25/03/2015

Proteção ao Próximo

A necessidade obrigou-me a ir montado num jumento, por um matagal africano, numa noite. Começou a cair uma leve chuva. Na escuridão total, perdi-me entre os atalhos que se cruzavam. Deixei que o jumento tomasse seu próprio caminho, e ele me conduziu até uma aldeia adormecida.
Bati à porta da maior cabana. Alguns momentos depois, um velho chefe africano, de barbas e cabelos brancos, surgiu à porta.
Enquanto trocávamos as primeiras frases, ouvi que atrás da cabana alguém mexia com as galinhas. Então, um menino trouxe um frango e deu-o ao chefe, que por sua vez, deu-o a mim.
Agradecendo-lhe por aquilo, montei no jumento e preparei-me para ouvir as indicações sobre os caminhos que deveria tomar. O velho chefe tomou, então, as rédeas e disse: "Eu o levarei até lá".
Na escuridão absoluta, passamos por um pântano, um rio e colinas com matagais. O chefe levou-me ao destino sem errar. Quando falei de sua habilidade impressionante, ele respondeu: "Mas, é meu país".
Pensamento: Não preciso ter medo de andar pelo mundo de meu Pai, quando me submeto à sua direção.
Charles E. Fuller (Missouri, E.U.A.)

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