10/05/2013

Com certeza, todos nós já tivemos de fazer um cartãozinho para a mãe no Dia das Mães, que se festeja, todo ano, no mundo inteiro. A professora nos dava uma folha de cartolina ou de papel comum, uns lápis de cera e nos ajudava a elaborar um "cartão" para a mamãe. Então desenhávamos talvez um coração, um passarinho voando entre as nuvens, ou uma casinha, com uma árvore do lado, e o sol (sempre) sorridente. Não eram obras de arte! A maioria fazia o passarinho com a asa quebrada, ou a casa toda torta, ou a árvore inclinada para um lado, ou coração mal feito. Embaixo escrevíamos: "Mamãe, você é a mãe mais bonita do mundo. Te amo". Apesar de o cartão não valer nem um centavo como obra de arte, a mãe, que recebe um deles, valoriza-o como se fosse o tesouro mais caro que existe. Por quê? Porque é a expressão espontânea, não fingida, de seu filho. Para ela, não importa que esteja mal feito. O que a comove é o sentimento do coração do seu filho. Assim também são os "cânticos novos", espontâneos. (Marcos Witt, em Adoremos, pg 162). 

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