30/11/2016

Na véspera do Natal de 1827, em Londres, o médico William Marsden, levando presentes para a esposa e o filhinho, caminhava animadamente de volta para casa, na neve. De repente, um gemido que vinha das escadas de uma igreja, o interrompeu. Uma mulher mendiga, de dezoito anos aproximadamente, jazia moribunda, vítima de moléstia repulsiva.

Marsden rapidamente envolveu-a em seu sobretudo e com esforço conseguiu levá-la até um hospital. Contudo, não encontrou vaga no primeiro nem demais hospitais da cidade, devido à aparência daquela criatura. O médico compassivo providenciou, então, por conta própria, abrigo para a infeliz na pensão barata.

Devido a esta experiência, Marsden resolveu fundar um hospital gratuito a os pobres e, sem perda de tempo, reuniu uma comissão para estudar o projeto. Alugou-se um velho edifício e, em breve, o hospital para tratamento gratuito de moléstias malignas foi inaugurado. Assim começou o, hoje famoso Hospital Real Gratuito e seu anexo, o Hospital Real do Câncer, na Nova Zelândia.

William G. Slade (Nova Zelândia)

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