10/05/2013

Um dos mais famosos sermões de Peter Marsahll foi dedicado às mães, tendo como título "Guardas das Fontes". Ele começa contando que em certa cidade, situada no sopé de uma cadeia de montanhas, um estranho habitante das florestas tomou a si a responsabilidade de ser o guarda das fontes. Assim percorria os montes e toda vez que encontrava uma fonte tratava de limpá-la das folhas caídas, do lodo e do barro. E tão dedicado e caprichoso era em seu trabalho que a água, ao descer borbulhante através da areia fina, corria para baixo, fresca, pura e limpa. Certo dia, porém, a Câmara Municipal, julgando aquele trabalho inútil e o salário pago ao guarda um desperdício, decidiu construir um reservatório de concreto e dispensar o guarda das fontes. Terminado o reservatório logo se encheu de água, mas esta já não parecia a mesma. Estava poluída e de imediato uma epidemia ameaçava a vida da população. A Câmara reuniu-se novamente. E todos os vereadores reconheceram o erro de terem demitido o guarda das fontes, que foi de imediato convidado a voltar a realizar seu trabalho de vital importância para a cidade. Aplicando a sugestiva figura às mães, afirma o famoso pregador que "nunca houve uma época em houvesse maior necessidade de Guardas das Fontes, ou que houvesse mais fontes poluídas, necessitadas de purificação", referindo-se à sua época (década de 40).

Nenhum comentário:

Destaque

Conta-se de dois peregrinos que decidiram visitar a imortal cidade de Belém, por ocasião das celebrações do Natal. Partiram muitos meses ant...