02/04/2014

Coruja

     Ao encontrar-se com um gavião, a mãe-coruja aproveita a amizade com a ave devoradora de filhotes para suplicar clemência por seus filhos.
     — Por favor, "seu" gavião, não coma meus filhinhos.
     — Mas como vou saber quem são seus filhos? — retrucou o gavião.
     — Ora, são os mais belos que puder ver! — devolveu-lhe a coruja.
     O gavião prometeu não comer os "lindos" filhotes da mãe-coruja. Entretanto, ao deparar com seu ninho, não teve duvidas; aqueles filhotes tão feios não poderiam ser os lindos filhos da coruja, e os comeu.
     Aninhar-se-á ali a coruja, e porá os seus ovos, e os chocará, e na sombra abrigará os seus filhotes... (Is 34.15 - ARA)
Ou voa o gavião pela tua inteligência, estendendo as suas asas para o sul? (Jó 39.26)

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