21/03/2015

Refúgio Húngaro

GI 5.16-18; 22-26

O Espírito Santo está bem vivo no mundo de hoje, mas talvez não reconheçamos esta verdade.

Em 1957, minha esposa e eu ficamos perturbados pela condição dos refugiados da Hungria. Sentindo que deveríamos abrir o nosso lar para um jovem casal, expressamos o nosso desejo à comissão encarregada de alojá-los. Veio morar conosco um casal recém-casado, que ficou em nossa casa quatro meses. Não falavam uma palavra da nossa língua, mas logo verificamos que a linguagem universal do amor era entendida por todos. Recebemos muito mais alegria do que proporcionamos, e sentimos a presença do Espírito Santo em nosso lar. Hoje, consideramos esse jovem casal como filhos. São membros respeitados e nossa comunidade e têm dois filhos.

Se escutarmos, ouviremos o Espírito Santo falando a nós através de nossas moções e de nosso intelecto.

E. Everett H. Palmar (E.U.A.)

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