29/12/2008

Os Crentes e a Destruição de Jerusalém

Jerusalém vivia seus últimos dias: "Satanás suscitara as mais violentas paixões. Os homens não raciocinavam; achavam-se fora de si e fora da razão, dirigidos pelo impulso cego da raiva".
Esse era o espírito reinante nos últimos dias de Jerusalém. Os judeus, mesmo diante de tantas e irrefutáveis provas, haviam recusado aceitar o Messias. Mataram-no. Agora, revoltados contra os romanos, sofriam as agruras de um cerco impiedoso:
"Não havia segurança em parte alguma. Os amigos e parentes traíam-se mutuamente". A fome dentro dos muros da cidade era tão grande, que comiam solas, tiras de couro e, algumas mulheres, comeram seus próprios filhos.
Jesus tinha avisado aos crentes: "Mas quando virdes Jerusalém cercada de exércitos, sabei então que é chegada a sua desolação. Os que estiverem na Judéia fujam para os montes; os que estiverem dentro da cidade, saiam" (Lc 21.20,21). Mas sair como? Os romanos estavam vigilantes!
A providência de Deus que nunca falha, os favoreceu:
Inexplicavelmente, o general comandante ordenou o afastamento das tropas. Os judeus que estavam a ponto de se entregarem, saíram-lhes ao encalço. Jerusalém ficou desguarnecida e os cristãos aproveitaram, atentos que estavam à palavra de Deus, e fugiram pela Pela, na Peréia, além do Jordão, onde ficaram em segurança. Nem um só pereceu!
"O meu socorro vem do Senhor que fez o céu e a terra. Não deixará vacilar o teu pé; aquele que te guarda não tosquenejará. O Senhor é quem te guarda; o Senhor é a tua sombra d tua direita. O sol não te molestará de dia nem a lua de noite. O Senhor te guardará de todo o mal" (SI 121.2,3,5-7).

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