25/03/2015

Amparo, Fraternidade, Ruínas

Aprecia-se mais ainda a comunhão em épocas de solidão. Durante a Segunda Guerra Mundial, quando a linha de frente moveu-se um pouco para a direção ocidental, retornei a Varsóvia. Estava em completa ruína.
Ao contemplar a confusão reinante e os edifícios em ruínas, meu coração quase se despedaçou. Senti-me só, terrivelmente só.
Doeu-me ver as ruínas do templo da Igreja Batista. Logo descobri que da florescente comunidade de nossa igreja em Varsóvia não restavam mais do que catorze membros.
No meio dessa situação triste e aflitiva de nossa igreja, surgiu de repente um lampejo de esperança e alegria. Representantes da Aliança Batista Mundial nos visitaram. E nos disseram: "Não estais sós. Trazemos auxilio para vossa igreja e palavras de encorajamento". Como foram maravilhosas estas palavras, nesse período difícil; e quão esplêndida, a nossa comunhão nessa época.
Aleksander Kircun (Polônia)

Nenhum comentário:

Destaque

Conta-se de dois peregrinos que decidiram visitar a imortal cidade de Belém, por ocasião das celebrações do Natal. Partiram muitos meses ant...