano decidi deixar de lado as tradicionais camisetas, casacos, gravatas e coisas no gênero. Procurei algo especial só para o Mike. A inspiração veio de uma forma um tanto incomum. Nosso filho Kevin, que tinha 12 anos na época, fazia parte da equipe de luta livre da sua escola.
Pouco antes do Natal, houve um campeonato especial contra uma equipe patrocinada por uma igreja da parte mais pobre da cidade. A equipe era formada, em sua maioria, por negros. Esses jovens, que usavam tênis tão velhos que tínhamos a sensação de que os cadarços eram a única coisa que os segurava, contrastavam de forma gritante com nossos filhos, vestidos com impecáveis uniformes azuis e dourados e tênis especiais novinhos em folha.
Quando o jogo começou, fiquei preocupada ao notar que a outra equipe estava lutando sem o capacete de segurança que tinha como intuito proteger os ouvidos dos lutadores. Era um luxo ao qual a equipe dos pé-sujos não podia se dar.
No fim das contas, a equipe da escola do meu filho acabou arrasando com eles. Ganharam em todas as categorias de peso. E cada um dos meninos da outra equipe que levantava do tatame se virava com fúria, fazendo pose de valente, procurando mostrar um orgulho de quem não ligava para a derrota.
Mike, que estava sentado ao meu lado, balançou a cabeça, triste: "Queria que pelo menos um deles tivesse ganhado", disse. "Eles têm muito potencial, mas uma derrota dessas pode acabar com o ânimo deles."
Mike adorava crianças - todas as crianças - e as conhecia bem, pois tinha sido técnico de times mirins de futebol, basquete e vôlei. Foi aí que tive uma idéia para o presente dele. Naquela tarde, fui a uma loja de artigos esportivos e comprei capacetes de proteção e tênis especiais que enviei, sem me identificar, à igreja que patrocinava a equipe adversária.
Na véspera de Natal, coloquei o envelope na árvore com um bilhete dentro, contando ao Mike o que tinha feito e que esse era o meu presente para ele. O mais belo sorriso iluminou o seu rosto naquele Natal. Isso se deu em todos os anos consecutivos.
A cada Natal, eu seguia a tradição: uma vez comprei ingressos para um jogo de futebol para um grupo de jovens com problemas mentais, outra vez enviei um cheque para dois irmãos que tinham perdido a casa num incêndio na semana antes do Natal e assim por diante. O envelope passou a ser o ponto alto do nosso Natal. Era sempre o último presente a ser aberto na manhã de Natal. Nossos filhos, deixando de lado seus novos brinquedos, ficavam esperando ansiosamente o pai pegar o envelope da árvore e revelar o que havia dentro.
As crianças foram crescendo e os brinquedos foram sendo substituídos por presentes mais práticos, mas o envelope nunca perdeu seu encanto. Esse conto não acaba aqui. Perdemos nosso Mike ano passado por causa de um câncer. Quando chegou a época do Natal, eu ainda estava sofrendo tanto que mal consegui montar a árvore. Mas, na véspera de Natal, me vi colocando um envelope na árvore. Na manha seguinte, havia mais três envelopes junto a ele. Cada um de nossos filhos, sem o outro saber, tinha colocado um envelope na árvore para o pai.
A tradição cresceu e, um dia, se expandirá ainda mais e nossos netos se reunirão em volta da árvore, ansiosos para saber o que há no envelope retirado da árvore por seus pais. O espírito de Mike, assim como o espírito do Natal, estará sempre conosco.
Vamos todos lembrar de Jesus, que é o motivo dessa comemoração e o verdadeiro espirito do Natal este ano e sempre. Deus o abençoe.
(Do livro Histórias para Aquecer o Coração, de Jack Canfield)
A noite é quase gelada... Contudo, Mariazinha é a menina de outras noites, que treme, tosse e caminha... Guizos longe, guizos perto...
É Natal de Paz e Amor. Há muitas vozes cantando:
- "Louvado seja o Senhor!"
A rua parece nova, qual jardim que floresceu. Cada vitrine enfeitada repete:
- "Jesus nasceu!"
Descalça, vestido roto, Mariazinha lá vai... Sozinha, sem mãe que a beije, menina triste, sem pai. Aqui e ali, pede um pão... Está faminta e doente.
- "Vadia, sai depressa!" É o grito de muita gente.
- "Menina ladra! - outros dizem. - "Fuja daqui, pata feia! Toda criança perdida deve dormir na cadeia."
Mariazinha tem fome e chora, sentindo em torno o vento que traz o aroma do pão aquecido ao forno. Abatida, fatigada, depois de percurso enorme, estira-se na calçada... Tenta o sono, mas não dorme. Nisso, um moço calmo e belo surge e fala, doce e brando:
- Mariazinha, você está dormindo ou pensando?
A pequenina responde, erguendo os bracinhos nus:
- Hoje é noite de Natal, estou pensando em Jesus.
- Não recorda mais alguém?
E ela, a chorar, disse:
- Eu penso também, com saudade, em minha mãe que morreu...
- Se Jesus aparecesse, o que é que você queria?
- Queria que ele me desse um bolo da padaria...
Depois de comer, então - E a pobre sorriu contente - queria um par de sapatos e uma blusa grande e quente... Depois... queria uma casa, assim como todos têm... Depois de tudo... eu queria uma boneca também...
- Pois saiba, Mariazinha, eu lhe digo que assim seja! Você hoje terá tudo aquilo que mais deseja.
- Mas, o senhor quem é mesmo?
E ele afirma, olhos em luz:
- Sou seu amigo de sempre, minha filha, eu sou Jesus!...
Mariazinha, encantada, tonta de imensa alegria, pôs a cabeça cansada nos braços que ele estendia... e dormiu, vendo-se outra, em santo deslumbramento, aconchegada a Jesus na glória do firmamento.
No outro dia, muito cedo, quando o lojista abre a porta, um corpo caiu de leve... A menina havia falecido.
(Do livro Histórias para Aquecer o Coração, de Jack Canfield)
É Natal de Paz e Amor. Há muitas vozes cantando:
- "Louvado seja o Senhor!"
A rua parece nova, qual jardim que floresceu. Cada vitrine enfeitada repete:
- "Jesus nasceu!"
Descalça, vestido roto, Mariazinha lá vai... Sozinha, sem mãe que a beije, menina triste, sem pai. Aqui e ali, pede um pão... Está faminta e doente.
- "Vadia, sai depressa!" É o grito de muita gente.
- "Menina ladra! - outros dizem. - "Fuja daqui, pata feia! Toda criança perdida deve dormir na cadeia."
Mariazinha tem fome e chora, sentindo em torno o vento que traz o aroma do pão aquecido ao forno. Abatida, fatigada, depois de percurso enorme, estira-se na calçada... Tenta o sono, mas não dorme. Nisso, um moço calmo e belo surge e fala, doce e brando:
- Mariazinha, você está dormindo ou pensando?
A pequenina responde, erguendo os bracinhos nus:
- Hoje é noite de Natal, estou pensando em Jesus.
- Não recorda mais alguém?
E ela, a chorar, disse:
- Eu penso também, com saudade, em minha mãe que morreu...
- Se Jesus aparecesse, o que é que você queria?
- Queria que ele me desse um bolo da padaria...
Depois de comer, então - E a pobre sorriu contente - queria um par de sapatos e uma blusa grande e quente... Depois... queria uma casa, assim como todos têm... Depois de tudo... eu queria uma boneca também...
- Pois saiba, Mariazinha, eu lhe digo que assim seja! Você hoje terá tudo aquilo que mais deseja.
- Mas, o senhor quem é mesmo?
E ele afirma, olhos em luz:
- Sou seu amigo de sempre, minha filha, eu sou Jesus!...
Mariazinha, encantada, tonta de imensa alegria, pôs a cabeça cansada nos braços que ele estendia... e dormiu, vendo-se outra, em santo deslumbramento, aconchegada a Jesus na glória do firmamento.
No outro dia, muito cedo, quando o lojista abre a porta, um corpo caiu de leve... A menina havia falecido.
(Do livro Histórias para Aquecer o Coração, de Jack Canfield)
13/02/2009
Salvos por um Copo de Leite!
Um dia, um rapaz pobre que vendia mercadorias de porta em porta para pagar seus estudos, estava com muita fome e só lhe restava uma pequena moeda no bolso.
Decidiu, então, que ao invés de tentar vender, iria pedir comida na próxima casa; porém seus nervos o traíram quando uma encantadora jovem lhe abriu a porta.
Em vez de comida, pediu um copo de água. A mulher percebeu que ele estava com fome e lhe deu um grande copo de leite. Ele bebeu devagar e depois lhe perguntou:
- Quanto lhe devo?
- Não me deve nada - respondeu ela. E continuou: - Minha mãe sempre nos ensinou a ajudar as pessoas.
- Pois te agradeço de todo coração, a você e à sua mãe.
O rapaz saiu daquela casa não só refeito fisicamente, mas também com sua fé renovada em Deus e nos homens. Ele já havia resolvido abandonar os estudos devido às dificuldades financeiras que estava passando, mas aquele gesto de bondade o fortaleceu.
Anos depois, essa jovem mulher ficou gravemente doente. Os médicos locais estavam confusos. Finalmente a enviaram à cidade grande, para se tratar.
O médico de plantão naquele dia era o Dr. Howard Kelly, um dos maiores especialistas do país naquela área. Quando escutou o nome do povoado de onde ela viera, uma estranha luz encheu seus olhos e de pronto foi ver a paciente.
Reconheceu-a imediatamente e determinou-se a fazer o melhor para salvar sua vida, passando a dedicar-lhe atenção especial. Contudo, nada lhe disse sobre o primeiro encontro que tiveram no passado.
Depois de uma terrível batalha, eles finalmente venceram aquela enfermidade.
Ao receber alta, ela teve medo de ver a conta do hospital, porque imaginava que levaria o resto da sua vida para pagar por aquele tratamento tão caro e demorado. Quando, finalmente, abriu a fatura, seu coração se encheu de alegria com estas palavras: "Totalmente pago - há muitos anos - com um copo de leite - ass.: Dr.Howard Kelly." Só então ela se lembrou de onde conhecia aquele médico.
"Na vida nada acontece por acaso. O que você faz hoje, pode fazer a diferença em sua vida amanhã."
E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido.
Gálatas 6.9.
Autor desconhecido.
Decidiu, então, que ao invés de tentar vender, iria pedir comida na próxima casa; porém seus nervos o traíram quando uma encantadora jovem lhe abriu a porta.
Em vez de comida, pediu um copo de água. A mulher percebeu que ele estava com fome e lhe deu um grande copo de leite. Ele bebeu devagar e depois lhe perguntou:
- Quanto lhe devo?
- Não me deve nada - respondeu ela. E continuou: - Minha mãe sempre nos ensinou a ajudar as pessoas.
- Pois te agradeço de todo coração, a você e à sua mãe.
O rapaz saiu daquela casa não só refeito fisicamente, mas também com sua fé renovada em Deus e nos homens. Ele já havia resolvido abandonar os estudos devido às dificuldades financeiras que estava passando, mas aquele gesto de bondade o fortaleceu.
Anos depois, essa jovem mulher ficou gravemente doente. Os médicos locais estavam confusos. Finalmente a enviaram à cidade grande, para se tratar.
O médico de plantão naquele dia era o Dr. Howard Kelly, um dos maiores especialistas do país naquela área. Quando escutou o nome do povoado de onde ela viera, uma estranha luz encheu seus olhos e de pronto foi ver a paciente.
Reconheceu-a imediatamente e determinou-se a fazer o melhor para salvar sua vida, passando a dedicar-lhe atenção especial. Contudo, nada lhe disse sobre o primeiro encontro que tiveram no passado.
Depois de uma terrível batalha, eles finalmente venceram aquela enfermidade.
Ao receber alta, ela teve medo de ver a conta do hospital, porque imaginava que levaria o resto da sua vida para pagar por aquele tratamento tão caro e demorado. Quando, finalmente, abriu a fatura, seu coração se encheu de alegria com estas palavras: "Totalmente pago - há muitos anos - com um copo de leite - ass.: Dr.Howard Kelly." Só então ela se lembrou de onde conhecia aquele médico.
"Na vida nada acontece por acaso. O que você faz hoje, pode fazer a diferença em sua vida amanhã."
E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido.
Gálatas 6.9.
Autor desconhecido.
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