04/11/2008

Choque de Gerações e a Música na Igreja

Davi Liepkan (baseado em idéia de Paul Neeley)

Pastor da Igreja Batista de Santa Bárbara d´Oeste - SP

Transcrito da Revista Atitude - 3º Trimestre/04 - p.87



Um velho fazendeiro foi para a cidade no domingo, e resolveu entrar numa igreja grande para ver como era. Quando voltou para casa, a sua esposa Marta perguntou-lhe como foi o culto. Ele disse:

- Foi bom. Eles cantaram HINOS NORMAIS e uns CÂNTICOS.

- Qual a diferença? - perguntou-lhe a esposa.

Então o homem respondeu:

- Se eu canto assim: Marta, as vacas estão comendo o milho - isso é HINO NORMAL. Agora, se eu canto assim: Marta, Marta, Marta, Marta, oh Marta! As vacas, as vacas, as vacas, sim as vacas! Elas estão, sim estão, estão e estão, comendo, comendo, ah, comendo (volto ao início), o milho, o milho, o maravilhoso milho, o milho, milho, milho....- e se eu cantar desse jeito repetindo várias vezes, com uns 12 jovens de microfone na mão lá na frente, então isso é CÂNTICO.

Marta ficou intrigada e foi fazer café.



Um jovem fazendeiro recém-convertido também foi à cidade e entrou na mesma. Quando voltou, começou a falar do culto da igreja grande para a jovem esposa, também chamada Marta. Ele contou que lá eles cantaram CÂNTICOS NORMAIS e uns tais HINOS. Para explicar a diferença, ele disse:

- Se eu cantar desse jeito: "Marta, Marta, as vacas estão comendo, estão comendo o milho" - isso é um CÂNTICO NORMAL. Agora, se eu cantar: Marta, oh, querida Marta! Ouve, tu, meu clamor. Que novas tenho para dar! Estiveste a perguntar onde as vacas poderiam estar em seu bovino fulgor? Engodadas, as tais, foram pelo poder das trevas a estar, oh, amantíssima Marta, o milho a degustar. Isso é HINO. Mas só se tiver umas quatro ou cinco partes que nem essa, enquanto uma mulher lá na frente balança a mão no ar olhando de rabo de olho para a organista.

Marta ficou intrigada e foi buscar refrigerante.

Destaque

Conta-se de dois peregrinos que decidiram visitar a imortal cidade de Belém, por ocasião das celebrações do Natal. Partiram muitos meses ant...